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domingo, 29 de junho de 2014

Produção da AngloGold Ashanti tem melhor desempenho dos últimos 4 anos

Produção da AngloGold Ashanti tem melhor desempenho dos últimos 4 anos



A AngloGold Ashanti aumentou a produção para 1,06 milhão de onças de ouro no primeiro trimestre deste ano, volume 17% acima das 899 mil onças produzidas nos três primeiros meses de 2013. Segundo relatório de resultados trimestrais, divulgado hoje (19), foi o melhor desempenho registrado, durante o mesmo período, dos últimos quatro anos. No Brasil, a empresa produziu um total de 126 mil onças.
De acordo com a mineradora, os custos de produção total também foram reduzidos, em 22%, na mesma comparação anual. A Anglo afirmou que tanto os números de produção quanto os custos bateram as previsões da empresa para o período, “à medida que as performances operacionais e as iniciativas de custo estão reposicionando os negócios da companhia”.

"Nossos operadores entregaram uma outra previsão, agora mais forte, e nós continuaremos a gerir os custos de forma agressiva. Ainda há muito trabalho a fazer, mas continuamos focados em continuar a produzir resultados positivos para os nossos acionistas, em condições de mercado difíceis", disse o CEO da empresa, Srinivasan Venkatakrishnan.

No Brasil, a produção da AngloGold Ashanti Mineração foi de 94 mil onças de ouro, a um custo total de US$ 619/oz, resultado positivo, se comparado as 92 mil onças produzidas a US$ 689/oz no mesmo período no ano passado. Já a unidade de negócios Serra Grande, em Goiás, produziu 32 mil onças, a um custo de US$ 799 por onça.

Na mina de Cuiabá, em Sabará (MG), que faz parte do complexo AngloGold Ashanti Mineração, maiores teores ajudaram a compensar taxas de produção inferiores, devido às interrupções após um acidente fatal na mina.

O custo de produção total das operações da Anglo, que inclui despesas de capital e custos de exploração, diminuiu 22% chegando a US$ 993 por onça produzida. Segundo a mineradora, os resultados positivos foram conquistados através do ramp up de novas minas de baixo custo, Kibali, na República Democrática do Congo, e Tropicana, na Austrália.

De acordo o relatório, ao longo dos últimos 18 meses, a AngloGold Ashanti tem dado passos decisivos para se adaptar à queda acentuada no preço do ouro e as condições mais voláteis de mercado.

“Com a redução nos custos corporativos e de exploração, a empresa está no caminho certo para atingir sua meta de redução de US$ 500 milhões nos custos de operação até o final deste ano”, afirma o documento. Para isso, a empresa continua a investir na expansão da mina Cripple Creek & Victor, nos EUA, e estendendo a vida útil da mina Mponeng, na África do Sul.

No relatório, a mineradora aponta três fatalidades em suas operações durante os três primeiros meses do ano, incluindo a morte de dois empregados contratados na mina de Cuiabá, em Sabará (MG). A outra vítima fatal foi registrada no Projeto Mponeng, na África do Sul.

Segundo a Anglo, a empresa continua empenhada em eliminar acidentes em suas minas através de intervenções de segurança que, no ano passado, resultaram em uma redução de 50% nos incidentes fatais. A mineradora afirmou que a taxa de lesões do primeiro trimestre deste ano é a melhor registrada na história da empresa.

A dívida líquida da mineradora foi para US$ 3,095 bilhões, uma pequena redução que aponta
um fluxo de caixa positivo. "Dada as incertezas do preço do ouro no mercado, continuamos focados em nossa flexibilidade financeira. Os níveis de endividamento e taxas de juros continuam altas em relação aos níveis históricos, mas fizemos um bom progresso diversificando nossas fontes de financiamento”, afirmou o CFO da empresa, Richard Duffy.

No Brasil, a AngloGold tem, em Sabará (MG), as minas Cuiabá e Lamego e, em Santa Bárbara (MG), a operação da Mina Córrego do Sítio.
Mina de ouro Cuiabá, em Sabará (MG).

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