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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Gás do xisto: China paga para entrar

Gás do xisto: China paga para entrar
A China priorizou as suas imensas reservas de gás do xisto e está investindo pesado na exploração.
A Sinopec está preparada para investir muitos bilhões de dólares nesta pesquisa que visa a obtenção do gás natural a partir dos folhelhos: uma energia barata e limpa. No entanto, existe um grande salto tecnológico a ser dado e, enquanto estiver nos estágios iniciais, a China pagará o preço da entrada no jogo. É o preço do desconhecimento.

Na fase inicial o preço de cada furo irá custar US$10 milhões. O mesmo furo custa nos Estados Unidos, o líder mundial desta tecnologia, US$2,6 milhões. A única forma de reduzir este vazio é através de grandes investimentos e da experiência acumulada. É por isso que a Sinopec está criando uma joint venture com uma das mais experientes empresas do ramo: a americana Weatherford International. Nesta fase a China foca em uma produção inicial de 6,5 bilhões de metros cúbicos, modesta quando comparada aos 300 bilhões de metros cúbicos produzidos nos Estados Unidos em 2012.

No médio prazo o gás do xisto chinês deverá superar o gasoduto Rússia-China, de US$400 bilhões.

Em 2017 o gás natural do xisto deverá corresponder a 9% do total de energia da China o que deverá reduzir, substancialmente, o consumo do carvão.

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