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sábado, 23 de agosto de 2014

Mistério na chapada

Mistério na chapada



Que mistérios essa paisagem pode atrair? Estaria esse paraíso sendo cobiçado por seres de outro mundo? Tem gente apostando que sim. O ufólogo Alonso Régis não tem dúvida: diz que os extraterrestres são visitantes assíduos da Chapada Diamantina. No sítio onde mora, ele construiu a réplica de um disco voador. Foi um objeto parecido que ele teria avistado aos 12 anos de idade. “No momento, senti uma emoção muito grande. Na época eu olhava para o espaço e ficava emocionado ao saber que de lá poderia vir máquinas e aparelhos com gente de outro mundo dentro", lembra Alonso.
Morro do Chapéu, norte da chapada. A pequena cidade, de 15 mil habitantes, foi testemunha de um fenômeno estranho. Em 30 de novembro de 1994, às 20h30, uma luz forte e uma onda de calor teriam surgido na escuridão. Os moradores de uma rua na periferia de Morro do Chapéu correram apavorados.
A dona-de-casa Nelsonita de Jesus diz que viu a luz se aproximando. Pensou que era um avião, mas quando chegou perto para ver...
"Era um objeto estranho. A luz era vermelha e quando foi chegando perto ela foi mudando de cor. E foi crescendo ao se aproximar. Ficou enorme", afirma a moradora.
Do outro lado da chapada, moradores da cidade de Mucugê também avistaram objetos não-identificados. A Serra do Capabode foi o local das aparições. Naquela época, o Globo Repórter registrou o que as pessoas viram: pontos luminosos no céu girando em alta velocidade. Na área não tem energia, nem estrada. Mais estranho ainda são as luzes que costumam acompanhar o caminhoneiro Antônio Carlos dos Santos.
"É um negócio que mexe na estrutura da gente. Toda vez que falo eu fico meio emocionado, porque o negócio não é brincadeira não", ele diz.
O caminhoneiro se sente perseguido. Segundo ele, há 22 anos uma bola grande, cor de fogo, que provoca um clarão na boléia, surge de repente lhe seguindo nas estradas.
"Certa vez, eu rezei, depois relaxei e comecei a conversar. Disse que não era doido e queria uma certeza: se fosse disco, que apagasse. Eu falei isso e apagou na hora. Em uma fração de segundo acendeu de novo. Aí eu tomei um choque", conta.
Antônio diz que já perdeu o medo. Não se importa mais nem com o calor quando a tal luz aparece.
"Ela vem na frente, fica do lado direito, do lado esquerdo, no fundo. Clareia a boléia toda. O vidro fica cheio de raios", afirma.

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