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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

PricewaterhouseCoopers se recusa a assinar o balanço trimestral e força a Petrobras a contratar auditoria externa

PricewaterhouseCoopers se recusa a assinar o balanço trimestral e força a Petrobras a contratar auditoria externa


Enquanto todas as empresas já publicaram os seus balancetes trimestrais o mercado aguarda os da Petrobras.

  Os casos de corrupção e desvios dentro da estatal, fizeram com que a PricewaterhouseCoopers (PWC) resolvesse não assinar os balancetes.

Esses só serão assinados após a finalização de mais uma auditoria externa específica sobre os impactos causados na Petrobras.

O caso é extremamente sério e desmoralizante. A Petrobras, uma das grandes petroleiras do mundo, com suas ações sendo negociadas nas bolsas internacionais, se vê nas páginas policiais.

A PWC tem por obrigação fornecer ao público e acionistas uma visão imparcial e precisa dos números que serão apresentados no balancete. Neste caso a lei que define o nível de detalhe das investigações não é a brasileira, mas sim a legislação americana sobre empresas listadas em bolsas.

Duas empresas estão sendo contratadas: uma brasileira , Trench, Rossi & Watanabe Advogados e outra americana, Gibson, Dunn & Crutcher.

Essas firmas irão levantar o real impacto dos casos de corrupção já confirmados como o de Pasadena, Abreu e Lima, Comperj e outros na Petrobras.

Somente agora a Petrobras deve iniciar, também, a sua própria auditoria interna.

Enquanto a lama é escavada dos porões da Petrobras o mercado aguarda os balancetes trimestrais. Um desastre!

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