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quinta-feira, 31 de julho de 2014

Gás do xisto: China paga para entrar

Gás do xisto: China paga para entrar
A China priorizou as suas imensas reservas de gás do xisto e está investindo pesado na exploração.
A Sinopec está preparada para investir muitos bilhões de dólares nesta pesquisa que visa a obtenção do gás natural a partir dos folhelhos: uma energia barata e limpa. No entanto, existe um grande salto tecnológico a ser dado e, enquanto estiver nos estágios iniciais, a China pagará o preço da entrada no jogo. É o preço do desconhecimento.

Na fase inicial o preço de cada furo irá custar US$10 milhões. O mesmo furo custa nos Estados Unidos, o líder mundial desta tecnologia, US$2,6 milhões. A única forma de reduzir este vazio é através de grandes investimentos e da experiência acumulada. É por isso que a Sinopec está criando uma joint venture com uma das mais experientes empresas do ramo: a americana Weatherford International. Nesta fase a China foca em uma produção inicial de 6,5 bilhões de metros cúbicos, modesta quando comparada aos 300 bilhões de metros cúbicos produzidos nos Estados Unidos em 2012.

No médio prazo o gás do xisto chinês deverá superar o gasoduto Rússia-China, de US$400 bilhões.

Em 2017 o gás natural do xisto deverá corresponder a 9% do total de energia da China o que deverá reduzir, substancialmente, o consumo do carvão.

Revolução do xisto: Estados Unidos é o grande ganhador do momento. E amanhã?

Revolução do xisto: Estados Unidos é o grande ganhador do momento. E amanhã? 
Quem diria que os Estados Unidos, o maior importador de combustíveis do mundo, um país dependente de energia, iria virar a mesa e se tornar um grande exportador?
Vários conflitos internacionais e até mesmo guerras foram feitas devido a essa dependência americana.

Mas, graças a uma geologia privilegiada tudo mudou. Foi quando os Estados Unidos descobriram o gás e o óleo dos folhelhos que abundam no seu subsolo e o fracking, o método para extrair o precioso combustível aprisionado nestas rochas.

É a revolução do xisto americano.

Com essa revolução a produção americana de gás e hidrocarbonetos, que estava diminuindo, acelerou. Em poucos anos o país viu os preços da energia e dos combustíveis caírem permitindo a expansão e a revitalização das indústrias siderúrgicas, plantas termoelétricas, combustíveis e indústrias químicas.

Trata-se, possivelmente, da maior revolução energética do século. A produção interna dos Estados Unidos não para de bater novos recordes. Junho não foi exceção: a produção bateu novo recorde atingindo 68,1 bilhões de pés cúbicos ao dia, um aumento de 5,4% em relação a 2013.

O interessante é que em 2005 as empresas americanas acreditavam piamente que os Estados Unidos seriam o maior importador de gás (LNG) do mundo superando o Japão. Consequentemente elas investiram bilhões de dólares em terminais de importação do gás que viria de países exportadores como o Catar.

O tiro saiu pela culatra. Hoje os Estados Unidos produzem mais do que o país queima e passaram a ser grandes exportadores se ressentindo da falta de terminais de exportação. As coisas mudaram...

As vantagens do gás do xisto não ficam no âmbito econômico, mas se propagaram ao político. É graças ao gás do xisto que os americanos estão consolidando os laços político-econômicos com a Europa e com o Japão.

A Europa ameaçada pela Rússia de ter o seu suprimento de gás cortado, correu para o big daddy, os Estados Unidos, e esses corresponderam. Grandes contratos foram fechados envolvendo o gás americano e até o carvão, uma indústria que ameaçava fechar nos Estados Unidos.

No novo cenário o carvão americano passa a ser exportado à Europa para suprir as deficiências energéticas do velho continente, onde quase todas as jazidas de carvão foram exauridas. Regras foram mudadas e o carvão americano já está sendo aceito no continente europeu que se torna, a cada dia que passa, um grande importador de carvão. Em parte, a necessidade energética da Europa, vem do fechamento das plantas nucleares da Alemanha, que busca uma nova matriz energética, mais limpa e menos agressiva. Mas enquanto isso não ocorre os americanos vendem o gás, o carvão e a segurança...

No outro lado do mundo, o Japão, que simplesmente fechou todas as suas plantas nucleares após o desastre de Fukushima, torna-se, também, um grande cliente do gás do xisto americano.

Ironicamente o gás do xisto passa a ser o maior embaixador geopolítico dos Estados Unidos.

O gás do xisto tornou os americanos mais fortes, mais ricos e mais palatáveis. Hoje eles não só vendem os hidrocarbonetos extraídos, mas também a tecnologia para extraí-los. Esta vantagem técnica na exploração dos folhelhos está sendo altamente precificada por todos aqueles países com potencial geológico similar. É o caso da China que já entrou em joint venture com a gigante americana Weatherford International cujo know how na exploração e extração do gás do xisto é muito valioso.


custo óleo

custo gás
Nos gráficos acima observa-se que para um empreendimento de óleo ou gás em xisto nos Estados Unidos apresentar uma taxa interna de retorno mínimo (TIR) de 10% ele deve estar localizado em uma geologia favorável. Ou, em outras palavras, somente agora é que se sabe que algumas bacias sedimentares têm custos operacionais proibitivos que acabam com a economicidade do projeto. 

É claro que esses estudos econômicos estão considerando os preços americanos do gás natural, que é muito baixo, e um custo do barril de petróleo de US$95 (hoje está acima de US$105).

Os americanos aprenderam muito sobre o processo e sobre a exploração e extração do gás e óleo dos xistos.

 Eles foram os verdadeiros “boi de piranha” e, como tal, fizeram uma enorme quantidade de erros que não serão necessariamente, repetidos. No início, os preços das concessões explodiram em uma inflação avassaladora. O fenômeno chegou a inviabilizar bacias inteiras que ficaram caras demais, chegando a quebrar as empresas que pagaram demais para explorá-las. Na fase inicial, por falta de know how, algumas empresas chegaram a contaminar o nível freático superior o que está, até hoje, repercutindo na mídia pelos grupos ambientalistas.

O maior erro, no entanto, foi não entender que os poços tinham a produção reduzida a menos de 10% da inicial em apenas quatro anos (veja o gráfico abaixo).

gas


Este fato obriga as empresas produtoras a permanecer furando para manter a produção. É um efeito perverso que está revolucionando as empresas de sondagem americanas. Hoje sabe-se que são necessários milhares de furos horizontais (gráfico abaixo) para explorar uma camada de xisto e isso não havia sido contabilizado por muitas empresas iniciantes.

furos horizontais
Mesmo assim, com todos os percalços inerentes a uma revolução industrial deste porte, o país está lucrando em todos os sentidos e os investimentos continuam fluindo para o xisto americano.

Trata-se de um processo que está, apenas, no início.

O que estamos vendo é menor do que a ponta do iceberg, pois imensas reservas de xistos betuminosos estão abandonadas no subsolo de todos os continentes, esperando pela exploração que mal está começando.

Países como a China, Argentina, Rússia, Congo e Brasil, onde as reservas são simplesmente imensas serão os próximos alvos.

Com o amadurecimento do processo as empresas tenderão a ficar mais eficientes, produzindo a custos mais baixos sem os erros e problemas enfrentados pelos americanos no início da exploração do xisto.

O que vai ocorrer quando essa geologia não convencional começar a produzir gás e óleo em imensas quantidades como está hoje ocorrendo nos Estados Unidos???

O mundo verá um fortalecimento das indústrias baseadas em combustíveis fósseis. O gás natural e o petróleo continuarão a preponderar e só aqueles que conseguirem produzir a baixos custos sobreviverão.

Será que o óleo do pré-sal, de alto custo, programado para jorrar nas próximas décadas irá sobreviver essa revolução do xisto mundial?

Opala de Pedro II para o mundo

Opala de Pedro II para o mundo

Pedra brasileira alcança prestígio internacional e amplia os negócios de ourives em Pedro II, no Piauí.
A paisagem árida do interior do Piauí esconde a riqueza que a região oferece. Em Pedro II, no norte do estado, no entanto, ela está estampada já no portal da cidade, onde se lê que o lugar é a “terra da opala”.
Essa pedra preciosa, ainda pouco valorizada no país, movimenta a economia local e chega a render para os ourives até R$ 70 mil por mês. O município tem a única reserva de gemas nobres de opala no Brasil, que é a segunda maior do mundo – a primeira está na Austrália, que explorou minas brasileiras na década de 1970.
Pedra preciosa movimenta a economia local e chega a render para os ourives até R$ 70 mil por mês.
Afastada a desorganização e a mineração desenfreada, a cidade tomou as rédeas do negócio e foram criadas associações ligadas ao garimpo e à lapidação, estruturando o mercado da pedra.
O lapidário Juscelino Araújo Souza, pioneiro no segmento de joalherias, conta que quando começou, há quase 24 anos, o setor não estava organizado. “Tinha a pedra, mas não tinha quem fizesse o trabalho”, diz. A falta de mão de obra especializada o estimulou a abandonar as feiras livres, onde era ambulante, e procurar um curso de lapidação promovido pelo governo na época. Em 1992, Juscelino inaugurou a primeira empresa de lapidação de Pedro II e, em 2000, implantou ali uma área dedicada à joalheria.
Exportação e mercado interno
Cerca de 30% das opalas garimpadas são de alta qualidade e seguem para exportação.
Assim como a empresa de Juscelino, outras 30 se estabeleceram na região. Atualmente, elas são responsáveis pelo beneficiamento de 5 quilos de pedra bruta por mês, que resultam em 30 quilos de joias, já com valor agregado da prata ou do ouro utilizados na confecção das peças.
Opala do Piauí chega a render até R$ 500 mil anuais para lapidários do município.
Quanto maior o jogo de cores, mais valiosa é a pedra.
Cerca de 30% das opalas garimpadas são de alta qualidade e seguem para exportação, movimento que chega a render até R$ 500 mil anuais para lapidários do município. Os principais compradores são os Estados Unidos e a Alemanha, além de França e Suíça, que também valorizam o produto. Os 70% restantes ficam na região de Pedro II e são utilizados na produção de joias artesanais comercializadas no próprio Nordeste e em alguns estados brasileiros.
Segundo estimativas dos garimpeiros, ainda há jazidas inexploradas na região. Hoje existem cerca de 30 minas locais, e estudos sugerem que apenas 10% da reserva foi explorada. Com a organização do setor, as associações receberam o suporte que faltava para se desenvolverem. Em 2005, foi criado o Arranjo Produtivo da Opala, projeto que ajudou a reestruturar o mercado das pedras de Pedro II.
Opala lapidada e pronta para ser vendida.
Marcelo Morais, coordenador dos trabalhos, afirma que o negócio está mais orientado e hoje aspira até ao registro do selo de Indicação Geográfica, que já está em análise pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi). A expectativa é de que até o fim do ano a indicação acompanhe o nome das opalas da cidade.
Juscelino, que também é o presidente da Associação para a Indicação Geográfica da Opala, diz que com a obtenção do selo a demanda deverá aumentar, o que pode elevar o preço final da joia em até 30%. Enquanto aguardam reconhecimento nacional, as associações se preparam para criar uma escola profissionalizante que começará a funcionar ainda em 2011. “O espaço irá atender o aumento da produção e oferecer formação para os jovens do município”, afirma.
Pedra Opala do Piauí
A vantagem de PEDRO II é que está 80% virgem, enquanto a AUSTRÁLIA está 99% explorada. PS= SÓ EXISTEM OPALA NOBRE EM 2 LUGARES NO MUNDO AUSTRÁLIA E BRASIL E O BRASIL ESTÁ PARA QUEM QUER GANHAR MUITO$$$$!!
Para os que querem enriquecer, aproveitem a oportunidade da pedra rara OPALA NOBRE em PEDROII, compram barato e revendem a 10x  no exterior ou em SP ou RIO, BH, NOS EUA 100X!!
IMPRESSIONANTE AS RESERVAS DE OPALA EM PEDROII INTOCADAS PELO HOMEM!!

Opal

Opal

Opal
Coober Pedy opal at the SAM 1.JPG
Precious opal replacing calcite of bivalve shells, from Coober Pedy; display specimen, South Australian Museum
General
Category Mineraloid
Formula
(repeating unit)
Hydrated silica. SiO2·nH2O
Identification
Color Colorless, white, yellow, red, orange, green, brown, black, blue
Crystal habit Irregular veins, in masses, in nodules
Crystal system Amorphous[1]
Cleavage None[1]
Fracture Conchoidal to uneven[1]
Mohs scale hardness 5.5–6[1]
Luster Subvitreous to waxy[1]
Streak White
Diaphaneity opaque, translucent, transparent
Specific gravity 2.15 (+.08, -.90)[1]
Density 2.09
Polish luster Vitreous to resinous[1]
Optical properties Single refractive, often anomalous double refractive due to strain[1]
Refractive index 1.450 (+.020, -.080) Mexican opal may read as low as 1.37, but typically reads 1.42–1.43[1]
Birefringence none[1]
Pleochroism None[1]
Ultraviolet fluorescence black or white body color: inert to white to moderate light blue, green, or yellow in long and short wave. May also phosphoresce; common opal: inert to strong green or yellowish green in long and short wave, may phosphoresce; fire opal: inert to moderate greenish brown in long and short wave, may phosphoresce.[1]
Absorption spectra green stones: 660nm, 470nm cutoff[1]
Diagnostic features darkening upon heating
Solubility hot saltwater, bases, methanol, humic acid, hydrofluoric acid
References [2][3]
Opal is a hydrated amorphous form of silica; its water content may range from 3% to 21% by weight, but is usually between 6% and 10%. Because of its amorphous character it is classed as a mineraloid, unlike the other crystalline forms of silica which are classed as minerals. It is deposited at a relatively low temperature and may occur in the fissures of almost any kind of rock, being most commonly found with limonite, sandstone, rhyolite, marl and basalt. Opal is the national gemstone of Australia, which produces 97% of the world's supply.[4] This includes the production of the state of South Australia, which accounts for approximately 80% of the world's supply.[5]
The internal structure of precious opal makes it diffract light; depending on the conditions in which it formed, it can take on many colors. Precious opal ranges from clear through white, gray, red, orange, yellow, green, blue, magenta, rose, pink, slate, olive, brown, and black. Of these hues, the reds against black are the most rare, whereas white and greens are the most common. It varies in optical density from opaque to semi-transparent.
Common opal, called "potch" by miners, does not show the display of color exhibited in precious opal.[6]

Precious opal

Precious opal consists of spheres of silicon dioxide molecules arranged in regular, closely packed planes. (Idealized diagram)
Multicolor Rough Crystal Opal from Coober Pedy, South Australia, expressing nearly every color of the visible spectrum.
Precious opal replacing Ichthyosaur backbone; display specimen, South Australian Museum
Brightness of the fire in Opal ranges on a scale of 1 to 5 (5 being the brightest)[7]
Australian Opal Doublet, a slice of precious opal with a backing of ironstone.
Precious opal shows a variable interplay of internal colors and even though it is a mineraloid, it has an internal structure. At micro scales precious opal is composed of silica spheres some 150 to 300 nm in diameter in a hexagonal or cubic close-packed lattice. These ordered silica spheres produce the internal colors by causing the interference and diffraction of light passing through the microstructure of the opal.[8] It is the regularity of the sizes and the packing of these spheres that determines the quality of precious opal. Where the distance between the regularly packed planes of spheres is approximately half the wavelength of a component of visible light, the light of that wavelength may be subject to diffraction from the grating created by the stacked planes. The spacing between the planes and the orientation of planes with respect to the incident light determines the colors observed. The process can be described by Bragg's Law of diffraction.
Visible light of diffracted wavelengths cannot pass through large thicknesses of the opal. This is the basis of the optical band gap in a photonic crystal, of which opal is the best known natural example. In addition, microfractures may be filled with secondary silica and form thin lamellae inside the opal during solidification. The term opalescence is commonly and erroneously used to describe this unique and beautiful phenomenon, which is correctly termed play of color. Contrarily, opalescence is correctly applied to the milky, turbid appearance of common or potch opal. Potch does not show a play of color.
For gemstone use, most opal is cut and polished to form a cabochon. "Solid" opal refers to polished stones consisting wholly of precious opal. Opals too thin to produce a "solid," may be combined with other materials to form attractive gems. An opal doublet consists of a relatively thin layer of precious opal, backed by a layer of dark-colored material, most commonly ironstone, dark or black common opal (potch), onyx or obsidian. The darker backing emphasizes the play of color, and results in a more attractive display than a lighter potch. An opal triplet is similar to a doublet, but has a third layer, a domed cap of clear quartz or plastic on the top. The cap takes a high polish and acts as a protective layer for the opal. The top layer also acts as a magnifier, to emphasize the play of color of the opal beneath, which is often of lower quality. Triplet opals therefore have a more artificial appearance, and are not classed as precious opal.
Combined with modern techniques of polishing, doublet opal produces similar effect of black or boulder opals at a mere fraction of the price. Doublet opal also has the added benefit of having genuine opal as the top visible and touchable layer, unlike triplet opals.

Common opal

A piece of milky raw opal from Andamooka South Australia
A cabochon cut from a piece of opalized wood
An opal "triplet" from Andamooka South Australia showing blue and green fire
A rock showing striations of opal throughout
A close-up view of striations within opal
Besides the gemstone varieties that show a play of color, there are other kinds of common opal such as the milk opal, milky bluish to greenish (which can sometimes be of gemstone quality); resin opal, which is honey-yellow with a resinous luster; wood opal, which is caused by the replacement of the organic material in wood with opal;[9] menilite, which is brown or grey; hyalite, a colorless glass-clear opal sometimes called Muller's Glass; geyserite, also called siliceous sinter, deposited around hot springs or geysers; and diatomite or diatomaceous earth, the accumulations of diatom shells or tests.

Other varieties of opal

Fire opal from Mexico
Fire opal is a transparent to translucent opal, with warm body colors of yellow, orange, orange-yellow or red. It does not usually show any play of color, although occasionally a stone will exhibit bright green flashes. The most famous source of fire opals is the state of Querétaro in Mexico; these opals are commonly called Mexican fire opals. Fire opals that do not show play of color are sometimes referred to as jelly opals. Mexican opals are sometimes cut in their ryholitic host material if it is hard enough to allow cutting and polishing. This type of Mexican opal is referred to as a Cantera Opal. There is also a type of opal from Mexico referred to as Mexican Water Opal, which is a colorless opal which exhibits either a bluish or golden internal sheen.[10]
Girasol opal is a term sometimes mistakenly and improperly used to refer to fire opals as well as a type of transparent to semi-transparent type milky quartz from Madagascar which displays an asterism, or star effect, when cut properly. However, there is a true girasol opal[10] that is a type of halite opal, that exhibits a bluish glow or sheen that follows the light source around. It is not a play of color as seen in precious opal but rather an effect from microscopic inclusions. It is also sometimes referred to as water opal as well when it is from Mexico. The two most notable locations of this type of opal are Oregon and Mexico.[citation needed]
Peruvian opal (also called blue opal) is a semi-opaque to opaque blue-green stone found in Peru which is often cut to include the matrix in the more opaque stones. It does not display pleochroism. Blue opal also comes from Oregon in the Owhyee region as well as from Nevada around Virgin Valley.[citation needed]

Sources of opal

Gem Opal from Brazil
Polished opal from Yowah (Yowah Nut[11]), Queensland, Australia
Multi-Colored solid black opal cabochon from Lightning Ridge, NSW
Australia produces around 97% of the world's opal. 90% is called 'light opal' or white and crystal opal. White makes up 60% of the opal productions but cannot be found in all of the opal fields. Crystal opal or pure hydrated silica makes up 30% of the opal produced, 8% is black and only 2% is boulder opal.[citation needed]
The town of Coober Pedy in South Australia is a major source of opal. The world's largest and most valuable gem opal "Olympic Australis" was found in August 1956 at the "Eight Mile" opal field in Coober Pedy. It weighs 17,000 carats (3450 grams) and is 11 inches (280 mm) long, with a height of 4 34 inches (120 mm) and a width of 4 12 inches (110 mm).[citation needed]
Boulder Opal, Carisbrooke Station near Winton, Queensland
The Mintabie Opal Field located approximately 250 km north west of Coober Pedy has also produced large quantities of crystal opal and also the rarer black opal. Over the years it has been sold overseas incorrectly as Coober Pedy Opal. The black opal is said to be some of the best examples found in Australia.
Andamooka in South Australia is also a major producer of matrix opal, crystal opal, and black opal. Another Australian town, Lightning Ridge in New South Wales, is the main source of black opal, opal containing a predominantly dark background (dark-gray to blue-black displaying the play of color). Boulder opal consists of concretions and fracture fillings in a dark siliceous ironstone matrix. It is found sporadically in western Queensland, from Kynuna in the north, to Yowah and Koroit in the south.[12] Its largest quantities are found around Jundah and Quilpie (known as the "home of the Boulder Opal"[13]) in South West Queensland. Australia also has opalised fossil remains, including dinosaur bones in New South Wales, and marine creatures in South Australia.[14] The rarest type of Australian opal is "pipe" opal, closely related to boulder opal, which forms in sandstone with some iron-oxide content, usually as fossilized tree roots.[citation needed]
Multi-colored rough opal specimen from Virgin Valley, Nevada, US
The Virgin Valley[15] opal fields of Humboldt County in northern Nevada produce a wide variety of precious black, crystal, white, fire, and lemon opal. The black fire opal is the official gemstone of Nevada. Most of the precious opal is partial wood replacement. The precious opal is hosted and found within a subsurface horizon or zone of bentonite in-place which is considered a "lode" deposit. Opals which have weathered out of the in-place deposits are alluvial and considered placer deposits. Miocene age opalised teeth, bones, fish, and a snake head have been found. Some of the opal has high water content and may desiccate and crack when dried. The largest producing mines of Virgin Valley have been the famous Rainbow Ridge,[16] Royal Peacock,[17] Bonanza,[18] Opal Queen,[19] and WRT Stonetree/Black Beauty[20] Mines. The largest unpolished Black Opal in the Smithsonian Institution, known as the "Roebling Opal,"[21] came out of the tunneled portion of the Rainbow Ridge Mine in 1917, and weighs 2,585 carats. The largest polished black opal in the Smithsonian Institution comes from the Royal Peacock opal mine in the Virgin Valley, weighing 160 carats, known as the "Black Peacock."[22]
Another source of white base opal or creamy opal in the United States is Spencer, Idaho.[citation needed] A high percentage of the opal found there occurs in thin layers.
Other significant deposits of precious opal around the world can be found in the Czech Republic, Slovakia, Hungary, Turkey, Indonesia, Brazil (in Pedro II, Piauí[23]), Honduras, Guatemala, Nicaragua and Ethiopia.
In late 2008, NASA announced that it had discovered opal deposits on Mars.[24]

Synthetic opal

As well as occurring naturally, opals of all varieties have been synthesized experimentally and commercially. The discovery of the ordered sphere structure of precious opal led to its synthesis by Pierre Gilson in 1974.[8] The resulting material is distinguishable from natural opal by its regularity; under magnification, the patches of color are seen to be arranged in a "lizard skin" or "chicken wire" pattern. Furthermore, synthetic opals do not fluoresce under UV light. Synthetics are also generally lower in density and are often highly porous.
Two notable producers of synthetic opal are the companies Kyocera and Inamori of Japan. Most so-called synthetics, however, are more correctly termed "imitation opal", as they contain substances not found in natural opal (e.g., plastic stabilizers). The imitation opals seen in vintage jewelry are often foiled glass, glass-based "Slocum stone", or later plastic materials.
Other research in macroporous structures have yielded highly ordered materials that have similar optical properties to opals and have been used in cosmetics.[25]

Local atomic structure of opals

The lattice of spheres of opal that cause the interference with light are several hundred times larger than the fundamental structure of crystalline silica. As a mineraloid, there is no unit cell that describes the structure of opal. Nevertheless, opals can be roughly divided into those that show no signs of crystalline order (amorphous opal) and those that show signs of the beginning of crystalline order, commonly termed cryptocrystalline or microcrystalline opal.[26] Dehydration experiments and infrared spectroscopy have shown that most of the H2O in the formula of SiO2·nH2O of opals is present in the familiar form of clusters of molecular water. Isolated water molecules, and silanols, structures such as Si-O-H, generally form a lesser proportion of the total and can reside near the surface or in defects inside the opal.
The structure of low-pressure polymorphs of anhydrous silica consist of frameworks of fully corner bonded tetrahedra of SiO4. The higher temperature polymorphs of silica cristobalite and tridymite are frequently the first to crystallize from amorphous anhydrous silica, and the local structures of microcrystalline opals also appear to be closer to that of cristobalite and tridymite than to quartz. The structures of tridymite and cristobalite are closely related and can be described as hexagonal and cubic close-packed layers. It is therefore possible to have intermediate structures in which the layers are not regularly stacked.
The crystal structure of crystalline α-cristobalite. Locally, the structures of some opals, opal-C, are similar to this.

Microcrystalline opal

Lussatite (Opale-Ct)
Opal-CT has been interpreted as consisting of clusters of stacking of cristobalite and tridymite over very short length scales. The spheres of opal in opal-CT are themselves made up of tiny microcrystalline blades of cristobalite and tridymite. Opal-CT has occasionally been further subdivided in the literature. Water content may be as high as 10 wt%. Lussatite is a synonym. Opal-C, also called Lussatine, is interpreted as consisting of localized order of \alpha-cristobalite with a lot of stacking disorder. Typical water content is about 1.5wt%.

Non-crystalline opal

Two broad categories of non-crystalline opals, sometimes just referred to as "opal-A", have been proposed. The first of these is opal-AG consisting of aggregated spheres of silica, with water filling the space in between. Precious opal and potch opal are generally varieties of this, the difference being in the regularity of the sizes of the spheres and their packing. The second "opal-A" is opal-AN or water-containing amorphous silica-glass. Hyalite is another name for this.
Non-crystalline silica in siliceous sediments is reported to gradually transform to opal-CT and then opal-C as a result of diagenesis, due to the increasing overburden pressure in sedimentary rocks, as some of the stacking disorder is removed.[27]

Naming

The word opal is adapted from the Roman term opalus, but the origin of this word is a matter of debate. However, most modern references suggest it is adapted from the Sanskrit word úpala.[28]
References to the gem are made by Pliny the Elder. It is suggested it was adapted it from Ops, the wife of Saturn and goddess of fertility. The portion of Saturnalia devoted to Ops was "Opalia", similar to opalus.
Another common claim that the term is adapted from the Greek word, opallios. This word has two meanings, one is related to "seeing" and forms the basis of the English words like "opaque", the other is "other" as in "alias" and "alter". It is claimed that opalus combined these uses, meaning "to see a change in color". However, historians have noted that the first appearances of opallios do not occur until after the Romans had taken over the Greek states in 180 BC, and they had previously used the term paederos.[28]
However, the argument for the Sanskrit origin is strong. The term first appears in Roman references around 250 BC, at a time when the opal was valued above all other gems. The opals were supplied by traders from the Bosporus, who claimed the gems were being supplied from India. Before this the stone was referred to by a variety of names, but these fell from use after 250 BC.

Historical superstitions

In the Middle Ages, opal was considered a stone that could provide great luck because it was believed to possess all the virtues of each gemstone whose color was represented in the color spectrum of the opal.[29] It was also said to confer the power of invisibility if wrapped in a fresh bay leaf and held in the hand.[29][30] Following the publication of Sir Walter Scott's Anne of Geierstein in 1829, however, opal acquired a less auspicious reputation. In Scott's novel, the Baroness of Arnheim wears an opal talisman with supernatural powers. When a drop of holy water falls on the talisman, the opal turns into a colorless stone and the Baroness dies soon thereafter. Due to the popularity of Scott's novel, people began to associate opals with bad luck and death.[29] Within a year of the publishing of Scott's novel in April 1829, the sale of opals in Europe dropped by 50%, and remained low for the next twenty years or so.[31]
Even as recently as the beginning of the 20th century, it was believed that when a Russian saw an opal among other goods offered for sale, he or she should not buy anything more since the opal was believed to embody the evil eye.[29]
Opal is considered the birthstone for people born in October or under the sign of Scorpio and Libra.

Famous opals