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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

A esmeralda embala o sonho de alguns brasileiros

A pedra preciosa embala o sonho de alguns brasileiros. O trabalho exige sacrifício. Tem gente que abandona tudo para tentar vencer.

A esmeralda embala o sonho de alguns brasileiros. O trabalho exige sacrifício. Tem gente que abandona tudo para tentar vencer. Conheça a Rota das Esmeraldas, uma história que os repórteres José Raimundo e Carlitos Chagas descobriram no sertão da Bahia.

Carnaíba, município de Pindobaçu, na Bahia, é um vilarejo que atrai garimpeiros do Brasil inteiro e endereço de uma das maiores reservas do país da mais cobiçada pedra verde. É a terra das esmeraldas.

São cerca de 70 garimpos nas terras de Carnaíba. Os mais rasos têm 50 metros de profundidade. Alguns já chegaram a 300 metros.

“Esse tem 200 metros, mas ninguém despencou daqui. Tem 20 garimpeiros lá embaixo”, comenta Noel Almeida, dono de um garimpo.

A vida por um fio, um cabo de aço e um cinto de borracha. Este é o único transporte para se chegar ao esconderijo das esmeraldas. É tão profundo que não dá para ver onde acaba. São cinco minutos descendo o abismo e uma eternidade para quem não está acostumado.

Nesse estranho mundo subterrâneo, o homem desconhece o medo e se entrega ao exaustivo trabalho braçal. O sonho desses aventureiros é, num piscar de olhos, encontrar a sorte.

Já são 47 anos de exploração, e as pesquisas indicam que os garimpeiros ainda não extraíram 10% de todo o volume de esmeraldas concentrados na região. Lá embaixo, não há estudo geológico. É pela experiência que eles descobrem o caminho das pedras.

“A gente descobre que está rumo às esmeraldas quando pega um material preto, que é o cromo. Ele indica que tem esmeralda, que ela está perto”, comenta um garimpeiro.

Perto e muito arriscado – eles furam a rocha e enchem os buracos com dinamite.

“São cem detonações por dia”, calcula um garimpeiro.

Nem na hora do fogo, eles sentem medo. Ficam a 10 ou 15 metros, no máximo, do local da explosão. É assustador. A impressão é de que as galerias vão desabar.

Cerca de 50 garimpeiros já morreram em Carnaíba, mas nenhuma estatística é capaz de abalar o desejo de ficar rico de repente. Muita pedra vem abaixo. Pelas evidências, os garimpeiros estão diante de um futuro milionário.

“Não falei? Abaixo do material preto, tem esmeralda. É muita alegria. Sinal de que estou ficando rico”, comenta um garimpeiro.

Tem garimpeiro que abusa da sorte. Francisco José Campo não pode se queixar. Já achou esmeralda suficiente para nunca mais voltar ao garimpo.

“Achei que estava rico, mas voltei porque gastei tudo”, diz Francisco.

O que é lixo para uns é dinheiro para muitas famílias. No cascalho jogado fora ou nos arriscados porões das jazidas, o mundo das pedras preciosas é um labirinto de incertezas. Uma aventura que desafia a coragem do homem.

“Isso tudo é esmeralda. Dá para ganhar um dinheiro”, comenta a dona-de-casa Maria de Lourdes de Jesus. 

Sul do Tocantins revela grandes potencialidades minerais

Sul do Tocantins revela grandes potencialidades minerais


Rochas ornamentais, zirconita, calcário, granada, areia e grande potencial para a indústria cerâmica. Essas são as potencialidades registradas pelo geólogo Rodrigo Meireles, durante pesquisa realizada em 17 municípios da região Sul do Tocantins. A pesquisa faz parte do projeto Diagnóstico das Potencialidades Minerais do Tocantins – uma iniciativa da Mineratins - Companhia de Mineração do Tocantins, com o apoio do Ministério de Minas e Energia. O destaque em Jaú do Tocantins é a zirconita, minério que serve de matéria-prima na fabricação de tintas para fornos de altas temperaturas, moldes, na cerâmica industrial e louças, pigmento para esmalte porcelanizado, isoladores térmicos e elétricos, refratários, entre outras aplicações. Lá, duas empresas exploram e comercializam o minério: a MITO – Mineradora Tocantins e a Mineradora Jaú. Juntas, essas empresas extraem aproximadamente 80 toneladas/mês desse minério e abastecem indústrias em Minas Gerais e São Paulo. O potencial de zirconita também tem atraído novas empresas ao município, como a Colorminas, que está iniciando os trabalhos de instalação. Além do Tocantins, a zirconita pode ser encontrada em apenas outros cinco estados brasileiros: Amazonas, Bahia, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro. “Isso se torna mais um atrativo para os investidores”, aponta o geólogo. Além da zirconita, outro potencial da região Sul tocantinense é o de rochas ornamentais, especialmente o granito verde e o gnaisse. O primeiro é abundante no município de Palmeirópolis, e o segundo pode ser encontrado em São Salvador do Tocantins. Praticamente toda a produção é vendida para empresas do estado do Espírito Santo. Em Gurupi, o destaque é para as indústrias cerâmicas. Das 27 visitadas na região, oito estão instaladas em Gurupi. Segundo Rodrigo Meireles, a indústria cerâmica está em expansão na região, o que pode ser notado especialmente em Gurupi, onde há um pólo de produção mais diversificado do que nos demais municípios. Além do tijolo simples (6 furos), há a fabricação de telhas e tijolos de vários modelos. O geólogo também registrou a existência de oito dragas de areia na região visitada e potencial de jazidas de granada – a pedra preciosa que é símbolo do Tocantins. Segundo ele, a empresa Colorgems Ltda está investindo em estudos de exploração dessa gema numa área de 10 mil hectares da região de Peixe. Outro mineral encontrado na região foi o calcário, explorado no município de Formoso do Araguaia e Palmeirópolis. O geólogo visitou ainda 12 garimpos desativados em vários municípios, entre eles de turmalina verde, preta e bicolor; granada rodolita, quartzito, zirconita e cristal de quartzo rosa. Segundo Rodrigo Meireles, a equipe da Mineratins foi muito bem-recebida em todas as empresas e 17 prefeituras visitadas. “Em todos os locais foi grande o interesse despertado pelos serviços que a Mineratins oferece”, observou. A visita para pesquisa das potencialidades minerais da região Sul do Estado ocorreu de 7 a 24 deste mês. Foram percorridos os municípios de Aliança do Tocantins, Alvorada, Araguaçu, Cariri, Crixás, Dueré, Figueirópolis, Formoso do Araguaia, Gurupi, Jaú do Tocantins, Peixe, Sandolândia, Sucupira, Talismã, Palmeirópolis, Paraná e São Salvador do Tocantins.

Mais um gigantesco depósito de ouro descoberto na China

Mais um gigantesco depósito de ouro descoberto na China






A região do leste da China, na Província de Shandong, vem se destacando pelas suas jazidas de ouro de grande porte.

A última grande descoberta, em Laizhou, é um depósito de classe mundial com mais de 10 milhões de onças de ouro. Os depósitos da região de Yantai em Shandong, são profundos e, frequentemente, se estendem por mais de 2.000 metros de profundidade.

Com essas descobertas Yantai já é um dos maiores distritos de ouro do mundo. Segundo as autoridades chinesas esta descoberta de Laizhou é a de número 31 feita neste ano...

Os geólogos locais estimam os recursos de Yantai em mais de 30 milhões de onças de ouro. 

Apenas duas semanas atrás o Instituto de Mineração da Província de Shandong já havia publicado a descoberta de uma jazida submarina, coberta por mais de 2.000m de lâmina d’ água com recursos de 15 milhões de onças.

A China, o maior importador de ouro do mundo, celebra. 

Bovespa recua 7 anos e tem pior resultado entre maiores bolsas globais

Bovespa recua 7 anos e tem pior resultado entre maiores bolsas globais

 31/12/2015 10:31


São Paulo, 31 - A conjunção de más notícias que assolou o Brasil em 2015, como a crise política, os desdobramentos da Operação Lava Jato, a recessão econômica e a perda do grau de investimento, fez a bolsa paulista recuar sete anos em pontuação (43.395) e ficar entre os piores desempenhos das bolsas mundiais. O Ibovespa, principal índice da BM&F Bovespa, amargou prejuízo pelo terceiro ano consecutivo, com queda de 13,31%. De 2012 para cá, a queda acumulada é de 29%.

Numa lista de 12 índices de bolsas internacionais selecionadas pelo Estado, o Brasil ficou com a pior rentabilidade. O melhor desempenho foi o índice Merval, da Argentina, que sofreu o impacto da desvalorização cambial no país. Em seguida aparece, o FTSE Mib, da Itália, com alta de 12,66% e o Dax, da Alemanha, de 9,56%.

O resultado da bolsa brasileira em 2015 refletiu o desempenho negativo de duas das principais empresas brasileiras, Petrobrás e Vale, cujas ações têm grande representatividade no Ibovespa. Os papéis da petroleira, que vive uma de suas piores crises com a Operação Lava Jato e a perda de capacidade de investimento, caíram 32,73% (PN) e 10,32% (ON). No caso da mineradora, que sofre com a queda no preço das commodities e com os reflexos do acidente em Mariana (MG), o prejuízo foi ainda pior: queda de 37,63% (ON) e 43,56% (PNA) no ano.

As perdas respingaram nas contas dos trabalhadores que tinham recursos do FGTS aplicados em ações das duas empresas. Segundo dados da Caixa, até o dia 29, os fundos da Petrobrás registravam queda de até 12% e os da Vale, de 40%. Em 2014, esses fundos já tiveram prejuízos de cerca de 38% e 35%, respectivamente.

Segundo Fabio Colombo, administrador de investimentos, com a queda da Bolsa e a alta do dólar, os ativos brasileiros ficaram muito baratos. No balanço de 2015 calculado por ele, a moeda americana ficou no topo, com valorização de mais de 48%. O segundo lugar no ranking de 2015 ficou com o euro, que subiu 43,67%, seguido pelo ouro, com alta de 33,63%.

As aplicações indexadas à inflação ganharam daquelas atreladas aos juros, como renda fixa, DI e poupança. Os títulos atrelados ao IPCA, por exemplo, tiveram valorização de 17,66%. Os fundos de renda fixa ganharam, em média, 13,49%; os DI, 13,17%; e os CDBs, 12,88%.

A tradicional caderneta de poupança só ficou atrás da Bolsa. Rendeu apenas 8,07%, segundo os cálculo de Colombo. Ou seja, quem aplicou na caderneta perdeu dinheiro, pois a inflação foi maior.

Segundo Colombo, o balanço de 2015 reflete tanto o cenário desfavorável do mercado internacional, com queda no preço das commodities, como a turbulência interna. “A recessão econômica e a inflação acima do esperado, o desajuste das contas fiscais, a Lava Jato, a falta de apoio parlamentar para aprovar as medidas de ajuste fiscal e o rebaixamento das notas de crédito do Brasil atrapalharam demais os investimentos.” As informações são do jornal

O Estado de S. Paulo.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Brasil consegue bloqueio nos EUA da Esmeralda de Pindobaçu

Brasil consegue bloqueio nos EUA da Esmeralda de Pindobaçu

A esmeralda, de cerca de 380 kg e avaliada em US$ 400 milhões, foi exportada ilegalmente para os EUA

O Brasil conseguiu o bloqueio nos EUA de um mineral precioso extraído clandestinamente na Bahia. A esmeralda, de cerca de 380 kg e avaliada em US$ 400 milhões, foi exportada ilegalmente para os EUA. Segundo as autoridades brasileiras, uma documentação falsa ajudou a transportar a pedra preciosa pelas fronteiras brasileiras. 

Agora, com bloqueio e custódia da pedra, a repatriação definitiva para o Brasil vai depender da conclusão da ação penal aqui no país, que discute a lavra de garimpo clandestino e o envio legal da esmeralda ao exterior, além de decisões da Justiça americana.
A esmeralda foi lavrada em Pindobaçu, de onde foi levada para São Paulo e de lá para Louisiana, nos EUA. Uma declaração falsa feita às autoridades aduaneiras permitiu a exportação da pedra.
A procuradora da República Elaine Ribeiro de Menezes, autora da ação penal que está em curso na 9ª Vara Federal de Campinas, espera que a pedra seja repatriada, já que é patrimônio público. "A esmeralda pertence ao Brasil e tudo será feito para resgatar a pedra e responsabilizar culpados", disse.
Agora, a pedra é o principal assunto de Pindobaçu. Evaldo atende o telefone para conversar com a reportagem  e ao saber qual era o assunto ri: “Eu estava aqui na frente do computador analisando essa pedra agora”, antes de contar, talvez pela milésima vez, os nove tubos de esmeraldas incrustados no cacho onde ele diz já ter se sentado um dia.


Segundo ele, a pedra que chegou a ser disputada por oito pessoas, além do governo brasileiro, ficou jogada em um canto por duas semanas antes de aparecer alguém que se interessasse pela mesma. “Colocaram ela para fora (da mina) junto com mais quatro peças. Não aparecia nada verde, então não se deu valor”, diz.

Natural da região e com negócios de família relacionados às esmeraldas, o deputado estadual Adolfo Menezes brinca com o assunto: “Todo mundo na região fala dessa esmeralda ou tem uma história com ela. Um primo meu foi quem vendeu a pedra para um comprador de São Paulo”.  

O deputado não recorda o valor da operação, mas diz ter certeza de que os milhões de reais ou dólares atribuídos à esmeralda são excessivos. “Essa pedra adquiriu esse valor por conta do marketing que estão fazendo em torno dela. Se alguém fosse utilizá-la para fazer joias, o preço dificilmente chegaria a R$ 1 milhão”, acredita.

Cidade do garimpo  
Pindobaçu já existia quando as primeiras esmeraldas foram descobertas há pouco mais de 50 anos. Era um município que vivia da atividade rural, numa região marcada pela escassez de água. Segundo Adolfo Menezes, a descoberta das esmeraldas  “redefiniu” a economia da região. Hoje, diz ele, a vida em Pindobaçu gira em torno da exploração dessas pedras. “A maior parte dos benefícios econômicos vai para Campo Formoso, onde a produção é vendida. Pindobaçu é a cidade do garimpo”, explica. 

Segundo o deputado, a história da Esmeralda Bahia, que foi encontrada e foi retirada do Brasil com benefícios mínimos à nação, pode estar se repetindo por conta da falta de controle em relação à produção que existe na região.

“Não existe uma estrutura de fiscalização eficiente para verificar as informações a respeito da quantidade, dos tamanhos e dos valores das pedras encontradas. É tudo muito baseado no que as pessoas declaram”, lamenta Menezes.

Evaldo Santos conta que tudo funciona de maneira extremamente informal na região. “Meus dentes de leite nasceram no garimpo. Já vi de tudo lá. É uma vida muito informal, de grande insegurança. O problema é que o encanto da riqueza fácil seduz”, afirma.

Destino da pedra
Na última semana, a Justiça americana deu prazo de 15 dias para que as partes envolvidas na disputa por uma esmeralda reclamada como patrimônio nacional pelo governo brasileiro apresentem apelação contra a decisão do juiz Michael Johnson, da Suprema Corte de Los Angeles.

O magistrado decidiu que a empresa FM Holdings comprovou ser a dona da pedra, com base no depoimento de três sócios da companhia. Com isso, o juiz abriu caminho para o fim de uma disputa que já dura seis anos e conta com centenas de argumentações.

Caso não haja recurso, a decisão será final. A Esmeralda Bahia está nos Estados Unidos há pelo menos dez anos. Em 2005, ela foi enviada a um geólogo na Califórnia, que a remeteu para Nova Orleans, onde ficou desaparecida por várias semanas devido às inundações  provocadas pelo furação Katrina.

Mais da metade de produção na Bahia é informal, reconhece CBPM
O nível de informalidade na produção de pedras e metais preciosos na Bahia é superior a 50% da atividade, estima a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM). De acordo com o diretor técnico da empresa pública estadual, Rafael Avena Neto, além de Pindobaçu, que se destaca na produção de esmeraldas, a Bahia tem outras cinco cidades que se destacam na produção: Caetité, Jacobina, Senhor do Bonfim, Campo Formoso e Antônio Gonçalves.

“A Bahia é o segundo estado produtor brasileiro, ficando atrás apenas de Minas Gerais”, diz ele. Segundo Avena, o estado oferece incentivos à produção legal, como a redução do Imposto sobre a Circulação de mercadorias e Serviços (ICMS) nas saídas interestaduais de gemas, joias e metais preciosos de 27% para 4%. Quem opera de forma legal costuma se organizar como garimpo ou cooperativas de pequenos produtores.

Atualmente, a estimativa é que existam na Bahia 110 produtores individuais e três cooperativas. “O poder público faz o que é possível, existem ações do governo estadual e federal para legalizar garimpos, mas isso não evita o contrabando”, afirma. Segundo Avena, as remessas ilegais estão entre as principais formas de evasão de divisas.

Garimpeiros queixam de dificuldades no trabalho e estrutura na Serra da Carnaíba

Garimpeiros queixam de dificuldades no trabalho e estrutura na Serra da Carnaíba

Serra da Carnaíba, conhecida também como a “Terra das Esmeraldas”, cujo garimpo foi descoberto no final de 1963 continua sendo um lugar de cobiça e aventura

serra da carnaíba
Quem visita a comunidade de Serra da Carnaíba, situada a 20 km da cidade de Pindobaçu, na microrregião de Senhor do Bonfim, onde está instalado o maior garimpo de esmeralda da Bahia, é fácil encontrar pessoas naturais dos municípios dos territórios do Jacuípe e Sisal, que fixaram residência na localidade.
Esse comerciante disse ser natural de Valente e lamenta dificuldade do comércio.
Esse comerciante disse ser natural de Valente e lamenta dificuldade do comércio.
O Calila Noticias esteve por lá para conhecer como vivem os garimpeiros e o comércio de pedras preciosas, e foi informado que a exploração do minério já foi melhor e que hoje passam por uma série de dificuldades. Um homem que se disse natural de Valente e que há 10 anos reside em Serra da Carnaíba, mas não quis dizer o nome, contou ao CN que volta e meia o comércio de esmeraldas sofre com oscilações e nos últimos tempos a atividade tem passado por mais momentos de baixa que de alta movimentação e negócios. “Está faltando gente pra comprar e também para vender as pedras. Isso é o resultado de uma soma de fatores, dentre eles a dificuldade para comprar explosivos para continuar a exploração”, explicou.
Coiteense queixou-se da falta d'água.
Coiteense queixou-se da falta d’água.
O aposentado Manoel Jorge da Silva, 66 anos e há 30 anos na comunidade, saiu de Conceição do Coité também externou outras dificuldades que vivem os moradores da Serra a exemplo da falta d’água, apesar de existir todo sistema de canalização, ligação com poços artesianos e o serviço era explorado por uma associação, mas não teve como continuar o atendimento e faliu, deixando os moradores com o abastecimento. “Aqui tem fartura d’água e gente passa sede”, desabafou Manoel Jorge.
Ele disse também que necessita melhorar saúde e só comparece médico na comunidade três dias por semana “e, por sinal, é um médico cubano muito bom. Aqui falta apoio governamental e o povo sofre.“ Concluiu.
Pernambucano cobra melhoria nas estradas.
Pernambucano cobra melhoria nas estradas.
Na região, entre Caraíbas e Serra da Caraíba, moram aproximadamente 12 mil pessoas e quase a metade são de outros municípios e tem neles seus domicílios eleitorais. “Nos falta estrada e começaram a mexer no trecho até a Terezinha, com 10 km, mas parou tudo e as máquinas foram embora”, desabafou o pernambucano Ezequiel Dias, 66 anos e desde os 8, mora na Serra.
Essa estrada a que se refere é a BA 131, rodovia que liga Senhor do Bonfim a região de Jacobina. Ele mostra na foto acima um saco com esmeralda e lembrou que o bom minério é aquele bem verde e apreciado como gema e o preço por quilate a coloca entre as pedras mais valiosas do mundo. “Se a pedra possuir um tom verde muito vivido ou intenso, muito claro e brilhante, é bem mais cara”, falou o pernambucano. Ele disse que nos últimos dias a coisa ficou mais difícil e “o garimpo ficou sem funcionar por 90 dias porque a polícia disse que os explosivos usados para destruir os bancos saiam daqui”, lamentou Ezequiel dias.
Os explosivos são comercializados por duas empresas, uma em Recife e outro em Belo Horizonte, mas necessitam de uma autorização do exercito para as cooperativas adquirirem e por ser suspeita que os explosivos usados nos ataques a banco ser originados da região, o serviço de exploração do mineral foi suspenso, mas já foi normalizado.
Valentense garante que a exploração gera tributos fiscais, renda e impostos para os cofres públicos
Valentense garante que a exploração gera tributos fiscais, renda e impostos para os cofres públicos
“As esmeraldas de Carnaíba, em sua maioria, são escórias denominadas de lixo, ou pedras indianas, cujo mercado brasileiro rejeita para compra. Somente quem se interessa pelas esmeraldas bagulho são os indianos. Eles vêm trazendo o dinheiro da Índia para Carnaíba, o que gera renda e meio de sustentação a mais de 30 mil famílias garimpeiras”, disse Antonio Caldas, natural de Valente, rebatendo em seguida a alegação de que o comércio das pedras não gera tributos. “Com aquilo que no Brasil é considerado lixo, geramos tributos fiscais, renda e impostos para os cofres públicos do Estado da Bahia e do nosso país”.
Alex da Piatã vai levar as demandas para os setores competentes.
Alex da Piatã vai levar as demandas para os setores competentes.
O deputado estadual Alex da Piatã (PMDB), atendendo ao convite do pastor Marcos Alves dos Santos, presidente da Associação dos Moradores da Serra, esteve reunido com as lideranças da comunidade e líderes de Pindobaçu que lhe apoiou na eleição do ano passado, inicialmente para agradecer os votos e depois ouvir as queixas do povo. O parlamentar ouviu atentamente todas as reivindicações, dentre elas do subtenente João Batista dos Santos: “Aqui é uma terra rica, mas pobre ao mesmo tempo”.
O parlamentar garantiu levar ao governo todas as reivindicações, em especial a questão do sistema de abastecimento de água, executado pelo CERB através de financiamento do Banco Mundial e entregue a associação para explorar. O deputado garantiu também manter contato com a SEINFRA e tratar do assunto referente à construção do asfalto até a Terezinha.
Esmeralda sempre movimentou a economia na região do Piemonte da Diamantina.
Esmeralda sempre movimentou a economia na região do Piemonte da Diamantina.
Serra da Carnaíba, conhecida também como a “Terra das Esmeraldas”, cujo garimpo foi descoberto no final de 1963 continua sendo um lugar de cobiça e aventura, e o sonho de ficar milionário da noite para o dia continuam vivo. Em cada “corte”, local onde se realiza o garimpo, a esperança de encontrar esmeraldas mantém homens e mulheres trabalhando 24 horas, alheios aos iminentes riscos de acidentes.
Como chegar: para chegar ao garimpo é necessário o acesso ao entroncamento que liga município de Antônio Gonçalves e Campo Formoso e a partir deste entroncamento segue-se pela BA-374 até o município de Pindobaçu, continuando por mais 9 km em direção ao município de Saúde até alcançar estrada vicinal da Terezinha que dá acesso ao Garimpo de Carnaíba.
As principais jazidas de esmeraldas são colombianas, mas pode ser encontrada também no Brasil na Serra da Carnaíba, na Bahia, Campos Verdes, Goiás, Rússia e no Zimbábue.

O diamante

diamante


O diamante


Mineral composto somente por carbono, de dureza 10 na Escala de Mohs. É o mais duro dos minerais conhecidos. Geralmente incolor ou preto, mas pode também ocorrer em praticamente qualquer cor, sendo as mais comuns azul, amarelo champanhe, verde.
Como mineral industrial é muito usado em ferramentas de corte: brocas, serras, tupias e como abrasivo, na forma de pó fino, às vezes misturado em pasta. Na joalheria é o mais valioso dos minerais. os critérios usados para se avaliar comercialmente um diamante e outras gemas. É chamando de quando lapidado neste tipo de ‘’lapidação brilhante’’  sendo a que melhor realça seu brilho e a mais valorizada.
Entre as muitas pedras preciosas, o diamante destaca-se por várias razões e tem características que o tornam único, daí se dividir as gemas em dois grupos, diamante e gemas de cor.
A denominação gemas de cor é muito inadequada, porque há diamantes que são bem coloridos (e, com as modernas técnicas de tratamento de gemas eles são cada vez mais comuns) e há muitas gemas que podem ser incolores. Mas, essa divisão está consagrada e é amplamente usada e aceita no meio gemológico, pois a diferença entre o diamante e as demais gemas, como veremos, é muito mais que uma questão de cor.
A importância do diamante é ressaltada também nos manuais de Gemologia. Neles, a descrição das gemas costuma iniciar pelo diamante, vindo a seguir as demais pedras preciosas.
Vejamos, então, quais são as características que tornam o diamante uma gema singular.


Dureza
Estrutura cristalina do diamante


Diferentemente do grafite, o diamante possui uma estrutura cristalina onde cada átomo de carbono se une fortemente, através de ligações covalentes, a quatro átomos de carbono. Isto resulta em uma estrutura muito rígida e muito polarizada, que é a estrutura natural mais rígida que existe.
Além da dureza, o empacotamento dos átomos no diamante é de tal ordem que aumenta a densidade do mineral. Notar na figura que a distância interatômica entre os átomos de carbono no diamante é 0,15nm. No grafite esta distância é 0,67 nm



A substância mais dura que se conhece é o diamante. Ele tem dureza 10 na Escala de Mohs, que vai de 1 a 10. O rubi e a safira têm dureza 9, mas o diamante é, na verdade, 150 vezes mais duro que eles.
Isso tem a vantagem de permitir um excelente polimento, mas traz uma desvantagem: é bem mais difícil serrar, facetar e polir um diamante do que qualquer outra gema.
Como nada é mais duro que ele, para polir o diamante é preciso usar pó do próprio diamante e contar com o conhecimento de um lapidador especializado (que, aliás, tem um nome especial, polidor de diamantes).



Aproveitamento integral
Em matéria de diamante, nada se perde. Mesmo as pedras de qualidade muito ruim são muito úteis e valiosas, pois podem ser empregadas em ferramentas de corte ou perfuração. E até mesmo o pó do diamante tem valor, pois, como vimos, ele é usado para polir o próprio diamante.


Cor
Como regra, quanto mais escura a cor de uma gema, mais valiosa ela é. Acontece, porém, que 99,9% dos diamantes são incolores ou levemente amarelados. Com isso, quanto menos cor o diamante tiver, mais valioso ele será, a menos que tenha uma cor bem definida ,caso em que o preço poderá ser altíssimo.
É por isso que a classificação de diamantes lapidados adotada e recomendada pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) possui as categorias absolutamente incolor, excepcionalmente incolor, nitidamente incolor e aparentemente
incolor.

  Lapidação
lapidação brilhante ou  diamante
Lapidação brilhante
O processo - que, além de aperfeiçoar o formato doação de diamantesdiamante, serve para poli-lo - é feito de maneira artesanal. A qualidade da lapidação não  apenas é fundamental para determinar o valor de uma jóia, como dá brilho e beleza à pedra. Cconhece na natureza, lapidá-lo não é moleza - sem contar o alto risco de estragar a caríomo o diamante é o material mais duro que se ssima pedra. "Quase sempre os lapidários a quem se confiam pedras maiores têm mais de 50 anos de idade. Isso porque leva muito tempo para aprender todos os macda Brasil Comércio de Diamantes. Há duas formas de cortar o diamante brutoetes do processo", afirma o lapidário Renato Santos, presidente
: na clivagem, o método mais comum, o diamante é partido com um rápido golpe. Em algumas pedras, porém, essa técnica não funciona. Usa-se, então, a serragem, processo longo e tedioso, feito com uma serra elétrica rotatória ou, mais recentemente, com raios laser. Depois do corte, vem a etapa do bloqueamento, em que o diamante é raspado em outro até que se aproxime do formato desejado. As facetas (como são chamadas as várias pequenas faces de um diamante) são feitas na etapa seguinte, chamada de abrilhantamento. A pedra é encaixada na ponta de uma vareta chamada dop e pressionada contra um disco giratório forrado de pó de diamante. O processo lembra um pouco o de uma agulha riscando um disco de vinil na vitrola. Em geral, os brilhantes pequenos são lapidados em um único dia. Já nas pedras grandes (acima de 20 gramas) esse trabalho pode levar até mais de um ano!

Eu, garimpeiro

Era o inicio dos anos 1990, época de incerteza política e financeira no Brasil. A fiscalização pegava leve e não era tão difícil entrar em outros países. Isso facilitava o trânsito de vendedores de pedras preciosas autônomos para o Leste Europeu, que simplesmente vendiam as pedras  para clientes de hotéis luxuosos.
Meu pai era um deles.
Ele possuía uma lapidação em Governador Valadares, um negócio quase inexplorado no Brasil, e ainda hoje diz que aquela foi uma época muito próspera, pois o dinheiro entrava em caixa com facilidade. As margens de lucro eram absolutamente imensas, por exemplo: 50 quilates de ametista (ou seja, 10 gramas) comprados em Minas Gerais por U$ 200 tinham margens de lucro de até U$ 2 mil. O resultado desta matemática foram centenas de histórias homéricas do meu velho pelo mundo, demonstrando que o mesmo se tornara um dia um bon vivant.
Essa é a historia do meu pai. A minha nasceu por conta de um garimpo de esmeraldas.

Pequenos tesouros verdes

Eis uma riqueza adormecida no coração da terra
Estava concluindo os estudos do ensino médio e, diferentemente da maioria dos meus amigos que se preparavam para o vestibular, eu me preparava para ir a um garimpo de esmeraldas. Localizado em Nova Era (MG), o Garimpo de Capoeirana foi referência em qualidade de esmeraldas por mais de 20 anos. Dizia-se que, no inicio dos anos 1990, as pessoas não precisavam ir muito fundo para encontrar pedras de qualidade, e infelizmente o acesso a muito dinheiro para pessoas com pouco conhecimento trouxe um resultado bastante negativo.
Quando lá cheguei, comecei a ouvir diversas histórias sobre mortes por conta de roubos de pedras ou desacertos de sócios. Lembrava-me os bons filmes de Velho Oeste dos anos 1960, só que dessa vez as histórias eram reais. Nada disso me desanimou, muito pelo contrário: fui tomado pela curiosidade. Queria saber como funcionava todo o sistema, como o garimpeiro, apesar do pouco conhecimento teórico, lidava com o fato de poder se tornar milionário com apenas a detonação de algumas dinamites.
Compramos um bom shaft (o acesso ao nível subterrâneo) que funcionara alguns anos antes e que fora impedido judicialmente por conta de rixa de antigos sócios. Pegamos o serviço praticamente pronto, era só continuar. Imaginem o que é descer pela primeira vez em um buraco estreito (perto de 1,5m de largura) e profundo (por volta de 100m de extensão) pendurado!
Essa é só a primeira etapa.
Lá embaixo, na primeira galeria, havia um antigo troller (à la Indiana Jones) que foi reativado. Descemos através dele mais algumas dezenas de metros até chegarmos em um segundo guincho com cabo de aço e mais um cavalo para descer outros 150m. Foi uma viagem alucinante visitar aquelas galerias que foram trabalhadas havia dezenas de anos por homens em busca da gema verde, cheios de sonhos e projetos megalomaníacos.

O que acontece no subsolo fica no subsolo?

Do garimpo, eu trouxe boas histórias, como essas:

  • A luz acabou!
Já estávamos a quase 700m abaixo da terra. Para se chegar na linha de frente demorávamos cerca de 1 hora e 20 minutos. O processo de descida era extremamente cansativo, mas chegar naquele lugar, ver aquele veio de cristal e ter a possibilidade de tirar as esmeraldas me fazia esquecer um pouco do cansaço. A parte da detonação não era madeirada, ou seja, sustentada por um conjunto de vigas de madeira. Isso era preocupante.
De repente, a luz apaga.
Não víamos coisa alguma e estávamos na linha de frente! Eu comecei a ficar mais preocupado. Ficamos no breu por quase três horas, até que o eletricista do nosso serviço encontrou o local do corte da energia e consertou. Voltamos ao trabalho...
Link YouTube | Filmagem feita pelo autor em mina de Nova Era

  • "Saiba negociar. Sua vida depende disso"
Em certo dia, tiramos um lote de esmeraldas bom, avaliado em R$ 50 mil. Pegamos as pedras e fomos negociar com os judeus e indianos, que geralmente ficam no local comprando as mercadorias. Vocês pensam que quem pechincha é turco? Fale isso para os judeus e os indianos! Os caras choram preço o tempo inteiro!
Começaram ofertando R$ 5 mil, acreditem! Isso também se deve ao fato de que o garimpeiro é um homem humilde, que passa por muitas dificuldades durante o ano e, quando vê algumas pedras, as vende a preço de banana. Por isso, era importante manter uma ideologia fixa sobre valores, afinal eu tinha plena convicção de que os gringos venderiam as pedras com margens de lucro de, no mínimo, 100%.

Garimpeiro: profissão que exige culhões

Por meio destas aventuras, descobri que a profissão de garimpeiro é algo nobre. E que é preciso ter bolas para enfrentar os problemas e os dilemas com os quais esses profissionais lidam todos os dias. Afinal, não é para qualquer um descer 700m no subsolo e voltar com uma única pedra.
Mas o risco é altamente compensador. Esta única pedra pode definir o seu futuro financeiro.

A Opala é sílica amorfa hidratada

Opala



A Opala é sílica amorfa hidratada, o percentual de água pode chegar a 20%. Por ser amorfo, ele não tem formato de cristal, ocorrendo em veios irregulares, massas, e nódulos.




A opala pode ser branca, incolor, azul-leitosa, cinza, vermelha, amarela, verde, marrom e preta. Frequentemente muitas dessas cores podem ser vistas simultaneamente, em decorrência de interferência e difração da luz que passa por aberturas regularmente arranjadas dentro do microestructura do opala, fenômeno conhecido como jogo de cores ou difração de Bragg. A estrutura da opala é formada por esferas de cristobalita ou de sílica amorfa, regularmente dispostas, entre as quais há água, ar ou geis de sílica. Quando as esferas têm o mesmo tamanho e um diâmetro semelhante ao comprimento de onda das radiações da luz visível, ocorre difração da luz e surge o jogo de cores da opala nobre. Se as esferas variam de tamanho, não há difração e tem-se a opala comum.
O termo opalescência é usado geral e erroneamente para descrever este fenômeno original e bonito, que é o jogo da cores. Na verdade, opalescência é o que mostra opala leitosa, de aparência turva ou opala do potch, sem jogo de cores.

As veias de opala que mostram jogo de cores são freqüentemente muito finas, e isso leva à necessidade de lapidar a pedra de modos incomuns. Um doublet de opala é uma camada fina de opala colorida sobre um material escuro como basalto ou obsidiana. A base mais escura ressalta o jogo de cores, resultando numa aparência mais atraente do que um potch mais claro. O triplet de opala é obtido com uma base escura e com um revestimento protetor de quartzo incolor (cristal de rocha), útil por ser a opala relativamente delicada. Dada a textura das opalas, pode ser difícil obter um brilho razoável.
A opala é um gel que é depositado em temperatura relativamente baixa em fissuras de quase todo tipo de rocha, geralmente sendo encontrado nas formações ferro-manganesíferas, arenito, e basalto. Pode se formar também em outros tipos de materiais, como nós de bambus.
Existem opalas sintéticas, que estão disponíveis experimental e comercialmente. O material resultante é distinguível da opala natural por sua regularidade.

As variedades de opala que mostram jogo de cores, as opalas preciosas, recebem diverso nome; do mesmo modo, há vários tipos de opala comum, tais como: opala leitosa (um azulado leitoso a esverdeado); opala resina (amarelo-mel com um brilho resinoso); opala madeira (formada pela substituição da madeira com opala); Mielite (marrom ou cinza) e hialita, uma rara opala incolor chamada às vezes Vidro de Müller.
Jazidas
A opala, pedra preciosa conhecida por produzir lampejos das sete cores do arco-íris, tem sua maior jazida brasileira na cidade piauiense de Pedro 2º.

Encontrada também em países como Austrália, México, Honduras, Estados Unidos, Eslováquia, Polônia e Hungria. 




Dureza  de 5,5-6,6. escala de Mohs

Preferida por muitos por desenvolver os poderes extrasensoriais, a Opala é excelente para despertar a intuição e a criatividade.

Rubi

Rubi


Rubi é uma pedra  vermelha, uma variedade do mineral corindon (óxido de alumínio) cuja cor é causada principalmente pela presença de crômio. Os rubis naturais são excepcionalmente raros As gemas de rubi são valorizadas de acordo com várias características incluindo tamanho, cor, claridade e corte. Todos os rubis naturais contêm imperfeições. Por outro lado, rubis artificiais podem não conter imperfeições. Quanto menor o número e menos óbvias as imperfeições, mais caro é o rubi - a menos que não tenha imperfeições (i.e., um rubi "perfeito") - então ele é suspeito de ser fabricado artificialmente e seu status de gema, seu preço não é garantido. Alguns rubis manufaturados têm substâncias adicionadas a eles para que possam ser identificados como artificiais, mas a maioria requer testes gemológicos para determinar a sua origem. Alguns rubis mostrar um ponto, ou 3 ou 6 pontos  ou "estrela". Esses rubis são cortados em cabochão para mostrar o efeito.

Dureza

  Dureza 9 na escala de Mohs
 Forma cristalina

Gema. rubi lapidada


                                                          gema. rubi bruta




Geralmente, a qualidade da gema colorindo em todos os tons de vermelho, inclusive rosa, são chamados de rubis.   No entanto, nos Estados Unidos, uma saturação de cor mínimo devem ser atendidos para ser chamado de rubi, caso contrário, a pedra será chamado de safira rosa .   Esta distinção entre rubis e safiras rosa é relativamente nova, tendo surgido por volta do século 20. Se é feita uma distinção, a linha que separa um rubi de uma safira rosa não é clara e altamente debatido.   Como resultado da dificuldade e subjetividade de tais distinções, as organizações comerciais, como a International Colored Gemstone Association (ICA) têm adotado a definição mais ampla de rubi, que engloba as suas tonalidades mais claras, incluindo rosa.

 jazidas

Rubis historicamente têm sido extraído na Tailândia , a Pailin e Distrito Samlout do Camboja , Birmânia , Índia , Afeganistão e no Paquistão. No Sri Lanka , tons mais claros de rubis (muitas vezes "safiras rosa") são mais comumente encontradas. Após a Segunda Guerra Mundial,depósitos de rubi foram encontrados em Tanzânia , Madagascar , Vietnã , Nepal , Tajiquistão e Paquistão . foram encontradas poucos rubis nos EUA . Mais recentemente, grandes depósitos de rubi foram encontrados sob a plataforma de gelo se afastando da Groenlândia .

O rubi pode ser confundido Spinelli , outra pedra preciosa vermelha, às vezes é encontrado junto com rubis no cascalho.pode ser confundido   rubi ​​por aqueles com pouca  experiência com pedras preciosas. No entanto, os melhores Spinelli vermelho pode ter um valor que se aproxima muito do rubi .

                                                                Lapidação


Formas sigerida para lapidar ruis

Na antiga Índia afirmava-se que a posse de muitos rubis ajudava a pessoa a acumular mais pedras preciosas. 

Ametista

Ametista



A ametista é uma gema preciosa Tectossilicatos de variedade do quartzo 
A ametista é composta por uma sobreposição irregular de lâminas alternadas de quartzo esquerdo e direito.   o nome de ametista são todos os quartzos que exibem esta estrutura, independentemente da sua cor. A cor da ametista é atualmente atribuída à presença de Ferro3+, mas ela é capaz de ser alterada e até removida por aquecimento ou radiação ultravioleta. O coríndon roxo ou a safira com tons de ametista são por vezes chamados de ametista oriental.A ametista é um mineralamplamente distribuído, Tais cristais ocorrem tanto em cavidades alongadas (veios) em rochas graníticas


 
Estrutura cristalina
Estrutura cristalina do quartzo


Jazida

  Brasil,  Uruguai, e Madagáscar 
 
 Características físicas e químicas da gema

Ametista gema bruta

Fórmula química: SiO2. Óxido de silício.
Composição: Si = 46,7%, O = 53, 3%. Apresenta compostos de ferro e manganês, que lhe rendem
Sua cor e característica.
Hábito: Prismático, granular, maciço.
Clivagem: Imperfeita {1011} ou {0111}.
Dureza: 7



Cor: Geralmente violeta, roxa ou púrpura.
 Traço: Incolor.
Variações: Existe uma variedade bicolor, denominada quartzo ametista, tratase de uma forma mais
Compacta de ametista que, freqüentemente possui bandas de quartzo leitoso. Além de, uma variedade
Tricolor com uma extremidade de cor roxa, a outra extremidade amarela, sendo cortada por uma faixa
Incolor. Outras espécies são: Ametista Jacobina, variedade de ametista escura com tonalidades vivas;
Ametista Madagascar, variedade de ametista violeta-escura, levemente enfumaçada ou violeta-púrpura
Quando mais clara; Ametista-mosquito, variedade com pequenas inclusões de goethita; Ametista espanhola,
Nome dado a ametistas finas comercializadas na Espanha de origem desconhecida e cor
Púrpura. Também existe a ametista Uruguai, ametista-uraliana, ametista-siberiana, etc.

 Lapidação

Formatos de lapidação sugeria para ametista

Os gregos acreditavam que a Ametista tinha o poder de transformar os maus pensamentos em pensamentos otimistas, além de proteger seu portador de falsas amizades.