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segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Descubra onde você pode encontrar as brilhantes opalas, a pedra preciosa nacional da Austrália.



Descubra onde você pode encontrar as brilhantes opalas, a pedra preciosa nacional da Austrália.

Todas as cores do arco-íris aparecem nas opalas, a pedra preciosa nacional da Austrália.   Na verdade, de acordo com a lenda aborígine, o redemoinho de cores foi criado quando um arco-íris caiu na terra.  A Austrália produz 95% das opalas do mundo, o que faz dessas hipnóticas pedras um souvenir tipicamente australiano.  Elas variam desde as opalas brancas ou 'leitosas' mais comuns, encontradas em Coober Pedy, até as raras opalas negras de Lightning Ridge.  Faça um passeio pelos famosos campos de opalas ou compre opalas em lojas especializadas em todo o país.
Todas as principais cidades e centros turísticos australianos têm lojas especializadas, onde você pode comprar opalas incrustadas em joias ou como pedras soltas e não lapidadas.  As opalas negras são as mais valiosas, seguidas das opalas boulder, cristais de opalas e opalas brancas.  Esse sistema de valor se baseia na ideia de que as pedras mais escuras têm cores mais vibrantes, embora exista variações de pedra para pedra.
Para viver uma aventura repleta de opalas, visite os campos de opala pelo outback da Austrália do Sul, Nova Gales do Sul e Queensland.  Eles ficam no local da Grande Bacia Artesiana, que no passado foi um vasto mar interno.  As opalas evocam esse antigo mundo submarino, com listras fluorescentes verde-azuladas e semelhantes ao coral.  Também são conhecidas como o ‘fogo do deserto', sendo garimpadas em algumas das partes mais quentes e inóspitas da Austrália. Você deve visitar os campos de opalas entre abril e setembro, quando as temperaturas são menos intensas.
Na pitoresca cidade mineradora de Coober Pedy, na Austrália do Sul, a maioria dos habitantes locais vivem em moradas subterrâneas, para evitar o calor abrasador do verão.  Hospede-se em um hotel subterrâneo e visite as residências, igrejas e lojas subterrâneas.   Acima do solo, faça um passeio pelas minas e campos de opalas e veja uma demonstração das técnicas de lapidação de opalas.  Alugue um veículo com tração nas quatro rodas para visitar as outras cidades produtoras de opalas: Andamooka, Mintabie e Roxby Downs.  Juntos, esses campos da Austrália do Sul produzem a maior parte das opalas brancas ou leitosas do mundo.
As opalas negras são as mais cobiçadas do mundo, sendo encontradas em Lightning Ridge, a quase 800 km a noroeste de Sydney.   Os caçadores de fortunas têm vindo para cá desde 1800 e hoje são acompanhados pelos turistas, que também querem vivenciar a experiência do outback. Conheça a mina em Bald Hill, compre souvenires ou jogue golfe no antigo campo de opalas.   Relaxe nos spas artesianos minerais, caminhe pela paisagem esburacada e observe os pássaros nativos.   Na cidade são realizados o Black Opal Rodeo e peculiares corridas de bode durante a Páscoa e o Lightning Ridge Opal Festival, em julho.
A trilha das opalas serpenteia mais além pelo interior até White Cliffs, que já foi uma agitada cidade centrada nas opalas, mas que hoje tem apenas algumas centenas de habitantes.  Explore as colunas de mineração abandonadas, onde os habitantes locais vivem durante o verão e veja claros cristais de opala, valorizados por sua translucidez e a claridade de suas cores.
Opalas boulder são exclusivas de Queensland, e você pode procurá-las em remotas cidades do outback, como Quilpie, Yowah e Opalton. Compre opalas rústicas e polidas no animado Yowah Opal Festival, realizado em julho, ou visite Opalton, onde a maior opala do mundo foi encontrada em 1899.
Saia à caça das opalas no outback ou capture sua opala em uma loja da cidade.  De qualquer forma, esta exclusiva pedra preciosa australiana é uma vibrante lembrança de sua aventura australiana.

Gemas do Brasil: opala

Gemas do Brasil: opala


opala
A opala-negra: a variação mais valiosa.
A 200km de Teresina, Pedro II é conhecida como a Suíça piauiense por causa do clima ameno e agradável – para os padrões do estado. Mas não é nisso, nem no festival de inverno da cidade, que está a importância de Pedro II. Trata-se do maior produtor de opalas do Brasil. Existem também opalas produzidas no Ceará, Bahia e Rio Grande do Sul. Mas a de Pedro II e região tem destaque (é a segunda maior reserva do mundo), e a cidade é uma APL que se desenvolveu a partir do garimpo da pedra.
A opala é uma pedra que surge de fenda de rochas ígneas, ou seja, as que surgem a partir do resfriamento do magma. São separadas em opalas preciosas – que têm jogo de cores, como a foto acima – e opalas comuns, que não são usadas como gemas (à exceção da opala-de-fogo, uma pedra, evidentemente, avermelhada). Ainda há a divisão entre opalas-brancas, em que naquele jogo de cores predominam cores claras, e opalas negras, quando há o contrário.
A partir daí, há uma infinidade de tipos de opala existentes (opala-arlequim, opala-chveiro, opala-musgo..). Quanto maior o chamado jogo de cores, mais nobre ela é. Esse jogo de cores nada mais é do que a difração da luz que passa pela gema. Quando isso não acontece, ela se torna lisa e de aparência leitosa, ou seja, uma opala comum.
opala
Colar de opala-branca de Patricia McCleery.
A Austrália domina a extração de opala de longe, mais ou menos 95% de tudo o que é retirado no mundo. O restante é dividido entre Brasil, Índia, México, Nova Zelândia, EUA e, mais recentemente, Etiópia. A opala chega até mesmo a fazer parte da cultura australiana e do turismo – quem viaja para lá pode comprar em lojas especializadas em todo o país e até visitar campos de extração da gema, na região da Austrália do Sul, Nova Gales do Sul e Queensland (no nordeste do país). Há um festival da opala na cidade de Yowah, em Queensland.
Só Austrália e Brasil, no entanto, produzem opalas de alta qualidade. As opalas brasileiras, piauienses, levam vantagem porque são mais resistentes ao calor – uma gema dessas desidratada pode rachar ou enfraquecer as cores.
Pedro II desenvolveu-se como APL nos últimos anos e aos poucos profissionaliza o setor, com a inserção de máquinas no garimpo, por exemplo. Diminuir o trabalho dos garimpeiros, que é de risco, e aumentar sua renda é um dos objetivos da APL, segundo o presidente da Cooperativa dos Garimpeiros de Pedro II nesta matéria. Tornar o processo mais sustentável, menos agressivo ao meio-ambiente, é outro objetivo. O descarte dos “rejeitos” (material retirado do solo e não utilizado) passa aos poucos a ser reaproveitado, primeiro para garimpar mais opalas, e segundo para aproveitar a terra e produzir tijolos.
A joalheria é outra forma que a cidade encontra de aumentar o valor agregado da gema e mais renda para os moradores de Pedro II. Iniciativas da Cooperativa dos Garimpeiros, do próprio município, e mesmo de instituições nacionais como Sebrae e IBGM (que levam a Tendere para ministrar uma mina, estimulam o design, muito além do garimpo. Já falamos diversas vezes aqui no blog o quanto o design pode aumentar o valor de um produto e dar um diferencial que faz com que uma APL cresça e se desenvolva ainda mais. Se a Suíça piauiense tem uma riqueza deste tamanho em meio às suas rochas, nada melhor do que utilizá-la da melhor forma possível.

Rara no mundo, exploração de opala emprega mais de 1.500 pessoas no PI

Rara no mundo, exploração de opala emprega mais de 1.500 pessoas no PI

'Retirada do mineral é importante para o desenvolvimento', diz APL.
Extração da pedra é importante para econômia e cultura, afirma prefeita.


Material retirado do solo e descartado após lavagem (Foto: Pedro Santiago/G1)Material retirado do solo e descartado após lavagem ainda contém opalas (Foto: Pedro Santiago/G1)
A cidade de Pedro II, a 195 quilômetros de Teresina, é um dos dois locais no mundo onde é encontrada a opala de alta qualidade, uma pedra semipreciosa muito utilizada na confecção de joias. O garimpo, beneficiamento, lapidação e venda da opala emprega diretamente cerca de 1.500 pessoas na cidade, que tem uma população de pouco mais de 37 mil habitantes.
Raio X da Opala (Foto: Editoria de Arte/G1)Raio X da Opala (Foto: Editoria de Arte/G1)
A opala pode ser de diversas cores: branca, incolor, azul-leitosa, vermelha, amarela, cinza, verde, marrom e preta. Segundo Antônio Sepúlveda Almendra, 45 anos, presidente da Cooperativa dos Garimpeiros de Pedro II, Algumas pedras emitem até sete cores e essas são as mais valiosas, podendo chegar até R$ 180,00, um grama. Ainda de acordo com ele, o material extraído das minas é comprado pela cooperativa, que vende as pedras para as joalherias da cidade.
Antônio Sepúlveda Almendra conta que a situação do garimpeiro já foi pior, mas tem melhorado com o conhecimento adquirido e a inserção de máquinas no garimpo. “Antes eles não tinham um acompanhamento, orientação, trabalhavam irregulares e ainda corriam riscos. Queremos mecanizar o processo de extração da Opala, diminuindo o trabalho dos garimpeiros e aumentando a sua renda, para isso, já temos uma máquina que lava a terra, separando as pedras e areia, da opala”, explica.
Trabalhando na extração da Opala há 26 anos, Antônio Gonçalves, de 51 anos, conta que ainda existe muita Opala em Pedro II. “Eu acredito que ainda têm muitas pedras aqui nesse solo. Somos muitos garimpeiros, mas ainda tem lugar para outros”, diz ele, que já achou uma pedra de 1,7 quilo. “Vendi a R$ 100,00 o grama, o valor total chegou a cerda de R$ 170 mil. O dinheiro foi dividido entre a cooperativa, o dono da terra, eu e outros sócios” relata.
Francisco da Costa Silva, 38 anos, é outro garimpeiro que há mais de duas décadas lava a terra atrás do seu sustento. “Eu gosto do meu trabalho, tanto é que estou aqui em uma sexta-feira (31) enforcada. O rendimento não é dos melhores, mas a gente vende por semana uma média de R$ 200, R$ 250, mas isso varia. Tem dias ruins e bons”, diz.
A movimentação da economia meche de forma tal com a economia do município que existe hoje uma entidade que trabalha para consolidar a cadeia produtivada pedra em Pedro II e cidades vizinhas. A palavra é integração, afirma Marcelo Moraes, coordenador do Arranjo Produtivo Local.
“Nossa cidade foi abençoada por seu clima ameno e a farta disponibilidade de Opala em nossas terras. Hoje trabalhamos com a pesquisa mineral, lavra, design, joalheria e até a inclusão social. A gestão da exploração da Opala é fundamental para o desenvolvimento da cidade”, diz Marcelo.
A prefeita de Pedro II, Neuma Café, afirma que a importância da opala transcende o fator econômico. “Tem uma importância econômica fundamental, além da cultural com a divulgação do nome da cidade. Falar em opala no mundo é falar em Pedro II. Antigamente, a opala era quase traficada. Chegavam, pegavam e levavam de forma clandestina. Agora existe uma cadeia produtiva bem definida”, diz a gestora.
Marcelo Moraes conta que a exploração da pedra está também integrada a prática do turismo, que cresceu bastante na cidade desde a criação do Festival de Inverno de Pedro II, evento que traz grande nomes da música brasiliera para shows em praça pública.
"Queremos que a pessoa venha a nossa cidade, aproveite nosso clima, nossa hospitalidade, que conheça nossas cachoeiras, o Morro do Gritador e que também compre nossas joias e conheça as minas de Opala. Está tudo conectado e quam ganha com isso é a população", finaliza Marcelo.
Francisco Carneiro da Silva Filho, 24 anos, preferiu ficar longe das lavouras e se especializar em lapidação (Foto: Anay Cury/G1)Lapidação é uma das atividades desenvolvidas dentro da cadeia de exploração da opala (Foto: Anay Cury/G1)
Rejeito
Mas nem tudo são flores na cadeia produtiva da Opala. Mais de 40 anos de produção desenfreada produziram cerca de 10 milhões de metros cúbicos de rejeito, material retirado do solo e descartado após lavagem.
A Mina do Boi Morto, na Zona rural da cidade, dá uma medida dessa fatura. São morros cortados, cavados, revolvidos que estão lá ameaçando o equilíbrio da natureza. Atenta a esse problema, que poderia inviabilizar a atividade, a APL desenvolveu um plano ambiental que aproveita o rejeito em dois estágios.
“Esse material descartado ainda tem muita opala, tanto é que os garimpeiros trabalham nele todos os dias. Depois desse aproveitamento, a terra descartada será utilizada para fazer tijolos ecológicos. Já estamos aplicando isso aqui no Boi Morto”, conta Marcelo Moraes.
Plano ambiental da Mina do Boi Morto, na Zona rural da cidade (Foto: Pedro Santiago/G1)Plano ambiental da Mina do Boi Morto, na Zona rural da cidade (Foto: Pedro Santiago/G1)

MINA SUBMERSA DE DIAMANTE NA FOZ DO RIO JEQUITINHONHA (BA)

MINA SUBMERSA DE DIAMANTE NA FOZ DO RIO JEQUITINHONHA (BA)


SERVIÇO GEOLÓGICO INVESTIGA DIAMANTE NA BA

Denise Luna, da Folha/UOL 
“Além de minérios, a CPRM está pesquisando a existência de uma "mina" submersa de diamantes, que teriam sido soterrados ao longo dos anos e estariam localizados no encontro do rio Jequitinhonha com o mar.

O Jequitinhonha nasce nos arredores de Diamantina (MG) e deságua no Atlântico, na região de Belmonte (BA).

Uma segunda expedição está fazendo a pesquisa sísmica na região.

Se comprovada a existência das pedras, Roberto Ventura, diretor de geologia e recursos minerais da CPRM, acredita que haverá grande demanda de empresas para explorar o local.

"Não vamos definir o volume de diamantes, só o indício, levando em conta que eles saíram da região de Diamantina, em Minas Gerais, e foram para lá", afirma Ventura.” 

Histórias de blefo e bamburro

Histórias de blefo e bamburro



Aonde vai, o garimpeiro Antônio Lopes tem seguidores. Sua capacidade de enxergar ouro à distância é inigualável. Não é à toa que seu apelido é Olho de Gato. Há dez anos vivendo com a mulher Leonice na província aurífera do Tapajós, no Pará, este maranhense 36 anos descobriu recentemente um filão de ouro em meio à Floresta Amazônica. De pá em punho, abriu uma clareira na mata e começou a garimpar sozinho. A notícia rapidamente se espalhou entre os garimpeiros que viviam na corrutela de São Domingos. Todos partiram em retirada seguindo os rastros de Olho de Gato. Em 15 dias, 200 peões disputavam um pedaço de terra com ele. Todos juntos desmataram a área, cavaram um buraco de sete metros de profundidade e começaram a procura. Estava formado um novo garimpo. 
Batizado de Fofoca – que na linguagem do garimpeiro quer dizer notícia de descoberta de um ponto de ouro – este é o mais novo garimpo aberto na província aurífera criada em 1984 pelo então ministro das Minas e Energia, César Cals. Em 100 mil quilômetros quadrados estão espalhados 500 pontos de extração ligados pela Transgarimpeira, estrada de 180 quilômetros. Construída pela Caixa Econômica em 1986, a estrada está abandonada e sem manutenção. O abandono é o mesmo relegado ao garimpo. Nem a profissão de garimpeiro é reconhecida. 
“Minha equipe e eu trabalhamos 24 horas por dia”, comenta Olho de Gato, no garimpo há duas décadas. Ele já passou por Serra Pelada, Guiana Francesa e Suriname. Rico não ficou, mas conseguiu um certo respeito no seu meio. “Olho de Gato é lerdo de manso”. Com o comentário, o nordestino Rosalino Pereira Serrano quer dizer que o colega é exímio conhecedor de seu ofício. Rosalino não atingiu o mesmo status de Olho de Gato, mas pelo menos já ganhou apelido: Boca Rica. A alcunha não poderia ser mais apropriada. Seis dos seus dentes são cobertos de ouro. “Quando fico blefado, tiro o ouro da boca e troco por dinheiro. Quando bamburro, guardo minha reserva na boca.” 
Blefo e bamburro são termos que fazem parte da vida de qualquer garimpeiro. Das histórias contadas no garimpo, muitas são trágicas. É comum ouvir relatos de mortes por queda de avião nas cerca de 320 pistas próximas a Transgarimpeira. E também de roubo de ouro, prostituição, contaminação por mercúrio, reincidência de doenças como febre amarela, malária e hepatite. Mas nem só de tragédia e miséria vive o garimpeiro. Alguns poucos têm a sorte de alcançar a sonhada ascensão social. 
“Já cheguei a encontrar uma média de 100 quilos por mês nos anos 80. Durante cinco anos, juntei cinco toneladas”, lembra, saudoso, o goiano Rui Barbosa de Mendonça, 59 anos. Na época, Rui era um dos dez pequenos mineradores mais ricos da região; hoje, pode se considerar, no máximo, um membro da classe média. Rui chegou a contratar dois mil garimpeiros e comprou seis aviões e um helicóptero. Independentemente de onde venham, eles têm uma característica em comum: quando bamburram, só pensam em gastar. Essa necessidade tem sua explicação. O garimpeiro fica meses trancado no mato e quando consegue algum dinheiro, corre para a cidade. Chega sem noção de preços. No garimpo, até o sexo é pago em pepitas. 
Um garimpeiro mais extravagante chegou ao extremo de fazer um rabo com notas de dinheiro para passear pela cidade e ostentar a fortuna recém-adquirida. Quem presenciou a cena lembra que Chico Índio passava os dias desfilando e, de vez em quando, olhava para trás e exclamava: “Passei a vida inteira atrás de você, agora é você que vai me seguir.” Duas semanas depois, Chico morreu num acidente de carro.“Os garimpeiros estão ficando mais ordeiros. A oferta de ouro diminuiu e eles são obrigados a conter a ânsia de gastar”, avalia a vice-presidente da Associação dos Mineradores de Ouro do Tapajós, Célia Araújo Serique. A escassez do ouro na região preocupa os principais compradores do metal. A produção de Itaituba declarada entre janeiro e setembro foi de 2,16 toneladas, muito longe das 10,4 toneladas anuais produzidas no início da década.

Economists See Bright Holiday Season

A large ruby crystal in calcite with three faceted rubies in front.
Burmese rubies, such as these, were banned from import into the U.S. from 2008 until President Obama lifted sanctions on them on Oct. 7. This 17.30 gram crystal in calcite (center), was found in Kyauksaung, Myanmar and was presented to the GIA museum by William F. Larson. The three Burmese rubies in front of it, (left to right) are: a 1.77 ct. oval cut, a 2.21 ct. cushion cut and a 6.32 ct. oval cut. They are courtesy of Edward Boehm. Photo by Robert Weldon/GIA.
While jewelry sales have been fairly flat in the U.S. this year, the National Retail Federation (NRF) is predicting a strong 3.6% increase for all retail in the coming holiday season. The NRF said consumer confidence is on the rise, jobs have become more plentiful and incomes have been climbing. All of these factors will push growth higher than the 10-year average of 2.5%.

Economists at financial institutions are even more bullish on the season, the Centurion newsletter reported. The accounting firms of Deloitte and PriceWaterhouseCoopers (PWC) both anticipate strong gains. PWC is calling for a 10% increase, citing a consumer survey that also found consumers favoring independent stores and local brands.

U.S. jewelry retailers could use the good news. In the first half of the year, Tiffany & Co. same store sales were down 9%, Blue Nile sales were flat and Signet Group (Kay, Zales, Jared Galleria) were down 2.5%.

Worldwide, luxury sales have been struggling with Swiss watch demand showing monthly declines for over a year, especially at the higher end. Richemont (Cartier, Van Cleef & Arpels, and several luxury watch companies, including Baume & Mercier and Vacheron Constantin) was down 16% through the first half. LVMH (De Beers retail and Bulgari) was a bright spot, showing a 4% gain, mainly from the introduction of several watch lines.  

COLORED STONES

U.S. President Obama removed the ban on imports of ruby and jade from Myanmar (Burma) on Oct. 7 during a visit by State Counsellor of the Republic of the Union of Myanmar Aung San Suu Kyi. The move may contribute to a revival of ruby mining in Mogok and Mong Hsu, which reportedly had declined significantly after the 2008 ban was enacted.

There was no real consensus among dealers on how this action will affect the ruby market. Many believe the Burmese deposits have been winding down and that the ban (at least for Mogok stones) was widely ignored in the past few years. Others maintain that the ban, coupled with production cuts, sharply curtailed ruby supplies in the U.S. and prompted some prominent retailers, Tiffany & Co. in particular, to stop selling the gemstone.

NGOs protested the decision, noting that human rights in Myanmar are still threatened by the military clique that still has a grip on much of the country’s economy, and the continuing violence against the Shan people, an ethnic minority concentrated in the Mong Hsu region.

DIAMONDS

De Beers sold $485 million worth of rough diamonds at its Sept. 26-29 cycle (previously called sight), raising prices 1% to 2% on goods that would polish out to a carat or larger and lowering them slightly for melee-sized stones. The total was slightly larger than expected given the continuing credit problems in the diamond industry and the upcoming Diwali holiday in India, where manufacturing operations close for two weeks or more.

Russia’s Alrosa sold $454 million worth of rough and $18.9 million in polished in September, nearly double the August totals for rough diamonds, which was $243 million. August polished sales were $12 million. Alrosa’s second half sales are 58% above comparable 2015 levels, which were marked by oversupplies and buyer revolts over high rough prices. First half sales were 23% higher by value, 21% higher by carat volume.

Opal Description

"The Path of Enlightenment" Necklace
"The Path of Enlightenment" necklace contains 180 magnificent opals from Lightning Ridge, Australia, a famous opal producing area. - Courtesy Cody Opal
Opal is the product of seasonal rains that drenched dry ground in regions such as Australia’s semi-desert “outback.” The showers soaked deep into ancient underground rock, carrying dissolved silica (a compound of silicon and oxygen) downward.

During dry periods, much of the water evaporated, leaving solid deposits of silica in the cracks and between the layers of underground sedimentary rock. The silica deposits formed opal.

How Opal Forms
Opal is known for its unique display of flashing rainbow colors called play-of-color. There are two broad classes of opal: precious and common. Precious opal displays play-of-color, common opal does not.

Play-of-color occurs in precious opal because it’s made up of sub-microscopic spheres stacked in a grid-like pattern—like layers of Ping-Pong balls in a box. As the lightwaves travel between the spheres, the waves diffract, or bend. As they bend, they break up into the colors of the rainbow, called spectral colors. Play-of-color is the result.

Black Opal
This black opal exhibits exceptional play-of-color. - Courtesy Cody Opal
The color you see varies with the sizes of the spheres. Spheres that are approximately 0.1 micron (one ten-millionth of a meter) in diameter produce violet. Spheres about 0.2 microns in size produce red.  Sizes in between produce the remaining rainbow colors.

Fine-quality Light Opal
This fine-quality light opal is from Mintabie, South Australia. Almost all of its spectral colors are visible from a variety of viewing angles. - Courtesy Cody Opal
Although experts divide gem opals into many different categories, five of the main types are:

  • White or light opal: Translucent to semitranslucent, with play-of-color against a white or light gray background color, called bodycolor.
  • Black opal: Translucent to opaque, with play-of-color against a black or other dark background.
  • Fire opal: Transparent to translucent, with brown, yellow, orange, or red bodycolor. This material—which often doesn’t show play-of-color—is also known as “Mexican opal.”
  • Boulder opal: Translucent to opaque, with play-of-color against a light to dark background. Fragments of the surrounding rock, called matrix, become part of the finished gem.
  • Crystal or water opal: Transparent to semitransparent, with a clear background. This type shows exceptional play-of-color.

Light Opal
This exceptional light opal is from South Australia’s Coober Pedy opal fields. - Courtesy Cody Opal
3.47 Carat Boulder Opal Tablet
The rough specimen is a thin seam of boulder opal on sandstone host rock. The 3.47-carat boulder opal tablet was cut from a similar piece of rough.

Vale diz que produção em 2017 vai se guiar pelas margens

Vale diz que produção em 2017 vai se guiar pelas margens

Isso vai levar em conta a capacidade de transporte do corredor Norte da companhia, em Carajás, onde a empresa produz seu minério de maior qualidade, mas que é considerado um gargalo. “A partir desse número mágico, você tenta maximizar o que sai de Carajás, seja de Serra Norte ou do ramp up de S11D, e o resto será complementado pelo minério dos sistemas Sul e Sudeste”, explicou.
Poppinga também tratou mais a fundo da equação para atingir um custo-caixa de minério entregue na China de US$ 25 por tonelada, meta informada pelo presidente da companhia, Murilo Ferreira.
Segundo o diretor, isso passará pela otimização da cadeia de suprimentos, contando com a nova frota de Valemax, com custo mais baixo, e aumentando o desembarque direto na China. O segundo fator em estudo é como “blendar” cada vez mais minério de ferro offshore – em locais como Malásia e China – e não fazer produtos acabados nos portos do sistema Sul, mas sim semi-acabados, para serem “blendados” lá fora. “Quando você blenda offshore, aumenta a realização de preços”, disse.
Poppinga destacou ainda o foco em elevar a recuperação global da Vale – indicador medido pelo volume de produção final dividido pelo total de toneladas extraídas (ROM e estéril). Para isso, a Vale está reformulando seus planos de lavra. “Não estamos deixando minério para trás, mas transformando estéril em minério”, disse.
Isso será combinado à substituição do processamento de minério a úmido para processamento a seco. “Estamos cada vez mais indo para processamento a seco. Hoje temos 40% e iremos para 70% de processamento a seco em cinco anos”, afirmou.
Preço do minério
Poppinga afirmou, em teleconferência com analistas, que os preços do minério de ferro em 2017 devem ficar na casa de US$ 55 por tonelada, ainda como resposta às medidas de estímulo ao crédito tomadas pelo governo da China este ano.
Segundo ele, as medidas aqueceram o mercado e permitiram a fácil absorção da entrada de 110 milhões de toneladas em nova oferta de minério de ferro, cujo preço está em recuperação. A Vale espera que no ano que vem o mercado transoceânico receba menos da metade desse volume em novas ofetas: serão mais 48 milhões de toneladas de minério de ferro de novas ofertas, sendo 28 milhões de toneladas oriundos do Brasil.
A Vale trabalha com um crescimento de 1% a 1,5% de crescimento da demanda por aço em 2017, o que ajudará a estabilizar o preço do minério nesse patamar de US$ 55 por tonelada.
O executivo também destacou a percepção de que os prêmios para pelotas serão favorecidos por um gap entre menor oferta – pressionada pela paralisação da Samarco – e demanda, que está aquecida. Já o minério de Carajás, com maior teor de ferro, tem hoje prêmio de US$ 111 por tonelada, favorecido pela alta do preço do carvão. “Esse prêmio tende a se estabilizar quando preço carvão se estabilizar”, disse.
Foco
O presidente da Vale, Murilo Ferreira, abriu a teleconferência de resultados da companhia no terceiro trimestre de 2016 reforçando o compromisso em fortalecer o balanço e reduzir a alavancagem.
A alavancagem da Vale no terceiro trimestre do ano ficou em 3,6 vezes, estável em relação ao visto um ano antes, mas anotou uma queda de 0,6 ponto porcentual ante o segundo trimestre deste ano. “Estamos focados em fortalecer balanço e continuar a reduzir alavancagem”, afirmou.
Ferreira disse ter orgulho de informar que a Vale teve outro trimestre de muito boa performance operacional e financeira. “Alcançamos recordes na produção de minério de ferro, em três usinas de pelotização, de ouro contido e carvão em moatize”, disse.
O executivo também reafirmou o compromisso em realizar desinvestimentos e o início da operação do projeto S11D, em Carajás, no quarto trimestre, com as primeiras vendas em 2017.
Capex
O foco da Vale é chegar em 2017 com um capex (orçamento de investimentos) menor ou igual a US$ 4,5 bilhões, mesmo valor estimado para este ano, afirmou Ferreira. Segundo o executivo, entretanto, esse número só será discutido durante o Vale Day e depois da aprovação do orçamento da companhia pelo conselho de administração.
Questionado por analistas sobre a perspectiva da Vale voltar a pagar dividendos no próximo exercício, Ferreira afirmou que nem a simulação do orçamento está concluída. “É cedo para fazer qualquer análise”, disse.
Samarco
As sócias da Samarco, Vale e BHP Billinton, estão desalinhadas em relação ao processo para retomada da produção da mineradora, que está com a produção paralisada desde o ano passado, com o rompimento de uma barragem da Samarco em Mariana, em Minas Gerais.
O presidente da Vale, Murilo Ferreira, disse que a mineradora acredita que a Samarco não é viável com sua antiga estrutura de depósito de rejeitos e que não acredita que é possível a reconstrução da barragem de Fundão.
Ferreira afirmou que há flexibilidade para que a Samarco utilize a estrutura da Vale. “Acreditamos que teremos condições de oferecer uma alternativa bastante interessante para a retomada da Samarco e acreditamos que esse deve ser o primeiro passo”, disse.
Outro ponto em que não há alinhamento entre os acionistas neste momento, destacou Ferreira, é sobre a dívida da companhia fruto da join venture. Na próxima semana, Ferreira disse que haverá um encontro com o presidente da BHP, quando a companhia espera alcançar avanços. “Temos que ter uma visão de longo prazo e é isso o que estamos procurando”, frisou.
Fertilizantes
A Vale está bastante determinada na busca de uma solução para o seu negócio de fertilizantes, disse Murilo Ferreira. Segundo fontes, o conselho da Vale deu o aval para o prosseguimento das negociações para venda de fatia da área de fertilizantes. O negócio pode sair dentro de 30 dias, disse uma das fontes. A negociação estaria ocorrendo com a Mosaic.
Sobre desinvestimentos em segmentos estratégicos, Ferreira disse que a companhia não está em posição de “descartar qualquer alternativa”, tendo em vista sua meta de redução de endividamento. No entanto, o executivo frisou que no caso específico de Salobo, a companhia nunca analisou um eventual desinvestimento, mesmo que minoritário
Fonte: IstoÉDinheiro

Fecho dos oceanos Atlântico e Pacífico fará nascer novo supercontinente

Fecho dos oceanos Atlântico e Pacífico fará nascer novo supercontinente

Cientistas em Portugal e na Austrália defendem, como cenário provável, a formação de um novo supercontinente, a que deram o nome Aurica, dentro de 300 milhões de anos, em resultado do fecho simultâneo dos oceanos Atlântico e Pacífico. O cenário, traçado com base em modelos computacionais, cálculos matemáticos, evidências e na história geológica da Terra, é sustentado pelos geólogos João Duarte e Filipe Rosas, do Instituto Dom Luiz e do Departamento de Geologia da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, e Wouter Schellart, da Universidade de Monash, na Austrália.
Os resultados do estudo foram publicados na edição digital da revista Geological Magazine. Ciclicamente, ao longo da história da Terra, a cada 500 milhões de anos, os oceanos fecham-se e os continentes juntam-se, formando um supercontinente. Há 200 milhões de anos, quando os dinossauros habitavam a Terra, todos os continentes estavam reunidos num supercontinente, a Pangeia, em que a América do Sul estava ligada à África. No novo supercontinente, apresentado pelos três investigadores, o núcleo é formado pela Austrália e pela América, que estão ligadas, daí o nome Aurica atribuído (‘Au’ de Austrália e ‘rica’ de América).
A hipótese da formação de um supercontinente, a partir do fecho simultâneo dos oceanos Atlântico e Pacífico, baseia-se na “evidência de que novas zonas de subducção se estão a propagar no Atlântico”, refere a Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, em comunicado. As zonas de subducção (locais onde uma placa tectónica mergulha sob a outra) são requisitos para os oceanos fecharem. ”Para fechar os oceanos, é necessário que as margens dos continentes se transformem em margens ativas, se formem novas zonas de subducção”, esclareceu à Lusa o geólogo João Duarte.
O Pacífico, explicou, “está rodeado de zonas de subducção”, nomeadamente próximo do Japão, do Alasca (EUA) e da região dos Andes (América do Sul).
As zonas de subducção “propagam-se de um oceano para o outro, do Pacífico para o Atlântico”, sublinhou.
No Atlântico, já existem duas zonas de subducção totalmente desenvolvidas: o Arco da Escócia e o Arco das Pequenas Antilhas.
Uma nova zona de subducção poderá estar a formar-se ao largo da margem sudoeste ibérica, que apanha território português.
Segundo João Duarte, a chamada Falha de Marquês de Pombal, localizada ao largo do Cabo de São Vicente, no Algarve, e apontada como “uma das possíveis fontes do sismo de 1755″, em Lisboa, está “a marcar o início dessa nova zona de subducção”.
Hipóteses anteriores, de outros cientistas, sugerem a formação de um novo supercontinente a partir do fecho de um dos oceanos, do Atlântico ou do Pacífico.
O geólogo português, e investigador-principal no estudo, lembra que, no passado, dois oceanos tiveram de se fechar para dar origem a um supercontinente.
João Duarte advogou que manter o Pacífico ou o Atlântico aberto significa que um dos dois oceanos vai perdurar para lá da sua ‘esperança de vida’, cifrada em 200 a 300 milhões de anos.
“Isso é contraditório com a história, a geologia da Terra. Os oceanos não vivem mais do que 200 ou 300 milhões de anos”, frisou.
O investigador acrescentou outro dado para sustentar a sua tese: a da fracturação da Euroásia (Europa e Ásia).
De acordo com João Duarte, o Oceano Índico “está a abrir” na Euroásia e existem novos riftes (fissuras da superfície terrestre causadas pelo afastamento e consequente abatimento de partes da crosta) que “estão a propagar-se para norte”.
A cadeia montanhosa dos Himalaias, a Índia e o interior da Euroásia correspondem a “uma zona de rutura, onde as placas tectónicas vão partir-se num futuro”, permitindo “partir ao meio” a Euroásia, cenário possível dentro de 20 milhões de anos, admitiu.
Para o cientista, a fratura da Euroásia irá possibilitar o fecho dos oceanos Atlântico e Pacífico.
João Duarte e restante equipa propõem-se, agora, testar “até à exaustão”, com modelos computacionais mais avançados, o cenário “muito provável” que avançaram, o de um novo supercontinente chamado Aurica.
Fonte: DN

Usiminas vê leve melhora na demanda por aço em 2017

Usiminas vê leve melhora na demanda por aço em 2017

“A partir de junho, a queda que vinha transcorrendo desde junho de 2014 parou de ocorrer. A curva de demanda agora está estável, com pequeno viés de crescimento”, disse o vice-presidente comercial da empresa, Sergio Leite, em teleconferência com analistas nesta sexta-feira (28). Passa a valer a partir de hoje um amento de 5% nos preços dos produtos vendidos pela siderúrgica, puxado pelo crescimento no custo do carvão, uma das principais matérias-primas usadas na fabricação do aço. Esse é o quarto reajuste só neste ano. Os três primeiros foram de 10% cada.
Os impactos dos novos valores de venda só devem aparecer no último trimestre. Segundo Leite, uma outra subida pode acontecer nos próximos dois a três meses, dependendo do que acontecer com os preços internacionais e com o câmbio. Para tentar amenizar os efeitos negativos do alto preço do carvão, a companhia está tomando algumas medidas, como a substituição do insumo por gás natural nos altos fornos.
No vermelho, mas melhor
No terceiro trimestre, a Usiminas vendeu 959 mil toneladas de aço, um aumento de 7% frente ao trimestre anterior, mas uma queda de 18,6% ante o mesmo período de 2015. Já o comércio de minério permaneceu estável na comparação trimestral e cresceu 1,8% na comparação anual, para 789 mil toneladas. A receita líquida da siderúrgica foi de 2,26 bilhões de reais de julho a setembro, aumento de 12% frente aos três meses anteriores e queda de 6,56% ante o terceiro trimestre do ano passado.
O prejuízo líquido foi de 107 milhões de reais. Foi nono o trimestre em que a companhia ficou no vermelho. Apesar disso, a perda representa um décimo da observada um ano antes e é 13% menor que a do segundo trimestre.
O resultado financeiro ficou negativo em 159,3 milhões de reais, contra 114,6 milhões de reais positivos nos três meses anteriores.
Ele foi influenciado por ganhos cambiais de 328,1 milhões de reais, devido à valorização do real no período, mas também por perdas de 89,7 milhões de reais em despesas com juros sobre financiamentos, resultado da renegociação da dívida da empresa, finalizada em setembro.
Como a dívida antiga foi substituída por uma nova, os juros decorrentes dos contratos velhos foram integralmente pagos, aumentando as despesas.
A dívida bruta da empresa soma hoje 6,9 bilhões de reais, frente a 7,2 bilhões de reais em junho, um recuo de 4%. Aproximadamente 92% dos débitos anteriores foram renegociados, com prazo total de pagamento de 10 anos e três de carência.
A dívida líquida está em 4,6 bilhões de reais, frente a 4,5 bilhões de reais em junho. Ela representa uma alavancagem de 15,33 vezes o Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, depreciação e amortização) do terceiro trimestre, que ficou em 300,5 milhões de reais.
Os investimentos do período totalizaram 37,3 milhões de reais, quantia 25,9% menor do que a aplicada no trimestre, de 50,4 milhões de reais. O capex para todo o ano deve ficar em cerca de 250 milhões de reais.
Ajustes na crise
Durante a apresentação dos resultados, o presidente da Usiminas, Rômel de Souza, lembrou que o setor industrial enfrenta uma grave crise e disse que todos os segmentos “estão tendo que passar por redução de expectativas, correção de planos e adaptações”.
Ele reforçou que os ajustes na empresa começaram há algum tempo, com a frenagem do ritmo de produção ao nível técnico mínimo em 2014, a paralisação de fornos em 2015 e a parada da Usina de Cubatão, em São Paulo, neste ano.
O executivo disse que os efeitos desses esforços foram mais visíveis no terceiro trimestre, mas que o trabalho continua.
Ronald Seckelmann, vice-presidente financeiro, disse que a companhia ainda tem muito espaço para crescer. “Temos capacidade ociosa no laminador de Cubatão e o alto forno número 1 paralisado em Ipatinga. Ainda não estamos em voo de cruzeiro”, afirmou.
A retomada das atividades do alto forno está em análise e deve acontecer caso haja sinais claros de melhora na demanda.
Segundo ele, se nenhum reparo na estrutura for necessário, seriam gastos de 2 a 3 milhões de reais para religá-la. A retomada da produção aconteceria dentro de 90 a 120 dias.
Briga societária
Rômel de Souza voltou a comandar a Usiminas neste mês, após ordem judicial. Ele estava fora do cargo desde maio, quando foi substituído por Sergio Leite (que agora retornou à vice-presidência comercial) em decisão do conselho de administração.
A escolha de Leite foi anulada à pedido da Nippon Steel, sócia controladora da empresa, que alegava que o processo de destituição de Souza teria ferido o acordo de acionistas.
O nome de Leite era apoiado por outra companhia do bloco de controle, a Ternium.
A briga entre as duas sócias é uma das maiores já vistas no país e já se estende por mais dois anos.


Fonte: Exame

domingo, 30 de outubro de 2016

Maior pérola do mundo

Maior pérola do mundo

Fonte da imagem: Reprodução/Oddee
Essa é a maior pérola do mundo, pesando seis toneladas e medindo 1.6 metros de diâmetro. Ela foi descoberta na China e vale, aproximadamente, US$ 300 milhões – na China as pérolas são mais valorizadas do que diamantes. A pedra é formada, basicamente, de minerais fluoritas, compostos de fluoretos de cálcio.
Apesar de o material em si não ser algo raro, a magnitude da formação é que chama a atenção do público. As pessoas que poliram essa raridade levaram mais de três anos para deixá-la nesse formato arredondado perfeito. Além disso, ela é capaz de brilhar no escuro quando é exposta por tempo demais a luz.

Safira Millennium está à venda por míseros US$ 180 milhões.

Safira Millennium

Fonte da imagem: Reprodução/Oddee
A Safira Millennium, que é do tamanho aproximado de uma bola de futebol, é uma preciosidade esculpida com desenhos de figuras históricas famosas. Caso você se interesse, essa raridade está à venda por míseros US$ 180 milhões. Contudo, se você quiser comprar, é necessário colocar a peça em um local onde as pessoas possam contemplar a grandiosidade do objeto.
Essa peça valiosíssima foi esculpida pelo artista italiano Alessio Boschi, que concebeu a Safira Millennium como um tributo aos seres humanos mais geniais que já andaram entre nós. Entre as personalidades, é possível encontrar Shakespeare, Beethoven, Michelangelo, Einstein e muitos outros. A safira mede 28 centímetros e foi descoberta em Madagascar, em 1995.

Maior rio brasileiro

Maior rio brasileiro

Com 6.992,06 km de extensão, o rio Amazonas supera o Nilo, que tem
6.852,15 km


O rio Amazonas entra para o RankBrasil como o Maior rio brasileiro e do mundo em extensão e também o mais volumoso.
Maior rio brasileiro
Rio Amazonas é o maior e mais volumoso do mundo
Com 6.992,06 km, o rio recordista supera o Nilo, que tem 6.852,15 km, de acordo com medições realizadas em 2008, pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
O rio nasce no Peru, com o nome de Vilcanota, e recebe depois as denominações de Uicaiali, Urubamba e Marañón. Quando entra no Brasil, se torna Solimões, até o encontro com o rio Negro, próximo de Manaus. Desse ponto até a foz recebe o nome de Amazonas. Ele deságua no Oceano Atlântico junto ao rio Tocantins no Delta do Amazonas, no norte brasileiro.
Detentor da maior bacia hidrográfica mundial, ultrapassando os sete milhões de km², a maior parte do rio está inserida na planície sedimentar Amazônica, embora a nascente em sua totalidade é acidentada e de grande altitude. Marginalmente, a vegetação ribeirinha é, em sua maioria exuberante, predominando as florestas equatoriais da Amazônia.
O rio Amazonas lança cerca de 209 mil m³/s de água doce no Atlântico, sendo o responsável por 1/5 do volume total de água doce em todos os oceanos do mundo. Mesmo a 150km mar adentro do local onde desagua o rio Amazonas, a salinidade da água é bem mais baixa que o normal.
O número de espécies de peixes e plantas aquáticas é tão vasto que seria impossível enumerar todas. Para os aficionados ao aquarismo, trata-se da fonte que proporciona a maior quantidade de espécies de peixes que hoje em dia povoam os comércios e aquários de todo o mundo.
Nos últimos 1.500km, o rio possui um curso muito plano. Isto provoca a chamada maré oceânica, que na região amazônica é conhecida como pororoca, uma atração turística do local.

Mais extenso rio de água negra

Mais extenso rio de água negra

O recorde é do rio Negro, que em território brasileiro está localizado no estado do Amazonas


Com 1.700 km sendo 1.200 km em território brasileiro, o Mais extenso rio de água negra do mundo nasce no leste da Colômbia, com o nome de Guainia, e corre na direção nordeste e depois sul, formando fronteira entre Colômbia e Venezuela.
Mais extenso rio de água negra
Depois da junção com o canal de Cassiquiare recebe o nome de rio Negro, entra no território brasileiro no Estado do Amazonas e segue a direção geral sudeste.
O rio Negro é o maior afluente da margem esquerda do Rio Amazonas, é navegável por 720km acima de sua foz e pode chegar a ter um mínimo de 1m de água em tempo de seca. Na estação das chuvas transborda, inundando as regiões ribeirinhas em distâncias que vão de 32km até 640km.

A cor escura de suas águas, que contrasta com a limpidez do principal afluente, o Branco, e com o barrento Solimões, deve-se principalmente a sua transparência e à pequena quantidade de argilas em suspensão.

O rio é uma das grandes atrações turísticas da cidade de Manaus e um dos principais meios econômicos e de transporte para os seus habitantes.
Nas proximidades de Manaus, o rio se encontra com o Solimões, formando o ´Encontro das Águas´, onde as águas barrentas do Solimões não se misturam com as águas do Rio Negro. Depois da união dos dois rios, passam a receber o nome de Rio Amazonas, em território brasileiro.
O Rio Negro apresenta um elevado grau de acidez, com pH 3,8 a 4,9, devido à grande quantidade de ácidos orgânicos, provenientes da decomposição da vegetação. Por isso, a água apresenta uma coloração escura.
Afluentes
O rio recordista recebe grande número de afluentes. Os principais, na margem esquerda: Padauri, Demeni, Jaçari, Branco, Jauaperi e Camamanau. Na margem direita: Içana, Uaupés, Curicuriati, Caurés, Unini e Jaú.


No território da Venezuela, um pequeno afluente da margem esquerda do rio Negro, o Siapa, comunica-se com o rio Orenoco pelo canal de Cassiquiare e liga as bacias hidrográficas do Amazonas e do Orenoco.

Primeiro ponto de terra do Brasil avistado pelos portugueses

Primeiro ponto de terra do Brasil avistado pelos portugueses

Acidente geográfico foi batizado por Pedro Álvares Cabral em 1.500, com o descobrimento do país. Local fica no extremo sul da Bahia



Primeiro ponto de terra do Brasil avistado pelos portugueses
 Monte Pascoal, que entra para o RankBrasil, foi o primeiro ponto de terra do país avistado pelos navegadores portugueses, em 22 de abril de 1.500, com o descobrimento da nação brasileira.
Com 586 metros de altura, o monte está localizado em Itamaraju – BA, que na época pertencia ao município de Prado – BA. O nome de batismo foi ideia de Pedro Álvares Cabral, justamente porque o desembarque dos portugueses no Brasil ocorreu na época da Páscoa.
De um lado do Monte Pascoal é possível visualizar o mar, e do outro, a Serra do Itamaraju. A região era ocupada primeiramente pelos índios Tupinambás, e no século 16, pelos Pataxós, que atualmente são um pouco mais de dois mil na região e sobrevivem da venda de artesanato, da caça e da pesca.
O monte está inserido na área que se transformou, em 29 de novembro de 1961, no Parque Nacional do Monte Pascoal, que possui aproximadamente 22,5 mil hectares. O local abriga um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica do país, tendo como vegetação principal a Floreta Tropical Pluvial. 

O parque tem um ecossistema bastante diversificado. Na flora, são mais de 10 mil espécies de plantas, predominando árvores de grande porte, como visgueiros, jatobá e jacarandá. A fauna conta com centenas de espécies de mamíferos, aves, anfíbios e répteis, muitos ameaçados de extinção.
Para preservar a região, o parque tem sua gestão feita de forma compartilhada entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), a Fundação Nacional do Índio (Funai) e comunidades Pataxós residentes na área, que atuam como guias locais, todos capacitados.

O Parque Nacional fica há aproximadamente 156 quilômetros de Porto Seguro – BA. O acesso é feito pelo km 796 da BR 101, depois são mais 14 km de estrada até a entrada do parque, que é aberto diariamente, das 8h às 16h.

Maior meteorito encontrado no Brasil

Maior meteorito encontrado no Brasil

Com 5,36 toneladas e mais de dois metros de comprimento, corpo celeste foi localizado no ano de 1784, no sertão da Bahia, onde atualmente fica o município de Uauá



Maior meteorito encontrado no Brasil
Meteorito Bendegó está exposto no Museu Nacional do Rio de Janeiro - Imagem: divulgação
 Maior meteorito já encontrado no país, que entra para o RankBrasil em 2013, recebeu o nome de Bendegó e tem medidas impressionantes: 5,36 toneladas e mais de dois metros de comprimento.
A pedra foi localizada em 1784, pelo menino Domingos da Motta Botelho, que pastoreava o gado em uma fazenda próxima à cidade de Monte Santo, no sertão da Bahia – onde hoje fica o município de Uauá. Quando o governador baiano soube da notícia, ordenou que o meteorito fosse levado até Salvador.
Como os bois não conseguiram carregar tanto peso, o corpo celeste despencou e caiu no leito seco do Riacho Bendegó (a 180 metros do local original), ficando mais de um século abandonado, até que pesquisadores franceses identificaram a importância científica da descoberta.
A camada de oxidação e a parte perdida da porção inferior do meteorito indicaram que ele havia caído há milhares de anos. Feita de ferro, níquel e outros elementos químicos, desde 1888 a pedra se encontra noMuseu Nacional, graças ao então imperador D. Pedro II, que providenciou sua remoção para o Rio de Janeiro.


Réplicas em tamanho real
Há quatro réplicas da pedra recordista, em tamanho real. A primeira, em madeira, está no Palácio da Descoberta, em Paris, na França. A segunda, de gesso, fica no Museu do Sertão, próximo ao lugar onde o meteorito foi encontrado. Há ainda uma no Museu Geológico da Bahia, em Salvador, e outra no Museu Antares de Ciência e Tecnologia, em Feira de Santana, também na Bahia.

Maior meteorito do mundo
O Hoba é o maior meteorito encontrado na Terra (em um único fragmento) e também o maior objeto de ferro maciço de ocorrência natural conhecido pelo homem. Com mais de 60 toneladas e 2,7 metros de comprimento, foi descoberto em 1920, na Namíbia, país da África. Estima-se que o corpo celeste caiu há 80 mil anos e por seu enorme tamanho, até hoje permanece no local de origem de sua queda.

Casos recentes
Em 15 de fevereiro de 2013, coincidentemente, dois corpos celestes chamaram a atenção. Na Rússia, uma rocha de 12 metros e cerca de 10 toneladas se desintegrou em pequenas partes entre 30 e 50 quilômetros da superfície terrestre, atingindo o país. Apesar de muitos feridos, ninguém ficou em estado grave porque a pedra se dividiu em minúsculas partes.

No mesmo dia, mas sem relação, um asteroide passou pela Terra, o que havia sido previsto por cientistas. Batizado como DA14-2012, pesa 130 mil toneladas e tem 45 metros de diâmetro, o equivalente a quase metade de um campo de futebol. O corpo celeste passou a menos de 30 mil quilômetros do planeta, distância considerada pequena.
Extinção dos dinossauros
Embora não haja consenso, a hipótese mais aceita pelos cientistas atualmente é que, há cerca de 65 milhões de anos, a extinção dos dinossauros foi causada pela queda de um gigantesco asteroide (embora isto dificilmente aconteça), onde hoje é o México.

De acordo com estudos, a pedra tinha 10 quilômetros de diâmetro e teria caído sobre a superfície da Terra após um choque com outro corpo celeste, provocando a extinção da maioria das espécies que habitavam o planeta naquele período.
Diferenças entre corpos celestes
- Meteoro: corpo sólido de ferro ou rocha, que entra na atmosfera produzindo luminosidade. Não é o nome do corpo em si, mas do rasto luminoso que deixa no céu, devido à combustão causada pelo atrito com o ar.
- Meteorito: é o nome dado quando o meteoro atinge a superfície terrestre (na água ou em terra firme). Geralmente possuem massa maior, por isso não se desintegram totalmente antes de chegar à Terra. Diariamente caem no planeta toneladas de meteoritos, mas em geral, são corpos pequenos, que cabem na palma da mão e não oferecem perigo.
- Meteoroide: corpo sólido de ferro ou rocha de pequeno porte, que se movimenta em torno do Sol, mas não chega a atingir a órbita da Terra.
- Asteroide: corpo sólido de ferro ou rocha que possui massa e tamanho bem maiores que dos meteoritos, mas menores que os dos planetas. Possuem órbita definida em torno do Sol e não costumam atingir a Terra.
- Cometa: corpos celestes de tamanho pequeno, que realizam deslocamentos irregulares em torno do Sol. Basicamente, são formados por gelo e rocha e vistos como uma estrela de cauda.