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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

DIAMANTES FAMOSOS Parte II

DIAMANTES FAMOSOS Parte II




  • Olho do TigreO Olho do Tigre, 61,50 quilates – Este diamante distingue-se pela sua cor marrom - dourada que, ao refletir a luz, lembram as cores presentes nos olhos de um tigre. Descoberto no rio Vaal, perto de Kimberley – África do Sul - em 1913, seu peso bruto era de 178,50 quilates. A gema lapidada em um talhe derivado do brilhante, foi montada em jóia em forma da aigrette de um turbante, em 1934. Atualmente, faz parte de coleção privada.
  • O Banjarmasin, 40 quilates – Este diamante é um dos maiores diamantes encontrados em Bornéu. A mina onde foi encontrado pertencia ao sultão Adam de Banjarmasin e o diamante passou a fazer parte do tesouro real a partir de 1824. Após a morte do sultão, a região entrou em uma guerra civil que só terminou com a intervenção colonialista holandesa. Consequentemente, o diamante e outros tesouros reais foram confiscados e levados para Rotterdam em 1862. Atualmente, integra a coleção do Rijksmuseum, Amsterdam, Holanda.
  • DutoitspanO Dutoitspan, ou O Diamante SeisUmSeis, 616 quilates – Esta maravilhosa gema é o maior diamante conservado bruto. O Grupo De Beers optou por não lapidá-lo, para o conservar como um tesouro de história natural. Este cristal, encontrado em abril de 1974 na mina de Dutoitspan, em Kimberley - África do Sul - possui uma bela forma octaédrica. Coleção DTC.
  • O Tavernier, 56,07 quilates – Para comemorar o século XXI, a Maison Cartier revelou este diamante ao mundo. Montada em uma jóia desenhada por Micheline Kanoui, sua aparição pública causou sensação. O Tavernier é um diamante de um tipo muito raro, chamado de "camaleão", pois sua cor muda de acordo com a qualidade da luz. De um delicado marrom-amarelado à luz artificial, adquire nuances azuladas à luz solar e ainda podem-se descobrir nele tons marrom-rosados. O nome da gema é uma homenagem ao explorador e comerciante de diamantes francês Jean-Baptiste Tavernier (1605-1689). Foi na Índia que Tavernier adquiriu o famoso Diamante Azul que fez parte das jóias da Coroa da França. Roubado em 1792, reapareceu no século XIX sob o nome de Hope, montado em jóia pela Maison Cartier. Atualmente o Hope faz parte da coleção do Instituto Smithsonian em Washington, EUA.

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