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terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Empresários chineses querem formatar parceria para revender Turmalina Paraíba

Empresários chineses querem formatar parceria para revender Turmalina Paraíba


A Bolsa de Diamantes do Panamá lidera uma delegação que deve vir à Paraíba formatar parcerias com comerciantes de pedras preciosas. A informação é da vice-presidente sênior, Ali Pastorini, que destacou que empresários chineses querem se familiarizar com os minerais e atrair à Bolsa algum empresário de turmalina Paraíba. A notícia é manchete neste domingo do Jornal da Paraíba.


“Até então eles [os empresários chineses] só tinham contato com o mercado brasileiro através de Feiras na Ásia, onde alguns empresários conseguem expor seus produtos. O mercado asiático sempre admirou muito o mercado de pedras preciosas, porém priorizou, nos últimos anos, comprar e investir em ouro e diamantes. Agora eles veem as pedras preciosas (com exceção do diamante) como o setor a ser atingido”, disse Ali Pastorini, em trecho da reportagem publicada.


O jornal diz, ainda, que, para o empresário brasileiro, será interessante ter a possibilidade de conversar e apresentar seus produtos a potenciais compradores asiáticos, que querem comprar tais mercadorias através da Bolsa, que garante a qualidade e legitimidade do produto. Já há empresas brasileiras fazendo parte da Bolsa de Diamantes desde sua inauguração, em sua maioria empresas do setor de diamantes brutos e polidos, de acordo com a representante.


Ali Pastorini disse ainda que as pedras brasileiras são um grande atrativo para compradores, como joalheiros e investidores, ao redor do mundo. Para ela, a Bolsa pode, inclusive, ajudar a reduzir o comércio ilegal da Turmalina Paraíba.


“A essência de uma Bolsa de Diamantes é justamente dar segurança e tranquilidade ao comprador, e ao vendedor de comercializar dentro dela. é uma plataforma regularizada e, para ser membro, a empresa precisa ser aprovada por uma Junta Diretiva. Eu acredito que a Bolsa trará uma grande mudança para a América Latina, não apenas em questões econômicas, mas também em questões de segurança, pois a maioria entenderá que a melhor maneira de fazer negócio é de uma forma transparente e honesta”, avaliou.


A vice-presidente sênior explicou que não há como ocorrer comercialização ilegal dentro de uma Bolsa, pois esta é constantemente vigiada por toda a federação. “Se um membro comete um delito, a foto dele com nome e empresa é divulgada a outras 29 Bolsas ao redor do mundo, o que dificulta consideravelmente que ele comercialize sua mercadoria em outros continentes. Não é por acaso que empresas líderes de mercado integram a Bolsa, pois querem evitar qualquer possibilidade de negociar com empresas ou empresários de má índole”, disse.
Parlamento PB 

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