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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Irã está pronto para "dar tapa na cara" dos Estados Unidos, diz comandante

Irã está pronto para "dar tapa na cara" dos Estados Unidos, diz comandante

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017 10:15 BRT
 
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General Mohammad Pakpour, chefe das forças em solo da Guarda Revolucionária.   20/10/2009    REUTERS/Morteza Nikoubazl
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DUBAI (Reuters) - Os Estados Unidos devem esperar um "forte tapa na cara" caso subestimem as capacidades defensivas do Irã, disse nesta quarta-feira um comandante da elite da Guarda Revolucionária iraniana, à medida que Teerã concluiu exercícios militares.
Desde que assumiu a Presidência dos EUA no mês passado, Donald Trump prometeu uma postura mais dura contra o Irã, alertando o país após seu teste de míssil balístico em 29 de janeiro e afirmando que todas as opções norte-americanas estavam na mesa.
"O inimigo não deve ser confundido em suas avaliações e irá receber um forte tapa na cara caso cometa tal erro", disse o general Mohammad Pakpour, chefe das forças em solo da Guarda Revolucionária, segundo o site de notícias da guarda, Sepahnews.
Nesta quarta-feira, a Guarda Revolucionária concluiu três dias de exercícios com foguetes, artilharia, tanques e helicópteros, semanas após Trump alertar que colocou Teerã "em alerta" pelo lançamento de míssil.
"A mensagem destes exercícios... para a arrogância mundial é não fazer nada estúpido", disse Pakpour, citado pela agência de notícias semi-oficial Tasnim.
"Todos puderam ver hoje o poder que temos em solo."
A Guarda disse ter testado lançamento de "foguetes avançados" e usado drones em três dias de exercícios, realizados no centro e leste do Irã.
À medida que tensões crescem com Israel, um analista militar da Tasnim disse que o Hezbollah, aliado ao Irã, pode usar mísseis Fateh 110, fabricados pelo Irã, para atacar de dentro do Líbano um reator nuclear israelense em Dimona.
O líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, disse na quinta-feira que seu grupo, que teve um grande papel no término da ocupação israelense no Líbano, pode atacar Dimona.
(Reportagem da Redação de Dubai)

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