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quarta-feira, 8 de março de 2017

Indústria de água potável em expansão no Amazonas

Indústria de água potável em expansão no Amazonas

O segmento de extração de água potável cresce no Estado. Somente em 2016 duas empresas iniciaram o processo de captação e envase do líquido. Conforme o  Departamento Nacional de Produção Mineral no Amazonas (DNPM/AM), nos últimos dois anos o órgão emitiu duas concessões de lavras, processo que pode demorar até cinco anos para ser aprovado.
Atualmente, o departamento nacional registra seis pedidos de autorizações para a realização de pesquisas e um requerimento de lavra, processo em que a pesquisa foi concluída, mas a portaria de lavra ainda não foi expedida. Para o Sindicato da Indústria de Bebidas de Manaus, a inserção de novas empresas ao mercado representa o crescimento do setor e a geração de novas oportunidades de trabalho.
De acordo com o geólogo do DNPM, Gert Rodolfo Woeltje, a atividade de captação de água potável está em crescimento no Estado. Ele acredita que a inserção de novas empresas ao mercado é resultante da demanda crescente pelo recurso mineral. Woeltje explica que somente o DNPM pode conceder o direito minerário para a comercialização da água por meio de portaria de lavra, documento que pode levar alguns anos para ser expedido, segundo ele. O geólogo ainda informou que uma concessão de lavra pode estar relacionada a mais de uma fonte de água.
“No Estado temos seis fontes de água que passam por extração e comercialização, duas delas iniciaram os trabalhos recentemente, a Puríssima em Manacapuru e a Nossa Água em Iranduba. A empresa BMAM Comércio de Água Ltda tem autorização para extrair água em Presidente Figueiredo, mas ainda não iniciou as atividades”, informou.
Fonte: Portal Amazonia

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