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quinta-feira, 20 de abril de 2017

Ouro na Antiguidade  

Ouro na Antiguidade
 
 
 
O ouro é um dos únicos metais que pode ser encontrado na natureza em sua forma elementar, pura ou também na forma de pepitas (fragmentos de metal). É considerado um dos metais mais valiosos que existe, sendo conhecido desde a Antiguidade e um dos primeiros metais trabalhados pelo homem na fabricação de moedas.
 
O ouro em particular sempre atraiu a atenção do homem, por ser um metal raro, e principalmente carregado de simbologia - para alguns povos, o ouro era considerado um “pedaço do sol” que caiu na Terra, e, portanto, por direito divino concedido, deveria pertencer àquele com maior destaque político ou religioso de uma sociedade. Além disso, o ouro servia para gerar riquezas. Governantes e templos podiam acumular grandes tesouros, em geral na forma de vasos ou outros objetos semelhantes e também na forma de jóias (as correntes em ouro eram largamente utilizadas). Sua coloração amarela intensa e brilhante faz com que o ouro seja utilizado na fabricação de jóias e ornamentos até hoje.
 
O ouro é considerado um metal nobre, sendo o elemento químico menos reativo de toda a Tabela Periódica. Devido a essa baixa reatividade, o ouro dificilmente sofre oxidação, no entanto, é um excelente condutor de eletricidade (45,2 x 106/mΩ). Essas propriedades fazem com que o metal ouro seja ideal para ser aplicado na produção de peças eletrônicas.
 

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