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segunda-feira, 5 de junho de 2017

Cristais tabulares de enstatita

enstatita
Foto do MineralForma Cristalográfica
 
Cristais tabulares de enstatita
Direções ópticas e cristalográficas
Fórmula Química - (Mg,Fe)2Si2O6
Composição -
  40,15 % MgO, 59,85 % SiO2

Cristalografia -
Ortorrômbico
        Classe -
Bipiramidal

Propriedades Ópticas -
Biaxial positivo

Hábito -
Prismática, maciça, fibrosa ou lamelar
Clivagem - 
Boa em {110}
Dureza -
5,5

Densidade relativa -
3,2 - 3,5
Brilho -
Vítreo a nacarado
Cor -
Acinzentado, amarelado ou branco-esverdeado ao verde da oliva, e pardo.

Associação -
Pode estar associada a minerais comuns em  rochas como dunitos, piroxenitos, peridotitos, noritos, basaltos, gabros, charnockitos, enderbitos e  granulitos.
Propriedades Diagnósticas -
Extinção paralela, clivagem perfeita formando ângulo aproximadamente reto, forma prismática, e associação com minerais relativamente anidros e ou de alta temperatura. Dentro do grupo difere  principalmente pelo índice de refração (relevo) e da birrefringência, que aumenta proporcionalmente ao teor de Fe, pelo caráter ótico e ângulo 2V. 
Ocorrência -
Ocorre em rochas básicas e ultrabásicas (dunitos, piroxenitos, peridotitos, noritos, basaltos, gabros) em rochas magmáticas ácidas a intermediárias anidras (charnockitos e enderbitos) e em rochas metamórficas de altas temperaturas, de metamorfismo regional (granulitos) ou de contato (ortopiroxênio hornfels). É um dos primeiros minerais a se cristalizar na rochas magmáticas, especialmente nos magmas mais anidros, e um dos últimos a se cristalizar nas rochas metamórficas, onde apenas aparece em temperatura superiores a 700ºC. Substitui a olivina, é substituída por anfibólio, biotita, clorita, serpentina, talco e bastita.
Usos - Algumas variedades de boa coloração podem ser usadas como gema e as variedades magnesianas podem ser utilizadas na indústria de refratários

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