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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Depois da tempestade: a história de fracassos e sucessos de um empreendedor

Depois da tempestade: a história de fracassos e sucessos de um empreendedor

Conheça a história do empreendedor Omar Pucci Netto que tentou e falhou até encontrar o sucesso


SÃO PAULO – Segundo o SEBRAE, uma em cada duas empresas abertas no Brasil fecha em menos de cinco anos. O dado mostra o que muita gente já sabe: muita gente falha.
Apesar disso, ainda é quase um tabu falar sobre isso. “Ninguém gosta de subir num palco e falar dos seus fracassos”, diz Rafael Chanin, que trouxe para o Rio Grande do Sul a FailCon, um congresso para “naturalizar a falha”, criado em San Francisco. Você pode saber mais sobre “como aprender com seus erros’ na edição de fevereiro da VOCÊ S/A, que está nas bancas.



Encontrar outras pessoas que erraram e formas de superar o fracasso foi um problema sério na vida de Omar Pucci Netto, empreendedor de 35 anos. Ele trabalhou durante seis anos na Kimberly-Clark, na área de marketing. Entrou como estagiário e teve uma carreira meteórica. Aos 22 anos já era gerente de produtos. Pegou uma área pequena, que dava um prejuízo de 300 000 reais. Não só reverteu o prejuízo como multiplicou o faturamento superavitário em mil vezes.

Com uma boa ideia na cabeça e muita arrogância juvenil, ele pediu demissão aos 25 anos, durante uma reunião com o presidente, para montar seu próprio negócio: um site que vendia produtos que todo mundo precisa, mas ninguém gosta de comprar, como ração para cachorro ou fraldas. O negócio não deu certo. Omar insistiu por cinco anos até perceber que era impossível e jogar a toalha. Ele errou em muitos momentos, tentou pegar diversos atalhos equivocados mas, enfim, parece ter encontrado o caminho certo para o sucesso, sempre olhando para trás e relembrando onde errou, para não seguir os mesmos passos. Ele aprendeu muito com os próprios erros e é sobre isso que ele dá o seguinte depoimento.

Diferenças culturais
“Nos Estados Unidos, os empreendedores que quebraram três, quatro, cinco vezes são vistos como pessoas com foco, persistentes e isso é uma coisa boa. A pessoa tem uma nova ideia e consegue investidores porque errar é perdoável lá. Aqui no Brasil isso ainda é um tabu. É óbvio que só inova quem tenta e quem tenta erra, mas o mercado não tem tolerância para o erro. O erro é o começo do processo. Você erra e depois? Quem está no fundo do poço, endividado, pensando em suicídio procura de tudo. Eu procurava matérias, documentários sobre o assunto. Não há nada no Brasil sobre isso. Encontrava muito material de fora. Os mega empreendedores não têm medo de falar que erraram.”
Fonte= Você S/A

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