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quinta-feira, 20 de julho de 2017

A arte da cravação de pedras preciosas

A arte da cravação de pedras preciosas

A cravação é o processo de se fixar as pedras preciosas nas peças de modo a mantê-las seguras e valorizar o brilho e as características de cada material. Quem executa essa delicada tarefa é o cravador. Esse profissional de joalheira também faz acabamentos como texturas e desenhos em joias. A função requer muita habilidade, conhecimento sobre características e fenômenos ópticos das gemas e experiência.
As cravações dependem do tipo de lapidação das pedras preciosas e podem ter configuração redonda, oval, quadrada ou retangular.
Um dos métodos mais tradicionais é a cravação virola, no qual a gema é encaixada na moldura ou virola e fixada por meio de marteladas em suas extremidades.
No método de cravação com garras, a gema é presa à joia por meio de garras.  Na cravação inglesa, um aro de metal é utilizado para prender a pedra à joia. A gema é fixada por meio da pressão exercida pelo aro em torno da pedra. Na cravação inglesinha, faz-se um furo na joia para que a gema seja colocada e presa.
A cravação pavê é uma técnica bastante empregada na alta joalheria com o intuito de se preencher a superfície de uma joia. As gemas são dispostas uniformemente, após serem postas em furos e presas por meio de grãos de metal.
A cravação em grão é semelhante à pavê com a diferença do uso de um engaste individual. Nesse caso, uma caixa é entalhada e a gema é emoldurada com o auxílio de um instrumento chamado buril.
Na cravação carrê, as gemas permanecem em fila entre dois trilhos paralelos. A cravação bigodinho leva este nome porque quatro rasgos similares a um bigode são cortados na chapa da joia e levantados para se prender a gema.
cravação invisível, pavê e pérola
Na cravação invisível, todas as gemas aplicadas são engastadas e encaixadas sob pressão em uma malha de metal. Quando as gemas são maiores, opta-se pela cravação que permita a entrada de luz lateral na pedra. Nesse caso, são criadas galerias no metal que seguem desenhos simples ou complexos.
Como o próprio nome sugere, no método de cravação tensão, as pedras são presas à joia por meio da tensão que o metal exerce sobre as gemas.
A lapidação lisa ou cabochon demanda cravações especiais em razão da gema apresentar uma base plana. Normalmente, dispõe-se de um aro de metal que pressione o contorno da pedra. O artefato é soldado à uma base de tamanho menor que a gema, permitindo a fixação e a entrada de luz.
No caso das pérolas e outras gemas de formato esférico, a montagem é feita com fio passante ou com a inserção de pinos colados no interior na gema, conferindo o efeito concha.
Paras as gemas que apresentam lapidação gota ou “briollet”, a cravação é feita com a colocação de fios de metal em forma de pinos que são colados no furo da gema ou por meio de fios triangulares. Também recorre-se ao uso de argolas e outras técnicas, dependendo da necessidade. Gemas irregulares exigem um estudo detalhado para a escolha da cravação ideal. Uma escolha comum é a inclusão de aros, garras ou pinos.

Fonte: UOL

A Pérola e sua história como joia

A Pérola e sua história como joia

Rara, clássica, desejada, e sempre na moda. A pérola é a mais antiga das pedras preciosas.

Apenas uma em cada um milhão de ostras produz uma pérola natural. A “Rainha das Gemas”, única gema de origem animal, é também a mais antiga pedra preciosa conhecida. Ao contrário das outras pedras preciosas, a pérola é perfeita ao natural e, então, não é preciso lapidá-la ou esculpi-la para que vire uma joia.
Os registros mais antigos que mencionam as pérolas são de 2 mil A.C. O nome pérola vem dos romanos, do latim “pirla”, que é o diminutivo de pira, que significa “formato de lágrima”. Para os romanos, assim como para muitos povos ao redor do mundo, a pérola é um símbolo do amor.
Durante a Idade Média, vários países europeus proibiam o uso de pérolas por pessoas comuns, reservando-as apenas à aristocracia. Somente após a Revolução Francesa as pérolas se popularizaram e passaram a ser frequentes em noivados e casamentos de pessoas comuns.
Hoje em dia menos de 3% da produção mundial são de pérolas naturais. O biólogo sueco Carl von Linné foi o pioneiro na criação de uma pérola artificial, em 1761. Mas apenas no começo do século 20 o japonês Kokichi Mikimoto difundiu o método atual. Hoje são introduzidas sementes de diversas origens no molusco para a formação do nácar, que dá origem à pérola.
O duque Dmitri Pavlovich mudou por acaso o rumo da história das pérolas no início da década de 1920. Presenteou sua amante com uma joia de família: um colar de pérolas de seis voltas. O nome da amante: Coco Chanel. A partir disso, as pérolas ganharam a conotação de acessório fashion.
Também no século passado as pérolas ficaram famosas no colar de três voltas de Jacqueline Onassis, e também em seu par de brincos solitários.
No cinema a rainha das gemas também fez muito sucesso. Audrey Hepburn, em Bonequinha de Luxo, ficou marcada pelo figurino com um longo preto e um colar de 4 voltas de pérolas. Marilyn Monroe também desfilava com uma gargantilha que ganhou de presente do marido, Joe Di Maggio.
Joias e pedras preciosas revelam o poder de cada mulher. Descubra as pérolas nas joias Dalitz e eternize a sua história!

Fonte: Terra

O que cada pedra preciosa representa

O que cada pedra preciosa representa

Pedras preciosas são basicamente minerais cristalinos que se diferem dos outros por sua pureza, transparência e brilho. Acredita-se que cada uma dessa pedras preciosas possui um significado místico especial. Separamos o significado de algumas das mais famosas pedras.
 Diamante: É a pedra preciosa mais famosa e é vista como um símbolo de amor, união, coragem e força.
Esmeralda: Pedra conhecida por seu tom verde vibrante, é um símbolo de esperança e busca por conhecimento.
Ágata: Essa pedra é envolvida de muita tranquilidade e paz, segundo estudiosos é uma pedra que ajuda com a ansiedade.
Pérola: Foi considerada por muito tempo a rainha das pedras preciosas, simboliza saúde, força e paixão. Segundo estudiosos ela também promove tranquilidade e bom humor.
Rubi: Essa pedra tem ligação com o sucesso financeiro e afetivo, remete também a coragem e felicidade. Antigamente acreditavam que essa pedra afastava até picadas de bichos venenosos.
Opala: Com suas cores do arco íris, essa pedra representa felicidade conjugal, fidelidade e amor sincero.
Onix: Antigamente se acreditava que essa pedra trazia sucesso nas atividades políticas. Ela representa fidelidade, lealdade, boa reputação e bom humor.
Ametista: Essa pedra carrega o significado de amor profundo, felicidade, riqueza, coragem e paz interior!

Fonte: Joias  br

As pedras mais preciosas do mundo

As pedras mais preciosas do mundo

Toda mulher conhece o nome de alguma pedra preciosa, como já dizia a famosa Marylin Monroe “Diamantes sãos os melhore amigos das mulheres.” Mas a terra está recheada de pedras preciosas desconhecidas por muitos. Localizadas nos lugares mais improváveis como no fundo do oceano, entranhas de montas e riachos, existem pedras e gemas com coloração e brilhos maravilhosos, antes mesmo de serem lapidados. Selecionamos alguma das pedras mais preciosas do mundo, que muitas pessoas não conhecem.
Serendibite é uma das pedras mais preciosas do mundo, possui uma coloração esverdeada escura incrível. Existem apenas 3 exemplares lapidados em todo o mundo dessa pedra. Encontrada no Siri Lanka e Birmânia, a gema da serendibite custa em média de 4 milhões de reais por quilate.
Jadeite, recebeu o título da pedra mais cara do mundo quando em um leilão, 0,5 milímetros da pedra foi vendida por 9.3 milhões de dólares. Com seu tom esverdeado cinza, sua origem exata é desconhecida, tendo sido encontrada na Guatemala e também na Califórnia.
Diamante vermelho, é o diamante mais caro do mundo. Como o nome já diz, possui um tom vermelho arroxeado, e é encontrado principalmente na Austrália. Em média seu quilate é vendido por 2,5 milhões de dólares.
Musgrave, possui esse nome por seu primeiro exemplar ter sido encontrado na região de Musgrave na Austrália. Possui uma coloração extraordinária, podendo ser verde ou roxo vibrantes. Comparado com as outras pedras, a Musgrave é mais “barata”, seu quilate custa em média 79mil reais.

Tanzanita, a pedra da vida

Tanzanita, a pedra da vida

A gema preciosa Tanzanita recebeu esse nome em razão da sua localidade de origem, a Tanzânia, única fonte conhecida do mineral. Descoberta em 1967 próximo ao monte Kilimanjaro, no momento as minas desse pedra preciosa estão praticamente esgotadas. A gema foi encontrada por pastores de gado que cuidavam da criação das colinas dos Montes Meralani.
Trata-se de uma gema translúcida com cristais azuis, uma variedade azul ou violeta do mineral zoisite. Também pode ocorrer em uma só cor, variando entre transparente, vermelho, amarelo, verde ou azul. A Tanzanita é a pedra do mês de dezembro. Essa gema preciosa é tão rara quanto os diamantes. É bastante valorizada em joalheria e seu preço se equipara ao das safiras.
Dada sua raridade, é pouco comum no mercado, despertando o interesse de aficionados e de colecionadores. Pode ser confundida com um topázio, mas seu brilho é inferior, assim como sua dureza: entre 6,5 e 7,5 na escala de Mohs.
Segundo os gemoterapeutas, a pedra permite entrar em paz consigo mesmo e ajuda a eliminar sintomas como ansiedade, obsessão e depressão. Fortalece a capacidade perceptiva, a memória e a intuição. Conecta a pessoa com seu centro, trazendo liberdade de comunicação e de expressão.
A Tanzanita protege aos médiuns e apresenta grande capacidade energética revitalizadora. É usada como amuleto protetor de ciúmes e inveja, pois transforma as energias negativas em positivas. Na antiga Grécia, essa pedra preciosa era presenteada aos sofredores, para que fossem aliviadas suas preocupações e problemas. Ajuda a eliminar problemas de garganta, enfermidades dos brônquios, alergias e estimula a fertilidade.
A joalheria Tiffany & Co foi uma das primeiras a utilizar a gema em coleções de joias, tornando-a conhecida do público. Foram descobertos vestígios de tanzanita no Quênia, mas a extração precária prejudica a exploração comercial do mineral.
A maior tanzanita já lapidada pesa 737, 81 quilates. Uma das mais famosas gemas dessa espécie chama-se “Rainha do Kilimanjaro” com 242 quilates. A gema foi incorporada em uma tiara e combinada com quase 1 mil diamantes em corte brilhante. A joia faz parte da coleção particular de Michael Scott, CEO da Apple.
A cultura africana considera a tanzanita com um presente de Deus. Tida como pedra da vida, é comum ser dada de presente a recém-nascidos.

Fonte- Joias br

As gemas usadas na fabricação de joias

As gemas usadas na fabricação de joias

As gemas usadas na fabricação de joias apresentam características como cor, brilho, raridade e dureza. As pedras preciosas frágeis ou de dureza baixa, ainda que belas, não podem ser aproveitadas para esse fim. Ao adquirir uma joia, é importante saber o significado das diversas denominações atribuídas às gemas.
Em joalheria, gemas naturais são as pedras formadas inteiramente pela natureza, sem interferência do homem. As gemas naturais podem ser orgânicas: têm origem vegetal ou animal (coral, âmbar e pérola) ou inorgânicas: surgem a partir de rochas ou minerais (esmeralda, ametista, safira, diamante).
As gemas sintéticas não são uma imitação das gemas naturais. Elas mantêm as mesmas propriedades físico-químicas e estrutura cristalina, no entanto são materiais cristalizados fabricados pelo homem a partir de diferentes técnicas.
Isso explica porque é tão difícil diferenciar o rubi ou o lápis-lazúli natural daqueles produzidos em laboratório. Há pedras preciosas que ainda não podem ser sintetizadas como água-marinha, turmalina e granada.
O processo de produção de uma gema sintética pode demorar de seis a doze meses, por isso, chegam a valer tanto quanto as gemas naturais.

Tratamentos de laboratório
As gemas artificiais são produtos criados e fabricados pelo homem, não havendo um produto correspondente na natureza. Um exemplo é a zircônia cúbica.
As gemas compostas são formadas por duas ou mais partes unidas normalmente pelo método de cimentação. Seus componentes podem ser gemas naturais, sintéticas, artificiais e vidro.
As gemas revestidas recebem uma fina camada em sua superfície de elementos iguais ou não à sua composição química podendo ser coloridos ou não. A cristalização é um dos métodos empregados para a junção das pedras.
As gemas reconstituídas são produzidas em laboratório mediante fusão parcial ou aglomeração de fragmentos de gemas.
As gemas simulantes são gemas (naturais, artificiais ou sintéticas) que simulam gemas naturais de maior valor ou mais conhecidas. Simulam o diamante, o zircão, o berilo e a safira incolor e a zircônia cúbica. O espinélio vermelho é simulante do rubi e a turmalina verde simula a esmeralda.
A gema tratada é aquela em que a cor ou outra propriedade foi modificada para acrescentar mais valor.
A gema realçada é aquela que teve uma de suas propriedades, geralmente a cor, melhorada artificialmente.
A pérola cultivada é uma gema de origem orgânica produzida pela natureza com intervenção parcial do homem.
O termo brilhante, sem qualquer descrição adicional do material, deve ser somente aplicado para diamantes redondos, em lapidação brilhante.
As imitações são produtos que imitam gemas naturais ou sintéticas. Esses produtos de fantasia são fabricados no intuito de reproduzir o efeito óptico, a cor e/ou a aparência das gemas naturais ou sintéticas, sem possuir suas propriedades físicas, químicas ou sua estrutura cristalina.

Joias br

O encanto das esmeraldas

O encanto das esmeraldas

As primeiras esmeraldas foram descobertas há cerca de 5 mil anos, no Egito. A pedra verde é considerada a quinta gema mais valiosa do mundo – perde apenas para o diamante, o rubi, a alexandrita e a safira.
Para se chegar a um veio de esmeraldas, é preciso cavar verticalmente fendas no solo rochoso com até 500 metros de profundidade. A gema é um composto de berílio, alumínio e silício. Esmeralda vem do grego smaragdus, derivado do sânscrito marakta. A cor verde da pedra preciosa deve-se aos elementos crômio e ao vanádio. A dureza varia de 7.5 a 8.0 na escalda de mols de dureza.
A cor de uma esmeralda varia do verde claro ao verde intenso, com tonalidades azuladas ou amareladas. A qualidade da gema depende da cor, do grau de transparência e da presença de inclusões. Quanto mais intensa a tonalidade, mais valiosa. Esmeraldas de boa cor e tamanho são raras e caras.
As esmeraldas se formam em rochas associadas ao metamorfismo hidrotermal. Cristalizam-se a partir de fluidos quentes, ricos em elementos químicos que atravessam fissuras e fendas de rochas. Ao se precipitarem, os fluidos geram os filões. Canga é o nome atribuído à mistura de esmeralda bruta com rocha. As inclusões presentes nas esmeraldas, permitem, em muitos casos, determinar sua origem geográfica.
Em decorrência de seu valor e beleza, a esmeralda é sintetizada há algum tempo. A produção teve início nos anos 1940, nos Estados Unidos e hoje também é realizada pela Alemanha.
Brasil, Colômbia e África do Sul são os maiores produtores do mundo de esmeraldas. No Brasil, uma das principais áreas de extração de esmeraldas localiza-se na Serra da Carnaíba, na Bahia, onde o mineral foi descoberto em 1963. Minas Gerais e Goiás também apresentam reservas dessa gema preciosa.
Em 2001, foi descoberta a Esmeralda Bahia, uma pedra bruta pesando 400 quilos com valor estimado em US$ 1 bilhão. A maioria das pedras encontradas no Brasil são compradas por comerciantes indianos que as repassam para o mercado árabe onde são usadas para a decoração de casas e mesquitas.
Na antiguidade, a esmeralda simbolizava a imortalidade. Esta era a gema favorita de Cleópatra. A rainha a usava como adorno, amuleto e antídoto. A maioria das esmeraldas usadas em joias históricas teria saído das minas do Egito. A atividade mineradora nessa região ocorre desde 2000 anos a.C.
A lapidação da esmeralda exige habilidades especiais em razão de sua fragilidade e facilidade de fratura. O corte retangular de pedras preciosas é conhecido como lapidação esmeralda. O talhe esmeralda depende do tamanho e do formato da pedra bruta.
Uma pedra de boa qualidade é facetada e a de qualidade inferior é talhada em cabuchão. A esmeralda conserva-se durante séculos nas profundezas dos oceanos. Sua duração é ilimitada podendo ser um patrimônio desfrutado por várias gerações.
As esmeraldas podem ser usadas em todos os tipos de joias, como anéis, braceletes, colares, brincos e broches. Uma boa combinação são as joias feitas com esmeraldas e as pedras opala, água marinha e diamantes. Joias mais antigas apresentam esmeraldas em tamanhos maiores e menos trabalhados. Após talhada, uma gema de esmeralda de 20 quilates chega a valer US$ 600 mil.
Com cerca de 3 mil peças, o museu privado Alberto Sepúlveda, em Bogotá, é o primeiro dedicado à esmeralda.
Fonte: Joias br

Alexandrita, a gema entre a esmeralda e o rubi

Alexandrita, a gema entre a esmeralda e o rubi

A gema Alexandrita é uma variedade de crisoberilo transparente semelhante à cor da esmeralda. A cor é atribuída à presença de cromo e ferro. Alexandrita é considerada uma pedra de transição entre a esmeralda e o rubi. A gema varia de coloração: azul, vermelha, roxa, verde, amarela e incolor, dependendo da intensidade e do tipo de iluminação, natural ou artificial. A pedra preciosa costuma ser lapidada em pera.
É produzida sinteticamente desde 1970. Adicionando-se 3% de óxido de vanádio a espinélio sintético tem-se a versão sintética da gema que é chamada de Alexandrina, Alexandrita sintética ou simplesmente alexandrina. Difere da alexandrita natural porque mostra a cor azul, em luz natural e a cor vermelha em luz incandescente e não verde e vermelha. Os principais produtores de alexandrita são Sri Lanka, Zimbábue, Tanzânia, Madagascar, Índia e Brasil, nos estados de Minas Gerais, Goiás e Bahia.
A maior alexandrita lapidada tem 65 ct e encontra-se na Smithsonian Insitituon em Washington, nos Estados Unidos. Foi achada no Sri Lanka. A maior gema bruta já encontrada é de origem brasileira. Foi encontrada na Bahia e pertence à coleção do Museu Amsterdam Sauer de Pedras Preciosas, localizado no Rio de Janeiro.
O nome alexandrita é uma homenagem a Alexandre II, czar da Rússia, por ter sido descoberta no dia do aniversário do monarca em 1830. Atribui-se à alexandrita as propriedades: doadora de força, coragem e renovação de ideias. A Alexandria também simboliza as bodas de 26 anos de casamento.

Fonte: Joias br

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Alternativa externa- gemas de cor

Alternativa externa

Vendas para outros países tornam-se mais uma forma para a ampliação dos negócios das empresas brasileiras em tempos de crise1
FotoliaEm época de crise econômica interna, explorar os mercados de outros países é sempre uma alternativa bem-vinda para que os negócios das empresas não sejam tão atingidos enquanto as vendas por aqui permanecerem em baixa. Embora, segundo dados da área de negócios internacionais da Fiemg, as vendas externas de Minas Gerais tenham apresentado redução nos 3 primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2015, principalmente por causa da queda nos preços do minério e do café, que impactam nos negócios externos do estado, a esperança é de que haja reação a partir dos segundo semestre de 2016. “A expectativa é de que as exportações comecem a reagir no segundo semestre, com aumento das vendas de produtos industrializados e semimanufaturados. A melhoria do câmbio e a estabilização das principais economias podem atuar nesta recuperação”, prevê Alexandre Brito, consultor de negócios internacionais da Fiemg. Os principais mercados de destino dos produtos mineiros são China, Estados Unidos, Argentina e Países Baixos.
Apesar de o estado ter longa lista de produtos vendidos para outros países, a pauta de exportação de Minas é composta, principalmente, por minério de ferro, alimentos (café, carne, açúcar), metalúrgicos (aço), material de transporte e pedras. Consolidada no mercado interno, a Forno de Minas aproveita o câmbio favorável e já vende 5% de toda a sua produção para outros países, principalmente Estados Unidos. No atual contexto das vendas internas, as externas tornam-se ainda mais importantes para os negócios da companhia. A ideia da empresa é fazer com que os brasileiros que vivem nos Estados Unidos matem a saudade de casa comendo cada vez mais pão de queijo, e também conquistar o paladar dos estadunidenses. Para conseguir isso, a empresa abriu uma subsidiária no fim de 2014 para começar a trabalhar o consumo entre os norte-americanos, já que os brasileiros que vivem lá são grandes consumidores do pão de queijo mineiro.
Divulgação
“A meta das vendas externas, que deverá ser atingida até 2020, é de fazer com que elas representem 20% do faturamento”, antecipa a gerente de Comércio Exterior da Forno de Minas, Gabriela Ciola. Segundo ela, a estratégia é desenvolver os mercados onde a empresa já vem atuando, utilizando estratégias para entrar no food service ou trabalhar no varejo, por meio das ações de trading marketing e mídia social. Os Estados Unidos representam 60% das vendas externas da Forno de Minas. A empresa já está com 1,2 mil pontos de venda na terra do tio Sam e pretende chegar a 10 mil até o início de 2017. Além desse desenvolvimento de mercado, a outra estratégia é abrir novas possibilidades para o pão de queijo mineiro em outros países.
As exportações da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) aumentaram 40% em 2015 em relação ao ano anterior. Foram vendidos 60,5 mil veículos para outros países. Segundo a empresa italiana, com a desvalorização cambial, o produto nacional voltou a ser competitivo e isso possibilitou à FCA voltar a exportar a partir do Brasil. Um dos países que compraram carros brasileiros foi o México. Mas a FCA também vende seus veículos para a Argentina e outros países da América Latina. Este ano, os principais modelos exportados são Palio, Siena e Fiorino. De acordo com a assessoria de imprensa da FCA, embora exportar seja uma das saídas para as empresas em momentos de crise no Brasil, essas ações não acontecem de uma hora para a outra. 
Leo Lara
A estratégia somente se torna viável se o país e a indústria automotiva estiverem preparados para isso, sendo que são necessários acordos de comércio com diversos países e investimentos na eficiência, excelência e qualidade de toda a cadeia produtiva nacional. Diante disso, a ampliação das exportações a partir do Brasil é parte da estratégia de longo prazo da FCA na América Latina, e não apenas uma saída emergencial para a crise. A empresa considera que o Brasil já foi um grande exportador e pode voltar a ser importante no comércio global, já que as dimensões de sua indústria automotiva conferem-lhe vocação exportadora. Além disso, a FCA enxerga muitas oportunidades não somente na América Latina, mas em todo o mundo, que podem ser aproveitadas pela indústria automotiva nacional.
Fotolia
Ele conta que o mercado internacional já foi o maior faturamento da Manoel Bernardes e, apesar de ter perdido espaço para as lojas de varejo, ainda continua significativamente importante, representando 30%. Graças a essa atuação no mercado internacional, a Manoel Bernardes tornou-se uma das empresas mais conhecidas lá fora quando se trata de gemas de cor. Para deixar mais eficaz sua atuação externa, a empresa fez joint ventures nos Estados Unidos, Índia, Tailândia, China com empresas que importam seus produtos já lapidados, com as gemas de acordo com as necessidades desses clientes principais. As exportações são tão importantes na Manoel Bernardes que foi criada uma unidade de negócios voltada para o mercado externo, com diretrizes e orçamento próprios. A Manoel Bernardes já nasceu uma empresa exportadora. Desde os anos 60 a joalheria vende gemas de cor brasileiras para outros países. Tanto que, em 1970, sua nova sede, no centro de Belo Horizonte, tinha como meta canalizar a produção brasileira de gemas para o exterior. “Meu pai encontrava compradores estrangeiros para cada tipo de mercadoria, sendo que os principais mercados daquela época eram os Estados Unidos (maior consumidor mundial de gemas), o Japão (que vivia o milagre japonês, com financiamentos muito baratos para a compra de joias, o que provocou boom de compradores no Brasil) e a Alemanha, que sempre teve tradição de trabalhar com gemas de cor”, relembra o diretor de comunicação e desenvolvimento de produtos da empresa, Manoel Bernardes. 
FotoliaAlém das gemas de cor, em 2000 a Manoel Bernardes também passou a exportar joias com gemas brasileiras para a Rússia, países do Oriente Médio e Estados Unidos. Embora ainda seja em pequena quantidade, essas exportações são de produtos com design brasileiro contemporâneo, que valoriza as matérias-primas locais. Como todos os segmentos, o de gemas também está sujeito à conjuntura internacional e é suscetível a regulamentações e normas internacionais. Devido a mudanças de normas e à crise nos Estados Unidos, que contaminou a Europa, em 2008, o mercado internacional reduziu significativamente até 2010. “Desde 2011 estamos sentindo recuperação sustentável, mas paulatina, desses mercados. Em 2012 a China assumiu protagonismo importante, passando a ser o destino número 1 no mundo, de gema de cor. Mas, desde o ano passado, o país também apresentou sensível redução no consumo, em virtude da queda de sua economia e da regulamentação interna, que proíbe presentes com joias”, analisa Manoel Bernardes.Alberto Wu
Do alto de sua experiência de atuação em outros países, o empresário diz que o mundo é extremamente complexo, mas que existe a alternância nos mercados. “Com a dificuldade interna, a área internacional assume importância maior. Os ciclos nem sempre são concomitantes em todos os países.” O empresário prevê que a proporção da importância do mercado externo aumentará no faturamento da Manoel Bernardes, mas isso vai depender da questão chinesa, que se tornou cliente incontornável, muito importante para a empresa, mas que está com um pouco de dificuldade para se levantar.
Manoel Bernardes diz que os exportadores ficam sujeitos às ações locais dos clientes e parceiros de outros países. Por ser considerado uma província mineralógica, o Brasil sempre foi muito importante na produção de gemas, sendo que Minas Gerais é responsável por 50% da produção de gemas de cor nacional e por 70% das exportações. “Nossos lapidadores são considerados os melhores do mundo”, afirma. Segundo ele, 90% das exportações da Manoel Bernardes vão para os Estados Unidos e que a gema de maior interesse mundial, no momento, é a turmalina paraíba, descoberta há menos de 20 anos, em São José da Batalha (PB). Os exportadores brasileiros agradecem a preferência internacional. 
Em época de crise econômica interna, explorar os mercados de outros países é sempre uma alternativa bem-vinda para que os negócios das empresas não sejam tão atingidos enquanto as vendas por aqui permanecerem em baixa. Embora, segundo dados da área de negócios internacionais da Fiemg, as vendas externas de Minas Gerais tenham apresentado redução nos 3 primeiros meses deste ano em comparação com o mesmo período de 2015, principalmente por causa da queda nos preços do minério e do café, que impactam nos negócios externos do estado, a esperança é de que haja reação a partir dos segundo semestre de 2016. “A expectativa é de que as exportações comecem a reagir no segundo semestre, com aumento das vendas de produtos industrializados e semimanufaturados. A melhoria do câmbio e a estabilização das principais economias podem atuar nesta recuperação”, prevê Alexandre Brito, consultor de negócios internacionais da Fiemg. Os principais mercados de destino dos produtos mineiros são China, Estados Unidos, Argentina e Países Baixos.Apesar de o estado ter longa lista de produtos vendidos para outros países, a pauta de exportação de Minas é composta, principalmente, por minério de ferro, alimentos (café, carne, açúcar), metalúrgicos (aço), material de transporte e pedras. Consolidada no mercado interno, a Forno de Minas aproveita o câmbio favorável e já vende 5% de toda a sua produção para outros países, principalmente Estados Unidos. No atual contexto das vendas internas, as externas tornam-se ainda mais importantes para os negócios da companhia. A ideia da empresa é fazer com que os brasileiros que vivem nos Estados Unidos matem a saudade de casa comendo cada vez mais pão de queijo, e também conquistar o paladar dos estadunidenses. Para conseguir isso, a empresa abriu uma subsidiária no fim de 2014 para começar a trabalhar o consumo entre os norte-americanos, já que os brasileiros que vivem lá são grandes consumidores do pão de queijo mineiro.“A meta das vendas externas, que deverá ser atingida até 2020, é de fazer com que elas representem 20% do faturamento”, antecipa a gerente de Comércio Exterior da Forno de Minas, Gabriela Ciola. Segundo ela, a estratégia é desenvolver os mercados onde a empresa já vem atuando, utilizando estratégias para entrar no food service ou trabalhar no varejo, por meio das ações de trading marketing e mídia social. Os Estados Unidos representam 60% das vendas externas da Forno de Minas. A empresa já está com 1,2 mil pontos de venda na terra do tio Sam e pretende chegar a 10 mil até o início de 2017. Além desse desenvolvimento de mercado, a outra estratégia é abrir novas possibilidades para o pão de queijo mineiro em outros países.As exportações da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) aumentaram 40% em 2015 em relação ao ano anterior. Foram vendidos 60,5 mil veículos para outros países. Segundo a empresa italiana, com a desvalorização cambial, o produto nacional voltou a ser competitivo e isso possibilitou à FCA voltar a exportar a partir do Brasil. Um dos países que compraram carros brasileiros foi o México. Mas a FCA também vende seus veículos para a Argentina e outros países da América Latina. Este ano, os principais modelos exportados são Palio, Siena e Fiorino. De acordo com a assessoria de imprensa da FCA, embora exportar seja uma das saídas para as empresas em momentos de crise no Brasil, essas ações não acontecem de uma hora para a outra. A estratégia somente se torna viável se o país e a indústria automotiva estiverem preparados para isso, sendo que são necessários acordos de comércio com diversos países e investimentos na eficiência, excelência e qualidade de toda a cadeia produtiva nacional. Diante disso, a ampliação das exportações a partir do Brasil é parte da estratégia de longo prazo da FCA na América Latina, e não apenas uma saída emergencial para a crise. A empresa considera que o Brasil já foi um grande exportador e pode voltar a ser importante no comércio global, já que as dimensões de sua indústria automotiva conferem-lhe vocação exportadora. Além disso, a FCA enxerga muitas oportunidades não somente na América Latina, mas em todo o mundo, que podem ser aproveitadas pela indústria automotiva nacional.A Manoel Bernardes já nasceu uma empresa exportadora. Desde os anos 60 a joalheria vende gemas de cor brasileiras para outros países. Tanto que, em 1970, sua nova sede, no centro de Belo Horizonte, tinha como meta canalizar a produção brasileira de gemas para o exterior. “Meu pai encontrava compradores estrangeiros para cada tipo de mercadoria, sendo que os principais mercados daquela época eram os Estados Unidos (maior consumidor mundial de gemas), o Japão (que vivia o milagre japonês, com financiamentos muito baratos para a compra de joias, o que provocou boom de compradores no Brasil) e a Alemanha, que sempre teve tradição de trabalhar com gemas de cor”, relembra o diretor de comunicação e desenvolvimento de produtos da empresa, Manoel Bernardes. Ele conta que o mercado internacional já foi o maior faturamento da Manoel Bernardes e, apesar de ter perdido espaço para as lojas de varejo, ainda continua significativamente importante, representando 30%. Graças a essa atuação no mercado internacional, a Manoel Bernardes tornou-se uma das empresas mais conhecidas lá fora quando se trata de gemas de cor. Para deixar mais eficaz sua atuação externa, a empresa fez joint ventures nos Estados Unidos, Índia, Tailândia, China com empresas que importam seus produtos já lapidados, com as gemas de acordo com as necessidades desses clientes principais. As exportações são tão importantes na Manoel Bernardes que foi criada uma unidade de negócios voltada para o mercado externo, com diretrizes e orçamento próprios. Além das gemas de cor, em 2000 a Manoel Bernardes também passou a exportar joias com gemas brasileiras para a Rússia, países do Oriente Médio e Estados Unidos. Embora ainda seja em pequena quantidade, essas exportações são de produtos com design brasileiro contemporâneo, que valoriza as matérias-primas locais. Como todos os segmentos, o de gemas também está sujeito à conjuntura internacional e é suscetível a regulamentações e normas internacionais. Devido a mudanças de normas e à crise nos Estados Unidos, que contaminou a Europa, em 2008, o mercado internacional reduziu significativamente até 2010. “Desde 2011 estamos sentindo recuperação sustentável, mas paulatina, desses mercados. Em 2012 a China assumiu protagonismo importante, passando a ser o destino número 1 no mundo, de gema de cor. Mas, desde o ano passado, o país também apresentou sensível redução no consumo, em virtude da queda de sua economia e da regulamentação interna, que proíbe presentes com joias”, analisa Manoel Bernardes.Do alto de sua experiência de atuação em outros países, o empresário diz que o mundo é extremamente complexo, mas que existe a alternância nos mercados. “Com a dificuldade interna, a área internacional assume importância maior. Os ciclos nem sempre são concomitantes em todos os países.” O empresário prevê que a proporção da importância do mercado externo aumentará no faturamento da Manoel Bernardes, mas isso vai depender da questão chinesa, que se tornou cliente incontornável, muito importante para a empresa, mas que está com um pouco de dificuldade para se levantar. Manoel Bernardes diz que os exportadores ficam sujeitos às ações locais dos clientes e parceiros de outros países. Por ser considerado uma província mineralógica, o Brasil sempre foi muito importante na produção de gemas, sendo que Minas Gerais é responsável por 50% da produção de gemas de cor nacional e por 70% das exportações. “Nossos lapidadores são considerados os melhores do mundo”, afirma. Segundo ele, 90% das exportações da Manoel Bernardes vão para os Estados Unidos e que a gema de maior interesse mundial, no momento, é a turmalina paraíba, descoberta há menos de 20 anos, em São José da Batalha (PB). Os exportadores brasileiros agradecem a preferência internacional. 

terça-feira, 18 de julho de 2017

MARCOS SZUECS E DRUZA DE AMETISTA GIGANTE

MARCOS SZUECS E DRUZA DE AMETISTA GIGANTE

Valor do diamante Vs. Valor da alexandrita

Valor do diamante Vs. Valor da alexandrita

CPRM/DNPM
Valor do diamante Vs. Valor da alexandrita
Alexandrita é mais rara que o diamante (diamond image by sumos from Fotolia.com)
Diamante e alexandrita são duas das pedras preciosas mais raras na Terra. Um diamante é criado devido a pressão e temperatura extremas aplicadas ao carvão no subterrâneo profundo. A alexandrita, que for nomeada em homenagem ao czar russo Alexander II em abril de 1834 quando foi descoberta em minas de esmeralda na região dos montes Urais, é ainda mais rara devido à combinação incomum de minerais que a forma. Tais minerais incluem titânio, ferro e crômio, que dão à alexandrita a qualidade rara de mudar de cor de acordo com a iluminação, indo do verde ao roxo.

Pedras naturais versus pedras sintéticas

A tecnoliga tornou possível que joalheiros criassem versões sintéticas tanto do diamante quanto da alexandrita, mas o verdadeiro valor está nas pedras naturais. A alexandrita natural é muito rara, e portanto extremamente valiosa. Até 1987, a única fonte de alexandrita estava na Rússia, até novos depósitos serem descobertos no Brasil.
Diamantes são muito mais predominantes, e a Botswana, a Rússia e o Canadá são responsáveis por mais de 18,000,000 quilates cada por ano.

Clareza

A clareza descreve a ausência ou presença de defeitos numa pedra, que são chamadas de inclusões. Inclusões são causadas por vários motivos, como um cristal na pedra, ou linhas que podem ser granuladas ou macias. Diamantes e alexandritas são avaliadas quase na mesma escala. Os diamantes mais caros podem ser denominanos perfeitos. São criados a partir de um mineral, o carbono. Se tiverem inclusões, significa que possuem algum grau de defeitos.
Como gemas coloridas sempre são uma combinação de mais de um elemento, defeitos estarão presentes. Existem escalas para avaliar essas imperfeições e como elas atingirão o valor das pedras. A que mais tiver defeitos ainda é valiosa, principalmente se for uma alexandrita.

Corte

O corte costumava ser o formato da pedra, mas joalheiros hoje avaliam as proporções em geral e como o corte realça o seu brilho. As pedras podem ser cortadas em uma variedade de tamanhos, mas seu valor será maior quanto mais facetas tiverem. O corte é aproximadamente 30% do valor de uma pedra, então o prejuízo de um corte ruim pode acabar saindo caro.
O formato de uma pedra pode ser qualquer coisa desde um corte em forma de quadrado, pêra ou coração, dependendo de sua natureza e das facetas que a pessoa que a cortar estiver tentando exibir com seu trabalho. Quanto mais complexo for o corte de um diamante ou uma alexandrita, mais caro será.

Quilates

Quilate é um termo utilizado para expressar o peso de um diamante, sendo que um quilate equivale a 200 miligramas de peso em si - aproximadamente o mesmo peso de um clip de papel pequeno. Qualquer alexandrita acima de um quilate é extremamente rara e será muito mais valiosa que um diamante do mesmo tamanho.

Cor

Diamantes verdes são raros se comparados à pedras sem cor ou diamantes em outras cores. Eles são comparáveis em termos de beleza, mas não possuem a propriedade da alexandrita de mudar de cor dependendo da iluminação. Diamantes roxos também são caros, embora também não mudem de cor.
A alexandrita é avaliada de acordo com as condições de ambas as suas cores. Ao se discutir sua cor principal em luz natural, o verde, matiz e saturação são analisadas. Esses termos se referem a quão verde ela será, tanto com traços de amarelo ou azul, e quão profunda a coloração da pedra parece ser, de verde quase transparente ao tom mais profundo. A mesma avaliação será utilizada para a sua cor secundária, que pode variar de um cinza lavanda para vermelho ou até mesmo marrom, tendo o roxo como a dor mais desejável. A saturação pode variar do roxo pálido ao violeta profundo.
Fonte: DNPM

Diamante bruto do tamanho de bola de tênis é muito grande para ser vendido

Diamante bruto do tamanho de bola de tênis é muito grande para ser vendido


No misterioso mundo da mineração de diamantes, algumas pedras parecem ser muito grandes para serem vendidas. A Lucara Diamond Corp, do Canadá, terá que cortar seu diamante bruto do tamanho de uma bola de tênis para encontrar um comprador, dizem pessoas da indústria, após um fracassado leilão da Sotheby’s para a maior pedra bruta do mundo no verão passado no hemisfério norte.
Não é o final que William Lamb queria para sua pedra de 1.109 quilates chamada “Lesedi La Rona”, ou “nossa luz”, em uma das línguas oficiais de Botsuana, onde foi obtida. ”É apenas a segunda pedra recuperada na história da humanidade com mais de mil quilates. Por que você iria querer polir isso?”, disse o presidente-executivo da Lucara. ”A pedra em forma bruta contém um potencial incontável… Assim que você polir em uma solução, todo o resto se foi.”
Lamb tinha apostado que os colecionadores ultra-ricos, que compram e vendem obras de arte preciosas por somas recordes em leilões fariam o mesmo com o diamante bruto. A aposta sem precedentes falhou. A licitação para a pedra de 2,5 a 3 bilhões de anos ficou parada em 61 milhões de dólares -abaixo da reserva de 70 milhões de dólares. ”Quando é um diamante muito grande? Penso que descobrimos que, quando você ultrapassa mil quilates, é muito grande – certamente do ponto de vista de analisar as pedras com a tecnologia disponível”, disse o analista de mineração da Panmure Gordon, Kieron Hodgson.
“No final do dia, se trata de entender o que a pedra pode produzir. E a indústria agora não trabalha com dificuldades tanto quanto costumava fazer 20, 30 anos atrás”.
Fonte: Reuters
 

Pará vai abrigar maior parque de cavernas em rochas ferríferas do mundo

Pará vai abrigar maior parque de cavernas em rochas ferríferas do mundo


Imagina uma área verde equivalente a 80 mil campos de futebol, com registros arqueológicos das primeiras ocupações humanas na Amazônia, repleta de cavernas, lagoas, fauna e flora que só existem em regiões ferríferas. Assim é o Parque Nacional dos Campos Ferruginosos, mais novo atrativo das belezas naturais do Pará. O local será o maior parque de cavernas em rochas ferríferas (com presença de minério de ferro) do mundo. São 377 cavidades, que abrigam espécies raras da região.
A iniciativa, fruto de parceria entre o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Vale, atende a uma das condições específicas de validade da licença concedida pelo Ibama à mineradora para operação do Complexo S11D Eliezer Batista, em Canaã dos Carajás.
Com a criação do parque, uma área de 80 mil hectares passa a ser protegida de forma integral. As atividades de educação ambiental, lazer, pesquisa científica e turismo ecológico serão realizadas somente sob a coordenação do ICMBio no local. O decreto de criação do Parque foi assinado pelo Governo Federal, no dia 5 de junho.
Os campos ferruginosos vão se unir a uma área de mais de 1,2 milhão de hectares de Floresta Amazônica – dez vezes o tamanho de Belém –  que a Vale ajuda a proteger no Pará, desde 1985, quando iniciou as operações no estado. Historicamente, o sudeste do Pará é uma área de paisagem bastante modificada por atividades como a agropecuária e, portanto, possui poucos remanescentes florestais. Imagens de satélite demonstram que praticamente as únicas áreas de floresta amazônica ainda preservadas na região estão localizadas em um conjunto de unidades de conservação de Carajás mantido pelo ICMBio com o apoio da mineração, por meio da Vale.
Fonte: Vale

Doze empresas estão interessadas na indústria do lítio no Chile

Doze empresas estão interessadas na indústria do lítio no Chile


Doze empresas chilenas e internacionais participaram da licitação aberta pelo governo do Chile para industrializar o lítio, um mineral usado em tecnologias modernas como carros elétricos, anunciaram autoridades locais nesta segunda-feira (10). Nessa primeira etapa, as doze empresas procedentes da China (4), Chile (3), Bélgica, Coreia do Sul, Canadá, Rússia e Estados Unidos apresentaram uma “carta de manifestação de interesse” sobre o tipo de produtos que querem produzir no Chile.
A estatal Corporação de Fomento da Produção (Corfo), proprietária do salar do Atacama, que conta com as maiores reservas de lítio do mundo, e a agência InvestChile têm 30 dias para selecionar até seis empresas para a próxima fase. As finalistas terão entre 90 e 120 dias para entregar as propostas finais. O processo termina em janeiro de 2019. Uma das condições estabelecidas pelo Chile é que a empresa finalista venda no mercado nacional até 25% do lítio extraído para desenvolver uma indústria com valor agregado no país.
Fonte: Isto É Dinheiro

Rio Tinto reduz projeção de embarques de minério de ferro em 2017

Rio Tinto reduz projeção de embarques de minério de ferro em 2017


 A mineradora Rio Tinto reduziu nesta terça-feira sua projeção para embarques de minério de ferro no ano calendário de 2017 em até 10 milhões de toneladas, citando clima desfavorável e trabalhos em andamento para modernizar suas linhas ferroviárias. Os embarques de minério de ferro da companhia foram estimados em 330 milhões de toneladas, queda ante uma projeção anterior de entre 330 milhões e 340 milhões de toneladas, disse a segunda maior produtora do mundo em seu relatório de produção do segundo trimestre.
“Os embarques de minério de ferro foram impactados por uma aceleração em nosso programa de manutenção de ferrovias, após um clima ruim no primeiro trimestre”, disse o presidente da companhia, Jean-Sebastien Jacques. Os embarques de minério de ferro da Austrália caíram 6 por cento ante o ano anterior, para 77,7 milhões de toneladas, levemente abaixo das estimativas de analistas.  Os embarques no primeiro semestre totalizaram 154,3 milhões de toneladas, indicando que a companhia espera elevar os embarques nos próximos dois trimestres. A produção no segundo trimestre nas minas na Austrália caiu 1 por cento, para 79,8 milhões de toneladas, disse a Rio Tinto.
Fonte: Reuters

quinta-feira, 13 de julho de 2017

Bovespa sobe 0,5% com destaque para forte alta da JBS

Bovespa sobe 0,5% com destaque para forte alta da JBS

SÃO PAULO (Reuters) - O principal índice da bolsa paulista subiu nesta quinta-feira, engatando o quarto pregão seguido de ganhos, com destaque para a forte alta das ações da JBS depois que a processadora de carnes recebeu autorização da Justiça para vender ativos no Mercosul.
Com base em dados preliminares, o Ibovespa fechou em alta de 0,51 por cento, a 65.166 pontos. O giro financeiro era de 6,7 bilhões de reais.

Fonte:  Reuters

MRV tem alta de 12% nas vendas líquidas e lançamentos sobem 18,6% no 2º tri

MRV tem alta de 12% nas vendas líquidas e lançamentos sobem 18,6% no 2º tri

SÃO PAULO (Reuters) - A construtora de imóveis econômicos MRV teve vendas líquidas contratadas de 1,17 bilhão de reais no segundo trimestre, alta de 11,9 por cento sobre o mesmo período do ano passado, informou a empresa nesta quinta-feira.
Os lançamentos subiram 18,6 por cento no período, a 1,33 bilhão de reais, enquanto os distratos recuaram 9,1 por cento, para 1.914 unidades.
Por Alberto Alerigi Jr.
Fonte:  Reuters

Cias aéreas esperam impacto de R$200 mi por ano com aprovação de lei dos aeronautas

Cias aéreas esperam impacto de R$200 mi por ano com aprovação de lei dos aeronautas


SÃO PAULO (Reuters) - As principais companhias aéreas do país esperam um impacto de 200 milhões de reais por ano caso a lei que regulamenta as atividades dos aeronautas for sancionada como aprovada pelo Senado na véspera, afirmou nesta quinta-feira a entidade que representa o setor, Abear.
A legislação, entre outros pontos, aumentou o número mínimo de folgas mensais dos aeronautas de 8 para 10 e reduziu o limite de jornada de trabalho de 90 horas mensais para 85 horas.
Segundo a Abear - que representa as companhias aéreas Latam, Gol, Azul e Avianca - a nova lei deve forçar algumas empresas a contratar novas tripulações se quiserem manter a oferta de voos em níveis atuais.
"A nova lei dos aeronautas acarretará num impacto anual de cerca de 200 milhões de reais, o que poderá afetar o custo dos bilhetes e comprometer ainda mais a malha aérea e aqueles destinos com custos mais elevados", afirmou a Abear em comunicado à imprensa.
A conta poderá subir, diz a entidade, se a Medida Provisória (MP) 774 for aprovada. A medida vai reonerar a folha de pagamento das companhias aéreas em 464 milhões por ano, afirmou a Abear.
A entidade está defendendo aprovação do Projeto de Resolução do Senado (PRS) 55, que fixa um teto de 12 por cento para a alíquota de ICMS sobre o combustível dos aviões, "o que equilibraria esse cenário de custos adicionais".

Fonte:  Reuters

JBS e credores estão perto de refinanciar R$18 bi em dívidas, dizem fontes

JBS e credores estão perto de refinanciar R$18 bi em dívidas, dizem fontes




Vista do portão de entrada da unidade da JBS em Jundiaí, em São Paulo 1/06/ 2017.Paulo Whitaker
SÃO PAULO (Reuters) - Os principais credores brasileiros da JBS estão próximos de um acordo para o refinanciamento de dívidas da processadora de carnes no valor cerca de 18 bilhões de reais que vencem dentro de um ano, disseram cinco pessoas com conhecimento do assunto.
As negociações vem em um momento no qual a empresa passa por turbulências relacionadas ao grande escândalo de corrupção envolvendo seus controladores, os irmãos Batista.
A Caixa Econômica Federal, o Santander Brasil, o Banco do Brasil e o Bradesco estão tentando convencer o Itaú Unibanco a aderir ao plano, sob o qual a JBS obteria a ampliação do prazo de pagamento por 12 meses em troca do pagamento adiantado de 2 bilhões de reais e garantias extras, disseram duas das fontes.
Em princípio, os bancos não ajustariam os custos dos empréstimos, porque o risco de a JBS não conseguir honrar com as dívidas permanece muito baixo, de acordo com uma das fontes, que pediu anonimato porque o plano ainda não é público. A agência de notícias Bloomberg noticiou em 12 de julho que um acordo definitivo tinha sido alcançado.
A JBS disse em comunicado que a companhia "mantém um relacionamento de longo prazo com as instituições financeiras, com as quais tem mantido discussões produtivas e construtivas."
Os bancos não quiseram comentar. .
Um acordo de refinanciamento é fundamental para sanar preocupações de uma possível perda de liquidez na JBS, cujos custos de empréstimos dispararam após a família Batista ter fechado acordos de leniência e delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da operação Lava Jato.
As ações da JBS acumulam perda de 24 por cento desde que os irmãos Wesley e Joesley Batista fecharam o acordo com o MPF em meados de maio. O preço do bônus em dólar com cupom de 7,75 por cento e vencimento em outubro de 2020 da empresa despencou no período, levando o rendimento a alcançar o seu maior patamar a 12,5 por cento. Nesta sessão, o título oferecia rendimento de 8,4543 por cento ao ano.
O presidente da companhia, Wesley Batista, o mais velho dos irmãos que controlam a JBS, está pessoalmente negociando o refinanciamento da dívida e a venda de ativos para levantar recursos, disseram as fontes.
Os bancos privados mostram cautela em meio à pressão dos credores estatais de remover os Batista do comando da processadora de alimentos, segundo duas fontes.
O Itaú mostrou receio em refinanciar os empréstimos concedidos à JBS no início das conversas, exigindo o pagamento imediato de uma linha de 1 bilhão de reais preste a vencer, disseram as fontes. O Itaú não está participando de nenhuma venda de ativos da JBS, disse uma das fontes.
A remoção dos Batista tornou-se tem sido defendida pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Caixa Econômica Federal, informou a Reuters em 22 de junho. O BNDES possui cerca de 22 por cento da JBS por meio de seu braço de investimento BNDESPar.
A Caixa é o maior credor da JBS.
A analista do JPMorgan Securities Natalia Corfield estima que a dívida bancária da JBS tenha alcançado 24,3 bilhões de reais ao fim de março, dos quais 17,5 bilhões de reais vencem dentro dos próximos 12 meses. A dívida total da empresa, incluindo títulos de dívida, era de quase 59 bilhões de reais.

  Fonte:Reuters



Wall St tem alta com avanço das ações do setor financeiro

Wall St tem alta com avanço das ações do setor financeiro

NOVA YORK (Reuters) - Wall Street registrou ligeira alta nesta quinta-feira e o índice Dow Jones atingiu outro recorde de fechamento, com as ações do setor financeiro subindo antes da divulgação na sexta-feira dos resultados trimestrais de vários grandes bancos.
O índice Dow Jones subiu 0,1 por cento, a 21.553 pontos, enquanto o S&P 500 ganhou 0,19 por cento, a 2.447 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq avançou 0,21 por cento, a 6.274 pontos.
O índice do setor financeiro registrou o melhor desempenho entre os 11 principais setores de S&P, com alta de 0,61 por cento.
A temporada de resultados trimestrais começa na sexta-feira, com a divulgação dos números de três dos maiores bancos dos EUA, incluindo JPMorgan Chase, Wells Fargo e Citigroup.
"As pessoas estão tentando comprar se antecipando ao amanhã", disse Brad McMillan, diretor de investimentos da Commonwealth Financial em Waltham, em Massachusetts.
Os analistas estimam que os lucros do segundo trimestre das empresas que integram o S&P 500 subiram 7,8 por cento em relação ao ano anterior, com a expectativa de que o setor financeiro registre o terceiro melhor crescimento de lucro entre os setores, de acordo com a Thomson Reuters I/B/E/S.
Nos últimos sete dias de negociação, os investidores mais do que dobraram os recursos investidos em um fundo do setor financeiro considerado chave, apostando que os ganhos dos bancos do segundo trimestre serão fortes.

Quatro dicas para o empreendedor que está buscando adquirir um negócio  

Quatro dicas para o empreendedor que está buscando adquirir um negócio  

Quatro dicas para o empreendedor que está buscando adquirir um negócio    
Faça uma boa análise do setor e invista em tendências, não em modismos

Adquirir uma empresa que já existe e que tem uma história por trás de sua marca requer muito cuidado. Nos últimos anos, realizei diversas aquisições nos mais diversos setores, como alimentação saudável, artigos esportivos e, mais recentemente, das redes de ensino de idiomas Wise Up e Number One.
Constantemente, sou questionado por empreendedores e por jornalistas sobre quais são os fatores que considero importante analisar antes de realizar uma aquisição. Foi por isso que escrevi um capítulo exclusivamente sobre esse tema em meu recém lançado livro Do Zero ao Milhão.
Diariamente sou procurado por empresários que querem vender aquilo que consideram ótimo negócio, um produto inovador ou um serviço diferenciado. Depois de um estudo detalhado, consigo distinguir se se trata de uma empresa com potencial de crescimento, se o negócio pode conquistar o mercado em larga escala ou se trata de um negócio com potencial limitado. Seguem quatro dicas que entendo fundamentais para quem está buscando adquirir um negócio.
Faça uma boa análise do setor: tenho como hábito avaliar a fundo um determinado setor que acredito ser interessante. Estudo suas características e particularidades, procuro entender sua dimensão, os maiores obstáculos, entre outros fatores. No caso específico da aquisição da Number One, por exemplo, além da minha paixão pela área do ensino e a experiência acumulada em 30 anos em sala de aula, treinando professores, desenvolvendo metodologias e tecnologias voltadas ao ensino, o potencial de crescimento foi decisivo.
Minha identificação pessoal com esse segmento foi fundamental nessa decisão. Além disso, pesquisas de mercado apontam que o setor de educação bilíngue tem um grande potencial de crescimento, principalmente, se levarmos em consideração que 90% das pessoas têm interesse em aprender um segundo idioma, mas apenas 2% a 3% dos brasileiros são fluentes em inglês. Há muito espaço para crescer.
Identifique sinergias com seus outros negócios: para quem já tem outras empresas, encontrar um negócio que tenha sinergia com seus empreendimentos atuais pode ser um grande motivador para que você assine o cheque. As razões são claras: se uma empresa pode se tornar cliente da outra, compartilhar parceiros, fornecedores e clientes, o potencial de ganho aumenta muito. Procuro sempre investir em negócios que estejam associadas ao contexto de bem-estar, educação, esporte e qualidade de vida. São várias as sinergias entre essas empresas.
Invista em tendências, não em modismos: o mercado está cheio de modismos e a minha recomendação é que você não embarque nessa. Embora exista a promessa de ganhos imediatos, são negócios que não se sustentam no longo prazo. Ao avaliar um negócio, sempre observo seu potencial de expansão e se ele se encaixa em uma tendência global. Certa vez fui procurado por um empresário do ramo de paletas mexicanas, que procurava por investidores. Entendemos que se tratava apenas de um modismo e que, tão logo as paletas deixassem de ser novidade, cairiam no esquecimento do consumidor. Foi o que aconteceu!
Faça uma análise aprofundada do passado da empresa: analisar o histórico de crescimento dos últimos cinco anos é importantíssimo para entender se a empresa tem o potencial de crescimento esperado. Além disso, esteja atento à saúde fiscal da empresa negociada, conferindo se ela está em dia com suas obrigações tributarias, fiscais, trabalhistas. Deixei de fazer algumas aquisições ao descobrir o tamanho do passivo de algumas empresas. Ninguém quer encontrar defuntos escondidos debaixo da cama.
Fonte: Exame

O brilho de Jackie

O brilho de Jackie

O brilho de Jackie


Sinônimo de elegância e sofisticação, a ex-primeira-dama americana Jacqueline Kennedy Onassis (1929-1994) se tornou uma inspiração para a joalheria brasileira Lisht. O resultado foi um par de brincos feito com duas tanzanitas azuis, gemas encontradas apenas no Monte Kilimanjaro, em alusão ao vestido usado por Jackie na posse presidencial de
John F. Kennedy. A peça ainda é adornada por 76 diamantes brancos, cravejados com uma superfície de ouro branco 18 quilates. O valor dos brincos, que receberam o nome de Jackie O., é de R$ 99 milhões.
Fonte: Terra

A formação dos diamantes

Os diamantes são valiosos por sua raridade, pois somente se formam sob condições de calor e pressão intensos, em pro­fundidades de 95 a 150 quilômetros do manto superior. As pedras preciosas são constituídas de carbono, às vezes bem macio, como no grafite. Mas a temperaturas de 1.650 graus e pressões de 50.000 a 100.000 atmosferas (atm), o carbono se comprime e se converte em uma estrutura dura e cristalina.


Os diamantes ocorrem principalmente no kimberlito - ro­cha abundante
 nas minas de Kimberley, na África do Sul-, que se forma em estruturas estreitas, semelhantes a chami­nés, que são empurradas para a superfície com
rapidez pela ação vulcânica e por altas pressões de gás.


Onde os diamantes ocorrem




O gráfico à esquerda mostra as pressões e tempe­raturas que permitem a formação de diaman­tes. Tais condições são encontradas no manto superior
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 



Formação das chaminés

De acordo com uma teoria existente, ()s diamantes se formam em chaminés vulcânicas no manto (1). Um a explosão de gás (2) arrasta rapida­mente o magma de kimberlito con­tendo diamantes para a superfície (3), onde em pouco tempo ele esfria. Muitas toneladas de minério de kim­berlito devem ser processadas para encontrar apenas alguns diamantes.





A chaminé de kimberlito  

Um corte transversal de uma cha­miné de kimberlito na África do Sul (abaixo, à direita) mostra materiais que extravasaram há cerca de 70 milhões de anos, quando a camada atual da superficie estava a mais de 1 quilômetro de profundidade. A base da chaminé pode se estender até o manto superior. Além dos dia­mantes, a matriz de kimberlito con­tém fragmentos de rocha do manto superior que permanecem pratica­mente em seu estado original, sem ser afetados pelo calor. A presença de tais rochas sugere que o kimber­lito irrompeu através das formações rochosas circundantes, arrastando consigo esses fragmentos, em sua impetuosa viagem até a superfície.
                                                         


 






 

Este poço na África do Sul foi uma chaminé de kimberlito explorado até se esgotar, em 1914.
                           










Fonte: Terra

“Mar Mineral” lança debate sobre exploração do fundo oceânico

“Mar Mineral” lança debate sobre exploração do fundo oceânico


O ambiente é todo em tons de azul, e da semi-escuridão emergem, sob os focos de luz colocados no percurso, objetos surpreendentes e seres estranhos. Há ali chaminés de fontes hidrotermais que foram trazidas por missões científicas de profundidades imensas e que, cá fora, parecem esculturas; há enormes conchas vazias de mexilhões cor de laranja, bivalves surpreendentes que vivem nesses ecossistemas, ou ainda algumas das rochas baças e ricas em minérios raros dos fundos marinhos. Até um pequeno submarino amarelo, made in Portugal, dos que servem aos cientistas para sondar aquele mundo feito de escuridão e mistério, está lá, em tamanho natural, bem como mapas vários, vídeos e muito mais.
Este é um mergulho nas profundezas do oceano, com a exposição “Mar Mineral”, que é hoje inaugurada no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC) da Universidade de Lisboa, na Rua da Escola Politécnica, e que durante um ano mostrará esse mundo submerso, mas à luz dos imensos recursos que alberga. Uma exposição que quer sobretudo confrontar o visitante com o futuro que está aí a chegar: o das escolhas que vai ser preciso fazer acerca da exploração sustentável e equilibrada desses recursos minerais e biológicos, dos quais dependem as novas tecnologias, como as que integram os nossos telemóveis, os carros elétricos ou as turbinas eólicas, ou os medicamentos do futuro.
Para Fernando Barriga, comissário científico da exposição e professor catedrático de geologia da Universidade de Lisboa, essa exploração pode e deve ser feita “sem pegada ecológica, ou quase sem pegada ecológica”. E a exposição que comissaria no MUHNAC pretende, justamente, interpelar os visitantes para esse futuro, mostrando a ciência e as tecnologias associadas ao fundo marinho e ao seu estudo científico, mas também as possibilidades tecnológicas que, explorando esses recursos, preservam o seu futuro.
“A mineração do fundo marinho pode ser feita com regras e de forma correta”, defende Fernando Barriga, sublinhando que a primeira regra dessa “mineração verde” é a de que todas “as explorações impróprias e insustentáveis têm de ser fechadas”.
Fonte: DN