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sexta-feira, 24 de março de 2017

Como identificar uma turmalina paraíba


Como identificar uma turmalina paraíba



Como identificar uma turmalina paraíba 
As turmalinas paraíbas são muito raras e existem apenas no estado brasileiro da Paraíba

Se você está interessado em avaliações e identificações de pedras preciosas e deseja fazer disto um hobby ou um investimento, você precisará de aulas com um instrutor certificado de gemologia para conseguir o seu certificado. Entretanto, se estiver interessado em pedras preciosas apenas como hobby, então adquira conhecimento sobre o tema através de pesquisas onlines e em bibliotecas, pois esse poderá ser um bom modo de satisfazer a sua paixão por pedras raras e belas. As turmalinas paraíbas foram descobertas na década de 1980, e se caracterizam em sua maioria por serem raras e pequenas.




Instruções



  1. 1
    Procure por uma cor turquesa um pouco esverdeada. A turmalina paraíba tem a sua cor azul marinha devido ao cobre, que também a deixa esverdeada dentro de uma pedra facetada quanto exposta ao brilho de uma luz. Esse é a melhor forma de um amador identificar se uma pedra é uma turmalina paraíba.
  2. 2
    Examine o brilho da pedra facetada e cortada. As turmalinas paraíbas são conhecidas pelo seus brilho forte. Esse brilho aparenta surgir de dentro da pedra quandro exposta ao brilho das luzes. Enquanto algumas pedras brilham em várias partes, a turmalina paraíba tem o seu brilho vindo de dentro da pedra.
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    Utilizes luzes diferentes para ver a pedra. Devido ao fato da turmalina ter um brilho tão característico, será melhor ver o seu brilho sob uma luz fraca. Com os diamantes e as outras pedras preciosas também é assim, mas é incomum que as pedras com coloração forte como a turmalina tenham esta propriedade. Mas não veja a pedra sob apenas uma luz específica, mas sim também sob a luz do dia e na penumbra para ajudá-lo na sua pesquisa.
  4. 4
    Verifique o preço. As turmalinas paraíbas são muito raras e normalmente pesam menos que um quilate e são muito, mas muito caras. Ou seja, você raramente vai encontrá-las em uma joalheria qualquer. Se encontrar, não espere pagar menos do que 5 dígitos por quilate para ter uma pedra de alta qualidade.
  5. 5
    Peça informações sobre o processo de queima. As turmalinas paraíbas são pedras preciosas naturais, mas uma parte do processo de corte reside na "queima" sob grandes temperaturas para eliminar as cores vermelhas. Se a sua pedra não tiver sido queimada, então é provável que não seja uma turmalina paraíba.

Dicas & Advertências

  • As turmalinas paraíbas têm valor inestimável para os colecionadores e estudiosos do ramo. Se você pretende comprar uma pedra como essa, ouça várias opiniões precisas sobre o valor, o preço e a legitimidade da sua pedra antes de efetuar a compra

O ELEVADOR DOS DIAMANTES

O ELEVADOR DOS DIAMANTES



Nada melhor do que a simbologia para a vulgarização de temas técnicos complexos, ou a geologia ao alcance de todos
Após o artigo técnico de José Inácio Nardi a respeito da quilha mantélica, formadora dos diamantes e dos pipes kimberliticos transportadores destes até a superfície,

apresentamos o elevador dos diamantes, uma vulgarização do mesmo tema e mostrada por Antonio Liccardo da UFOP

O modelo apesar de oriundo da Africa, poderia ser em tese aplicado no Tapajós, já que foram encontradas amostras de lamproito, material destes elevadores na área diamantífera da região. 

ÁGUA BRANCA, UM GARIMPO EM ASCENSÃO



Vista aérea do garimpo.
Muito antes do garimpeiro e empresário Raimundo Santos, o conhecido Truth chegar ao garimpo Água Branca nos anos 70, já existia aquele que hoje é um garimpo em ascensão. Hoje, não podemos negar a luta de Truth e de muitos outros que por ali passaram ou que hoje se empenham para ver o garimpo tornando-se comunidade, o que está acontecendo com Água Branca, que devido a seu crescimento, transformou-se numa comunidade com 250 casas.
Vista da Comunidade de Água Branca.
A comunidade de Água Branca tem hoje, dentro da vila, uma população com cerca de 500 pessoas, e contando com os bachões (áreas de garimpagem) aproximadamente 4.000 pessoas. Hoje, o garimpo não é explorado apenas por garimpeiros, mas também por empresas mineradoras que estão se fixando lá.
Eu (Peninha) e o Presidente da Comunidade.
A exploração do ouro já não é feita somente com equipamentos antigos simples como o maracá, bico jato, cobra fumando e outros. A evolução atingiu também os instrumentos utilizados na extração como escavadeiras (PC), e métodos menos poluentes.
Eu (Peninha) no Garimpo de Água Branca
A comunidade possui hoje uma escola municipal que atende as crianças de 1ª à 4ª serie, um posto de atendimento de endemias para fazer exame e tratar os pacientes com malária, campo de futebol, igrejas das diversas religiões, moto-taxis, além de rede telefônica e sistema de internet ligando, assim, a área garimpeira ao mundo. Nos comércios há notebooks por que o acesso e comunicação pela internet dão-se mais fácil do que pelo telefone. A energia elétrica ainda é particular, ou seja, cada um tem seu grupo gerador.
Momento da despescagem.
Antigamente só era possível chegar ao garimpo de avião, atualmente, devido à ligação da rodovia estadual Transgarimpeira com a comunidade, o acesso é mais fácil, fato que torna Água Branca apta a vivenciar uma nova era do ouro.
No garimpo, fica evidente a corrida do ouro. Minha visita à vila durou cerca de 3 horas, e no decorrer dela, presenciei uma compra de ouro comprar mais de 500 gramas de ouro, o que prova que há, ainda, em Água Branca muito ouro para ser extraído.

Garimpeiro com bico jato.
A visita me fez ver a importância dos garimpos para a econômia do município de Itaituba que vive do ouro que ainda é à base de sua econômia, portanto, devemos nos unir para defender nossos garimpos e torcer para que os órgãos ambientais percebam nossa sensibilidade e atendam às nossas necessidades concedendo as licenças ambientais, e olhem a questão dos garimpos para vê-la como os outros órgãos a vêem. O DNPM, por exemplo, já liberou aproximadamente 2.000 PLG - Permissão de Lavra Garimpeira.
Escola da Comunidade.
Posto de Saúde da Comunidade.
Fonte= Blog do Peninha.

Rejeitos de mineração podem se tornar minas produtivas

Rejeitos de mineração podem se tornar minas produtivas



Rejeitos de mineração podem se tornar minas produtivas
O passo inicial é mapear a produção de rejeitos de mineração e as tecnologias para sua recuperação e comercialização.[Imagem: IPT]

A mineração é uma das atividades essenciais da economia, sem a qual praticamente nada pode funcionar - assim como o ser humano precisa da agricultura para se alimentar, é a mineração que alimenta toda a indústria.
Importância da mineração
Ocorre que, como toda atividade econômica, a mineração gera resíduos - resíduos que ficaram mais conhecidos da população depois do acidente recente que destruiu povoados no município de Mariana (MG) e poluiu praticamente todo o Rio Doce.
A boa notícia é que esses rejeitos da mineração podem ser tratados, recuperados e comercializados, já existindo soluções tecnológicas para minimizar seu armazenamento ou até mesmo extinguir as barragens de rejeitos.
O Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) iniciou um projeto de capacitação que está mapeando a produção de rejeitos das empresas de mineração que operam no Brasil e avaliando a maturidade das tecnologias aplicadas para sua recuperação e comercialização.
Com o mapeamento, que deverá estar pronto até Maio, será possível propor rotas tecnológicas para recuperar os rejeitos de cada mina, levando em consideração as especificidades do cenário brasileiro e as características de cada tipo de minério.
Minas secundárias
"O minério é um agregado rico em determinado mineral ou elemento químico que é viável, do ponto de vista econômico e tecnológico, para extração. No processo industrial é preciso separar este material de interesse de todo o resto, que é descartado como rejeito.
Num cenário em que já não há reservas brasileiras de alto teor, essa quantidade de rejeitos só tende a crescer. Recuperar esses resíduos, portanto, possui um fim tanto ambiental quanto econômico, pois é possível dar outra destinação comercial ao que geralmente é descartado, diminuindo também a quantidade de resíduos para o meio," explicou Sandra Lúcia de Moraes, coordenadora do projeto.
O montante de rejeitos gerados nos processos de produção de substâncias minerais pode ser estimado a partir da diferença entre a produção bruta e a produção beneficiada. O que impressiona é que a quantidade de rejeitos, em alguns casos, é igual à da substância produzida.
Rejeitos de mineração podem se tornar minas produtivas
Quantidade de rejeitos gerada no Brasil por tonelada de minério de 1996 a 2005 e projeção para o período entre 2010 e 2030. [Imagem: PNRS]
Para cada tonelada de minério de ferro processado, por exemplo, temos cerca de 0,4 tonelada de rejeitos. Uma projeção preliminar para o período 2010-2030 aponta que o beneficiamento de minério de ferro irá contribuir com cerca de 41% do total de rejeitos gerados pelas mineradoras no Brasil.
"As tendências da indústria da mineração apontam para um cenário de maior competitividade em decorrência do empobrecimento, nas últimas décadas, dos teores dos minérios lavrados e beneficiados. Assim, o aumento da recuperação de mineral útil é uma vantagem competitiva preponderante para o sucesso futuro dos empreendimentos mineiros", disse Sandra.
Inova Mineral
A Finep e o BNDES também estão juntando esforços para tentar viabilizar a recuperação dos rejeitos minerais.
As duas instituições estão articulando um plano de apoio tecnológico ao setor de mineração e metais, chamado Inova Mineral. O objetivo é fomentar e selecionar planos de negócios de base tecnológica com foco na produção e agregação de valor em minerais estratégicos e em processos mais eficientes e sustentáveis.

As tecnologias para aproveitamento de resíduos também serão contempladas, já que o Inova Mineral leva em conta o declínio dos teores de concentração nas jazidas de diversos minerais e as consequentes oportunidades de aproveitamento dos rejeitos e de redução do impacto ambiental. A previsão é que o primeiro edital seja lançado no segundo trimestre deste ano.

NÃO SE SOBREVIVE NA INFORMALIDADE

NÃO SE SOBREVIVE NA INFORMALIDADE


Poucas vezes na história deste país se observou
 uma dicotomia tão grande entre as atitudes do nosso governo. Se, de um lado, há uma sensação generalizada de corrupção, sonegação, corporativismo e impunidade - de proporções inimagináveis para um governo de esquerda e dito "popular", de outro se observa uma intensificação dos procedimentos de fiscalizações federais, estaduais e municipais, com cada vez mais ações de grande porte da Polícia Federal e do Ministério Público, inclusive efetuando prisões de empresários, funcionários públicos e membros do poder judiciário.Os recordes mensais de arrecadação atingidos pela Receita Federal sinalizam um aumento generalizado da formalidade em nossa economia, muito mais do que um crescimento econômico do nosso PIB, onde os instrumentos e as tecnologias de fiscalização aumentam numa velocidade muito maior do que a do empresário em adequar o seu negócio.
Neste cenário, o excesso de informalidade, ainda infelizmente presente em nossa economia, transforma-se no principal obstáculo ao seu crescimento. Conseqüentemente, diminui seus ganhos de produtividade e seu desenvolvimento profissional, sem falar que desequilibra a relação Riscoversus Retorno de qualquer negócio neste país, na medida que o risco vem subindo numa velocidade muito mais rápida do que o retorno financeiro.
Logo, conclui-se que estamos atravessando um momento de profundas transformações nas relações Empresas versus Estado e Pessoas versus Estado, onde não podemos esperar pela tão aguardada adequação tributária para o setor joalheiro, que vem sendo costurada a nível federal e estadual ao longo dos últimos anos.
Devemos imediatamente iniciar um processo de reestruturação de nossos negócios e empresas, para que continuem sustentáveis no longo prazo e financeiramente apresentem uma relação Riscoversus Retorno mais atraente para o empresário, com mais profissionalismo e mais legalidade.
É isso o que tenho pretendido demonstrar nos últimos tempos, nas inúmeras palestras e reuniões que tenho feito nas mais diversas regiões do Brasil, onde tenho encontrado empresários preocupados com a situação mas que, na maioria das vezes, desconhem as reais implicações que a informalidade e a sonegação causam para as dificuldades que vêm passando e, principalmente, para o futuro de seus negócios.
Aliás, só teremos futuro com a formalização e a crescente profissionalização de nossas atividades. Não temos mais tempo a perder e não temos outra escolha.

quinta-feira, 23 de março de 2017

NO MUNDO DOS DIAMANTES

NO MUNDO DOS DIAMANTES 

Continua o mistério sobre o diamante encontrado recentemente na África do Sul.  O “maior diamante do mundo”, uma pedra de aproximadamente 7mil quilates e cor esverdeada, será mesmo um diamante? A expectativa é grande em relação ao resultado dos testes de comprovação e até agora as opiniões se dividem.
O maior diamante bruto descoberto, que se tem registro até hoje, tinha 3.106,75 quilates. Foi encontrado na África do Sul em 1905 e chamado de Cullinan. A pedra foi dada de presente ao Rei da Inglaterra Edward VII, que a enviou para ser lapidada em Amsterdam. Ele foi cortado em 9 pedras principais e 96 outras menores. O Cullinan I (Estrela da África) com 530.20 quilates está no cetro real. Outro diamante do Cullinan faz parte da coroa real da Rainha Elizabeth II. Estes e todos os demais diamantes originários do Cullinan pertencem à coleção da família real britânica.
Na lapidação, a novidade é o diamante de 99 facetas. A Kristall Corporation, empresa de lapidação russa, patenteou a novidade e concedeu licenciamento exclusivo à Dhamani Jewels, de Dubai. A idéia do número de facetas foi inspirada nos 99 nomes de Alá. As pedras serão gravadas a laser e produzidas em série limitada. Vamos aguardar o lançamento da coleção de jóias!
Quando vemos as “novidades” de diamantes - caveiras, luvas de box e capas de livro, as  jóias da realeza  e lapidações inspiradas pela religião parecem coisa de um passado bem remoto. A joalheria contemporânea quebrou as regras, misturando o diamante com materiais menos “nobres” e contestando os valores tradicionais, mas HOJE parece que virou uma brincadeira enfeitar com a “gema das gemas” objetos inusitados.
Na última semana de agosto, foi vendida a obra de arte mais cara de um artista vivo.  Uma  caveira, feita por Damien Hirst, intitulada  "For the Love of God" (Pelo Amor de Deus) de platina com 8.601 diamantes (com total de 1.106,18 quilates) e dentes de verdade foi vendida por cerca de US$100 milhões para um grupo de investimento. Segundo o artista inglês, a intenção da peça é representar uma celebração da vida.
A Diafuego é uma empresa que propõe extrapolar os limites das peças com diamantes e faz sob encomenda objetos variados como miniaturas de carros, microfones e até luvas de Box de ouro com diamantes, muitos diamantes!
Já o multimilionário Russo/britânico Roger Shashoua achou que o seu livro guia sobre como ficar extremamente rico (Dancing with the Bear: A Serial Entrepreneur Goes East, deUS$30) deveria ter uma versão extremamente rica também. O livro com 600 diamantes na capa pode ser encomendado por cerca de US$6 milhões. A pergunta é: quem tem dinheiro para comprar, precisa do livro e das dicas dele?
Humor e quebra de paradigmas são ótimos, mas parece que o diamante virou "o" recurso daqueles que querem lançar o mais caro seja do que for. Sinceramente, e infelizmente,  não vejo contestação ou inovação, mas sim uma banalização da preciosidade da gema e do requinte da joalheria. Por outro lado fiquei encantada com o texto – homenagem – da Diafuego aos diamantes:
“O diamante é um tesouro encantado, que envolve inacreditáveis contos de amor e de intrigas, amores ganhos e traídos, impérios conquistados e perdidos. Eles incorporam beleza, mistério e magia. Os diamantes se envolvem na fascinação de serem raros e únicos, não existem dois iguais. Todo diamante tem personalidade própria, que revela a história da sua longa jornada através dos processos da natureza até sua encarnação final como um objeto de esplendor explícito e, acima de tudo, o desejo na sua forma mais pura”.

Quadro de R$ 38 milhões que aparece em “Skyfall” é danificado por desconhecido


Daniel Craig em cena de "Skyfall", com o quadro ao fundo
Daniel Craig em cena de “Skyfall”, com o quadro ao fundo || Créditos: Divulgação
A National Gallery, de Londres, precisou ser evacuada às pressas no último sábado depois que um homem arranhou com uma chave de fenda um quadro do pintor britânico Thomas Gainsborough cujo valor é estimado em mais de £ 10 milhões (R$ 38,4 milhões). Keith Gregory, de 63 anos, foi preso em flagrante, e deverá se explicar à justiça nesta segunda-feira. Até agora ninguém sabe o que o motivou.
A obra em questão é “The Morning Walk” (“O passeio matinal”, em português), finalizada por Gainsborough em 1785, e que foi destaque em uma cena de “Skyfall”, o penúltimo filme sobre o agente James Bond, lançado em 2012.
Uma das peças mais caras do acervo da National Gallery, o quadro está sendo analisado por restauradores da instituição e somente após o parecer deles deverá voltar a ser exibido. (Por Anderson Antunes)
The Morning Walk, de Thomas Gainsborough
The Morning Walk, de Thomas Gainsborough || Créditos: Getty Images

Jovens, ricos e livres: conheça os 12 bilionários solteiros mais cobiçados no mundo


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Em sentido horário, do topo: Alexandra, Jack, Katharina e Gustav || Créditos: Getty Images/Reprodução
Eles são jovens, bonitos, ricos e, para a surpresa de alguns, ainda não encontraram suas caras-metades. Selecionados pela revista americana “Forbes” como os bilionários solteiros mais cobiçados do mundo, os membros do clube dos dez dígitos que ainda não subiram ao altar formam um seleto grupo formado por apenas onze pessoas, lembrando que o fato de que eles são bilionários já é, por si só, um feito e tanto – afinal, há pouco mais de duas mil pessoas em todo o mundo que ostentam o título.
Para aqueles que querem saber mais sobre esses partidões de coração livre, Glamurama conta um pouco sobre cada um deles abaixo. Confira:
Alexandra Andresen
Alexandra Andresen || Créditos: Reprodução
Alexandra Andresen
País de nacionalidade: Noruega
Fortuna estimada: US$ 1,2 bilhão (R$ 3,8 bilhões)
É, aos 20 anos, a bilionária mais jovem do mundo. Membro de uma família que fez fortuna no mercado de tabaco, e que hoje investe em vários negócios. Alexandra também é atleta e tricampeã norueguesa de adestramento no hipismo. Alçada ao posto de bilionária mais jovem do planeta em 2016, ela fez sucesso nas redes sociais, mas continua solteira.
Katharina Andresen
Katharina Andresen || Créditos: Reprodução
Katharina Andresen
País de nacionalidade: Noruega
Fortuna estimada: US$ 1,2 bilhão (R$ 3,8 bilhões)
É a segunda bilionária mais jovem do mundo depois da irmã, Alexandra Andresen. Ambas herdaram seus bilhões de uma fortuna familiar que começou a ser construída há mais de cem anos no setor de tabaco. O pai delas, Johan, representa as duas nos negócios hoje. Apaixonada por cavalos, assim como Alexandra, ela reside atualmente em Amsterdã, onde cursa ciências na prestigiada Amsterdam University College.
Gustav Magnar Witzoe
Gustav Magnar Witzoe ||Créditos: Reprodução
Gustav Magnar Witzoe
País de nacionalidade: Noruega
Fortuna estimada: US$ 1,6 bilhão (R$ 5 bilhões)
Aos 23 anos, é dono de 47% de uma das maiores produtoras de salmão do mundo, a Salmar ASA. A companhia foi fundada em 1991 pelo pai dele, Gustav Witzoe, que transferiu as ações para o filho em 2013. O jovem Gustav faz o gênero bon vivant, adora viajar e exibir o alto padrão de vida nas redes sociais. Pra passar o tempo, ele também investe em imóveis e em startups de tecnologia.
John Collison
John Collison || Créditos: Getty Images
John Collison
País de nacionalidade: Irlanda
Fortuna estimada: US$ 1,1 bilhão (R$ 3,4 bilhões)
Collison se tornou bilionário recentemente, em novembro, e é um dos poucos casos entre os solteiros mais cobiçados que construíram a própria fortuna do zero. No caso dele, a origem do dinheiro é a startup de pagamentos virtuais Stripe, que recebeu um investimento de US$ 150 milhões (R$ 470,7 milhões) no fim do ano passado, quando seu valor de mercado chegou a US$ 9,2 bilhões (R$ 28,9 bilhões). Cofundador da empresa e aos 26 anos, ele está mais interessado em desenvolver o negócio do que em arranjar uma esposa.
Bobby Murphy
Bobby Murphy || Créditos: Getty Images
Bobby Murphy
País de nacionalidade: Estados Unidos
Fortuna estimada: US$ 4 bilhões (R$ 12,5 bilhões)
É o cofundador menos conhecido do Snapchat junto com Evan Spiegel, que aparece mais no noticiário porque namora a top Miranda Kerr. Murphy, que é super discreto, se interessa por tudo que diz respeito ao mundo do empreendedorismo e lê muito sobre o assunto. Ao contrário do sócio mais famoso, ele não curte baladas e se dedica quase que integralmente ao aplicativo de imagens e mensagens instantâneas.
Tom Persson
Tom Persson || Créditos: Getty Images
Tom Persson
País de nacionalidade: Suécia
Fortuna estimada: US$ 2,1 bilhões (R$ 6,6 bilhões)
Tom, de 32 anos, é membro da terceira geração da família dos fundadores da H&M, uma das gigantes do fast-fashion global. Ele mora em Estocolmo e se dedica à produção de cinema e televisão na Suécia, em especial os projetos mais independentes, justamente aqueles com mais dificuldade para arrecadar dinheiro. Discreto, é tido como bom moço e frequenta somente as altas rodas da Europa.
Drew Houston
Drew Houston || Créditos: Getty Images
Drew Houston
País de nacionalidade: Estados Unidos
Fortuna estimada: US$ 1 bilhão (R$ 3,1 bilhões)
Aos 24 anos, Drew fundou o Dropbox, um serviço de compartilhamento de arquivos, que lhe rendeu um lugar na lista de bilionários da “Forbes” neste ano. Hoje com 34 anos, ele continua solteiro. Atualmente ele dedica a maior parte de seu tempo ao projeto de lançamento do Dropbox na bolsa, algo que deve acontecer ainda neste ano. Nos momentos de folga, Drew gosta de jogar no computador.
Robert Pera
Robert Pera || Créditos: Getty Images
Robert Pera
País de nacionalidade: Estados Unidos
Fortuna estimada: US$ 3 bilhões (R$ 9,4 bilhões)
Robert entrou no mercado de aparelhos wi-fi domésticos no ano passado, com um roteador vendido nos Estados Unidos por US$ 199 (R$ 624,50). A empresa dele, a Ubiquiti, é uma das maiores promessas americanas do setor. Ex-funcionário da Apple, Robert largou um emprego estável na fabricante do iPhone para fundar a companhia e se tornou bilionário em 2011. Workaholic assumido, ele nunca se casou.
Travis Kalanick
Travis Kalanick || Créditos: Getty Images
Travis Kalanick
País de nacionalidade: Estados Unidos
Fortuna estimada: US$ 6,3 bilhões (R$ 19,8 bilhões)
O cofundador do Uber só pensa em aumentar o alcance global da companhia, que já é um negócio de US$ 68 bilhões (R$ 213,4 bilhões). Ele é o tipo de bilionário que, apesar da conta bancária gorda, vive como qualquer pessoa de classe média. Dono de um temperamento forte, Travis, de 40 anos, se desentendeu recentemente com um motorista do aplicativo de transportes que ajudou a criar e prometeu tentar melhorar seu temperamento explosivo.
Jack Dorsey
Jack Dorsey || Créditos: Getty Images
Jack Dorsey
País de nacionalidade: Estados Unidos
Fortuna estimada: US$ 1,3 bilhão (R$ 4,1 bilhões)
Aos 40 anos, Jack comanda duas grandes empresas de tecnologia: o Twitter e a Square. Ambas enfrentam problemas, razão pela qual ele não tem tempo para fazer mais nada além de trabalhar. Suas atribuições menos conhecidas incluem um certificado oficial de massagista e um diploma em design de moda. Ele já namorou a modelo Lily Cole, mas a relação terminou por causa das agendas atribuladas de ambos.
Yoshikazu Tanaka
Yoshikazu Tanaka || Créditos: Getty Images
Yoshikazu Tanaka
País de nacionalidade: Japão
Fortuna estimada: US$ 1,1 bilhão (R$ 3,4 bilhões)
É o fundador da Gree, que desenvolve jogos grátis para celulares. Criada por Yoshikazu em 2004 como um hobby, a empresa estreou na bolsa de Tóquio em 2008 e no ano seguinte ele se tornou bilionário. Apesar do sucesso da Gree – um terço dos japoneses utiliza os programas da companhia – Yoshikazu, de 40 anos, trabalha dia e noite nos jogos que desenvolve e até hoje não demonstrou o menor interesse em largar a solteirice.

Esmeralda brasileira faz 50 anos. Entenda


Gabriel e Daniel Sauer e peça com esmeralda
Os 50 anos do descobrimento da primeira esmeralda brasileira, no garimpo da mina de Salininha, na Bahia, marca o ano de 2013. Quem certificou a pedra foi Jules Roger Sauer, fundador da Amsterdam Sauer, e quem nos contou essa história foi Gabriel Sauer, da terceira geração da família, que armou um almoço nesta quarta-feira no Manioca, nos Jardins, para o lançamento da coleção Música. Em 9 de agosto de 1963, Jules conseguiu junto ao GIA ( Gemmological Institute of America) o certificado (abaixo) das primeiras esmeraldas brasileiras, dando o start na comercialização da pedra por aqui, que dura até hoje.
A história de Jules é um capítulo à parte. Morando na região da Alsácia-Lorena na França,  em 1939, no início da segunda guerra mundial, ele foi chamado pelo seu professor na escola, que o preveniu para não voltar para casa, pois toda a sua família havia sido enviada para um campo de concentração naquela manhã. Jules estava com 18 anos e foi de bicicleta até a Itália, onde embarcou em um navio para Buenos Aires. Em uma parada em Salvador ele gostou do clima e resolveu ficar por lá. Conseguiu se estabelecer em Minas Gerais abrindo uma empresa de lapidação, onde conheceu Zilda, também refugiada da guerra na Polônia com sua família. Casaram-se em 1950 e foram para o Rio de Janeiro, onde se consolidou a joalheria. Zilda faleceu recentemente, mas Jules continua firme e forte aos 92 anos e passou os negócios para as mãos dos filhos.
Certificado expedido pelo GIA da primeira esmeralda brasileira

Diamante de R$ 250 mi – o mais caro do mundo – será apresentado em Paris



tamanho-diamante
O diamante mais caro do mundo: The Constellation || Créditos: Divulgação

Será apresentado em Paris, durante a Biennale des Antiquaires, o diamante mais caro do mundo. Com 813 quilates, a gema batizada The Constellation pertence à joalheria suíça De Grisogono. Ela e foi garimpada em Botswana no ano passado, e comprada em maio deste ano pela empresa de diamantes Nemesis Internacional – parceira da joalheria suíça -, da empresa de mineração Lucara Diamante Corp. O preço? US$ 63 milhões (R$ 205 milhões).
Com quase 6 cm de largura, a pedra bruta será lapidada na Antuérpia, e deve dar origem ao maior diamante D Flawless do mundo – o tipo mais valioso da gema -, pesando entre 300 e 350 quilates.
Porém, o record pode estar com seus dias contados, já que o diamante foi encontrado na mesma mina e data que o Lesedi La Rona, outra gema ainda maior e mais cara e que também entrou no mercado pela Lucara, mas que ainda não encontrou um dono. Apesar de ter ido à leilão pela Sotheby’s, em junho, nenhum lance atingiu seu preço, avaliado pela casa de leilões por US$ 70 milhões (R$ 230 milhões).

A De Grisogono é uma das quarto joalherias que estão expondo nesta edição da bienal, ao lado de Nirav Modi, Cindy Chao e Boghossian, depois de outras casas desistirem de participar do evento por discordarem dos organizadores a respeito do espaço e localização dedicados às marcas da alta-joalheria.




Entre no universo de Mariana Berenguer e suas joias artesanais


Pausa no dia para suspirar com as joias poderosas de Mariana Berenguer – nome que responde pelas preciosidades que compõe visuais de glamurettes das mais chiques. A forma como as peças são criadas diz muito sobre a designer, advogada e administradora por formação e joalheira por aptidão. A maior fonte criativa de Mariana são viagens, onde absorve tendências de moda, identifica cores e padrões, além do que está sendo desenvolvido em outros mercados. Cada joia é uma peça única, feita artesanalmente por profissionais de tradição, garantindo alto padrão de qualidade.
A matéria-prima mais utilizada por Mariana? Pedras preciosas que ela transforma em verdadeiras obras de arte. O diamante em suas versões branca, marrom e preta, as esmeraldas e outras gemas coloridas aparecem na coleção, assim como a turmalina paraíba, devido a sua raridade e beleza, além das rubilitas e tanzanitas. Outras pedras brasileiras também são bastante requisitadas como opalas de fogo, rodonitas, ametistas e citrinos. “Prefiro confeccionar joias clássicas, utilizando as pedras mais em voga no momento, possibilitando que o cliente siga o que está na moda, mas adquira uma peça atemporal e de ótima qualidade”, contou Mariana ao Glamurama.
Outro diferencial são as peças feitas a quatro mãos, quando o cliente traz seu próprio desenho para que elaborem a peça juntos. “Criamos pecas que acompanham o visual da mulher moderna que exerce atividades da manhã à noite e usam joias práticas e sofisticadas”, explica Mariana sobre a versatilidade de suas peças.
Mariana atende sua clientela com hora marcada no escritório do Itaim. Na galeria abaixo, uma seleção especial de suas joias.

Temer diz que vai ligar para presidente da China para esclarecer situação da carne

Temer diz que vai ligar para presidente da China para esclarecer situação da carne

quinta-feira, 23 de março de 2017 13:11 BRT
 
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Presidente Michel Temer
21/03/2017
REUTERS/Adriano Machado
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Por Lisandra Paraguassu
BRASÍLIA (Reuters) - O presidente Michel Temer disse nesta quinta-feira que vai ligar para o presidente da China, Xi Jinping, para esclarecer a situação da carne brasileira, após a operação que identificou pagamentos de propina para liberação de produtos sem inspeção.
"Eu mesmo devo ligar para o presidente da China para esclarecer essa situação. Eu peço ao nosso Ministério das Relações Exteriores que coloque todos os nossos embaixadores para esclarecer essa situação", disse o presidente.
Em um evento em que foi lançado pela terceira vez o portal do exportador, o presidente aproveitou a plateia de empresários para defender, mais uma vez, a carne brasileira e criticou veladamente a operação Carne Fraca, da Polícia Federal, que revelou irregularidades na fiscalização da indústria de carnes do país.
"Na verdade isso não poderia alcançar a dimensão que está alcançando", disse Temer, lembrando mais uma vez que são 21 plantas frigoríficas investigadas, de um total de mais de 4 mil em todo o país.
Ao tratar do assunto, o presidente começou chamando a crise da carne como um "pequeno incidente", mas se corrigiu rapidamente, mudando para "grave incidente".
Classificando a crise como um "embaraço internacional", Temer disse que a "nacionalidade" do Brasil "se combinou para contestar aquilo que aparentemente poderia transformar-se em um evento internacional desastroso".
"Tivemos uma pronta resposta, portanto logo superaremos esse embaraço que pode causar prejuízos ao país, mas serão logo superados. O Brasil todo colaborou porque as pessoas percebem que esse é um dos fatores fundamentais da nossa economia e não pode ter sua credibilidade abalada", defendeu Temer.
Vários países, a China entra eles, impuseram restrições à entrada de carne brasileira desde a operação, realizada na última sexta-feira.
(Reportagem de Lisandra Paraguassu)

Meirelles crava que haverá aumento de impostos e abre porta para redução na meta de inflação

Meirelles crava que haverá aumento de impostos e abre porta para redução na meta de inflação

quinta-feira, 23 de março de 2017 21:08 BRT
 
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Henrique Meirelles durante evento em Curitiba
 20/12/2016    REUTERS/Rodolfo Buhrer
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(Reuters) - O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, cravou nesta quinta-feira que o governo elevará impostos para cumprir a meta fiscal deste ano e também deixou a porta aberta para a fixação de uma meta de inflação menor ou de uma banda de tolerância também mais estreita caso haja a avaliação de que isso não forçará o Banco Central a ser mais duro em relação aos juros.
Em entrevista ao jornalista Kennedy Alencar exibida no SBT, o ministro afirmou que uma parte do rombo de 58,2 bilhões de reais para o cumprimento da meta de déficit primário deste ano será coberto com aumento de impostos já existentes.
"Uma parte dessa diferença será cumprida com mais cortes de gastos e uma parte será aumento de impostos", disse ele, citando, por exemplo, PIS/Cofins e a reoneração de algumas isenções fiscais que foram concedidas e que não tiveram efeito produtivo segundo ele, como desonerações a alguns setores.
Em outras ocasiões, Meirelles se esquivou de confirmar aumento de impostos, falando que o governo tomaria essa decisão caso fosse de fato necessário.
Questionado sobre a diminuição da meta de inflação e da margem de tolerância para o avanço de preços na economia, Meirelles reconheceu haver possibilidade de mudança. O tema será definido em junho, quando o alvo de 2019 será definido em reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).
 "Se ficar claro, por exemplo, que pode-se de fato fixar uma meta mais baixa sem prejudicar a economia no sentido de forçar o Banco Central a apertar mais excessivamente, se tudo caminhar da melhor maneira possível daqui até la, é uma boa possibilidade", afirmou.
A meta de inflação para 2017 e 2018 é de 4,5 por cento pelo IPCA, com margem de 1,5 ponto percentual para mais ou menos.
Recente pesquisa da Reuters mostrou que a redução da meta de inflação para 2019 encontra forte respaldo entre economistas. [nL1N1G20TY]
Nesta noite, o ministro da Fazenda também disse acreditar que o impacto das delações de executivos da Odebrecht no âmbito da Lava Jato já foi precificado pelo mercado.
(Por Marcela Ayres)