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sexta-feira, 31 de março de 2017

UMA AVENTURA QUE RESISTE AO TEMPO: O GARIMPO DE OURO DO RIO MADEIRA!

UMA AVENTURA QUE RESISTE AO TEMPO: O GARIMPO DE OURO DO RIO MADEIRA!
Uma fofoca que cobriu centenas de quilômetros e reuniu brasileiros de todos os quadrantes do país e muitos estrangeiros, que para Rondônia se deslocaram, viveram uma grande aventura, em um dos nossos maiores rios da Amazônia.
Este livro ilustra, no melhor sentido da palavra, o ambiente em torno do garimpo de ouro do Rio Madeira, a partir da década de 1980.
O cenário de uma época heróica é captado e expresso por meio de imagens e textos, que se tornam o fio condutor da história de vida do próprio autor.
Para o leitor que desconhece aspectos históricos ou geográficos desta verdadeira saga amazônica, o apêndice desta obra servirá como uma pequena enciclopédia que abrangerá o contexto de duas épocas dos anos 80 e 90 do século passado e a década atual tendo como pano de fundo as atividades de extração do ouro no Rio Madeira. No aspecto mais amplo, conhecerá o Estado de Rondônia, sua capital Porto Velho, em especial e outras localidades importantes.
A preservação da memória do garimpo de ouro deste afluente do Rio Amazonas era uma das lacunas da nossa história local e regional, ainda mais se levarmos em conta o caráter biográfico que o autor imprime ao texto.
Por se narrar uma história de vida, entrelaçada a outras tantas, é alcançado um dos objetivos do livro: a justa homenagem àqueles que deixaram seus locais de origem e vieram se aventurar na busca do Eldorado, nas barrancas e nas águas profundas do Rio Madeira.
Em resumo, milhares de pessoas estiveram no garimpo do Rio Madeira. A maioria abandonou a atividade logo no início e retornaram para os seus lugares de origem; uns por não suportar a saudade, outros por não terem encontrado o que vieram buscar; outros por não suportar o trabalho difícil, a convivência com muita gente estranha em um ambiente hostil, com leis próprias, muitas vezes selvagens.
Há os que resistiram a toda hostilidade e se deram bem; juntaram ouro suficiente para mudar de vida e gozam até hoje de boa situação econômica e financeira. Mas há também os que se deram mal, perdendo nesta investida suas economias e até mesmo suas vidas.
Aos que tiveram sorte, aos que sobreviveram, às centenas de pessoas, homens, mulheres, crianças que morreram por qualquer motivo, fica aqui registrada a homenagem do autor, que sabe, por vivência própria, o significado e a dimensão exata desta aventura.
O autor é dos que, tendo abandonado a garimpagem, elegeu Porto Velho como moradia permanente.

Pepitas de Ouro- GARIMPO DE MARACAÇUMÉ

Pepitas de Ouro


 

GARIMPO DE MARACAÇUMÉ
(SERRA DO PIROCAUA)

INTRODUÇÃO
A descoberta de ouro na porção norte do estado do Maranhão, na região localizada entre os rios Gurupi e Maracaçumé, remonta ao ano de 1624, quando das primeiras incursões de aventureiros europeus em território brasileiro. Segundo relatos da época os primitivos índios que viviam na região já conheciam o metal considerando-o todavia de pouca importância. Os primeiros a explorarem o ouro foram os padres jesuítas que se utilizaram de índios e escravos africanos para retirar o metal das aluviões. No início do século XIX. Estes jesuítas se estabeleceram em uma área próxima a Serra do Pirocaua onde hoje é a Vila Aurizona, no município de Godofredo Viana. A busca do ouro espalhou-se para além das bacias dos Turiaçu e Maracaçumé, alcançando a cidade de Bragança no estado do Pará. Ao final do século uma firma inglesa denominada Companhia de Mineração de Ouro Montes Áureos, montou escritório na região. Nesta época o governo brasileiro começou a regularizar as atividades mineiras na região.
No início do século XX ocorreu a primeira invasão de garimpeiros na região, que passaram a batear as aluviões do rio Maracaçumé. Em 1954 a Companhia de Mineração Maranhense tentou o emprego de lavra mecanizada, não vindo a alcançar todavia o resultado esperado.
Além do ouro aluvionar foram identificadas ocorrências de ouro primário em veios de quartzo na Mina Nova, porém os teores revelaram-se antieconômicos.

LOCALIZAÇÃO E ACESSO
A área com ocorrência de ouro situa-se na porção norte-noroeste do Estado do Maranhão (Figura 1), abrangendo os municípios de Turiaçu, Carutapera, Cândido Mendes, Godofredo Viana e Luís Domingues. As vilas de Aurizona e Redondo, esta última situada às margens do rio Maraçumé, são os principais centros de exploração e comércio de ouro. O acesso a área partindo-se da capital maranhense, São Luís, é feito inicialmente por via rodoviária até Vizeu no estado do Pará, e a partir daí, somente por via marítima, até a denominada Baixada Maranhense. Por via aérea atinge-se as cidades de Turiaçu e Carutapera por meio de aviões de pequeno e médio porte. As ocorrências de ouro somente podem ser alcançadas por estradas carroçáveis e/ ou barcos de pequeno calado.

CLIMA E VEGETAÇÃO
O clima da região é quente e úmido, com intensa precipitação anual , que nos meses de março e abril atinge seu valor mais alto, 2.184,3 mm. A temperatura média anual é de 26 o com uma amplitude térmica de apenas 2o . A umidade relativa chega a atingir 85% em alguns meses do ano.
A vegetação maranhense particulariza-se na região costeira pela presença de manguezais, que são substituídos por gramíneas de campos alagados ou secos, para interior adentro aparecer a zona da mata. A floresta amazônica está representada na porção noroeste e parte da região central do Maranhão.

MODO DE OCORRÊNCIA
Tais depósitos tanto podem ser marinhos, como fluviais e até mesmo flúvio-marinho, e são compostos essencialmente por areias mal selecionadas, silte, argila e cascalho.

PRINCIPAIS GARIMPOS DA REGIÃO
De acordo com Neto(1982) são os seguintes os principais garimpos da região:

Garimpo do Caboré
Situado a nordeste da Vila Livramento, apresenta as seguintes coordenadas: 45o 54’ 36" W e 01o 17’ 24" S. A média da produção chegou a alcançar 50 gramas de ouro em uma semana.

Garimpo da Poeira.
Localizado 30 km a Oeste do povoado de Livramento, exibe as seguintes coordenadas 45o 57’ 00 "W e 01o 19’ 00" S. Neste local o ouro é encontrado no leito intermitente do igarapé Poeira, disseminado em espessa camada de material aluvionar essencialmente constituído de argilas de cores amarela a vermelha.

Garimpo Pedra de Fogo
Este garimpo situa-se nas imediações da vila de mesmo nome, com as seguintes coordenadas: 45o 49’ 24" W e 01o 22’ 24" S. O garimpo de ouro aluvionar vem sendo feito num buraco com 25 metros de profundidade e é retirado de uma argila esverdeada denominada de tabatinga pelos garimpeiros do local

Garimpo do Igarapé Cavala
Distante 1,5 km da cidade de Luís Domingues na direção da cidade de Carutapera, no vale do Irrí-Açu, possui as seguintes coordenadas: 45o 54’ 30" W e
01o 19’ 06" S. O ouro é retirado de um cascalho situado a 2,5 metros de profundidade

Garimpo da Ponta do Jardim
Localizado ás margens do Rio Itererê 4 km da cidade de Godofredo Viana, exibe as seguintes coordenadas 45o 44’ 30" W e 01o 22’ 06" S. Encontra-se atualmente desativado.

Garimpo Praia Velha
Situado na localidade de mesmo nome, na foz do rio Irirímirim, com coordenadas de 45o 54’ 48" S e 01o 08’ 54" S. O acesso ao garimpo somente pode ser feito por meio de barco, em jornada de uma hora a partir de Carutapera. A região é de mangue e o ouro ocorre misturado a uma camada de 30 cm de areia fina esbranquiçada, coberta por sedimentos de maré.

Garimpo do Tromaí
Situado no leito do rio Tromaí, apresenta as coordenadas de 45o48’ 36" W e 01o 23’ 12" S. O ouro ocorre em aluviões do rio, e as atividades garimpeiras limitam-se à época do inverno

Garimpo do Maraçumé
Localizado no leito do Rio Maracaçumé, , próximo a cidade de Cândido Mendes, com as coordenadas 45° 43’ OO" W e 01° 26’ 30" S. O ouro ocorre em cascalheira do rio normalmente coberta por 1 a 2 metros de areia, que é removida por chupadeira para então lavrar-se o cascalho.
 

Brasil deve crescer 10 vezes na produção de diamantes, diz MME

Brasil deve crescer 10 vezes na produção de diamantes, diz MME


De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a exploração da primeira jazida de diamantes primários no país iniciada no Brasil este ano (município de Nordestina -Bahia), tem capacidade para dobrar a produção e a exportação dos diamantes brasileiros neste ano e elevar os valores atuais entre 5 e 10 vezes nos próximos anos. As jazidas de diamantes primários são aquelas onde se extrai o diamante bruto diretamente da rocha geradora.
A maioria da produção brasileira de diamantes é exportada, principalmente para os Emirados Árabes Unidos, Estados Unidos e Israel. Apesar disso, antes da descoberta e exploração da jazida de diamantes primários, a produção desse mineral no Brasil ainda era pouco expressiva e se colocava nos últimos lugares no âmbito internacional.
Além de Nordestina, o Projeto Diamantes do Brasil, em execução pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM), tem revelado várias áreas kimberlíticas com grandes possibilidades de se encontrar diamantes primários. Enquanto essas áreas não forem totalmente estudadas, os diamantes secundários continuam a ser encontrados por garimpeiros e por pequenos mineradores, principalmente nas regiões de Coromandel e Diamantina, em Minas Gerais, além de algumas áreas nos estados de Goiás, Pará e Roraima. O projeto tem demonstrado que a grande maioria dos estados brasileiros possuem ocorrências prospectivas para diamantes.
Em 2015, a produção brasileira foi em torno de 31,8 mil quilates, ao valor total na ordem de US$ 1,5 milhões e a produção mundial de diamantes em 2015, de acordo com os dados estatísticos do Sistema de Certificação do Processo de Kimberley (que controla mundialmente os dados estatísticos de produção, importação e exportação de todos os países membros) foi de aproximadamente de 127,3,4 milhões de quilates, ao valor de US$ 13,7 bilhões.
Em termos de exportações, no mesmo ano, o Brasil exportou cerca de 34,7 mil quilates ao valor total de aproximadamente US$ 5,7 milhões, ao passo que a exportação mundial foi de 351,4 milhões de quilates ao valor de US$ 42,4 bilhões aproximadamente (a diferença entre a produção e a exportação ocorre porque na produção anual não são considerados os estoques remanescentes de anos anteriores).
O processo de extração de diamantes da rocha primária
A rocha primária de diamantes chama-se kimberlito, em homenagem à cidade de Kimberley (África do Sul), onde foram encontrados diamantes pela primeira vez em 1870, resultantes de estudos geológicos, de pesquisa e exploração mineral (e não por garimpos em rios).
Antes disso, o Brasil era o maior produtor de diamantes no mundo, sendo o local onde primeiramente se comercializou a pedra preciosa. De 1725 a 1866, o Brasil foi o maior produtor mundial desta gema. Em 1860, foi descoberto o diamante Estrela do Sul, considerado um dos maiores do mundo com 128 quilates.
Conheça outros diamantes brasileiros famosos, de acordo com Luiz Antonio Gomes da Silveira:
Goiás: descoberto em Catalão em 1906, considerado o 3º maior diamante de qualidade gemológica.
Presidente Vargas: descoberto em 1938 em Coromandel (Minas Gerais), com 726,60 quilates, considerado o 8º maior do mundo.
Darcy Vargas: descoberto em 1939, Coromandel (Minas Gerais), com 460 quilates
Coromandel IV: descoberto em 1940, Coromandel (Minas Gerais), com 400,65 quilates.
Presidente Dutra – descoberto em 1949, Coromandel (Minas Gerais), com 407,68 quilates
Diamantes:
Os primeiros diamantes foram formados há 2,5 bilhões de anos, no manto da terra, durante a era arqueozoica, e os mais recentes há 45 milhões de anos atrás.
São formados sob alta temperatura (1.150-1.200º C) e alta pressão, em profundidade de aproximadamente 160km, sob um processo de resfriamento do magma. Após formados, durante erupção vulcânica, foram ejetados em grandes velocidades, mantendo a sua forma. Os diamantes são constituídos de um único elemento químico, o Carbono.
Fonte: Último Instante
 

Quilate para ouro e Quilate para diamante: NADA HA VER!

Quilate para ouro e Quilate para diamante: NADA HA VER!

Quilate para ouro e Quilate para diamante: NADA HA VER!


No que se refere a pedras preciosas, como o diamante, um quilate representa uma massa igual a duzentos miligramas. A unidade de massa foi adotada em 1907 na Quarta Conferência Geral de Pesos e Medidas. O quilate pode ser subdividido ainda em 100 pontos de 2 mg cada. Por isso, fala´se em diamantes de 50 pontos, 40 pontos, são menores de que 1 quilate
Aplicado ao ouro, entretanto, o quilate é uma medida de pureza do metal, e não de massa. É a razão entre a massa de ouro presente e a massa total da peça, multiplicada por 24, sendo cada unidade de quilate equivalente a 4,1666 % em pontos percentuais de ouro do total.
A pureza do ouro é expressa pelo número de partes de ouro que compõem a barra, pepita ou joia. O ouro de um objeto com 16 partes de ouro e 8 de outro metal é de 16 quilates. O ouro puro tem 24 quilates.
Exemplos:
·         Ouro 24 quilates = ouro puro - como é praticamente impossível o ouro ter uma pureza completa, o teor máximo é de 99,99% e assim chamado de ouro 9999. Impróprio para fabricação de joias por ser muito maleável.
·         Ouro 22 quilates = 22/24 = 91,6% de ouro, também chamado de ouro 916.
·         Ouro 20 quilates = 20/24 = 83,3% de ouro, também chamado de ouro 833.
·         Ouro 19.2 quilates = 19.2/24 = 80,0% de ouro, também chamado de ouro 800 ou Ouro Português.
·         Ouro 18 quilates = 18/24 = 75% de ouro, também chamado de ouro 750.
·         Ouro 16 quilates = 16/24 = 66,6% de ouro, também chamado de ouro 666.
·         Ouro 14 quilates = 14/24 = 58,3% de ouro, também chamado de ouro 583.
·         Ouro 12 quilates = 12/24 = 50% de ouro, também chamado de ouro 500.
·         Ouro 10 quilates = 10/24 = 41,6% de ouro, também chamado de ouro 416.
·         Ouro 1 quilate = 1/24 = 4,6% de ouro, também chamado de ouro 46.

Desta forma, o ouro 18 quilates tem 75% de ouro, e o restante são 
ligas metálicas adicionadas fundindo-se o ouro com esses metais num processo conhecido como quintagem, para garantir maior durabilidade e brilho à joia.
Os elementos dessas ligas geralmente adicionados ao ouro podem variar muito em função da cor, ou ponto de fusão desejados e em algumas joalherias, essa fórmula é mantida como segredo industrial. Os metais mais comuns utilizados nessas ligas são o cobre, a prata, o zinco, o níquel, o cádmio, resultando em um ouro com coloração amarela. Existe também o ouro branco, que é feito com ligas utilizando o paládio que tem efeito descoloridor, nesse caso o ouro branco no processo final de acabamento a joia é submetida a um banho de ródio.

Popularidade de Temer piora em meio a reformas e desemprego, mostra CNI/Ibope

Popularidade de Temer piora em meio a reformas e desemprego, mostra CNI/Ibope

sexta-feira, 31 de março de 2017 14:15 BRT
 


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Por Maria Carolina Marcello BRASÍLIA (Reuters) - A popularidade do presidente Michel Temer piorou, mostrou pesquisa CNI/Ibope nesta sexta-feira, em meio a reformas controversas promovidas pelo governo, capitaneadas pela previdenciária, desemprego alto e notícias sobre corrupção no meio político. A avaliação ruim/péssimo do governo subiu para 55 por cento em março, ante 46 por cento em dezembro do ano passado, enquanto a aprovação  positiva (ótimo/bom) do governo oscilou para 10 por cento, ante 13 por cento em dezembro. A desaprovação à maneira de governar de Temer passou a 73 por cento dos entrevistados, contra 64 por cento no levantamento passado. “O governo está tomando medidas controversas, medidas duras e isso provavelmente é uma das causas dessa queda de popularidade”, disse o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. Para o gerente-executivo, a situação econômica também deve ser levada em conta quando se avalia a popularidade do governo. “Há uma correlação muito forte entre popularidade do governo e a situação econômica do país”, afirmou Fonseca. A despeito do discurso do governo de que a economia já começa a mostrar sinais de recuperação, a atividade econômica do Brasil iniciou 2017 com ritmo maior de contração do que o esperado, segundo informou o Banco Central nesta manhã, enquanto a taxa de desemprego, medida pelo IBGE, subiu para novo recorde no trimestre encerrado em fevereiro, levando o número de trabalhadores sem emprego a 13,5 milhões.[nL2N1H80FR][nL2N1H80HW] “Com essa taxa de desemprego, claramente tem uma insatisfação muito grande da população com a situação econômica e isso reflete muito forte na avaliação do governo”, avaliou Fonseca, acrescentando que as denúncias de corrupção envolvendo inclusive membros do governo também não podem ser deixadas de lado como possíveis fatores da queda de popularidade. O número daqueles que disseram aprovar a forma de governar de Temer também recuou, para 20 por cento, ante 26 por cento no fim de 2016. Assim como caiu o percentual das pessoas que afirmaram confiar no presidente: 17 por cento agora ante 23 por cento em março. Os que não confiam em Temer passaram de 72 por cento para 79 por cento. Aqueles que consideram o governo regular somaram 31 por cento, contra 35 por cento, segundo o levantamento. A primeira posição entre as notícias mais lembradas pela população, mostrou a pesquisa, ficou com as discussões sobre a reforma da Previdência, sendo citada por 26 por cento dos entrevistados, à frente de notícias relacionadas à Lava Jato e investigações de corrupção na Petrobras (9 por cento). Notícias sobre corrupção no governo (5 por cento), manifestações (4 por cento) e paralisações no país (3 por cento), o aumento desemprego (2 por cento), e sobre declarações do ministro Fazenda sobre a possibilidade de aumento de impostos (1 por cento) também foram elencadas. A liberação do saque do FGTS foi lembrada por apenas 2 por cento dos entrevistados. Entre as áreas de atuação do governo, 85 por cento disseram desaprovar as ações e políticas adotadas em relação aos impostos, e 77 por cento não aprovam as ações de combate ao desemprego. A pesquisa também questionou os entrevistados a respeito de comparação do governo Temer com a gestão anterior, de Dilma Rousseff, e 41 por cento disseram considerar a atual administração pior que a da petista; eram 34 por cento em dezembro. Para 18 por cento o atual governo é melhor que o passado (21 por cento na pesquisa anterior), enquanto 38 por cento disseram considerar ambos iguais (42 por cento). A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios entre 16 e 19 de março. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. (Edição de Alexandre Caverni)

Wall St encerra trimestre de fortes ganhos em queda

Wall St encerra trimestre de fortes ganhos em queda

sexta-feira, 31 de março de 2017 17:56 BRT


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Por Noel Randewich (Reuters) - Wall Street fechou a sexta-feira em território negativo, pressionado pelas ações da Exxon Mobil e do JPMorgan Chase & Co, encerrando um trimestre de fortes ganhos com investidores avaliando se os balanços corporativos vão justificar os altos preços das ações do mercado. O índice Dow Jones caiu 0,31 por cento, a 20.663 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,23 por cento, a 2.362 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,04 por cento, a 5.911 pontos. Os principais índices alcançaram patamares recordes desde a eleição do presidente Donald Trump, com apostas de que ele poderia melhorar o crescimento econômico, reduzindo impostos e aumentando os gastos com infraestrutura. A alta das ações também se beneficiou de indicadores econômicos robustos e de uma recuperação no crescimento dos lucros corporativos. No trimestre que se encerrou nesta sexta-feira, o S&P 500 subiu 5,5 por cento, desempenho trimestral mais forte desde o último trimestre de 2015. Os investidores estão agora olhando para a próxima temporada de resultados trimestrais para justificar os preços altos das ações. O lucro no primeiro trimestre das empresas listadas no S&P 500 deverá crescer 10,1 por cento, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S. Oito dos 11 principais setores de S&P recuaram nesta sexta-feira, com o índice financeiro em queda de 0,72 por cento. A ação do JPMorgan Chase caiu 1,34 por cento e o papel da Wells Fargo & Co perdeu 1,03 por cento. A ação da Exxon Mobil caiu 2,02 por cento, também pressionando o S&P 500 e Dow Jones.

SP discute experiências na mineração

SP discute experiências na mineração


Com o objetivo de discutir experiências e possibilidades de inovação na indústria mineral paulista, a Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo promoveu, no dia 28 março, o seminário técnico Inovação na Cadeia Produtiva da Mineração, que reuniu representantes de empresas do setor produtivo, cadeia de suprimentos da mineração, da Academia e órgãos de fomento. O evento contou com o apoio da Poli-USP, Unesp e CREA-SP.
De acordo com o Secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, João Carlos de Souza Meirelles, o seminário se insere no esforço do governo de promover um novo patamar de desenvolvimento para todas as atividades no estado e a mineração tem prioridade nesse contexto, já que se trata de uma atividade que “depende da intervenção no meio ambiente” e, portanto, precisa atuar dentro do conceito da sustentabilidade.
Ele lembrou que São Paulo é o maior consumidor de bens minerais do País e o quarto maior produtor desses bens, pois 97% de sua população está em áreas urbanas, dependendo dos produtos minerais para sua qualidade de vida. Além disso, o Estado tem uma importante atividade agrícola, que depende de insumos como NPK (Nitrogênio, Fosfato e Potássio). Assim, o objetivo é “transformar o setor mineral em uma nova plataforma de desenvolvimento”.
Já o Subsecretário de Mineração, José Jaime Sznelwar, disse que o setor mineral precisa urgentemente inovar na gestão de seus empreendimentos, principalmente as pequenas e médias companhias de mineração, a maioria com estrutura familiar. Daí a importância de se fomentar a inovação nessas empresas, segundo ele.
Fonte: Brasil Mineral

Demanda chinesa por aço deve cair em 2017

Demanda chinesa por aço deve cair em 2017 e pressionar minério de ferro, diz instituto


A demanda da China por aço deve cair 1,9 por cento neste ano, pressionando os preços do minério de ferro, à medida que a produção da principal matéria-prima do aço aumenta, disse o presidente de um instituto de estudos chinês nesta quinta-feira. A demanda por aço na China, maior consumidor e produtor global, deve cair para 660 milhões de toneladas, afirmou Li Xinchuang, do Instituto de Planejamento e Pesquisas da Indústria Metalúrgica da China.
A queda vem em um momento em que a China promove duras reformas para cortar excesso de capacidade de produção. ”Nós acreditamos que o consumo de aço da China vai cair gradualmente –talvez suba em alguns anos, como no ano passado. Essa é nossa posição”, disse Li, que também é vice-presidente do Conselho de Administração da Associação Chinesa de Ferro e Aço, durante uma conferência da indústria em Perth, na Austrália.
Ele disse que a demanda por importações de minério de ferro da China subiu 0,7 por cento para 1,1 bilhão de toneladas em 2016, com o país dependendo das importações para atender 87 por cento da demanda total. O instituto prevê que a oferta de minério de ferro transportado por navios pode crescer cerca de 50 milhões de toneladas neste ano, o que é cerca de 10 milhões de toneladas acima da previsão da segunda maior produtora de minério de ferro do mundo, a Rio Tinto.
Como resultado, o instituto prevê que os preços do minério de ferro vão variar entre 55 dólares e 90 dólares a tonelada em 2017, com uma média no ano de 65 dólares. ”Infelizmente, com a rápida alta dos preços do minério de ferro, a produção chinesa de minério de ferro subiu 15 por cento nos primeiros dois meses”, disse Li. O minério de ferro está sendo negociado a cerca de 77,60 dólares a tonelada, alta de quase 40 por cento ante um ano atrás.
“Qual é o futuro? Nós acreditamos que a sobreoferta global de minério de ferro é muito séria no longo prazo”, afirmou. Ele adicionou, no entanto, que a China deve continuar fortemente dependente de importações de minério de ferro no longo prazo.
Fonte: Reuters

Mineração Usiminas é pioneira no país a obter a recertificação na ISO 9001

Mineração Usiminas é pioneira no país a obter a recertificação na ISO 9001


A Mineração Usiminas é a primeira mineradora do país e uma das empresas pioneiras no Brasil a obter a recomendação para a recertificação na ISO 9001:2015, nova versão da norma referente à gestão da qualidade. A auditoria de certificação foi conduzida pelo Bureau Veritas Certification (BVC), referência mundial na área, entre os dias 20 e 24 de março.
 De acordo com Arley Júlio Pereira, líder dos auditores, os pontos positivos encontrados durante as inspeções realizadas nas áreas da companhia, como os projetos de redução de custos implementados e o comprometimento dos empregados com as ferramentas de gestão, contribuíram para que a Mineração Usiminas fosse pioneira no segmento minerário no que diz respeito à recertificação da norma na versão 2015, já que o prazo para esta adequação vai até setembro de 2018.
O auditor líder ainda falou sobre a forma como a MUSA recebeu a auditoria. “Quando a empresa é robusta e o sistema de gestão é eficaz, não é necessário se preparar para as auditorias. E foi o que notamos nas visitas, quando avaliamos o processo de maneira contínua, vendo o dia a dia da empresa”, afirmou Arley.
O diretor-executivo da Mineração, Wilfred Theodoor Bruijn, o Bill, ressaltou a importância de passar por um processo profundo de auditoria, o que traz uma crítica construtiva e fundamentada sobre o processo, além de levantar as oportunidades de melhoria. “Isso faz com que possamos evoluir ainda mais e entregar um produto com cada vez mais qualidade”.
Com a recertificação, a intenção é aumentar a confiança do cliente no sistema de gestão da qualidade baseado na ISO 9001 e na capacidade da empresa em fornecer produtos e serviços em conformidade com requisitos pré-estabelecidos do mercado.
No segundo semestre de 2016, a Usiminas já havia se tornado uma das primeiras empresas de todo o país a receber a recertificação ISO 9001 2015. A empresa iniciou um trabalho preparatório, a partir da divulgação da primeira prévia da nova norma de qualidade, identificando e planejando as ações necessárias para a evolução do Sistema de Gestão da Qualidade da empresa. A iniciativa permitiu à Usiminas adiantar em dois anos o processo de transição para a nova versão da certificação.
O processo de auditoria foi conduzido pelo Bureau Veritas Certification (BVC) e envolveu a Usina de Ipatinga, a Usina de Cubatão, a Sede, em Belo Horizonte, o CEA, em São Paulo, o Porto de Vitória e os Centros de Distribuição (CD’s).
Fonte: Olhae.net

Em plena crise no país, Pará vive ‘ufanismo’

Em plena crise no país, Pará vive ‘ufanismo’


Em meio à maior recessão da história do país, o Pará apresenta uma combinação rara para o momento: atividade econômica em crescimento e contas públicas relativamente em ordem. O Estado tem sido beneficiado pela alta da cotação internacional do minério de ferro e por grandes investimentos da indústria extrativa e em infraestrutura.
O Pará vive uma fase de “ufanismo econômico”, define Eduardo Costa, presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa). Um ajuste fiscal promovido pelo governador Simão Jatene (PSDB), em 2015, fez com que as contas públicas se mantivessem equilibradas.
A estrutura econômica que permitiu esse crescimento, entretanto, tem deixado parte da população à margem da melhora. “É um modelo extremamente perverso”, diz Costa, para quem o desenvolvimento do Estado vem gerando “um paradoxo entre pobreza e crescimento”. A raiz tanto da força econômica quanto desse desequilíbrio está na exportação de minério de ferro, isenta de ICMS. “A nossa base econômica é pouco tributável”, afirma Costa. A estimativa da Fapespa é que nos últimos 20 anos o Estado tenha perdido R$ 44,1 bilhões por causa da Lei Kandir, que desonera do ICMS as exportações de bens primários e semielaborados.
Ao mesmo tempo, os investimentos realizados nos últimos anos têm atraído grande número de migrantes, que acabam sem emprego e desassistidos. Das cem cidades com pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil, 41 estão no Pará.
Fonte: Valor

   

LAPIDAÇÕES ESPECIAIS VALORIZAM AS GEMAS





LAPIDAÇÕES ESPECIAIS VALORIZAM AS GEMAS



Como tornar ainda mais belo, algo que por si já é fascinante? Esse desafio inquietou o homem desde que ele descobriu o mundo das gemas. Fascinantes e misteriosas, elas só revelam sua beleza por inteiro nas mãos de hábeis artesãos. Afinal, são eles que lhes dão mais vida, cor e brilho.

A lapidação de uma gema representa o seu aperfeiçoamento. O corte é tão importante que é capaz de valorizar uma gema de segunda linha ou depreciar uma de primeira categoria. Nas mãos de um lapidário pouco habilidoso, a melhor gema do mundo pode perder todo seu potencial. Já uma pedra inferior, quando lapidada por mãos preciosas, torna-se quase uma jóia.
Uma lapidação perfeita ressalta qualidades de uma gema que, por vezes, quem a extraiu nem imaginava que ela tivesse. Brilho, cor profunda e intensa, beleza, transparência, ausência de impurezas visíveis: tudo isso só pode ser conferido "ao vivo e em cores" se a lapidação souber explorar o potencial da gema.
Há lapidações de diversos tipos, mas elas podem ser divididas em três grupos: lapidação em facetas, lisa e mista. O primeiro tipo é utilizado normalmente em gemas transparentes, já que o fato de possuir várias e pequenas superfícies lisas acabam por conferir à gema um brilho e um jogo de cor que a realçam ainda mais.
Na maior parte dos casos, as lapidações em facetas podem ser subdivididas em três tipos: primeiro, a lapidação brilhante e em degraus, ou lapidação esmeralda. Já o segundo tipo, a lapidação lisa, pode ser plana ou convexa (tipo cabochão). A ágata e gemas opacas em geral são as mais comumente lapidadas dessa forma. O terceiro tipo, a lapidação mista, possui duas variedades: ela pode ser feita com a parte superior lisa e a inferior em facetas, ou o inverso.
As lapidações, além de vários tipos, também possuem diversas formas. Os principais modelos são: redonda, ovalada, antiga (quadrangular ou retangular com bordas arredondadas), triangular, quadrática, hexagonal, baguette (retangular ovalada), trapezoidal, french-cut (contorno e mesa quadrática), facetas triangulares, pendeloque (pêra ou gota), navette ou marquesa (elípitica apontada), pampel (em forma de gota alongada), briolete (forma de pêra com linhas de facetas que se cruzam).
Na joalheria, o tipo mais usado de lapidação é a brilhante, que equivocadamente virou sinônimo de diamante. Esse é apenas um tipo possível de lapidação aplicada ao diamante, apesar de ter sido criada especialmente para ele (daí a confusão). Possui 32 facetas e mesa na parte superior, e pelo menos 24 facetas na parte inferior. Quando dizemos brilhante, queremos dizer diamante com lapidação brilhante. Para as demais gemas, deve-se dizer seu nome seguido de brilhante, como por exemplo, topázio com lapidação brilhante.
A lapidação em oito facetas (8/8) possui, além da mesa, oito facetas na parte superior e oito na parte inferior. É utilizada em diamantes, menos naqueles em que não é possível ou não têm qualidade suficiente para a lapidação brilhante. Um de seus pontos fortes é a possibilidade de obter-se de 300 a 500 gemas por quilate. Já a lapidação rosa, ou roseta, é uma lapidação em facetas, sem mesa e sem a parte inferior. Propicia várias combinações, dependendo do número e disposição de suas facetas, mas caiu em desuso porque proporciona pouco brilho à gema.
Existem diversas lapidações em degraus, tipo de corte muito usado em gemas coloridas. Suas várias facetas de bordas paralelas possuem um declive que aumenta conforme se aproxima da rondista (cintura). Geralmente, a parte infe-rior desse corte costuma ter mais facetas. A lapidação cruzada ou em tesoura é uma variação da anterior, sendo que as facetas ficam subdivididas pela tesoura em quatro facetas.
A lapidação esmeralda também é um trabalho em degraus, porém tem contorno octogonal. Foi tão utilizada em esmeraldas e acabou ganhando o nome dessa gema, mas também pode ser empregada em outras pedras preciosas, como o diamante por exemplo. Outro tipo de lapidação em degraus é chamada de mesa ou plana. Mais simples que as demais, sua parte superior é bem plana para favorecer uma grande mesa. Já a lapidação Ceilão caracteriza-se por suas várias facetas, para aproveitar mais o peso bruto da gema, o que pode levar a um resultado assimétrico, que muitas vezes obriga a uma relapidação da pedra.
O cabochão, palavra que vem do francês caboche, cujo significado é prego de cabeça grande, é a lapidação lisa mais conhecida na joalheria e também uma das mais simples. Nele, a parte superior da gema é lapidada de forma arredondada, e a inferior é plana, levemente abobodada ou convexa. Nas gemas de tom mais escuro, a parte inferior é lapidada para dentro - o que é chamado de cabochão oco - para clarear seus tons.
Uma lapidação nova é a Millenium Cut, também conhecida como "Canaleta Sorriso". Especial, seu corte faz com que a gema pareça estar sorrindo, aumentando, assim, seu brilho. Essa lapidação proporciona muito brilho à pedra, potencializando suas cores e dando mais vida à gema. O corte pode ser aplicado em todos os tipos de gemas, mas o formato mais adequado, no entanto, é o retangular, de no mínimo nove milímetros. Quanto maior a gema, melhor o resultado final: quando a luz atravessa a pedra, parece que ela solta faíscas, valorizando e embelezando as jóias de uma maneira diferente da tradicional.

O MERCADO DE RELÓGIOS ANTIGOS

O MERCADO DE RELÓGIOS ANTIGOS


O interesse por relógios antigos está crescendo no Brasil e há muito tempo no exterior. Trata-se de um mercado de apaixonados que são fiéis aos mecanismos e que jamais irão fazer uso de peças modernas, fazendo movimentar um comércio de itens usados e serviços de restaurações (mostradores, polimento, reparos de relojoaria e ourivesaria...).modelo Gondolo, da Patek PhilippeObserva-se no Brasil um aumento na demanda por peças de qualidade, infelizmente já há muito tempo comerciantes do exterior vem aportando nas principais cidades brasileiras, adquirindo importantes peças que eram facilmente vistas no passado, fazendo extinguir certos modelos de nosso mercado - como exemplo o modelo Gondolo da Patek Philippe que era basicamente encontrado no Brasil . O mercado apresenta-se ainda imaturo quanto à cotação real das peças: encontra-se peças valorizadas em demasia e verdadeiras barganhas. No atual momento observa-se uma desvalorização dos relógios de bolso e uma constante valorização dos cronógrafos de pulso.
Os colecionadores experientes sempre irão observar a compra de peças em excelente estado (com pouco ou sem uso) e em sua condição original (mostrador, mecanismo...) que podem apresentar um preço várias vezes maior que uma peça "judiada".
Os cuidados na Compra
Uma compra sempre deve ser feita com muito cuidado, com muita paciência. Uma peça pode aparentar ser interessante, mas ao analisar com cuidado pode-se descobrir grandes problemas.
- Deve-se observar que relógios de qualidade possuem marcas do fabricante no mostrador, mecanismo, coroa e caixa, e é comum encontrar peças "casadas", onde o mecanismo não possui uma caixa original;
- Testar o mecanismo, o acerto das horas, a corda, calendário e outras funções e verificar se o mecanismo opera em posições diferentes (mostrador para baixo, de pé...). Certos "vícios" mecânicos podem ser de difícil solução e custar caro;
- Observar a originalidade do mostrador: hoje em dia é difícil constatar uma restauração, deve-se observar se há falhas na serigrafia e, no caso de mostradores de porcelana, deve-se estar atento se o mesmo está fixo corretamente pelos pinos de fixação (em alguns modelos é observado pelo mecanismo).
- Ter cautela máxima com réplicas.
- Deve-se ter uma referência de preço como catálogos de preço, ou observar o preço de venda de similares na internet.

Sem dúvida a experiência sempre irá contar!
Avaliação
O valor de um relógio depende da marca, do material empregado na caixa, do estado de conservação (arranhões, peças originais...), de sua raridade e tipo/estilo (militar, cronógrafo, alarme, não usual...).

ALEXANDRITA   

ALEXANDRITA        



A mais rara e valiosa variedade de crisoberilo exibe as cores verde e vermelha, as mesmas da Rússia Imperial, e seu nome é uma homenagem a Alexandre Nicolaivich, que mais tarde se tornaria o czar Alexandre II; de acordo com relatos históricos, a sua descoberta, nos Montes Urais, em 1830, deu-se no dia em que ele atingiu a maioridade.

Como uma das mais cobiçadas gemas, esta cerca-se de algumas lendas, a mais difundida das quais diz que o referido czar teria ordenado a execução de um lapidário, depois que este lhe devolveu uma pedra de diferente cor da que lhe houvera sido confiada para lapidar.

Esta lenda deve-se ao fato de que a alexandrita apresenta um peculiar fenômeno óptico de mudança de cor, exibindo uma coloração verde a verde-azulada (apropriadamente denominada “pavão” pelos garimpeiros brasileiros) sob luz natural ou fluorescente e vermelha-púrpura, semelhante a da framboesa, sob luz incandescente. Quanto mais acentuado for este cambio de cor, mais valorizado é o exemplar, embora, para alguns, os elevados valores que esta gema pode alcançar devam-se mais a sua extrema raridade que propriamente à sua beleza intrínseca.

Esta instigante mudança de cor deve-se ao fato de que a transmissão da luz nas regiões do vermelho e verde-azul do espectro visível é praticamente a mesma nesta gema, de modo que qualquer cambio na natureza da luz incidente altera este equilíbrio em favor de uma delas. Assim sendo, a luz diurna ou fluorescente, mais rica em azul, tende a desviar o equilíbrio para a região azul-verde do espectro, de modo que a pedra aparece verde, enquanto a luz incandescente, mais rica em vermelho, faz com que a pedra adote esta cor.

Este exuberante fenômeno é denominado efeito-alexandrita e outras gemas podem apresentá-lo, entre elas a safira, algumas granadas e o espinélio. É importante salientar a diferença entre esta propriedade e a observada em gemas de pleocroísmo intenso, como a andaluzita (e a própria alexandrita), que exibem distintas cores ou tons, de acordo com a direção em que são observadas e não segundo o tipo de iluminação a qual estão expostas.

Analogamente ao crisoberilo, a alexandrita constitui-se de óxido de berílio e alumínio, deve sua cor a traços de cromo, ferro e vanádio e, em raros casos, pode apresentar o soberbo efeito olho-de-gato, explicado detalhadamente no artigo anterior, no qual abordamos o tema do crisoberilo.

As principais inclusões encontradas na alexandrita são os tubos de crescimento finos, de forma acicular, as inclusões minerais (micas, sobretudo a biotita, actinolita acicular, quartzo, apatita e fluorita) e as fluidas (bifásicas e trifásicas). Os planos de geminação com aspecto de degraus são também importantes características internas observadas nas alexandritas.

Atualmente, os principais países produtores desta fascinante gema são Sri Lanka (Ratnapura e diversas outras ocorrências), Brasil, Tanzânia (Tunduru), Madagascar (Ilakaka) e Índia (Orissa e Andhra Pradesh).

No Brasil, a alexandrita ocorre associada a minerais de berílio, em depósitos secundários, formados pela erosão, transporte e sedimentação de materiais provenientes de jazimentos primários, principalmente pegmatitos graníticos. Ela é conhecida em nosso país pelo menos desde 1932 e acredita-se que o primeiro espécime foi encontrado em uma localidade próxima a Araçuaí, Minas Gerais. Atualmente, as ocorrências brasileiras mais significativas localizam-se nos estados de Minas Gerais (Antônio Dias/Hematita, Malacacheta/Córrego do Fogo, Santa Maria do Itabira e Esmeralda de Ferros), Bahia (Carnaíba) e Goiás (Porangatú e Uruaçú).

A alexandrita é sintetizada desde 1973, por diversos fabricantes do Japão, Rússia, Estados Unidos e outros países, que utilizam diferentes métodos, tais como os de Fluxo, Czochralski e Float-Zoning, inclusive na obtenção de espécimes com o raro efeito olho-de-gato.

A distinção entre as alexandritas naturais e sintéticas é feita com base no exame das inclusões e estruturas ao microscópio e, como ensaio complementar, na averiguação da fluorescência à luz ultravioleta, usualmente mais intensa nos exemplares sintéticos, devido à ausência de ferro, que inibe esta propriedade na maior parte das alexandritas naturais.

Na prática, a distinção por microscopia é bastante difícil, seja pela ausência de inclusões ou pela presença de inclusões de diferente natureza, porém muito semelhantes, o que, em alguns casos, requer ensaios analíticos mais avançados, não disponíveis em laboratórios gemológicos standard.
O custo das alexandritas sintéticas é relativamente alto - mas muito inferior ao das naturais de igual qualidade - pois os processos de síntese são complexos e os materiais empregados caros. O substituto da alexandrita encontrado com mais frequência no mercado brasileiro é um coríndon sintético “dopado” com traços de vanádio, que também exibe o câmbio de cor segundo a fonte de iluminação sob a qual se observa o exemplar. Eventualmente, encontram-se, ainda, espinélios sintéticos com mudança de cor algo semelhante à das alexandritas.

  RAINHA ISABELA: UM TESOURO NO FUNDO DO MAR


       RAINHA ISABELA:
UM TESOURO NO FUNDO DO MAR

As grandes rotas marítimas estão repletas de naufrágios que podem nos contar um pouco da maneira como as gemas eram negociadas há alguns séculos atrás.
Em 1993, buscando resgatar tesouros afundados juntamente com antigas embarcações, uma equipe de mergulhadores profissionais, chefiada por Victor Benilous, dá início a uma pesquisa arqueológica na costa leste norte-americana. O alvo era o possível naufrágio de uma embarcação espanhola no século XVI. Sobre o desaparecimento da galeota, somente anotações em um diário de bordo de uma outra nau que cruzou as mesmas águas em 1756.

Perto de cabo Canaveral, a 12 milhas náuticas da costa da Flórida e à grande profundidade, instrumentos encontram três embarcações espanholas datadas do período colonial. Os mergulhadores iniciam então seu trabalho e, no interior de uma das naus, ficam frente a frente com a mais bela descoberta arqueológica do fim do milênio passado: a bordo da embarcação estão 25.000 quilates de esmeraldas lapidadas, vários conjuntos de jóias cerimoniais pré-colombianas em ouro, cristais de esmeraldas pesando 24.644 quilates , além de centenas de jóias excepcionais, tudo de um valor inestimável. Mas o tesouro maior é a ‘Rainha Isabela’, uma esmeralda de 964 quilates que se julgava perdida para sempre. De forma rara, oblonga e com uma limpidez extrema, foi estimada na época da sua descoberta em 11,5 milhões de dólares. A fantástica esmeralda pertencia a Hernán Cortez, conquistador espanhol do México.
Foi o próprio Cortez que deu à gema o nome da rainha espanhola Isabela de Castela, falecida em 1504, ano do seu embarque para o novo mundo. Hernán Cortez deu esta esmeralda e outros objetos preciosos para sua segunda esposa, dona Juana de Zuniga, como presentes de casamento, e foi para repatriar estes tesouros, duzentos anos mais tarde, que a família Zuniga fretou a nau que acabou naufragando nas águas da Flórida. As outras esmeraldas encontradas pertenciam ao próprio Cortez. Vários testemunhos da época atestam que ele portava sempre ao redor do pescoço um fantástico colar com cinco esmeraldas gravadas com desenhos de flores e pássaros oferecidos pelo imperador azteca Montezuma.
Quanto às jóias encontradas, representam bem o trabalho dos artífices mexicanos pré-colombianos, que executavam em ouro ou prata todo o tipo de figuras de flores, frutas ou animais. O centro principal de produção de jóias das culturas zapoteca e mixteca ficava em Monte Albán. As jóias eram de refinada elaboração, decoradas com gravações e filigranas e utilizava-se a técnica de fundição à cera perdida. Braceletes, brincos, peitorais, escudos e máscaras eram confeccionados num característico estilo esquemático. Determinadas peças podiam receber incrustrações de pedras duras (como a jadeíta), conchas, pérolas e esmeraldas

SELOS E SINETES

SELOS E SINETES

Sinete - Alexandre o Grande - Por vários milênios os selos têm sido usados para denotar poder, assegurar privacidade em correspôndencias, ratificar tratados ou garantir autenticidade a documentos. Ainda nos dias de hoje, membros da nobreza e líderes religiosos usam selos na forma de anéis e muitas outras pessoas ou companhias oferecem o seu "selo de aprovação", seja em papel, cera ou até mesmo verbalmente.
Os primeiros selos, possívelmente descendentes dos amuletos de identificação pessoal que a tradição remonta ao período paleolítico, são utilizados na história humana há aproximadamente 9.000 anos. Os mais antigos exemplos, datados do sétimo milênio antes de cristo, foram encontrados em escavações na Síria e na Turquia. Eram feitos de cerâmica ou pedra, sendo a pedra o primeiro material utilizado para selos, apesar de que qualquer substância dura e resistente o suficiente para ser repetidamente pressionada na argila ou na cera pudesse ser utilizada. Inicialmente os selos continham gravações de linhas que se cruzavam, mas logo apareceram também motivos de figuras humanas e animais. Geralmente, eram furados para deixar passar uma fina tira de couro e, então, utilizados presos ao pescoço, para maior segurança. Mais tarde passaram a ser utilizados amarrados à cintura. Foi somente milhares de anos mais tarde que apareceram os sinetes.

Sinete masculino - Sec. XX
Os designs dos selos sempre variaram, de acordo com a cultura, a religião ou a preferência iconográfica de uma época ou lugar, essencialmente refletindo o estilo artístico de um período histórico. Os selos da Grécia e da Roma antigas podem ser considerados uma importante manifestação da escultura clássica, por exemplo. Os primeiros selos da cultura islâmica eram decorados com figuras naturalísticas ou com estilos caligráficos. Os chineses também empregavam estes últimos como motivos para selos, aplicando-os a tecidos ou papéis.
Durante o renascimento, os selos passaram a ser mais utilizados, e não somente por pessoas que detinham poder, como os nobres e a hierarquia religiosa cristã: eram usados em transações comerciais e legais e os motivos heráldicos eram os preferidos. O século XIX foi testemunha do declínio funcional do sinete, apesar de que este manteve o seu significado decorativo e passou a ser confeccionado em alta escala, inclusive na forma de camafeus, adornando então também mãos femininas.

A HISTÓRIA DA JOALHERIA

A HISTÓRIA DA JOALHERIA

A arte da joalheria é uma das mais antigas artes decorativas existentes: mais de sete mil anos se passaram desde que um ancestral do homem moderno resolveu utilizar conchas e sementes como adorno pessoal. As jóias, os metais preciosos e as gemas sempre vieram ao encontro dos mais profundos sentimentos humanos: a atração por materiais raros e belos, o desejo pelo embelezamento do corpo, o status e a superstição representada pelo poder atribuído a determinadas gemas. A história da joalheria no progresso da civilização humana compreende o trabalho, a criatividade e o talento de sucessivas gerações de artesãos ao desafio de transformar materiais preciosos em ornamentos pessoais de elevado valor artístico.
Este rico e diversificado panorama começa na Antiguidade, quando as técnicas básicas dos ourives tornaram - se mais sofisticadas: os Etruscos atingiram uma perfeição nunca antes igualada nas técnicas de filigrana e granulação em ouro assim como os gregos, durante o período Helenístico, na arte de modelar figuras humanas para compor brincos, colares e braceletes. Os luxuosos ornamentos romanos em ouro, esmeraldas, safiras e pérolas brancas marcam um grande contraste com as jóias policrômicas da Idade Média, que expressavam os ideais do cristianismo e do amor idealizado, tema central de praticamente toda a joalheria da época.
Já no Renascimento, foram criadas peças históricas decoradas com esmaltes e pedras preciosas, cujo nível artístico é comparado aos da pintura e da escultura do mesmo período: artistas como Hans Holbein, Albrecht Dürer e Benvenuto Cellini eram contratados por mecenas para desenhar peças que estimulassem os ourives renascentistas a chegar a níveis nunca antes alcançados nas técnicas de esmaltação, gravação e cravação. No período seguinte, o Barroco, a troca de estilo foi evidente, com as jóias tornando-se mais um símbolo de status social devido à grande quantidade de gemas na mesma peça em detrimento do design, que perde sua expressão artística.
As jóias do período Rococó eram assimétricas e leves, se comparadas com as do período anterior. Surgem, pela primeira vez, jóias para serem utilizadas durante o dia, mais leves, e jóias para serem usadas à noite, desenhadas especialmente para resplandecerem iluminadas pela luz dos candelabros. No período seguinte, o Neoclássico, o design das jóias adapta-se às severas linhas do estilo, que buscou inspiração nos estilos grego e romano, e que se impunha devido à simplificação do vestir e dos anos de mudanças políticas em toda a Europa e América do Norte que se seguiram à Revolução Francesa.
A história da joalheria no complexo século XIX inicia - se com as grandiosas jóias criadas para a corte do Imperador Napoleão I e que serviram de padrão para toda a Europa até à Batalha de Waterloo em 1815: os conjuntos de jóias chamados parures, compostos de tiaras, brincos, gargantilhas ou colares, e braceletes fantasticamente adornados com gemas como o diamante, a esmeralda, a safira, o rubi e a pérola, cujo esplendor sobressaía mais do que o próprio design das peças. Quase ao mesmo tempo, emergia o Romantismo, com uma volta ao design das jóias da Antiguidade e dos tempos medievais. O crescente gosto pelo luxo, encorajado por um período de prosperidade, baixos impostos e uma sociedade elitizada surgida com o boom da Revolução Industrial, foi expresso pelas inúmeras jóias guarnecidas somente com diamantes, principalmente depois da descoberta das minas da África do Sul na década de 60. Esta descoberta transformou o caráter da joalheria, que por várias décadas se concentrou no brilho em detrimento da cor, do desenho e da expressão de idéias.

Com o início do século XX, joalheiros como Cartier e Boucheron, adotaram um novo estilo, inspirado no século XVIII e chamado de Belle Èpoque, compondo jóia onde a delicadeza das guirlandas, das flores estilizadas e da utilização da platina, era uma reação à banalidade das jóias recobertas de diamantes. Por volta da mesma época, os joalheiros da corrente Art Nouveau, liderados por René Lalique, criaram furor na Exposição de Paris de 1900, com designs inspirados na natureza e executados em materiais como marfim e chifres de animais, escolhidos mais pela sua qualidade estética do que por seu valor intrínseco. Como não eram jóias práticas para uso, o estilo rapidamente desapareceu, com o início da 1ª Guerra Mundial.
Com a paz, em 1918, impõe-se na joalheria o estilo Art Decó, com seu design associado ao Cubismo, ao Abstracionismo e a arquitetura da Bauhaus, suavizado na década de 30 pelos motivos figurativos e florais reintroduzidos por Cartier. A arte da joalheria, depois da 2ª Guerra Mundial, adaptou - se a uma clientela que comprava não só para uso, mas também como investimento. A ênfase passou a ser na qualidade das gemas, perfeitamente facetadas e montadas em peças de design de acordo com a moda. A partir da segunda metade do século XX, novas idéias e conceitos, assim como novos materiais passaram a ser utilizados pelos designers, como os metais titânio e nióbio, e também diferentes tipos de plásticos e papéis, buscando novos caminhos de expressão.

Atualmente, a joalheria mundial está voltada para o design, que deve ser criativo, bem identificável e corresponder a um mercado consumidor sempre crescente e ansioso por inovações tanto nas técnicas de fabricação, quanto na expressão dos estilos e conceitos escolhidos, cabendo a todos os profissionais envolvidos, seja na produção artesanal seja na produção industrial de jóias, contribuir para a qualidade do produto final, dentro da exigência deste mercado consumidor que premia a qualidade, a criatividade e o estilo diferenciado.

COMO INVESTIR EM OURO?

COMO INVESTIR EM
OURO?


           
O Ouro Ativo Financeiro apresentou boa rentabilidade nos últimos anos, seja no Brasil ou no exterior. Gestores de carteiras têm sugerido a alocação do metal na composição de portfólios de investimentos, porém ainda há muitas dúvidas sobre o tema. Vamos esclarecê-las:
Crise
O ouro sempre representou manutenção, preservação e reserva de patrimônio. Além disso, o metal sempre se valorizou em épocas de incertezas políticas e econômicas, períodos em que existem dificuldades em valorização e precificação. Se analisarmos um período longo, percebemos que desde o ataque ao World Trade Center, em 2001, a procura cresceu 20 % ao ano nesse período, procura essa que se refletiu nas cotações.
O que motiva as pessoas a procurar o ouro nos períodos de insegurança é o receio de comprar algo que não é palpável ou que pode ser destruído. O metal continuará sendo um investimento atrativo enquanto governos não encontrarem soluções definitivas para a crise mundial.
Risco
O risco é a volatilidade do mercado. Porém, mesmo assim, o ouro é considerado o porto seguro que sempre teve rentabilidade ao longo do tempo, pois a volatilidade é baixa em comparação a outros investimentos, as oscilações de cotações são menos bruscas e o metal é de fácil conversibilidade, porque é aceito em qualquer lugar do mundo.
O objetivo de investir em ouro é completar o portfólio de investimentos e proteger o patrimônio. Quanto à demanda, ela sempre existirá, variando conforme as incertezas econômicas.
Diversificação da carteira

As ações e o ouro desempenham papéis diferentes na composição da carteira de investimentos. O ouro é mais defensivo, que tem por objetivo preservar valor e completar o portfólio.
O metal deve ser um diversificador de risco, presente para todo investidor no cenário turbulento atual dos mercados, com participação não menor do que 10%, para minimizar o impacto da alta volatilidade.
Liquidez
O ouro é um dos bens de maior liquidez, pois pode ser prontamente negociado, a qualquer momento e em vários mercados de todo mundo.
As empresas que operam com ouro oferecem preços de compra e venda diariamente, ou seja, o investidor não corre o risco de não conseguir comercializar o metal.
Fatores como a facilidade da compra pela Internet também influenciam diretamente na liquidez do investimento.
Comércio de joias
O ouro, apesar de ter um valor intrínseco, é também um bem de consumo que representa status e desejo. É um investimento mais conservador, pois, ao adquirir uma joia, paga-se mais do que o preço do metal e a mão de obra.
Compra
Pequenos investidores também podem comprar o metal em menor quantidade: barras de ouro já são vendidas em opções de 5g, 10g, 20g e 50g, através de e-commerce. Já o grande investidor deve procurar o mercado de balcão. O comprador pode preferir ficar com o metal ou deixar sob custódia de empresas parceiras especializadas em segurança de patrimônio.
Para garantir a legitimidade do ouro, recomenda-se que o metal seja identificado pela origem da compra (fabricante) e pela marca Good for Delivery. É também recomendado que a compra seja feita em um local formal com garantia de recompra.