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sábado, 31 de março de 2018

A HISTÓRIA DO OURO

Este metal é explorado pelo homem há cerca de 6.000 anos, não somente por seu aspecto estético, mas também por suas inigualáveis características, como a elevada resistência ao desgaste e o fato de não oxidar-se. O ouro, emseu estado natural, é extremamente maleável, daí o fato de que sua utilização em joalheria se faz com a adição de determinadas porcentagens de ligas.
O teor do ouro contido numa liga é expresso em quilates, isto é, uma fração de ouro expressa em 24 partes. Assim, uma liga de ouro de 18 quilates (também designada 750) contém 18 partes de ouro, sendo as 6 partes restantes constituídas pelos outros metais que compõem a liga. A adição de cobre, prata e outros elementos em diferentes combinações e proporções faz com que a liga correspondente adquira distintas cores e teores.
Valor do ouro
A ascensão do ouro foi significante para estabilizar a economia global, ditando que cada nação deveria limitar sua moeda corrente emitida à quantia de ouro que continha em reserva. A Grã Bretanha foi a primeira a adotar esse padrão em 1821, seguida em meados de 1870 pelo resto da Europa. O sistema permaneceu desse jeito até o fim da Primeira Guerra Mundial. Depois da guerra, foi permitido a outros países manter reservas de moedas correntes ao invés do ouro. No meio do século 20, o dólar americano já tinha substituído o ouro no comércio internacional.
Ouro Branco
Por motivos óbvios, durante os anos da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) houve poucas inovações técnicas no mundo das joias, salvo pela introdução do ouro branco que foi usado como alternativa a outros metais preciosos mais caros, sobretudo devido à restrição do uso da platina. Adicionavam-se outros metais ao ouro puro para mudar sua cor: o ouro branco tinha certa quantidade de prata ou paládio, e o ouro rosa levava cobre.
Fonte: CPRM

GEMAS DO MUNDO

Pedras preciosas são minerais com atributos especiais, tais como beleza, durabilidade e raridade, que permitem sua utilização como adorno pessoal ou para fins de ornamentação. Algumas poucas pedras preciosas não são minerais e sim rochas, agregados a uma ou mais espécies minerais, como é o caso, por exemplo, do lápis-lazúli.

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O termo gema é mais amplo e incorpora, além das pedras preciosas, as gemas orgânicas, aquelas formadas com a participação de seres vivos, tais como a pérola, o coral, o âmbar e o marfim.
É cada vez menos frequente a distinção entre pedras preciosas e semipreciosas. Esta antiga terminologia, hoje em desuso, era utilizada para distinguir o diamante, o rubi, a safira e a esmeralda, ditas preciosas, das demais gemas, ditas semipreciosas. Esta diferenciação perde o sentido na medida em que diversas pedras ditas semipreciosas, como a alexandrita e a turmalina Paraíba, podem, em determinadas circunstâncias, alcançar valores superiores aos das ditas preciosas. A tendência atual é designá-las todas como gemas, embora quando se trate de exemplares de melhor qualidade o custo unitário por quilate das ditas preciosas tenda a ser mais alto que o das demais.
Cada gema é única. Sua qualidade e encanto dependem de diversos fatores, dentre os quais os mais importantes são a cor (ou a total ausência dela no caso dos diamantes), a pureza, o tamanho e a lapidação. Esta última depende não apenas do corte escolhido, mas também da qualidade das proporções, da simetria e do polimento.
Além das gemas naturais e orgânicas, existe uma gama inumerável de materiais utilizados para substituí-las, entre os quais as gemas sintéticas (que apresentam composição química, propriedades físicas e estrutura cristalina idênticasàs das naturais que procuram substituir), as gemas reconstituídas (formadas pela aglomeração de materiais pré-existentes), as imitações (que se assemelham no aspecto, mas carecem das propriedades, da composição e da estrutura das que imitam) e as gemas compostas (formadas por duas ou mais partes unidas por cimentação).
Muitas gemas são, desde os mais remotos tempos, submetidas a tratamentos para melhorar seu aspecto e agregar-lhes valor, entre os quais os mais difundidos são o tratamento térmico, a irradiação, o tingimento e a impregnação com óleos e resinas. Existem normas estabelecidas por entidades do setor de gemas e joias que determinam os tipos de tratamentos que devem ser obrigatoriamente revelados ao público consumidor.
Fonte:  Geologo.com

Onde foram parar o ouro e os diamantes de Minas Gerais?

Onde foram parar o ouro e os diamantes de Minas Gerais?


O verdadeiro destino é um mistério, mas uma coisa é certa: o valor do garimpo extraído ultrapassou a casa dos trilhões de reais.

Pois é! Entre meados do século 17 e o fim do século 18 – o auge da mineração no Brasil Colonial – foram extraídas da Capitania de Minas Gerais 128 toneladas de ouro, que hoje equivaleriam a 2,8 bilhões de reais. Além disso, foram garimpadas ali cerca de 2,8 toneladas de diamantes – que renderiam, nos valores atuais, 1,1 trilhão de reais. (Conforme a pureza das pedras, essa quantia poderia ser até dez vezes maior!) Moral da história: daria para pagar toda a dívida externa brasileira, avaliada em quase 1 bilhão de reais.
“Como a pirataria e o contrabando eram intensos, esses valores devem ter sido muito maiores”, afirma o historiador Luciano Figueiredo, da Universidade Federal Fluminense (UFF). O verdadeiro destino dessa bolada descomunal é um mistério, porque não há documentos históricos sobre o assunto.
Boa parte certamente foi usada para sustentar o luxo da Corte portuguesa, incluindo o pagamento de dívidas para com as maiores potências da época: Inglaterra e Holanda. Outro tanto foi para a construção e a decoração de igrejas. “A riqueza mineral de Minas também contribuiu para a reconstrução de Lisboa, após o terrível terremoto de 1755. Só uma pequena parcela ficou na colônia, aplicada na compra de escravos, na agropecuária e nas nossas igrejas”, diz Luiz Carlos Villalta, historiador da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop).

Brasil terá mina primária de diamantes

Brasil terá mina primária de diamantes



Brasil terá mina primária de diamantes
[Imagem: CPRM]
Mina primária de diamante

Embora não apareça entre os grandes fornecedores mundiais de diamantes, o Brasil pode voltar em breve ao clube dos exportadores da gema.

O Brasil foi o maior produtor mundial de diamantes durante 150 anos, mas perdeu a posição em 1866, com a descoberta das minas primárias de diamante - kimberlitos - na África do Sul.

Até hoje, o Brasil só produz diamantes de aluvião, aqueles que rolaram da rocha primária desgastada pela erosão e agora estão depositados no fundo dos rios - a exploração é feita sobretudo por garimpeiros.

Mas, segundo o pesquisador Jurgen Schnellrath, do Centro de Tecnologia Mineral (Cetem), geólogos brasileiros já começam a trabalhar para lavrar o diamante na rocha primária, ou seja, na rocha onde o diamante foi originalmente formado.

Os kimberlitos são rochas formadas a grandes profundidades, geralmente a mais de 100 km da superfície. O elevado calor e a alta pressão permitem que o carbono presente nessas rochas se cristalize na forma de diamante.

Braúnas e Coromandel

Em 2020 será feita a primeira operação de lavra na rocha primária no município de Braúnas, na Bahia, controlado pela empresa Lipari Mineração, de origem canadense.

O pesquisador do Cetem informou que há outros locais favoráveis para a lavra do diamante em rocha primária no Brasil - a declaração foi feita durante a inauguração de um moderno laboratório de gemologia, no Rio de Janeiro.

Segundo Schnellrath, a região mais promissora para a exploração de diamantes de kimberlitos fica no município de Coromandel, região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais.

Em Coromandel, foram encontrados em áreas secundárias, de aluviões, os maiores diamantes do Brasil, com 500 e 800 quilates (diamante Presidente Vargas), mas só recentemente foram descobertos depósitos de rochas primárias.  
Fonte:   Agência Brasil -  

Envie seu nome para o Sol junto com o Capitão Kirk

Envie seu nome para o Sol junto com o Capitão Kirk


Envie seu nome para o Sol junto com o Capitão Kirk
A participação é gratuita e aberta a pessoas de todas as idades. [Imagem: NASA/Divulgação]
Envie seu nome para o Sol

A NASA está convidando o público de todo o mundo a enviar seus nomes a bordo da Sonda Espacial Parker, que será lançada rumo ao Sol em meados deste ano.

A sonda espacial viajará através da atmosfera do Sol, enfrentando condições brutais de calor e radiação.

E seu nome poderá ir junto nesse passeio, gravado em um microchip que viajará a bordo. O garoto-propaganda do evento é o ator William Shatner, que interpretou o capitão James Kirk na série Jornada nas Estrelas clássica.

A participação é gratuita e sem limites de idade, e pode ser feita no endereço http://go.nasa.gov/HotTicket até o dia 27 de Abril.

Sonda Solar Parker

Entender o Sol sempre foi uma das principais prioridades da ciência espacial. O estudo de como o Sol afeta o espaço e o ambiente espacial dos planetas é chamado heliofísica, um campo de pesquisas vital para compreender a estrela mais importante e sustentadora da vida da Terra e como ela nos afeta continuamente.

A nave, do tamanho de um carro pequeno, viajará diretamente para a atmosfera do Sol, a cerca de 6 milhões de quilômetros da superfície da estrela. Os objetivos primários da missão são traçar como a energia e o calor se movem através da coroa solar e tentar descobrir o que acelera o vento solar, bem como as partículas energéticas solares, os principais atores do clima espacial.

Para realizar essas investigações sem precedentes, a sonda espacial e seus instrumentos serão protegidos do calor do Sol por um escudo de carbono de 11,5 centímetros de espessura, que terá que resistir a temperaturas de quase 1.400º C.

Esse escudo inédito dará proteção térmica aos quatro conjuntos de instrumentos projetados para estudar campos magnéticos, partículas de plasma e partículas energéticas e fotografar o vento solar à temperatura ambiente.
Fonte:   Inovação Tecnológica -


Brasileiros descobrem nova propriedade do grafeno

Brasileiros descobrem nova propriedade do grafeno

Brasileiros descobrem nova propriedade do grafeno
Deformação da folha de grafeno pela ponta do microscópio de força atômica.[Imagem: Clara M. Almeida et al. - 10.1038/srep31569]
Ilimitado
O grafeno é um dos materiais mais estudados na atualidade, e não é por acaso: constituído por uma única camada de átomos de carbono, dispostos em uma rede bidimensional de trama hexagonal, o grafeno é extremamente fino, leve e resistente.
Agreguem-se propriedades como transparência, flexibilidade, alta condutividade elétrica e térmica e baixo custo de produção para que o horizonte de aplicações seja praticamente ilimitado.
Com tantas pesquisas já realizadas, surpreende que uma propriedade do grafeno permanecesse ignorada até agora.
Ela acaba de ser descoberta graças ao trabalho de Clara Almeida e uma equipe da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas).
Anisotropia
Trata-se da enorme anisotropia - apresentação de propriedades que variam conforme a direção - exibida pelo grafeno quando este é "varrido" em diferentes direções pela ponta de um microscópio de força atômica (AFM: atomic force microscope).
E a diferença não é pequena: 80% maior na direção conhecida como "braço de cadeira" (armchair) do que na direção ziguezague.
Segundo os pesquisadores, o efeito poderia ser entendido como uma manifestação, em escala nanométrica, do fenômeno clássico da flambagem, o encurvamento de uma barra quando submetida a compressão axial, descrito pelo matemático e físico suíço Leonhard Euler (1707-1783).
Nanomecanismos
Devido às suas notáveis características eletrônicas, térmicas e mecânicas, o grafeno é um forte candidato para a fabricação da próxima geração de dispositivos eletrônicos e de sistemas nanoeletromecânicos (NEMS). Tais aplicações requerem a compreensão das propriedades mecânicas e tribológicas - isto é, decorrentes da interação de superfícies em movimento relativo - desses materiais bidimensionais.
"A anisotropia que encontramos pode ser determinante para a fabricação desses NEMS, cujo design demanda o conhecimento prévio da orientação cristalina. Na maioria das vezes, as propriedades do material na configuração bidimensional [grafeno] são bem diferentes das propriedades já conhecidas na configuração tridimensional [grafite]", sublinhou Clara Almeida.
Fonte:  Agência Fapesp -  

SAFIRA

Safira


A Safira é uma gema 4 + do gênero Corindo. Embora mais conhecida pela sua cor azul, ela existe em todas as cores. O ferro e titânio dão-lhe a sua cor azul. Existem muitos tons de azul, mas as cores mais populares são o azul real e o azul centauro puro. A Safira é uma pedra usada frequentemente para anéis de noivado.

As Safiras têm inclusões: de zonas de crescimento retilíneas que formam vigas retas, cristais negativos, linhas reta, asas de borboleta (típicas na safira Ceilão), agulhas de rutilo, que dão a Safira Estrelada (6 ramos) e inclusões cristalinas ...
As melhores safiras vêm da Caxemira, na Índia, mas, infelizmente, as minas estão esgotadas; Elas dão esta cor azul-violeta tão procurada.
Existem lindas safiras da região da Tailândia, em Chanthaburi, as quais as cores vão do azul escuro até o verde-agua. Já as safiras australianas não são de alta qualidade, mas às vezes, as usamos em semi-jóias e em algumas poucas jóias, de acordo com o gosto e orçamentos do cliente. Elas apresentam uma cor azul-água, e às vezes negra. No Sri Lanka (região de Ratnapura), há uma pedra azul clara com uma pitada de roxo. Encontramos também safiras coloridas como a safira amarela, safira verde, rosa, marrom e principalmente as safiras da mais bela cor: a safira Padparadscha, alaranjada tendendo para o rosa..
As safiras são muito populares em jóias e elas têm a vantagem de serem menos caras que as safiras azuis e mais fáceis de cravar por serem mais resistentes. As melhores safiras são as de Caxemira e Padparadscha; safiras alaranjadas com um toque de rosa salmão e é muito rara, sendo seu preço, muito alto. As mais belas pedras têm preços elevadíssimos, encontramo-nas no Sri Lanka, Vietnã e Tanzânia.
As safiras cor de rosa, amarela, alaranjada, azul e verde são muito usadas em joalheria. Elas podem oferecer uma infinidade de cores propiciando a produção de jóias a preços razoáveis dispondo apenas de uma ou mais safiras. Fora a pedra dos reis e dos grandes homens da Igreja; muitas jóias e tiaras foram feitas com safiras e diamantes; na corte Inglesa, por exemplo, existem muitas safiras excepcionais (a própria coroa da rainha tem várias) além dos colares da rainha que são conhecidos mundialmente.
Os principais países produtores são a Birmânia, Tailândia, Sri Lanka, Austrália (qualidade média), Madagascar (safiras coloridas).
Sua dureza é de 9 na escala de Mohs, o que torna a safira, o segundo material mais duro do mundo (assim como o Ruby), atrás do diamante. Sua paleta de cores permite aos joalheiros uma ampla gama de criações


Fonte: CPRM

ESMERALDA



Esmeralda


Esmeralda é uma das 4 pedras preciosas e uma das pedras mais populares na joalheria. É parte da família do Berilo. Sua cor verde vem do vanádio e cromo, o verde é mais intenso e de grande qualidade. Sua dureza é de 7,5-8 na escala de Mohs, que é conveniente, mas exige aos joalheiros muita atenção na hora de criar uma peça, pois sua constituição é frágil e quebradiça.

A esmeralda tem, efetivamente, inclusões chamadas "jardins" ou "gelo" é dito que a esmeralda é habitada. Os jardins são realmente cheios de cristais ou bolhas de gás, às vezes líquidos. são destes cristais que caracterizam uma esmeralda. O mais puro tem poucas inclusões, mas isso é raro e aumenta o preço da pedra. No entanto, estas inclusões não a fazer perder o valor se são moderados, mas eles fazem das pedras, mais frágeis do que os outros para frisar. esmeraldas transparentes são, obviamente, muito popular mas uma esmeralda de um verde escuro, com poucas inclusões podem ser mais caras do que uma pedra transparente de um verde pálido.
Existem jazidas de esmeraldas na Colômbia, Brasil, Austrália, Índia, Zâmbia, Paquistão ...
A esmeralda tem sido uma pedra usada para jóias ornamentais desde a época do antigo Egito, ou seja, há 3.000 anos antes de nossa era. Havia muitas esmeraldas nos corredores e túmulos do Império egípcio.
A esmeralda era também uma pedra fetiches dos marajás; Por serem abundante na Índia. As esmeraldas eram também presentes nos principais reinos europeus. Um dos exemplares mais belos desta jóia, faz parte da coroa do Iran ». Napoleão ofereceu à Imperatriz Marie Louise, por ocasião do seu casamento, um conjunto de esmeraldas, incluindo uma tiara, um colar, um par de brincos e um pente. O vestido é agora propriedade do Louvre, em Paris. Não esquecendo o excelente exemplar à mostra no museu de Topkapi em stambul na Turquia.

Fonte: CPRM