quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Gerdau acerta venda de ativos nos EUA para Commercial Metals por US$600 mi

Gerdau acerta venda de ativos nos EUA para Commercial Metals por US$600 mi


O conselho de administração da Gerdau aprovou a venda de unidades produtoras de vergalhão e plantas de corte e dobra de aço nos Estados Unidos para a Commercial Metals Company por 600 milhões de dólares, informou a companhia em fato relevante nesta terça-feira. Segundo a empresa, a venda de unidades faz parte da estratégia de reduzir o endividamento e focar em negócios com maior rentabilidade.
“A decisão de vender unidades produtoras de vergalhão nos EUA é parte do nosso processo de transformação global, buscando nos tornar mais rentáveis no mercado norte-americano, que é extremamente competitivo”, disse o vice-presidente executivo do conselho de administração, André Gerdau Johannpeter, em fato relevante.
O acordo inclui as usinas de Jacksonville (Flórida), Knoxville (Tennessee), Rancho Cucamonga (Califónia) e Sayreville (Nova Jersey), com capacidade de produção combinada de 2,5 milhões de toneladas curtas por ano, além de unidades de beneficiamento de vergalhões e distribuição nos EUA.
“A operação… permitirá o nosso crescimento acelerado em segmentos atrativos na América do Norte”, afirmou o presidente da operação de aços longos na América do Norte, Peter Campo. “Junto com nossa operação de aços especiais nos EUA, seguiremos bem posicionados para servir e criar valor aos nossos clientes nos mercados de construção não-residencial, equipamentos industriais, de transporte e de energia”, acrescentou.
A Gerdau espera receber as autorizações dos órgãos reguladores para fechamento da transação até o fim de 2018, conforme o comunicado. O banco Goldman Sachs atuou como assessor financeiro da Gerdau e a Simpson Thacher & Bartlett como assessor legal.
Fonte: Reuters

Why Tata Steel wants to expand capacity at its iron ore mines

Why Tata Steel wants to expand capacity at its iron ore mines

Tata Steel is waiting for a permit from Odisha’s state pollution control board to expand capacity at its Khandabandh iron ore mines in eastern India from 1 million tonnes per annum to 5 million tonnes per annum. This is according to a report by the Business Standard, which also says that Tata is planning to send all the product from its captive mines at Joda East and Noamundi to its Kalinganagar plant.
The Kalinganagar facility is located in the same province and it is undergoing a series of upgrades aimed at expanding its steel-making capacity by 5 million tonnes per annum to 8 million tonnes per annum. The idea is to meet growing demands from the automotive, general engineering and construction segments, a media statement from the company explained.
The project, which is expected to be completed in four years and would take Tata Steel's capacity in India to 18 million tonnes per annum, will need 13.6 million tonnes of iron ore annually once it is fully operative. To meet such target, Tata is not only planning to grow its iron ore production but, according to the Business Standard and despite previous failures, the firm also wants to participate in auctions of iron ore blocks by the Odisha government.
The steelmaker is also examining the possibility of signing a long-term deal with state-owned Odisha Mining Corporation to secure iron ore for Kalinganagar.

Fonte:  MINING.com

Largo produces a record 903 tonnes of vanadium pentoxide in December, being 12.9% above nameplate capacity and a record 2,539 tonnes in Q4 2017

Largo produces a record 903 tonnes of vanadium pentoxide in December, being 12.9% above nameplate capacity and a record 2,539 tonnes in Q4 2017


Largo Resources Ltd. (“Largo” or the “Company”) (TSX: LGO) (OTCQB: LGORF) is excited to announce that it has set a new monthly production record at its Maracás Menchen Mine during the month of December 2017. The Company produced 903 tonnes of vanadium pentoxide (“vanadium” or “V2O5″) in December, surpassing by 15 tonnes the Company’s previous monthly production record of 888 tonnes set in August 2017.  The production in December 2017 was 12.9% above the plant’s nameplate capacity and is the result of our operating team’s efforts to enhance efficiencies and to continually improve production.
In addition as a result of strong production throughout Q4 2017, Largo has also achieved a new quarterly production record at its Maracás Menchen Mine during Q4 2017. The Company produced 2,539 tonnes of V2O5 in Q4 2017, surpassing by 26 tonnes the Company’s previous quarterly production record of 2,513 tonnes set in Q3 2017.  The production in Q4 2017 was 5.8% above the plant’s nameplate capacity.
The price range for V2O5 sales remained strong in December with the range for the week ended December 29, 2017 being posted at US$9.60/lb to US$9.90/lb (Source: Metal Bulletin).
“I am thrilled with our 2017 operating results and look forward to a very productive 2018, said Largo’s President and Chief Executive Officer, Mr. Mark A. Smith.  Mr. Smith continued, “Our sustained success, strong production track record and ability to produce vanadium at a low cost have all resulted in Largo’s emergence as a key player in the vanadium industry. Largo’s position as one of the only pure-play vanadium producers uniquely positions Largo to benefit from the current realities of the vanadium market.”
Fonte: Largo Resources

Vale: venda para a Mosaic deve ser finalizada em janeiro

Vale: venda para a Mosaic deve ser finalizada em janeiro


A Vale anunciou nesta terça-feira, 2, que o fechamento da transação de venda da Vale Fertilizantes para a Mosaic é esperado para “data próxima” a 8 de janeiro de 2018. Segundo comunicado da mineradora, alguns ajustes finais foram realizados nos termos e condições da transação.
A Vale decidiu reter participação acionária no terminal portuário Tiplam, no Porto de Santos, da VLI, que anteriormente estava incluída na transação. Agora, a Vale receberá aproximadamente US$ 1,150 bilhão mais 34,2 milhões de ações da Mosaic, representando 8,9% do capital total da Mosaic após a emissão de ações. Anteriormente, a transação tinha um valor estimado de US$ 2,5 bilhões, metade em dinheiro e metade em ações.
Perspectivas não mudaram - Diante das modificações no acordo de venda da Vale Fertilizantes para a Mosaic, anunciadas nesta terça-feira, pelas duas companhias, o presidente e CEO da Mosaic, Joc O’Rourke, afirmou, em nota, que as expectativas em relação às transações realizadas no país permanecem inalteradas.
“Nossa convicção nas perspectivas de longo prazo para o negócio e a promessa do Brasil não mudaram”, disse. O executivo ainda acrescentou que a Mosaic deve seguir com o objetivo de “realizar a oportunidade excepcional que esta aquisição apresenta”.
Dentre as mudanças anunciadas, a Vale passa a reter participação acionária no terminal portuário Tiplam, no Porto de Santos (SP), da VLI, que anteriormente estava incluída na transação.
Além disso, agora a mineradora receberá cerca de US$ 1,150 bilhão mais 34,2 milhões de ações da Mosaic, representando 8,9% do capital total da Mosaic após a emissão de ações. Inicialmente, a transação tinha um valor estimado de US$ 2,5 bilhões, metade em dinheiro e metade em ações.
Fonte: Portal VALE

Governo do Estado deve expandir mineração com sanção federal

Governo do Estado deve expandir mineração com sanção federal


O Governo do Estado de Mato Grosso do Sul deve ampliar a mineração através da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar (Semagro), por meio da sanção do Governo Federal que criou a Agência Nacional de Mineração que será vinculada ao Ministério de Minas e Energia.
A agência vai atuar na fiscalização da mineração no país e auxilia nas decisões que beneficiam o setor também em Mato Grosso do Sul. De acordo com o Executivo estadual, a Semagro tem trabalhado para o fortalecimento da atividade.
Conforme o governo, a secretaria é a responsável pela Empresa de Gestão de Recursos Minerais (MS Mineral) e no ano passado criou a Câmara Setorial da Cadeia Produtiva Mineral, onde 14 membros, vão atuar na organização, revitalização, expansão e verticalização do setor no Estado.
Por meio de nota o secretário interino, Ricardo Senna, disse que a criação da agência representa não só modernização para o setor, como avanços na regulamentação e na expansão, aumentando o poder de exploração para a atividade. “Essa ação cria uma dinâmica melhor para a atuação da mineração no Brasil e isso vem ao encontro do que já temos realizado em Mato Grosso do Sul”.
De acordo com o Governo do Estado, Mato Grosso do Sul tem 165 empresas ligadas ao setor extrativista mineral, com valor bruto de produção estimado em R$ 3,876 milhões.
Fonte: Correio do Estado