domingo, 16 de fevereiro de 2020

Como identificar um diamante bruto

Como identificar um diamante bruto






Como identificar um diamante bruto
Imagem: desbaratinando.com
O Brasil é um país especialmente rico em gemas e pedras preciosas, o que significa que existe chance de você encontrar algumas ocasionalmente e nem ligar. Ao contrário do que possa pensar, esses minerais preciosos não surgem naturalmente lapidados e brilhantes, o que os torna ainda mais difíceis de identificar. Serão necessários conhecimentos técnicos e algumas ferramentas de identificação para ter a certeza do que se tratam e seu valor comercial. Se você quer aprender como identificar um diamante bruto, continue lendo este artigo.

Passos a seguir:
1
Diamantes em bruto, por seu aspeto vulgar, podem ser confundidos por observadores inexperientes com zircônios cúbicos, quartzos ou moissanita.
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No entanto o diamante é dotado de uma característica que o torna inconfundível: é a pedra com maior dureza (classificação de 10 na escala de Mohs). Isto significa que nada consegue riscar um diamante, a não ser outro diamante.
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Desta forma você poderá tentar riscar essa pedra suspeita de diamante com algo afiado, como uma chave de fendas ou um vidro. Se não for originada qualquer marca na pedra, é porque muito provavelmente se trata de um diamante!
Como identificar um diamante bruto - Passo 3
Imagem: produto.mercadolivre.com.br
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Fique conhecendo também as características de um diamante em bruto: ele é opaco quando retirado da terra mas, após lavado e polido, pode revelar um brilho acinzentado.
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No entanto um diamante não deixa passar a luz através dele, como corre com o vidro. Por esta razão faça uma pequena experiência: coloque a pedra suspeita sobre uma revista ou um outro material escrito, se as letras forem claramente refletidas na pedra, é porque não se trata de um diamante.
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Pegue na pedra que você acha se tratar de um diamante e coloque-a junto à sua boca, expire para tentar embaciá-la. Um diamante verdadeiro não irá embaciar ou, se embaciar, o efeito demorará menos de 2 segundos.
Como identificar um diamante bruto - Passo 6
Imagem: deusemaior.com.br
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Por último, a melhor forma de identificar um diamante bruto é levá-lo a um gemólogo ou joalheiro. Esses profissionais terão os materiais necessários para analisar de que pedra se trata.


Fonte: Portal do Geólogo

sábado, 15 de fevereiro de 2020

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Mulher é presa na Bahia com pedras de diamante avaliadas em R$ 700 mil escondidas nas roupas e bolsas


Mulher é presa em rodovia na Chapada Diamantina, com pedras de diamante avaliadas em R$ 700 mil — Foto: Divulgação/PRFMulher é presa em rodovia na Chapada Diamantina, com pedras de diamante avaliadas em R$ 700 mil — Foto: Divulgação/PRF
Mulher é presa em rodovia na Chapada Diamantina, com pedras de diamante avaliadas em R$ 700 mil — Foto: Divulgação/PRF
Uma mulher de 40 anos foi presa com pedras de diamante avaliadas em R$ 700 mil que estavam escondidas nas roupas e em uma bolsa.
A prisão ocorreu após o ônibus interestadual, que seguia da cidade de Alta Floresta (MT) com destino a Recife (PE), ser interceptado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF). A abordagem ocorreu no Km-371 da BR-242, em Seabra, na Chapada Diamantina.
Aos agentes, a mulher que levava as pedras preciosas informou ter sido contratada para comprar as pedras em Cacoal (RO) e levar até Recife, capital de Pernambuco. Ainda de acordo com a passageira, os diamantes foram adquiridos através de negociação com um cacique indígena.
A mulher foi presa em flagrante e responderá pelo crime de usurpação contra o patrimônio da União. A PRF encaminhou a ocorrência para a Delegacia de Polícia Civil em Seabra.
Pedras preciosas que estavam com mulher na Bahia  — Foto: Divulgação/PRFPedras preciosas que estavam com mulher na Bahia  — Foto: Divulgação/PRF
Pedras preciosas que estavam com mulher na Bahia — Foto: Divulgação/PRF



Fonte: EXTRA

PF desarticula esquema de extração ilegal de pedra preciosa

PF desarticula esquema de extração ilegal de pedra preciosa



A organização criminosa é formada por diversos empresários e por um deputado estadual

PF desarticula esquema de extração ilegal de pedra preciosa

APolícia Federal e o Ministério Público Federal deflagraram na manhã desta quarta-feira a Operação Sete Chaves que desarticulou organização criminosa que agia na extração ilegal de turmalina paraíba, uma das pedras preciosas mais valiosas do mundo. Uma única pedra de turmalina azul pode valer R$ 3 milhões. Os investigadores suspeitam que o mercado clandestino da pedra tem gerado uma movimentação milionária de capital ilícito, no Brasil e no exterior.

A turmalina Paraíba era retirada de São José da Batalha, um distrito do município de Salgadinho, na Paraíba, e enviada à cidade de Parelhas, no Rio Grande do Norte. Lá era falsamente legalizada com certificados de licença de exploração. Do Rio Grande do Norte, as pedras seguiam para Governador Valadares em Minas Gerais para a comercialização em mercados do exterior como Bangkok, na Tailândia, Hong Kong, na China, Houston e Las Vegas, nos Estados Unidos. A PF suspeita que um gigantesco volume dessas pedras já esteja nas mãos de joalheiros e de particulares no exterior.
A organização criminosa é formada por diversos empresários e por um deputado estadual. Eles se utilizavam de uma intrincada rede de empresas off shore para suporte das operações bilionárias nas negociações com pedras preciosas e lavagem de dinheiro.
Estão sendo cumpridas 35 medidas judiciais, sendo 8 de prisão preventiva, 19 mandados de busca e apreensão e 8 de sequestro de bens, nos estados da Paraíba, Rio Grande do Norte, Minas Gerais e São Paulo. Os alvos da operação estão em: João Pessoa, Monteiro/PB, Salgadinho/PB, Parelhas/RN, Natal/RN, Governador Valadades/MG e São Paulo.
Os investigados responderão pelos crimes de lavagem de dinheiro, usurpação de patrimônio da União, organização criminosa, contrabando e evasão de divisas. A operação contou com a colaboração de fiscais do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) e da Secretaria da Receita Federal.
O nome da operação é uma referência feita aos negociadores no mercado restrito da pedra, turmalina azul, que guardavam a "sete chaves" o segredo sobre a existência de uma pedra muito valorizada e pouco conhecida no mercado de pedras preciosas. 



Fonte: O Liberal