terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Itaú BBA atualiza Radar de Preferências com 3 mudanças para janeiro

Itaú BBA atualiza Radar de Preferências com 3 mudanças para janeiro

                - 08/01/2019 - 17:36
O Itaú BBA realizou três mudanças em seu portfólio Radar de Preferências para janeiro, mostra um relatório enviado a clientes nesta terça-feira (8). A equipe de análise retirou os papéis da Gerdau (GGBR4), Randon (RAPT4) e Suzano (SUZB3) e incluiu as ações da Vale (VALE3), Tegma (TGMA3) e Klabin (KLBN11). O banco separa as 17 indicações de sua carteira recomendada em três segmentos: momentum, defensivo e potencial
Momentum
O time de estratégia composto por Lucas Tambellini, Fábio Perina, Larissa Nappo e Guilherme Reif escreve que o mercado agora aguarda sinais mais concretos de progresso na agenda de reformas. Neste intervalo, o mercado deverá ser mais guiado por fatores globais do que locais. Azul (AZUL4), Banco do Brasil (BBAS3), Multiplan (MULT3) e Petrobras (PETR4) fazem parte deste grupo.

“Dada a expectativa de que a nova administração irá focar em uma execução eficiente nas empresas estatais, acreditamos em um maior potencial dessas empresas, tanto em nível federal quanto estadual. Com a economia mostrando sinais incipientes de recuperação, acreditamos que as companhias que estão expostas ao mercado doméstico poderão apresentar melhores desempenho”, explicam os analistas.
Defensivo
De acordo com o Itaú BBA, compõem esse segmento empresas que possuam no mínimo duas das seguintes características: boa previsibilidade de geração de caixa; boa distribuição de dividendos; e ou boa expectativa de resultado no curto prazo.
“Essas características podem ajudar as ações destas empresas a apresentarem um desempenho superior à média do mercado em momentos de queda”, destaca o banco. Energisa (ENGI11) e Fleury (FLRY3) possuem essas características.
Potencial
Nesse segmento, o BBA procura ações que apresentem um bom potencial de valorização associado a algum risco, como: empresas que dependam de algum evento, seja de aprovações de fusões e
aquisições e mudanças legais; empresas que estejam passando por reestruturação societária ou operacional; ações que apresentem um alto beta; e ações que estejam desvalorizadas, criando uma assimetria entre potencial de valorização e de desvalorização.
A Estácio (ESTC3) e a Klabin (KLBN11) se encaixam nesse segmento.

Fonte: MONEY  TIMES



Como Avaliar uma Pedra Preciosa Lapidada

Como Avaliar uma Pedra Preciosa Lapidada


O consumidor que pretende comprar uma pedra preciosa e não tem conhecimento especializado avalia a qualidade da gema com base em critérios puramente pessoais, sendo seu gosto o que atribui valor ao produto.
Além disso, se for um consumidor sem conhecimentos de gemologia, ele avaliará a gema com base principalmente em cor, brilho e tamanho. O que não está errado, mas deixará de considerar aspectos igualmente importantes, como a qualidade da lapidação.
Como se trata de um comprador individual, essa avaliação poderá implicar perda ou prejuízo apenas para si próprio. Mas, quando se trata de comprar para uma empresa ou quando se faz necessária uma avaliação profissional, como no caso de uma ação judicial, a avaliação não pode ser assim subjetiva. Ela deve basear-se em critérios objetivos e quantificáveis. Mas como se faz isso?
São quatro os fatores a considerar na avaliação de uma pedra preciosa lapidada: corpurezaqualidade da lapidação e do acabamento e peso. Como se verá, esses fatores não têm o mesmo grau de importância.


Peso
O peso das gemas lapidadas é expresso sempre em quilates (símbolo ct). Um quilate corresponde a 200 miligramas, ou seja, um grama equivale a cinco quilates (1 g = 5 ct).


Cor
Normalmente a cor é o fator mais importante, representando 50% do valor da gema. Para determiná-la levam-se em conta três aspectos: o matiz, que é a cor propriamente dita ou uma combinação de cores (ex.: amarelo, amarelo-esverdeado, verde-azulado etc.); o tom(ou tonalidade), que é descrito em termos de claro ou escuro; e a saturação, que é a pureza ou intensidade do matiz e que varia de vívida a sem vida.


Pureza
Descreve a quantidade e o tamanho das inclusões existentes na gema, entendendo-se por inclusão corpos estranhos ou qualquer outra imperfeição que afete a transparência e a beleza da pedra. A pureza responde por 30% do valor da gema lapidada. Essa característica é avaliada usando-se lupa de 10 aumentos; o que não é visto com essa ampliação considera-se inexistente.
Nesse aspecto é preciso lembrar que há gemas que praticamente sempre têm inclusões, como a esmeralda e a rubelita. Outras – como topázio, água-marinha, ametista e turmalina verde – podem ser facilmente encontradas sem essas imperfeições. Rubi, safira, granada e alexandrita situam-se numa posição intermediária nesse aspecto. Portanto, a presença de inclusões numa ametista ou numa água-marinha é muito mais grave do que numa esmeralda.
As gemas são classificadas em cinco categorias com relação à pureza: SI (sem inclusões), IL (inclusões leves), IM (inclusões moderadas), IA (inclusões acentuadas) e IE (inclusões excessivas). Não se deve esperar ver no mercado ametistas ou águas-marinhas com qualidade IE, tampouco esmeraldas com pureza SI.


Lapidação e Acabamento
A qualidade da lapidação e do acabamento é o fator de menor peso na avaliação da gema, representando 20% da nota final. Nesse item, devem-se observar vários aspectos:
a) Proporções: altura da gema (não pode ser muito alta nem baixa demais em relação à largura), tamanho da mesa (a faceta maior e mais importante), boa proporção entre comprimento e largura etc.
b) Acabamento: características da superfície da gema, como marcas deixadas pelo polimento.
c) Simetria: forma, posição e arranjo das facetas.
Cada um dos três fatores – cor, pureza e lapidação/acabamento – recebe uma nota que vai de 1 a 10. Exemplos:
- Uma gema de matriz puro e uniforme com brilho intenso recebe nota entre 8 e 10 com relação à cor. Mas se ela tiver muita saturação (quase preta) ou, ao contrário, pouquíssima saturação (quase incolor), terá nota entre 1 e 4.
- Uma gema daquelas que são facilmente encontradas sem inclusões visíveis a olho nu terá uma nota entre 8 e 10 para pureza, se examinada com lupa de 10 aumentos e mostrar inclusões pouco visíveis ou ausentes. Mas se tiver inclusões visíveis a olho nu cai para uma nota entre 1 e 4.
- A pedra preciosa com lapidação bem feita, mostrando boas proporções, simetria perfeita, bom polimento e facetas bem colocadas terá nota de 8 a 10 com relação à lapidação. Mas se mostrar grandes variações de simetria e for mal proporcionada e mal polida sua nota cai para 1 a 4.
Notas entre 8 e 10 para um determinado parâmetro classificam a gema como excelente ou extra; notas entre 6 e 8 caracterizam a gema como boa ou de primeira. Se a nota cair no intervalo de 4 a 6 ela será média ou de segunda; e se tiver nota apenas entre 1 e 4 será fraca ou de terceira.


Cálculo da Nota Final
Obtidas as notas para cor, pureza e lapidação/acabamento, pode-se calcular a nota final da gema. Ela será a média ponderada das três notas, levando-se em conta a importância de cada um dos três parâmetros.
Vamos supor que uma gema alcançou nota 6 na cor, 9 na pureza e 7 na lapidação. A média será:
6 x 50% = 3,0 (cor)
9 x 30% = 2,7 (pureza)
7 x 20% = 1,4 (lapidação)
Total = 7,1
A qualidade da gema como um todo terá então nota 7,1, sendo a gema da categoria boa ou de primeira. Com isso, podemos determinar seu preço usando as tabelas de preços publicadas regularmente pelo Convênio DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral)/IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos).
Nessas tabelas, procura-se na coluna à esquerda a faixa de peso da gema, e dali para a direita busca-se a coluna correspondente à sua categoria (no caso, boa). No encontro da linha referente ao peso com a coluna referente à qualidade está o preço, dado em dólares por quilate.
A tabela abaixo mostra os preços do citrino, uma das gemas mais baratas. Supondo-se que a gema do nosso exemplo (qualidade boa) tenha 9 quilates, pela tabela pode-se ver que seu preço está entre 1,5 e 5 dólares por quilate, ou seja, ela vale entre 13,50 e 45 dólares.

Se em vez de citrino fosse uma turmalina paraíba azul néon, uma das gemas mais caras que existem, a tabela mostraria um preço incomparavelmente maior: 9.500 a 20.000 dólares por quilate. Como a gema do nosso exemplo tem 9 ct, ela valeria no mínimo 85.500 dólares (provavelmente bem mais, já que está quase no topo da faixa de peso).



Fonte: DNPM

Pela primeira vez no ano, dólar fecha em alta e bolsa, em queda

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BOLSONARO DIZ QUE CAIXA-PRETA DE ÓRGÃOS FEDERAIS COMEÇOU A SER ABERTA

Horas antes de dar posse hoje (7), em solenidade no Palácio do Planalto, aos dirigentes do Banco do Brasil, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Caixa Econômica Federal, o presidente Jair Bolsonaro disse que a caixa-preta de diversos órgãos começou a ser aberta. Na sua conta pessoal do Twitter, Bolsonaro afirmou que “muitos contratos foram desfeitos e serão expostos”.
Segundo ele, “com poucos dias de governo, não só a caixa-preta do BNDES, mas [também] de outros órgãos”, está sendo levantada e será divulgada. “Muitos contratos foram desfeitos e serão expostos, como o de R$ 44 milhões para criar criptomoeda indígena que foi barrado pela ministra [de Mulheres, Família e Direitos Humanos] Damares [Alves] e outros”, completou.
O presidente se refere à decisão de Damares Alves de suspender um contrato de R$ 44,9 milhões da Fundação Nacional do Índio (Funai) que incluía a elaboração de mapeamento funcional, criação de banco de dados territoriais e implementação de criptomoeda para populações indígenas, segundo a imprensa.
No final da manhã, tomarão posse no Banco Brasil, Rubem Novaes; no BNDES, Joaquim Levy; e na Caixa, Pedro Guimarães.
O presidente tem hoje despachos com o ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU), e o deputado federal Fábio Ramalho (MDB-MG).
Fonte: Agênciabrasil

Após desmentidos, Paulo Guedes nega ruídos no governo e diz que equipe é muito “sintonizada”

O ministro da Economia, Paulo Guedes, aproveitou a cerimônia de transmissão de cargo do presidente do Banco do Brasil (BB), Rubens Novaes, hoje à tarde, para negar ruídos entre os membros do governo. “Todo mundo acha que há discussão entre nós, uma briga. Somos uma equipe muito sintonizada”, afirmou. A declaração vem depois dos desencontros na semana passada entre o presidente da República, Jair Bolsonaro, e sua equipe. Bolsonaro anunciou em entrevista ao SBT na quarta-feira a idade mínima que seria proposta na reforma da Previdência como sendo 62 anos para os homens e 57 para mulheres, mas foi desmentido pelo chefe da Casa Civil, Onix Lorenzoni, que negou que já esteja definido o projeto que será enviado ao Congresso.
Na sexta-feira, Bolsonaro anunciou em entrevista coletiva que havia assinado um decreto para aumento da alíquota de IOF para compensar os subsídios aprovados pelo Congresso para empresas se estalarem no Norte e no Nordeste no fim do ano passado. Novamente, ele foi desmentido pelo secretário da Receita, Marcos Cintra, e por Lorenzoni.

Opinião ou divisão?

As idas e vindas criaram preocupação nos mercados pois indicaram falta de coordenação entre o presidente e sua equipe. O receio é de que as declarações de Bolsonaro, mais do que opiniões particulares, reflitam grupos dentro do governo que discordam das propostas do superministro da Economia e do chefe da Casa Civil.
As declarações de Guedes buscam rebater essa visão e indicar a unidade da equipe de Bolsonaro, que precisará mais do que nunca de união para aprovar a complexa reforma da Previdência e outras medidas neste início de ano.

Foco no Paulo Guedes

Para a Rosenberg Associados, na dúvida, os olhares deverão continuar voltados ao que diz Paulo Guedes. O bate-cabeça do início do governo, acredita a consultoria, não ofuscou a animação dos mercados, em grande parte devido ao discurso liberal do novo ministro e ao progresso na construção de alianças, ao vislumbre de uma nova articulação política. “Afinal, a carta de boas intenções de Guedes necessita de fiadores no Congresso: o apoio à candidatura de Rodrigo Maia à presidência da Câmara parece garantir meio caminho andado.

Distribuição de renda

Em seguida, Guedes repetiu pontos que já havia levantado na cerimônia da posse de Novaes, mais cedo no Palácio do Planalto, afirmando que o governo deve, sim, promover distribuição de renda e programas sociais, mas sem comprometer a rentabilidade dos bancos públicos.
Guedes também condenou o aparelhamento de instituições públicas por interesses particulares que teria ocorrido no passado. “O aparelho de estado brasileiro foi ocupado, e cada um foi lá, cada grupo de interesse, cada grupo corporativo foi lá e pegou um pedaço, pegou uma teta. Sempre perguntando: ‘ que eu posso tirar do Brasil?’ Nosso grupo tem a mentalidade que é o contrário: o que nós podemos dar ao país?”, disse Guedes.
Com informações da Agência Brasil.