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sábado, 15 de dezembro de 2018

TOPÁZIO IMPERIAL/AZUL

Algumas teorias procuram explicar a origem do termo topázio e a mais plausível é que derive do vocábulo sânscritotapas, significando fogo. Dotado de brilho intenso e grande dureza, sua lapidação resulta em exemplares facetados de rara beleza.
O topázio ocorre nas cores azul clara, incolor, amarela, verde clara, laranja, laranja-róseo(salmão), róseo e vinho arroxeado, as quatro últimas características da variedade imperial.
Descoberto por volta de 1760, o exuberante topázio imperial é a variedade mais valorizada desta espécie mineral e ocorre unicamente na região de Ouro Preto, em diversos depósitos numa área de aproximadamente 150 km2. Acredita-se que esta singular variedade tem origem hidrotermal, relacionada ao último evento vulcânico ocorrido na região.
A designação imperial foi atribuída à gema em homenagem a D. Pedro I que, segundo relatos históricos, teria se encantado com a exuberância dos matizes e tons de alguns exemplares de topázio que lhe foram oferecidos durante uma estada na antiga Vila Rica, em Minas Gerais, de onde foram extraídos.
Em termos de composição química, o topázio é um silicato de alumínio e flúor, incolor em seu estado puro. Acredita-se que as cores do imperial se devam à presença de elementos de transição e de terras raras dispersos na rede cristalina do mineral.
Existem topázios de cores algo similares ao imperial provenientes de outras fontes no mundo, porém a produção é pequena e descontínua, como em Katlang (Paquistão) e Solwesi (Zâmbia); ou apresenta importância apenas histórica, como a outrora proveniente da Rússia, onde o jazimento encontra-se praticamente esgotado.
Outros importantes produtores de topázios são Nigéria, Madagascar, Paquistão, Sri Lanka e Rússia, entre outros.
TOPÁZIO IMPERIAL
TOPÁZIO AZUL           

O topázio imperial pode ser submetido a tratamentos, por meio de técnicas amplamente utilizadas e aceitas no mercado internacional de gemas, visando melhorar o seu aspecto e tornar suas cores ainda mais atraentes, com o consequente aumento do seu valor monetário. O método mais usual é o tratamento térmico, através do qual obtêm-se gemas rosas a partir de exemplares alaranjados ou amarelo amarronzados. Este tratamento é estável e, geralmente, a melhor coloração é obtida após um lento aquecimento até uma temperatura de aproximadamente 450oC.
O topázio incolor adquire cor azul por irradiação, seguida de tratamento térmico; a saturação da cor resultante depende da intensidade da irradiação e não da cor original ou do tempo de exposição. Este tratamento é estável, não deixa qualquer radioatividade e não é nocivo à saúde, porém sua presença deve obrigatoriamente ser revelada ao público consumidor.
Quase sempre se pode intuir se um topázio azul tem cor natural ou induzida empiricamente, observando seu grau de saturação. Isso é possível porque mesmo os melhores topázios de cor azul natural apresentam coloração menos intensa que a da maior parte dos azuis tratados.

Fonte: Brasil Mineral

Açaí: formas de consumir e para que serve

O açaí é considerado um superalimento por ser uma das fontes mais ricas de antioxidantes, sendo muito utilizado para fazer bebidas, geleias, doces e sorvetes
Trata-se do fruto da açaizeira, uma palmeira que cresce na região amazônica do Brasil. Ele é um fruto semelhante a uma baga de cor violeta escuro ou negro, e pode ser comprado sob a forma de fruto, polpa ou suplemento alimentar em alguns supermercados e lojas de produtos naturais.

Açaí: formas de consumir e para que serve
O nome científico do açaí é Euterpe oleracea.

Benefícios do açaí

O açaí possui propriedades antioxidantes, depurativas, estimulantes e anti-inflamatórias, possuindo, assim, diversos benefícios, como:
  1. Previne o envelhecimento: devido às suas propriedades antioxidantes, o açaí é capaz de eliminar os radicais livres evitando o envelhecimento precoce;
  2. Fortalece o sistema imune: por ser rico em vitamina C, ômega-9 e anticitocinas, o açaí consegue melhorar o sistema imunológico, fortalecer as células e suprimir a evolução do câncer e de doenças neurodegenerativas como o Alzheimer, por exemplo;
  3. Melhora o sistema cardiovascular: o açaí é capaz de diminuir e equilibrar os níveis de colesterol circulantes, prevenindo a aterosclerose, por exemplo, além de evitar a formação de coágulos e promover o relaxamento dos vasos, melhorando a circulação de uma forma geral;
  4. Melhora o funcionamento do intestino: por ser um fruto rico em fibras, o açaí é capaz de melhorar o funcionamento do intestino, auxiliando também no processo de desintoxicação do organismo;
  5. Fornece energia: o açaí é um fruto muito energético, ou seja, é capaz de fornecer a energia necessária pro organismo realizar suas funções após um exercício físico extenuante, por exemplo, e ajudando, assim, a combater a fadiga e a exaustão muscular;
  6. Combate a anemia: o açaí é rico em ferro, podendo ser utilizado como uma das estratégias nutricionais para combater a anemia.
O açaí também pode ser utilizado para auxiliar o emagrecimento, já que é capaz de diminuir os efeitos negativos de uma dieta irregular ou muito restrita, por exemplo, no entanto, o emagrecimento só acontece com o consumo de açaí associado à prática regular de exercícios e dieta equilibrada.

Como preparar o açaí

O açaí geralmente é utilizado sob a forma de suco ou fruta, mas também pode ser usado para fazer doces, geléias e sorvetes. 
Para combater a falta de energia, por exemplo, pode-se bater no liquidificador 100g de polpa de açaí, 1 copo de água e 50ml de xarope de guaraná. Em seguida, adicionar granola, aveia ou amêndoa torrada e consumir logo a seguir.
O açaí em pó pode ser encontrado em algumas lojas de produtos naturais, e pode ser usado para complementar uma vitamina de frutas, em mingaus ou para adicionar ao sorvete ou iogurte natural com mel, por exemplo. 

Açaí engorda?

Não estão descritos os efeitos colaterais relacionados ao consumo de açaí, no entanto como possui muitas calorias e gordura, o consumo excessivo de açaí pode engordar. Dessa forma, o açaí deve ser evitado por quem tem excesso de peso ou obesidade, sendo esta a única contra-indicação do consumo do fruto.


Fonte: Tua Saúde

PETR4 Pressionada para Baixo

As ações da Petrobras (SA:PETR4) estão passando por um momento de baixa na reta final do ano de 2018, o mercado tentou se manter suportado acima do nível R$ 24, mas caiu abaixo desse valor no início da semana atual, e desde então não voltou a superar esse preço. Isso mostra que o ativo está pressionado para baixo, com vendedores controlando esse mercado no decorrer das últimas duas semanas, sendo que o preço caiu da área superior ao nível R$ 26 para o preço R$ 23,17 enquanto escrevo essas notas.
O preço teve uma forte alta no decorrer do ano, tendo aberto o ano em torno de R$ 15, e quase conseguindo dobrar o valor até o fim de outubro, agora o preço vai corrigindo para baixo, em um movimento característico de retração, sendo que ainda há espaço para uma queda maior, porém mesmo que recue mais, dificilmente apagará os anos conquistados no ano atual, e é bastante provável que o preço encerre 2018 acima do nível R$ 20, sendo esse valor um nível psicológico relevante neste mercado.
Para essas últimas semanas do ano, é improvável que o preço consiga retomar a tendência de alta, e o cenário mais possível é uma queda lenta, e não muito íngreme, com o preço podendo ficar lateralizado, sem conseguir evoluir muito em nenhum sentido. Já para o ano que vem, as perspectivas são boas e há um potencial bastante grande de valorização dos papeis da estatal peroleira, já que a economia voltou a crescer, e a empresa tem conseguido obter bons resultados financeiros.
Analisando tecnicamente a PETR4 em velas diárias, a EMA10 (vermelha) está abaixo da EMA20 (azul) indicando a tendência de baixa no ativo, o MACD está menor que a linha de equilíbrio, também indicando que os vendedores estão controlando esse mercado, o Estocástico está no sobrevendido o que mostra o ativo em um momento de baixa um pouco estendido, o que poderia levar a PETR4 a uma leve alta, porém ainda assim, de forma geral, o viés permanece de baixa.
Veja o gráfico diário da PETR4
:
Gráfico Diário PETR4
Gráfico Diário PETR4


Fonte: MONEY  TIMES

Acidente da Usina Nuclear de Chernobyl

usina nuclear de Chernobyl era localizada na cidade de Pripyat na Ucrânia (na época era parte da União Soviética), era composta por quatro reatores e foram cenário de um dos maiores acidentes nucleares da história. A usina era utilizada para geração de energia para o país.
Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia. Observe o "sarcófago" de concreto construído para conter a radiação. Foto: Tinta / Shutterstock.com
Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia. Observe o "sarcófago" de concreto construído para conter a radiação. Foto: Tinta / Shutterstock.com
O desastre ocorreu em 26 de abril de 1986. Tudo começou quando um dos quatro reatores explodiu e ocasionou diversas reações em cadeia e o motivo dessa explosão até hoje é controverso e mal explicado. Alguns afirmam que foi apenas falha dos operadores e outros atribuem falha no projeto das hastes de controle do reator. As hastes dos reatores são compostas por elementos, geralmente o Cádmio (Cd) que tem tendência em absorver nêutrons e amenizar as reações no interior do reator. Também é bem provável que muitos procedimentos irregulares e que não obedeciam às normas de segurança tenham sido executados.

O relatório dos procedimentos feitos na data afirma que a equipe operacional planejou testar se as turbinas do reator Chernobyl-4 seriam capazes de gerar energia suficiente para manter as bombas do líquido de refrigeração funcionando caso houvesse problemas de perda de potência até que o gerador de emergência fosse ativado. Em pouquíssimo tempo a potência e a temperatura do reator subiram extremamente ocasionando explosões que geraram ainda mais energia para as reações e além disso houve a entrada de oxigênio do ar que piorou o processo de combustão contribuindo para que a radiação fosse espalhada.
Os primeiros dias após o acidente foram os que mais tiveram radiação liberada principalmente em função do vento e das chuvas, e a contenção do reator era feita com areia e chumbo para o incêndio e a radiação respectivamente. Quem efetuava essas ações eram os chamados “homens liquidadores” que perderam a vida no combate ao incêndio. Os moradores da cidade foram evacuados e 10 dias após o desastre a emissão de radiação do reator foi cessada. O governo calculou 15 mil mortes e outras fontes apontam algo em torno de 80 mil. Até hoje milhares de pessoas sofrem os efeitos da radiação. Apenas nos anos 2000 a usina foi desativada e a área em torno da usina se tornou uma cidade fantasma que ainda está sob efeito radioativo. Outros países também relataram sofrer os efeitos da radiação como foi o caso da Dinamarca e da Itália. O reator 4 encontra-se em um “sarcófago” de concreto e aço, é assim que se chama o recipiente onde está guardado para evitar o espalhamento da radiação.



Fonte: Galileu

1 grama deste material vale R$80 Bilhões

Turquesa

O termo turquesa, empregado desde a mais remota Antiguidade, tem origem incerta. Uma versão sustenta que deriva do francês arcaico “tourques”, que significa “pedra da Turquia”, não por proceder deste país, mas pelo fato de que as pedras provenientes da Península do Sinai chegavam à Europa através dele. Outra versão dá conta de que o termo referia-se a algo estranho ou distante, como tudo que se associava ao Oriente.
Esta pedra preciosa deve sua beleza à extraordinária cor azul celeste. Há relatos de sua aplicação como pedra ornamental desde aproximadamente 3.000 a.C. e, possivelmente, antes da Primeira Dinastia do Antigo Egito. Era também muito apreciada pelas antigas civilizações astecas do México e da América Central. A principal fonte histórica de turquesa é o Irã, que segue tendo grande relevância no fornecimento mundial.
O certo é que os turcos estavam familiarizados com esta gema, especialmente com exemplares oriundos da antiga Pérsia, o atual Irã.
Em termos de composição química, a turquesa consiste de um fosfato hidratado de alumínio e cobre, cuja exuberante cor deve-se a este último elemento. Geralmente, parte do alumínio é substituída por ferro. À medida que isto ocorre, o material tende a uma tonalidade verde azulada, que geralmente possui menor aceitação comercial.
A turquesa é opaca a semi-translúcida e ocorre principalmente em rochas sedimentares, na forma massiva compacta, no Irã (minas de Nishapur, na Província de Khorassan), México, China, Peru e EUA (sudoeste do país, nos Estados do Arizona, Colorado, Nevada, Novo México e Califórnia).
No Brasil, até onde sabemos, houve ocorrências sem produção significativa no Estado da Bahia, na região de Casa Nova, hoje encoberta pelas águas da barragem de Sobradinho; e em Minas Gerais, na localidade de Conselheiro Mata.

Sua alta porosidade permite a impregnação com ceras, resinas, plásticos ou outras substâncias, com o objetivo de estabilizar a cor e manter o polimento.Vários tipos de turquesa reconstituída são produzidos a partir de turquesa natural de baixa qualidade, muito clara e pouco dura, e dela se diferenciam pelas ausências da típica textura superficial, bem como pela menor densidade e maior porosidade.
A turquesa é mais comumente lapidada em cabochões de diversas formas, além de contas, sendo também utilizada em esculturas e outros objetos de adorno.

Fonte: CPRM

Quer Ser Sócio do Google?

O ambiente em que vivemos está mudando rapidamente.
O volume de inovações tecnológicas
Tiago Reis

 vem aumentando exponencialmente, e o impacto que as inovações tem na vida dos seres humanos é cada vez mais relevante.
Há 10 anos, seria surreal imaginar a quantidade de funções que o celular iria exercer na vida dos indivíduos.
Pensado na humanidade 10 anos no futuro, sem dúvida estaremos imersos em inovações surpreendentes, que irão impactar a sociedade como um todo.
As tendências de consumo das pessoas são mutáveis, e é um desafio para as empresas serem fluidas, adaptando-se às peculiaridades de um mundo em constante desenvolvimento.
Para ter sucesso no mundo dos investimentos, deve-se investir pensando no longo prazo.
Para isso, busque empresas perenes, e que através de vantagens competitivas são capazes de ter um retorno elevado sobre o capital empregado em suas operações, consistentemente ao longo dos anos.
Seria o Google, uma empresa capaz de fazer isso?
O Google foca seus esforços no desenvolvimento de ferramentas e plataformas com potencial de facilitar e melhorar vida de bilhões de pessoas. Ele gera receita majoritariamente através de publicidade de desempenho e publicidade de marca.
Em virtude das inovações introduzidas pelo Google ao longo dos anos, seus serviços se tornaram amplamente utilizados, e sua marca uma das mais reconhecidas no mundo.
Informação é o novo petróleo. Possuir dados sobre como os seres humanos se comportam é possivelmente o ativo mais importante para os anos que estão por vir.
Se você sabe o que os consumidores fazem e querem, é possível personalizar ofertas e dar visibilidade à qualquer empresa que tenha acesso às plataformas do Google.
Dentre os principais produtos e plataformas do Google estão Android, Chrome, Gmail, Google Maps, Google Play, Google Search e YouTube, com mais de um bilhão de usuários ativos mensais.
O Google não divulga com exatidão os números de usuários ativos em suas inúmeras plataformas, mas sabemos de algumas métricas.
Por exemplo, em 2017 Sundar Pichai, o CEO do Google, divulgou que o Android possuía mais de 2 bilhões de usuários ativos por mês.
O Google Search registrou em 2018 quase 2 trilhões de pesquisas processadas em sua ferramenta de busca até o momento, totalizando uma média de 6,1 bilhões de buscas por dia, segundo a Internet Live Stats.
O Youtube em 2018, segundo o Statista, possui 1,58 bilhões de usuários, e segundo o Business Insider possui 1,8 bilhão de usuários por mês, contando contas cadastradas.
O Google possui uma barreira competitiva gigantesca, possivelmente a maior do mundo, que é resultado de anos de coleta de informações comportamentais de bilhões de pessoas, de investimentos bilionários em pesquisa e desenvolvimento, marca forte e reconhecida, e algoritmos refinados em suas plataformas.
Portanto, o Google possui vantagens sustentáveis, ​​derivadas dos ativos intangíveis da empresa, e dos efeitos da rede.
Esses ativos intangíveis estão relacionados à expertise tecnológica geral em algoritmos de busca e aprendizado de máquina, que se baseiam nos dados armazenados, que são extremamente úteis para os anúncios de propaganda.
Logo, para uma empresa ser páreo ao Google ela não precisa apenas de investimentos multibilionários, mas de uma enormidade de dados que não podem ser obtidos em pouco tempo.
A marca Google se tornou o sinônimo de pesquisa online, independentemente da competência tecnológica real, o mecanismo de pesquisa da empresa é considerado o mais avançado do setor, além de possuir 86% da participação de mercado mundial.
Basicamente o Alphabet (NASDAQ:GOOGL) (holding detentora do Google) coleta informações de usuários em diversas atividades de suas vidas, sejam elas ligadas à opções de entretenimento (YouTube), de busca (Google Search), de localização (Waze, Maps), ou sociais (Gmail, Android).
A adesão dos serviços de propaganda tende a crescer cada vez mais, pois praticamente todos os empreendimentos no mundo tem potencial de se beneficiar do acesso às informações do Google, personalizando ofertas e melhorando a conversão de bilhões de possíveis clientes.
Uma empresa tão bem posicionada para o futuro, e que vem crescendo 20% ao ano, deve ser negociada em bolsa a múltiplos otimistas, não?
Se olharmos para os resultados do Google, e retirarmos os efeitos não recorrentes em seu lucro, levando em conta que a empresa carrega mais de US$100 bilhões em caixa, vemos que as ações são negociadas a aproximadamente 20 vezes o lucro (P/L).
Para efeito comparativo, a Ambev (SA:ABEV3) é negociada atualmente a 23 vezes o lucro, sendo que ela é uma empresa extremamente enxuta, com margens apertadas, e com perspectivas de crescimento muito menores do que o Google.
Como diria Warren Buffett, ninguém compra uma fazenda pensando se vai chover ano que vem, compram pois pensam que é um bom investimento para os próximos 10 ou 20 anos.
Para ações, que são partes de empresas, vale a mesma coisa. Se você não pensa em segurar suas ações por 10 anos, você não deve segura-las nem por 10 minutos. Quais são as projeções futuras
Não me vem à mente um nome mais bem alinhado para sobreviver à próxima década do que o Google.

Fonte: ADVFN

Apreensão com crescimento global dita nova queda semanal Do Ibovespa

Apreensão com crescimento global dita nova queda semanal Do Ibovespa

Ações14.12.2018 19:51
© Reuters. Pessoas olham gráfico de flutuação de mercado na Bovespa, em São Paulo, Brasil© Reuters. Pessoas olham gráfico de flutuação de mercado na Bovespa, em São Paulo, Brasil

SÃO PAULO (Reuters) - A apreensão sobre o ritmo de crescimento da economia global contaminou os negócios na bolsa paulista nesta sexta-feira, com o Ibovespa  tendo nova perda semanal antes de uma amplamente monitorada reunião de política monetária do banco central norte-americano na próxima semana.
Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa caiu 0,44 por cento, a 87.449,50 pontos, tendo oscilado da mínima de 87.106,12 pontos à máxima de 88.183,93 pontos. O giro financeiro do pregão somou 10,8 bilhões de reais.
A queda veio após o Ibovespa subir por três pregões seguidos, período em que acumulou alta de mais de 2 por cento. Com isso, o índice teve queda de 0,76 por cento, ampliando a perda em dezembro para 2,3 por cento.
O pregão foi marcado pelos últimos ajustes para o vencimento dos contratos de opções sobre ações na segunda-feira, o que costuma adicionar volatilidade, já que o exercício tem entre as séries mais líquidas papéis com peso relevante no Ibovespa.
No exterior, Wall St tinha perdas relevantes no fim da tarde, com números chineses mais fracos e dados sinalizando que atividade na Europa continua perdendo, tração reforçando temores de uma desaceleração global mais forte, além dos receios ainda presentes sobre às relações comerciais EUA-China.
Na China, as vendas no varejo cresceram em novembro no ritmo mais lento desde 2003 e a produção industrial aumentou à taxa mais fraca em quase três anos, enquanto a atividade das empresas na zona do euro cresceu em dezembro no menor rimo em mais de quatro anos.
Para a próxima semana, o analista-chefe da Rico Investimentos, Roberto Indech, disse que as negociações comerciais entre Washington e Pequim tendem a continuar no foco das atenções, dado o potencial efeito na economia global.
Ele ressaltou, contudo, que há grande expectativa para a reunião de política monetária do banco central norte-americano, que acontece nos dias 18 e 19, particularmente o comunicado que acompanhará a decisão na quarta-feira, que pode ajudar a calibrar expectativas para os próximos movimentos de juros.
Alguns membros do Federal Reserve, entre eles o próprio chairman, Jerome Powell, adotaram recentemente um tom mais moderado em relação ao aumentos dos juros nos EUA, o que, somado a números abaixo do esperado sobre a economia norte-americana, corroborou apostas de uma redução no ritmo de alta à frente.

Fonte: ADVFN

AMETISTA- CITRINO

A ametista, de vívida e exuberante cor roxa, é a mais apreciada variedade da numerosa e diversificada família dos quartzos, que se constituem de óxido de silício (SiO2). Seu nome deriva do gregoamethystos, significando “a que não ilude”, uma vez que os antigos acreditavam que esta gema tinha a propriedade de prevenir a embriaguez.
Outrora considerada uma pedra exclusiva da nobreza e do clero, tornou-se mais popular com o passar do tempo, sendo hoje considerada a mais tradicional pedra preciosa de cor roxa.

A variedade amarela do quartzo é denominada citrino, cujo nome deriva do latim “citrus”, significando limão, em alusão a sua cor. Há, ainda, uma variedade que apresenta simultaneamente as cores roxa da ametista e amarela do citrino e denomina-se ametrino. Ela provém unicamente da localidade de Anahí, Bolívia, próximo à fronteira brasileira.
Os principais países produtores de ametista são Uruguai, Brasil (Rio Grande do Sul, Pará, Bahia e Minas Gerais), Zâmbia, Madagascar e Tanzânia. O Brasil é o mais importante produtor de citrino.
AMETISTA
CITRINO


O principal tratamento realizado em ametistas é o térmico, que consiste em convertê-las em citrinos a aproximadamente 450oC. A cor amarela dos citrinos pode ser intensificada e convertida a alaranjada, marrom ou avermelhada, mediante aquecimento a temperaturas entre 500 e 575oC. O tratamento é estável.
A ametista e o citrino são obtidos por síntese desde os anos 50 do século passado e são vistos com frequência no mercado brasileiro de gemas sintéticas. Sua distinção dos equivalentes naturais muitas vezes requer exames não estritamente gemológicos e de custo elevado.

Fonte: CPRM

As turmalinas conhecidas sob a designação ”Paraíba”

As turmalinas conhecidas sob a designação ”Paraíba”, em alusão ao Estado onde foram primeiramente encontradas, causaram furor ao serem introduzidas no mercado internacional de gemas, em 1989, por suas surpreendentes cores até então jamais vistas. A descoberta dos primeiros indícios desta ocorrência deu-se sete anos antes, no município de São José da Batalha.
Estas turmalinas ocorrem em vívidos matizes azuis claros, azuis turquesas, azuis “neon”, azuis esverdeados, azuis-safira, azuis violáceos, verdes azulados e verdes-esmeralda, devidos principalmente aos teores de cobre e manganês presentes, sendo que o primeiro destes elementos jamais havia sido detectado como cromóforo em turmalinas de quaisquer procedências.
A singularidade destas turmalinas cupríferas pode ser atribuída a três fatores: matiz mais atraente, tom mais claro e saturação mais forte do que os usualmente observados em turmalinas azuis e verdes de outras procedências.
Em fevereiro de 1990, durante a tradicional feira de pedras preciosas de Tucson, no Estado do Arizona (EUA), teve início a escalada de preços desta gema. A mística em torno da turmalina da Paraíba havia começado e cresceu extraordinariamente ao longo das mais de duas décadas que se seguiram, convertendo-a na mais valiosa variedade deste grupo de minerais.
A elevada demanda por turmalinas da Paraíba, aliada à escassez de sua produção, estimulou a busca de material de aspecto similar em outros pegmatitos da região, resultando na descoberta das minas Mulungu e Alto dos Quintos, situadas próximas à cidade de Parelhas, no vizinho estado do Rio Grande do Norte. Estas minas passaram a produzir turmalinas cupríferas de qualidade média inferior às da Mina da Batalha, mas igualmente denominadas “Paraíba” no mercado internacional, principalmente por terem sido oferecidas muitas vezes misturadas à produção da Mina da Batalha.
Embora as surpreendentes cores das turmalinas da Paraíba ocorram naturalmente, estima-se que aproximadamente 80% das gemas só as adquiram após tratamento térmico.
Até 2001, as turmalinas cupríferas da Paraíba e do Rio Grande do Norte eram facilmente distinguíveis das turmalinas oriundas de quaisquer outras procedências mediante detecção da presença de cobre com teores anômalos, através de análise química por fluorescência de raios X de energia dispersiva (EDXRF). No entanto, as recentes descobertas de turmalinas cupríferas na Nigéria e em Moçambique acenderam um acalorado debate envolvendo o mercado e os principais laboratórios gemológicos do mundo, em torno da definição do termo “Turmalina da Paraíba”.
Até o ano de 2001, o termo “Turmalina da Paraíba” referia-se à designação comercial das turmalinas da espécie elbaíta, de cores azuis, verdes ou violetas, que contivessem pelo menos 0,1% de CuO e proviessem unicamente do Brasil, precisamente dos estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.
Tudo começou a mudar quando, naquele ano, uma nova fonte de turmalinas cupríferas foi descoberta na Nigéria, na localidade de Ilorin (mina de Edeko), voltando a ocorrer quatro anos mais tarde, em meados de 2005, desta vez em Moçambique, na região de Alto Ligonha, a aproximadamente 100 km ao sudoeste da capital Nampula.
De modo geral, as elbaítas com cobre destes países africanos não possuem cores tão vívidas quanto às das brasileiras, embora os melhores exemplares da Nigéria e de Moçambique se assemelhem aos brasileiros.
O achado destes depósitos africanos ocasionou acalorados debates no mercado e entre laboratórios, uma vez que as gemas de cores azuis a verdes saturadas procedentes da Nigéria e de Moçambique não podem ser diferenciadas das produzidas no Brasil por meio de exames usuais e tampouco por análises químicas semi-quantitativas obtidas pela técnica denominada EDXRF.
Há alguns anos, felizmente, constatou-se ser possível determinar a origem das turmalinas destes 3 países por meio de dados geoquímicos quantitativos de elementos presentes como traços, obtidos por uma técnica analítica conhecida por LA-ICP-MS.
Em fevereiro de 2006, o Comitê de Harmonização de Procedimentos de Laboratórios, que consiste de representantes dos principais laboratórios gemológicos do mundo, decidiu reconsiderar a nomenclatura de turmalina da “Paraíba”, definindo esta valiosa variedade como uma elbaíta de cores azul-néon, azul-violeta, azul esverdeada, verde azulada ou verde-esmeralda, que contenha cobre e manganês e aspecto similar ao material original proveniente da Paraíba, independentemente de sua origem geográfica.
Esta política é consistente com as normas da CIBJO, que consideram a turmalina da Paraíba uma variedade ou designação comercial, e a definem como dotada de cor azul a verde devida ao cobre, sem qualquer menção ao local de origem. 
Por outro lado, como essas turmalinas cupríferas são cotizadas não apenas de acordo com seu aspecto, mas também segundo sua procedência, tem-se estimulado a divulgação, apesar de opcional, de informações sobre sua origem nos documentos emitidos pelos laboratórios de gemologia, caso disponham dos recursos analíticos necessários.

Fonte: Portal Do Geologo