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quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Projeto Grafeno agrega valor à indústria da mineração

     
Projeto Grafeno agrega valor à indústria da mineração


       Projeto Grafeno agrega valor à indústria da mineração

Jornal GGN - Quem diria que daquela velha e conhecida ponta de lápis preto, companheiro inseparável de estudantes de todas as idades, poderia surgir um produto tão especial, resultante da transformação do grafite em grafeno, a partir de uma ciência que conquistou o século 21: a nanotecnologia? Nesse aspecto, o conhecimento (know How) de Minas Gerais avança, principalmente porque este é o estado que detém a terceira maior reserva mundial mineral do produto, é o maior produtor do país e acaba de fazer descobertas importantes com o Projeto MG Grafeno: a produção de grafeno a partir de grafite natural por esfoliação química.
Para se ter uma ideia, na escala nano, uma formiga tem 10 milhões nm; um fio de cabelo, 50 mil nm. Mas o grafeno é ainda menor, com diâmetro 50 mil vezes menor que o de um fio de cabelo, e 2 milhões de vezes menor que o de uma minhoca.  Assim, em busca de parceiros para a comercialização da ciência aplicada, o Projeto Grafeno foi a estrela do fórum Brasilianas “Polos tecnológicos de Minas Gerais”, realizado em Santa Rita do Sapucaí (MG), na última terça-feira (06), em parceria com a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e o apoio do Instituto Nacional de Telecomunicações (Inatel).
O projeto foi apresentado pelo professor Luiz Gustavo Cançado, um dos coordenadores do programa e atual Chefe do Departamento de Física da UFMG.
Com o trabalho de obstinados pesquisadores, professores e alunos no departamento de Física, juntamente com o Centro de Desenvolvimento de Tecnologia Nuclear (CDTN), os resultados obtidos já incluem capacidade instalada na planta piloto atual para produção de 150 kg/ano, com 10% de taxa de conversão do grafite em grafeno, o que é muito quando se fala em nanotecnologia, partículas visíveis em microscópios especiais.
A pesquisa a partir do grafite, extraído do Norte de Minas e do Sul da Bahia, é uma prova de que, quando a teoria e a prática se alinham, o salto tecnológico é a reação natural, com resultados a serem comemorados. O grafite, matéria-prima, tem preço baixo no mercado internacional: US$ 1,2 o quilo. Quando transformado em grafeno, salta para US$ 150, o grama. Então, a matemática é óbvia a favor de agregar valor ao produto, quando se faz as contas. Ganhar mais no futuro e apostar em sustentabilidade, preservando bem mais do que se gasta, e ganhando muito mais, mesmo em escala nano.
O mercado alvo do grafeno inclui segmentos diversos, como construção civil, tintas, baterias (aumento da capacidade de carga sem aquecer), condutores que reduzem temperatura de processadores e placas fotovoltaicas, um futuro que se descortina para a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), patrocinadora do evento.
O investimento da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais (Codemig/Codemge) no projeto é de R$ 21,3 milhões, dos quais R$ 18 milhões já foram aplicados. Agora, é encontrar empresas que queiram comprar a ideia para aplicações nos diversos segmentos produtivos, e aumentar a qualidade de produtos nos mercados nacional e internacional. O desafio é: como transformar as respostas de sucesso da pesquisa em negócios?
O grafeno produzido nos laboratórios da UFMG permite oferecer ao mercado três produtos principais: Grafeno A – aplicações sensores, supercapacitores, refratários, têxteis condutores; Grafeno B – aplicações em termoplásticos, compósitos (resistência mecânica e condutividade), revestimentos. E o Grafeno C, que são lacas de grafite com dimensão manométrica – aplicações em peças metálicas sinterizadas, lubrificantes; plásticos; baterias chumbo-ácido.
Foram mapeadas 98 empresas, dos principais países potenciais compradores, Estados Unidos (EUA), China, Reino Unido, Canadá e Alemanha que, basicamente, utilizam 14 produtos à base de grafeno no mercado de tintas, baterias, filamento de impressão 3D e equipamentos esportivos. Além disso, mais de 20 mil registros de documentos de patentes relacionados a grafeno, dentre aplicações e formas de fabricação.
De dentro da UFMG
A produção de grafeno customizados em base aquosa já é uma realidade em Minas Gerais. A pesquisa é produzida na UFMG e tem na coordenação os professores doutores Adelina Pinheiro, Clascídia Furtado, Daniel Elias, Flávio Plentz, além do palestrante do Fórum Brasilianas, Luiz Gustavo Cançado. A equipe que reúne 51 Pessoas e 20 Doutores.
Se o aquecimento das placas fotovoltaicas para produção de energia ainda é um desafio, pode ser que uma grafeno solução a partir do grafeno esteja a caminho, o que despertou o interesse dos representantes da Cemig presentes no auditório do Inatel, onde foi realizado o evento. Com a impressão 3D que o grafeno potencializa, quem sabe, no futuro, muitos produtos e parte dessas placas possam até mesmo ser impressas em casa?
Fonte: Jornal GGN

O JADE


Jade é um termo genérico utilizado para designar duas espécies minerais, a jadeíta e a nefrita. Geralmente, estes minerais ocorrem na forma opaca, embora eventualmente haja exemplares translúcidos.
Empregado pelos chineses há milhares de anos, o jade tem importância cultural, reputação e apreciação quase inescrutáveis no Oriente. Todo o material utilizado pelos chineses na forma de entalhes até o século XIII trata-se de nefrita, sendo que a jadeíta, oriunda da antiga Birmânia, passou a ter aplicação apenas mais tarde, principalmente a partir do século XVIII.
Na América Central, a jadeíta já era utilizada pela Civilização pré-colombiana Maia e pelos povos Olmecas que habitavam a planície costeira do Golfo do México, uma vez que uma de suas principais fontes, histórica e atual, é a Guatemala.

Embora a cor verde seja a mais característica e valorizada na jadeíta, esta ocorre numa ampla gama de matizes, entre eles branco, lavanda, preto, alaranjado e castanho, geralmente mosqueados. Possui brilho reluzente a oleoso.
A nefrita apresenta uma estrutura fibrosa e possui quase sempre a cor verde-espinafre, embora possa ocorrer também nos matizes branco, preto e amarelado.
A jadeíta de melhor qualidade é comercialmente denominada “imperial”; vai de translúcida a semi-transparente, e possui uma cor verde esmeralda vívida e brilhante. Este material é considerado o padrão de excelência a partir do qual são classificados todos os demais jades, incluindo a nefrita.



Fonte: CPRM

A Tanzanita

A Tanzanita é uma pedra extraordinária que só ocorre em um único lugar do mundo. Ela é azul e apresenta delicados pontos púrpura. Graças à sua aura incomum e à Tiffany de Nova York tornou-se, rapidamente, uma das pedras mais cobiçadas do mudo! A origem de seu nome é uma referência ao país onde é encontrada, a Tanzânia, na África. Muitas pessoas podem se surpreender ao ouvir o nome África ao lado de pedras preciosas, mas é neste continente onde encontra-se uma grande variedade de pedras excepcionais, entre elas a Tanzanita.



Em 1.967, quando foi descoberta, a Tanzanita foi batizada de " a pedra preciosa do século XX", devido não só à sua beleza  como também ao entusiasmo dos especialistas. Conta-se que seus descobridores perderam o fôlego quando avistaram, pela primeira vez, o azul profundo da Tanzanita.Isso aconteceu no norte da Tanzânia, nos Montes Meralani, perto da  cidade de Arusha. Há milhões de anos atrás, xistos metamórficos (nome genérico que se dá a vários tipos de rochas metamórficas), gnaisses (espécie de rocha) e quartzitos formaram uma elevação de topo achatado (Inselberg) sobre uma vasta planície à sombra do Kilimanjaro. Estes cristais preciosos cresceram em depósitos no interior dessas elevações incomuns e, por muito tempo, permaneceram escondidas do olhar humano até que, um dia, pastores que passando por Masai, avistaram o brilho de cristais reluzindo à luz do sol. Os pastores, então, pegaram esses cristais e os levaram para casa. Assim foi o descobrimento da Tanzanita.



O profundo azul da Tanzanita é fantástico e pode variar até uma tonalidade azul-violeta. A mais cobiçada e valiosa cor da Tanzanita é a que apresenta o fascinante efeito azul com toques brilhantes de púrpura, o que acontece, particularmente, nas pedras com mais de dez quilates. Dependendo do ângulo que você olhar para a Tanzanita, ela pode parecer azul, roxa ou marrom amarelado.



Propriedades metafísicas: A Tanzanita é muito benéfica para os "workaholics" e para aqueles que estão sobrecarregados. Acalma a mente hiperativa e tem efeito relaxante, fazendo com que você fique um pouco mais devagar, no bom sentido.  Esses efeitos farão com que você readquira o equilíbrio, de modo que possa levar uma vida menos estressante, mais organizada, produtiva e saudável.



Durante a meditação, a Tanzanita  com sua alta energia vibracional, facilita um profundo estado meditativo. Este cristal magnífico melhora as habilidades psíquicas e abre o coração, elevando o humor e trazendo sentimentos de paz. Devido à sua cor azul, a Tanzanita abre o chacra da garganta, incentivando clareza de comunicação. Ela pode, ainda, auxiliar nas comunicações com o mundo espiritual e ajudar a alcançarmos o conhecimento superior. É ótima para ajudar aqueles que desejam se tornar mais conscientes do "eu" espiritual e aguça o interesse em metafísica e nos questionamentos interiores.



A Tanzanita ajuda o fluxo de positividade em toda a mente, nos torna menos exigentes e traz sorte e fortuna a seu portador. Ela age como um elixir para a alma e nos liberta de hábitos negativos. Transforma os impulsos destrutivos em construtivos, abre a consciência que nos faz enxergar como vivemos e ver outras formas de viver mais conscientemente. É a pedra ideal para aqueles que ainda não conseguiram reconhecer sua força. Dá confiança e nos ajuda , gradualmente, a nos abrir para novas possibilidades. Dissipa a letargia e traz os sentimentos reprimidos à tona, fazendo com que possam ser expressos.



A Tanzanita é uma ferramenta maravilhosa para incentivar a recuperação de uma doença grave e do stress. Fortalece o sistema imunológico, regenera as células, trata do coração, baço, pâncreas, pulmões, cabeça, garganta e peito. Neutraliza a acidez e reduz inflamações. Estimula a fertilidade e cura doenças dos ovários e testículos. Recomenda-se usar a Tanzanita diretamente sobre a pele ou em joias e que deve ser usada por um longo período de tempo, por ser uma pedra de ação lenta.



Infelizmente, devido à exploração desenfreada da Tanzanita e por ser encontrada apenas em um único lugar do mundo, esta pedra esplêndida está ameaçada de extinção.




Fonte: CPRM

RUBI

Uma aura de mistério e fascinação envolve o rubi, a variedade vermelha do mineral coríndon e uma das mais encantadoras gemas. Seu nome deriva do latimruber, em alusão a sua cor, sendo a exuberante tonalidade vermelha levemente purpúrea, denominada sangue de pombo, a mais apreciada.
Sua cor deve-se ao elemento cromo, presente como impureza, ainda que em proporções diminutas; e o rubi se constitui de óxido de alumínio (Al2O3), possuindo dureza muito elevada, inferior apenas à do diamante.
O rubi pode apresentar um fenômeno óptico denominado asterismo ou efeito-estrela, que consiste no aparecimento de 3 raios sedosos e ondulantes, dando lugar a uma estrela de 6 pontas, devido à reflexão total da luz em inclusões do mineral rutilo.
As principais fontes de rubis, tanto atuais como históricas, estão situadas no Oriente e, em particular, em Mianmar, a antiga Birmânia, onde são encontrados os exemplares de melhor qualidade, principalmente nas localidades de Mogok e MongHsu, além do Cambódia e da Tailândia. As gemas procedentes da Índia e da África (Tanzânia, Quênia e Madagascar) destinam-se à produção de cabochões, por geralmente serem menos transparentes.
O rubi adquire cor mais intensa mediante diversos tipos de tratamentos, corriqueiramente realizados nos próprios países de origem, sobretudo na Tailândia, seu principal centro de comercialização. Estes tratamentos provocaram um forte impacto no mercado de rubis, uma vez que praticamente toda pedra bruta pode a eles ser submetida, o que tem ocasionado um excesso de oferta e conseqüente queda de preços.
O rubi é obtido também por síntese, desde 1904, e exemplares desta natureza são vistos com enorme frequência no mercado de gemas sintéticas brasileiro, apesar de não serem produzidos no país. Os rubis sintéticos são produzidos por vários métodos e o principal deles fornece exemplares que se diferenciam dos naturais pela presença de linhas de crescimento curvas e bolhas de gás nos primeiros.

Fonte: CPRM

TURQUESA AZUL

O termo turquesa, empregado desde a mais remota Antiguidade, tem origem incerta. Uma versão sustenta que deriva do francês arcaico “tourques”, que significa “pedra da Turquia”, não por proceder deste país, mas pelo fato de que as pedras provenientes da Península do Sinai chegavam à Europa através dele. Outra versão dá conta de que o termo referia-se a algo estranho ou distante, como tudo que se associava ao Oriente.
Esta pedra preciosa deve sua beleza à extraordinária cor azul celeste. Há relatos de sua aplicação como pedra ornamental desde aproximadamente 3.000 a.C. e, possivelmente, antes da Primeira Dinastia do Antigo Egito. Era também muito apreciada pelas antigas civilizações astecas do México e da América Central. A principal fonte histórica de turquesa é o Irã, que segue tendo grande relevância no fornecimento mundial.
O certo é que os turcos estavam familiarizados com esta gema, especialmente com exemplares oriundos da antiga Pérsia, o atual Irã.
Em termos de composição química, a turquesa consiste de um fosfato hidratado de alumínio e cobre, cuja exuberante cor deve-se a este último elemento. Geralmente, parte do alumínio é substituída por ferro. À medida que isto ocorre, o material tende a uma tonalidade verde azulada, que geralmente possui menor aceitação comercial.
A turquesa é opaca a semi-translúcida e ocorre principalmente em rochas sedimentares, na forma massiva compacta, no Irã (minas de Nishapur, na Província de Khorassan), México, China, Peru e EUA (sudoeste do país, nos Estados do Arizona, Colorado, Nevada, Novo México e Califórnia).
No Brasil, até onde sabemos, houve ocorrências sem produção significativa no Estado da Bahia, na região de Casa Nova, hoje encoberta pelas águas da barragem de Sobradinho; e em Minas Gerais, na localidade de Conselheiro Mata.

Sua alta porosidade permite a impregnação com ceras, resinas, plásticos ou outras substâncias, com o objetivo de estabilizar a cor e manter o polimento.Vários tipos de turquesa reconstituída são produzidos a partir de turquesa natural de baixa qualidade, muito clara e pouco dura, e dela se diferenciam pelas ausências da típica textura superficial, bem como pela menor densidade e maior porosidade.
A turquesa é mais comumente lapidada em cabochões de diversas formas, além de contas, sendo também utilizada em esculturas e outros objetos de adorno.


Fonte: Portal do Geologo

A noite em que Lavras (MG) parou para ver um UFO



Serra da Bocaina no município de Lavras (MG)

Na noite de 1º de junho de 1969, um UFO sobrevoou a cidade de Lavras, região Sul do estado de Minas Gerais, sendo observado por centenas de pessoas. O fotógrafo amador e médico Dr. Rêmulo Tourino Furtini tirou diversas fotografias do estranho objeto, que chegou a fazer um pouso em um pasto existente na época. O sargento Inocêncio França do Tiro de Guerra local e vários atiradores comprovaram o pouso, constatado tecnicamente após o ocorrido. Na época, o caso foi notícia na mídia de todo o país, despertando o interesse da Nasa e até mesmo do extinto bloco soviético.


Ufo é fotografado na madrugada

Naquela fria madrugada de 1º de junho de 1969 algumas pessoas encontram-se nas ruas, já que no tradicional Clube de Lavras estava acontecendo um dos seus famosos bailes. Alguns bares encontravam-se abertos e alguns bêbados ziguezagueavam por aquelas ruas tranquilas.

Era uma noite comum de inverno, como tantas outras em uma cidade interiorana, quando, de repente, um objeto voador não identificado sobrevoou Lavras de norte a sul, de leste a oeste, deixando em polvorosa os boêmios, os motoristas de táxi, os policiais que faziam a ronda naquela noite e algumas pessoas que transitavam pelas ruas da cidade.

Era um disco voador de aproximadamente 50 metros de diâmetro, sendo documentado pelas lentes da câmera do médico Rêmulo Tourino Furtini que depois teve o seu material requisitado pelo Exercito e pela Força Aérea Brasileira (FAB) e, posteriormente, entregue aos cuidados da Nasa, nos Estados Unidos. O material teria sido entregue “para pesquisas”, tanto as fotos, quanto o equipamento utilizado: uma câmera simples e sem recursos técnicos.

O fato foi noticiado em todo o mundo, inclusive no Brasil, apesar de a principal foto (que mostrava um prato com uma pequena cúpula em cima e outra maior em baixo, exibindo suas pequenas janelas) não ter sido publicada em nenhum jornal ou revista brasileira, já que o Brasil passava por momentos difíceis com o regime militar que vivia seus momentos áureos.

Revista ‘O Cruzeiro’ entrevista

Na revista ‘O Cruzeiro’, o mais importante órgão de informação do país naquela época, a matéria, relatando o fato, ocupou duas páginas, com o título “Mistérios nos céus de Lavras” e teve até mesmo uma chamada na capa: “O disco voador mineiro”, dividindo espaço com a atriz Elizabeth Taylor, protagonista do clássico “A Dama das Camélias”. Outros importantes órgãos de imprensa do Brasil também registram o fenômeno, como as revistas Manchete, Fatos&Fotos,Realidade, além de vários jornais.

O médico Rêmulo Tourino Furtini que fotografou o objeto, concedeu entrevista à revista O Cruzeiro, onde declarou que, “Passava pouco de meia noite, já 1º de junho. Na sala de minha casa e em minha companhia estavam minha esposa, sua mãe e uma cunhada. Nisso, o telefone toca. Meu sogro me informa que um objeto estranho estava nos céus da cidade. Fui até a varanda, vi o céu nublado e em meio à escuridão, lá estava a coisa, com um brilho alaranjado no centro e branco na periferia. Não poderia ser nenhum satélite e nem uma estrela. Disso tenho certeza. O objeto não identificado estava mais ou menos 200 metros acima da torre da Rádio Cultura (na época, no bairro Nova Lavras) e distante de mim, uns dois quilômetros”.
Por sorte, o médico tinha em seu poder uma câmera fotográfica. Conforme contou a O Cruzeiro, “Lembrei que tinha um filme virgem na máquina. Corri para dentro. Voltei com a máquina e bati a primeira chapa rapidamente, temendo que o objeto sumisse. Sou fotógrafo amador e, portanto, sem maiores conhecimentos técnicos a respeito. Na máquina estavam estes números: distância 1,4: diafragma: 80 e velocidade: 60. O filme tinha a sensibilidade de 125 asas. Pois bem. Depois de fazer a primeira fotografia, voltei até a sala de minha casa, regulei a máquina novamente e bati novas fotos, em várias velocidades e aberturas de diafragma. Assim, consegui pelo fato de o objeto permanecer parado por alguns minutos”.

O Dr. Rêmulo contou que após fazer as fotos, o objeto fez movimentos estranhos e desapareceu, “Depois, ele deslocou-se para a direita, para cima, para baixo e foi desaparecendo. Movimentos estes, feitos com bastante velocidade. Não dormi naquela noite. Se contasse para alguém, iam me chamar de Louco. Pedi em casa que ninguém comentasse o fato. Com isso, retive o filme por dois dias em minha casa, aguardando o pronunciamento de outras pessoas que não de minha família sobre a estranha visão”.

Fotógrafo fala sobre o filme

O conceituado médico Rêmulo Tourino Furtini passou dois dias guardando o filme em segredo, até que percebeu a grande quantidade de pessoas que haviam visto o UFO sobrevoando os céus de Lavras. Nas rodas de conversa não se falava outro assunto. O filme foi então encaminhado ao Foto Flash, estabelecimento do fotógrafo Paulo Vítor Neves, que também falou à reportagem de O Cruzeiro: “De fato, em dias da semana passada fui procurado pelo Dr. Rêmulo que afirmou ter visto um clarão no céu e um objeto estranho, que havia fotografado. Pediu-me para revelar e verificar se continha alguma coisa, pois não tinha certeza se conseguira gravar algo no filme. Entrei para o laboratório e, depois de alguns minutos, levantei o filme ainda molhado e tentei vê-lo através de uma luz. Pensei que estivesse toda branca a chapa. Mas verifiquei mais devagar e observei certos pontos. Chamei o Dr. Rêmulo, mostrei-lhe o resultado e ele saiu dando pulos de alegria. Quanto ao que foi fixado no filme, não posso adiantar o que seja. Apenas acrescento que, qualquer outro objeto não teria condição de ser fotografado em noite escura como aquela, pois o que apareceu na foto foi a luz da coisa. E só”.

Outras testemunhas

Muitas outras testemunhas puderam observar o fenômeno que, segundo consta, voltou a acontecer nos seguintes dias 02 e 03 de junho. Os repórteres da revista O Cruzeiro chegaram a relacionar até 100 pessoas idôneas que afirmaram ter visto o objeto cintilante cruzando o céu da cidade naquela madrugada. Entre estas pessoas estava o engenheiro civil José Alfredo Unes, então, chefe de setor da Rede Ferroviária Oeste de Minas, que chegou até mesmo a fazer desenhos do que viu para algumas revistas do exterior.

Ele conta que regressava do Clube de Lavras com sua família, quando foi surpreendido com aquela estranha visão, e assim, narrou a O Cruzeiro: “O objeto apareceu na minha rua e possuía uma luminosidade tão grande que não dava para vê-lo além da luz que o envolvia. Então apanhei uma garrafa de cerveja, quebrei e vi aquilo através do vidro partido. Fiquei impressionado e com as pernas tremendo, diante do objeto. Tinha uns 50 metros de diâmetro, uma luz vermelho-alaranjada, uma forma elíptica e uma espécie de cabine virada para baixo saindo de seu interior. Quando se movimentava, somente aparecia sua formação elíptica. Era um objeto não identificado. Não tinha condição de ser nenhum fenômeno meteorológico. Depois, pensando que estivesse tendo visões, procurei um medico. Lembrei-me então, que estava acompanhado por minha filha Ana Maria, que viu aquele objeto deslocando-se em toda direção, em sentido vertical, e cujo clarão vinha em nosso caminho. Também o viram, meu vizinho Paulo Araújo e alguns rapazes que voltavam de uma festa”.

Sargento e atiradores do TG se aproximaram do objeto

O disco voador sobrevoou a sede do Tiro de Guerra, o Colégio N.S. Aparecida, o Jardim São Paulo e chegou até mesmo, a fazer um pouso em um pasto, exatamente onde hoje é a residência do analista de sistemas Mateus Fantazzini, no bairro Centenário.

O referido pouso foi testemunhado por seis atiradores do TG e pelo segundo sargento França Ferreira, então comandante do Tiro de Guerra 04-264. O depoimento do sargento França – depois de autorizado pelo Exército Brasileiro – para O Cruzeiro, foi o seguinte: “Estávamos na sede do Tiro de Guerra, quando um amigo nosso parou de carro indagando se havíamos visto o disco. Passaram outros automóveis e então resolvemos ir também. Vimos o objeto e passamos a discutir. Uns diziam que era uma estrela, outros achavam que era uma luz de um carro. Fomos mais adiante, até onde nosso automóvel pudesse andar. Em certo trecho, saímos correndo em direção à coisa. Lá estava ela, à nossa distância, pouco mais de 100 metros. À nossa frente, uma cerca de arame farpado impedia a passagem. O objeto estava quase a um metro do chão, envolvido por uma luz avermelhada muito forte, impedindo que pudéssemos distinguir sua forma. O atirador Carlos Renato de Souza tentou pular a cerca para observar mais de perto. Impedi a manobra. Então resolvemos dar a volta. Aí, o estranho objeto deu uma volta de 80 graus, na altura da estação da Cemig e foi brilhar dezenas de quilômetros mais abaixo, na altura da estrada que liga Lavras a Ijaci, de onde desapareceu”.
Dos seis atiradores, três se aproximaram mais do objeto voador, chegando a estar a menos de cem metros de distância do UFO, separados apenas por uma frágil cerca de arame farpado; são eles: Júlio César Vitorino, Ronaldo de Sousa e Carlos Renato de Souza, o conhecido Nanato, irmão do ex-prefeito, ex-deputado e ex-secretário de Estado Maurício Pádua de Souza.

Nanato levou os repórteres de O Cruzeiro ao local exato da descida da suposta espaçonave, onde surgiu um enorme círculo que chegou a queimar a vegetação. Lá, constatou-se o tamanho do objeto, medindo a sua circunferência.

Fatos despertam interesses

O fato, além de ocupar espaço nos principais veículos de comunicação do Brasil e até do mundo, foi alvo de estudos de várias organizações do Brasil, Europa e Estados Unidos. Despertando até hoje, interesse em pesquisadores diversos.O médico Rêmulo chegou a receber correspondências de vários países do mundo, inclusive, do extinto bloco soviético, todos querendo saber da foto desaparecida.


Dr. Rêmulo Tourino Furtini

Depois de algum tempo e inúmeros estudos de especialistas da Nasa, Exército Brasileiro e FAB, a informação era de que a luminosidade do estranho objeto, não se tratava simplesmente de qualquer luz, mas de uma radiação, descartando de vez o que poderia ser eventualmente taxado fraude pelos incrédulos.

Geul conversou com Dr. Rêmulo em 2000

Em 02 de janeiro de 2000, a equipe de investigação do Grupo de Estudos Ufológicos de Lavras (GEUL) procurou o Dr. Rêmulo Tourino Furtini com o propósito de obter mais informações sobre o notório avistamento de 1º de junho de 1969. O grupo foi muito bem recebido pelo Dr. Rêmulo que confirmou todas as declarações concedidas na época. Acrescentou que as Forças Armadas enviaram-lhe, através de um agente, um detalhado questionário sobre seus hábitos, costumes e estado de saúde, cujo objetivo era traçar o perfil psicológico, verificando a idoneidade do médico. Ele disse que não sofreu nenhuma espécie de ameaça.

Dr. Rêmulo acrescentou também ao GEUL que a foto mais nítida, na qual se podia ver o disco voador, foi confiscada pelo Exército. Nela, notava-se claramente detalhes, tais como, uma janela ao redor da cúpula superior da nave e o mais interessante: uma silhueta de forma aparentemente humana aparecia numa das janelas. Afirmou, que a nave ao partir se posicionou verticalmente e saiu em disparada rumo ao infinito.

Quanto ao material confiscado e enviado à Nasa, Dr. Rêmulo disse nunca ter recebido relatório ou dossiê que esclarecesse o seu conteúdo. Contudo, pôde ficar com as fotografias em papel que mostram a luz em movimento.



Fonte:Tribuna de Lavras

COBALTO

cobalto é um elemento de transição que pertence ao grupo VIII-B da classificação periódica, apresenta dureza acentuada e é quebradiço, apresenta cor cinza-aço se assemelhando ao ferro, possui número atômico 27 e massa atômica 58,93 u,  propriedades discretamente magnéticas. As propriedades físicas do metal são variáves em decorrência da mistura alotróprica na qual este se apresenta comumente. Foi descoberto na antiguidade e isolado  em 1735 pelo químico sueco Georg Brandt.
É encontrado na natureza na forma de sulfoarsenieto de cobalto que que possui formula molecular CoAsS ou na forma de impureza associado a metais como Fe, Ag, Ni, Pb e Cu.
O nome do metal é originado da mitologia germânica, que faz alusão a um duende chamado “Kobalt”, por que os mineiros acreditavam que o cobalto era um metal contaminante sem utilidade e figura do duende estar ligada a de seres malfazejos.
O cobalto é utilizado como componente ativo em formulações de secantes para pintura em óleo sobre tela, no refino de petróleo e outros processos químicos, é componente da liga do Alnico que é utilizado na fabricação de artefatos magnéticos. Forma liga com cromo e tungstênio que por sua vez é utilizado em objetos capazes de suportar altas temperaturas e ser mecanicamente resistente. O 60Co é usado no em radiografia e em radioterapia por ser uma potente fonte raios gama. Dissolve-se com facilidade em ácidos inorgânicos diluídos e forma hidróxidos insolúveis ou seja precipitados,  em reação com bases fortes:

Informações Importantes sobre o Cobalto

  • Símbolo: Co
  • Estado de oxidação: Co+2 e Co+3
  • Ponto de Fusão: 1490°C
  • Ponto de Ebulição: 2927°C
  • Configuração eletrônica: 1s², 2s², 2p6, 3s², 3p6, 4s², 3d7
Além das utilizações do metal citadas acima, existem outras importantes como a utilização em eletrodos, e a obtenção de seus sais como cloretos, sulfatos, nitratos e acetatos são utilizados para colorir o vidro de azul e na fabricação de tintas e de outros revestimentos metálico anti-corrosão. Os sais solúveis do metal são bactericidas altamente enérgicos que são utilizados na desinfecção de diversos produtos


Fonte: CPRM

ECLIPSES

Introdução

Eclipse é o escurecimento parcial ou total de um corpo celeste, provocado pela interposição de um outro corpo celeste. Os eclipses mais comuns e conhecidos são o do Sol e o do Lua. 

Eclipse Solar

Neste caso, a Lua move-se para uma posição localizada entre o planeta Terra e o Sol. Logo, a sombra da Lua incide sobre o nosso planeta. Esta sombra possui 170 quilômetros aproximadamente, possibilitando a visualização do fenômeno apenas nos países localizados dentro desta faixa. Nesta faixa, podemos classificar como sendo um eclipse solar total, pois o Sol fica totalmente encoberto pela Lua. Fora desta faixa, as pessoas podem visualizar apenas uma parte do Sol, ocorrendo o chamado eclipse solar parcial.

Eclipse Lunar 

Neste caso, a Lua passa através da sombra provocada por nosso planeta. Logo, a sombra do planeta Terra vai avançando pela face iluminada do Lua. Este tipo de eclipse ocorre na fase de Lua cheia.

Curiosidade:

Na antiguidade, em função do baixo conhecimento astronômico, muitos povos acreditavam que o eclipse era um sinal de que alguma coisa ruim ou uma catástrofe natural estava por acontecer.

Cuidado:

Olhar diretamente para o Sol durante um eclipse pode causar queima da retina ou outros problemas oculares sérios. Para visualizar este fenômeno é necessário a utilização de óculos projetados especificamente para este caso. Óculos de sol comum, papel celofane, filme fotográfico ou qualquer outro objeto não devem ser utilizados em dias de eclipse solar.

Você sabia?

- O único eclipse solar total de 2015 poderá ser visualizado no dia 20 de março. Porém, poderá ver o fenômeno apenas quem estiver numa pequena faixa do Oceano Atlântico, entre a Grã-Bretanha e a Islândia.

- O primeiro registro de eclipse solar da história foi realizado em 763 a.C, na Assíria.


   Fonte: Seleções

Carl Jung

Carl Jung

Carl Gustav Jung nasceu em 1875, na Suíça. Religiosa, sua família influenciou bastante na psicologia que seria desenvolvida pelo psicólogo, e também levando Carl a procurar leituras sobre filosofia e religião desde cedo.
Entrou na universidade de Medicina e já nesse tempo começou a se interessar pelos fenômenos psíquicos. Foi em 1900 que Jung passou a ser interno na Clínica Psiquiátrica Bugholzli, localizada em Zurique.
Quatro anos depois, já tinha montado um laboratório experimental, onde surgiu o seu famoso teste para o diagnóstico psiquiátrico de associação de palavras, reestruturado e usado por inúmeros profissionais.
A partir daí, Jung foi criando uma boa reputação no meio, exemplo disso foi o convite para a cátedra de professor de psiquiatria na Universidade de Zurique, em 1905.
E é exatamente nessa época que se inicia o contato entre Jung e Freud. Ambos dividiam ideias e objetivos, de tal forma que se tornou inevitável a aproximação e relação de colaboração que os dois passaram a estabelecer.
Porém, a colaboração dos dois chegou ao fim, com Jung de um lado, sem aceitar potente influência que Freud atribuía aos traumas sexuais e Freud, por outro lado, sem admitir os fenômenos espirituais - usados por Jung - como fontes de estudo.
E assim cada um seguiu seu caminho. Jung destacou-se no uso das técnicas de estudos de desenhos e sonhos, ou seja, o estudo do inconsciente humano.
Seus estudos foram reunidos no livro "A Psicologia do Inconsciente", publicado em 1917. Tendo publicado dezenas de outros estudos e trabalhos, Jung escreveu, aos 80 anos, um livro de memórias, aclamado pela crítica especializada.
O pai da psicologia analítica morreu em 1961, em Zurique, mas o seu legado permanece até hoje, influenciando campos do conhecimento como antropologia, sociologia e, claro, a psicologia.

Fonte: Seleções

SÃO PAULO- SANTO

Biografia de São Paulo, Apóstolo




São Paulo, Apóstolo (5-67) foi um apóstolo de Cristo, um dos maiores propagadores do cristianismo. Autor de treze epístolas do Novo Testamento. Antes de se converter ao Cristianismo era conhecido como Saulo e perseguia os discípulos de Jesus nos arredores de Jerusalém.
São Paulo, Apóstolo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), no ano 5 da era cristã. Tarso era um próspero centro mercantil e intelectual do mundo romano. Recebeu dois nomes, Saulo – hebreu e Paulo – romano. Seus pais eram judeus, mas gozavam dos privilégios da cidadania romana. Passou os primeiros anos de vida em meio da comunidade judaica e frequentou a escola da sinagoga. Um antigo costume judeu era ensinar às crianças algum trabalho útil. Paulo tornou-se tecelão.
Ainda adolescente, foi enviado a Jerusalém, onde deveria familiarizar-se mais profundamente com a religião e a cultura hebraica. Em Jerusalém, estudou no templo de Salomão, reedificado e embelezado por Herodes Agripa, o governador da Palestina. Durante cinco anos foi educado como discípulo de Gamaliel, rabino influente e de renome. Além da Bíblia, estudou a Lei Oral, um conjunto de tradições que regulava todas as atividades da vida cotidiana. Saulo se preparava para ser um rabino na mais ortodoxa das seitas judaicas.
No fim dos estudos retorna a Tarso. Alterna os trabalhos na sinagoga e a fabricação de tenda junto ao pai. Nessa época, ocorreram os grandes eventos do cristianismo. Desde 26, Jesus anunciava o Evangelho, entre 28 e 30 datam-se sua morte e ressurreição. Quando Saulo chega a Jerusalém, em 29, os discípulos de Jesus já eram mais de 5000. A maior parte dos judeus, inclusive Saulo, não acreditava, ainda, que aquele fosse o Messias. Tornou-se perseguidor das primeiras comunidades cristãs e participou do apedrejamento do apóstolo Estêvão.

Conversão ao Cristianismo

A caminho de Damasco, São Paulo teve a visão de uma luz incandescente e Jesus lhe indaga sobre as perseguições. No mesmo instante ficou cego e durante três dias entregou-se às orações. A mando de Jesus, Ananias vai a seu encontro, prepara seu batismo, põe a mão em sua cabeça e no mesmo instante Paulo recobra a visão e impressionado converte-se ao cristianismo.
São Paulo
Batismo de São Paulo (Capela Palatina, Palermo)
Para reconstruir seus pensamentos, retira-se para o deserto da Arábia. Realiza diversas expedições missionárias pregando o evangelho de Jesus Cristo. Em 44, após pregar durante três anos, em Tarso, segue para Antioquia, capital da província da Síria, então a terceira cidade do império, logo após, Roma e Alexandria. Nessa cidade inicia a missão entre os gentios. Foi nessa cidade que os discípulos, pela primeira vez, foram chamados cristãos.
Entre 49 e 53, São Paulo realiza sua segunda viagem missionária. Entre outras cidades, vai a Macedônia, Acaia, Filipes, Atenas e Corinto. Entre 50 e 52 permanece em Corinto durante dezoito meses e funda uma comunidade cristã formada por pessoas da camada mais modesta da população. A primeira Carta aos Coríntios foi escrita em Efeso, provavelmente em 56, com o objetivo de restabelecer a unidade, advertindo que o único líder é Cristo.
Em 58, em Jerusalém, foi acusado de haver pregado contra a Lei e além de ter introduzido um gentio, no templo. Preso é enviado para Roma, onde seria julgado por um tribunal de César, mas um naufrágio interrompe a viagem. Paulo consegue permissão para ficar em prisão domiciliar.
Até o ano de 62, Paulo escreveu suas epístolas, das quais treze conseguiram sobreviver: 1ª e 2ª aos Tessalonicenses, aos Gálatas, aos Filipenses, 1ª e 2ª aos Coríntios, aos Romanos, a Filemon, aos Colossenses, aos Efésios, 1ª e 2ª aos Timóteo e aos Hebreus. Nas epístolas, trata da doutrina, da ética cristã e da organização da Igreja. (Na Bíblia, as Epístolas seguem-se aos Evangelhos e aos Atos doa Apóstolos).
Em 64, após o incêndio em Roma, que recaiu sobre os cristãos, São Paulo, Apóstolo é novamente preso e levado para os arredores de Roma quando, em 67, foi decapitado.

Fonte: Seleções

KISS é uma banda de hard rock formada em Nova York, Estados Unidos, em 1973.


KISS é uma banda de hard rock formada em Nova York, Estados Unidos, em 1973.


Constitui um dos maiores impactos culturais da década de 1970, valendo-se de roupas, e sobretudo, maquiagens que marcariam a história da música. Seus dois fundadores são Gene Simmons (baixo e vocal) e Paul Stanley (guitarra rítmica e vocal), que ficaram frustrados com o fim de uma banda que formaram chamada "Wicked Lester", assim, decidindo procurar novos integrantes para uma nova banda, encontraram tais integrantes através de anúncio na revista Rolling Stone, Ace Frehley (guitarra solo e vocal) e, pela Village Voice, Peter Criss (bateria e vocal).
Os primeiros concertos do KISS, já maquilhados e trajados a seu modo, ocorreram no New York Coventry Club, cujo cachê correspondeu a U$ 35,00 por noite. Continuaram fazendo shows pelas noites de Nova Iorque, tocando músicas próprias, quando em 1973 foram descobertos por Bil Aucoin e no mesmo ano assinaram contrato com a recém-inaugurada “Casablanca Records”.
Em 1974 lançaram seu primeiro álbum entitulado apenas “KISS”, recheado de clássicos, que a banda tocou por toda a carreira. O primeiro disco não chegou a ser um sucesso, assim como o segundo, Hotter Than Hell, lançado no mesmo ano.
Em fevereiro de 1975, lançaram Dressed To Kill, disco que continha composições da época do Wicked Lester (Love Her All I Can e She), e foi neste disco que gravaram o clássico Rock And Roll All Nite. Era o começo do estrelato.
Ainda em 1975 lançaram Alive!, primeiro álbum da banda a obter Disco de Ouro. KISS foi uma das primeiras bandas a lançar um álbum duplo gravado ao vivo. "Alive!" foi um marco para a indústria fonográfica e para a banda que anos depois lançou Alive II; em 1993, o Alive III; e em 2003, o Symphony: Alive IV, em um show que ocorreu junto com a Orquestra Sinfonica de Melbourne. Mas nenhum deles superou o enorme sucesso que foi o Alive!.
Com o sucesso estrondoso de Alive! o KISS entrou em estúdio para gravar um novo álbum, e em 1976 lançaram Destroyer, outro grande sucesso (a essa altura os 3 primeiros discos já eram sucessos). Com Destroyer vem mais hits como Detroit Rock City, God Of Thunder e a balada Beth composta por Peter Criss, um dos grandes sucessos do KISS até hoje. O disco foi produzido por Bob Ezrin. No segundo semestre do mesmo ano lançaram Rock And Roll Over com hits como Hard Luck Woman e I Want You. Com a turnê de Rock And Roll Over, o KISS vai pela primeira vez para o Japão, país onde seriam idolatrados.
Em 1977 lançaram Love Gun. Neste álbum Ace canta pela primeira vez no KISS, a música é Shock Me, e em um dos shows desta turnê Gene mais uma vez queima o cabelo. No mesmo ano lançaram Alive II, mais um ao vivo, só que este possui no lado B do segundo disco com 4 musicas inéditas. Ace só gravou a guitarra uma dessas músicas, "Rocket Ride", que ele mesmo canta. As outras, quem gravou foi Bob Kulick, amigo pessoal da banda. Nessa época já haviam muitos produtos do KISS. A Marvel Comics lançou uma revista em quadrinhos do KISS onde a tinta vermelha usada para fazer a revista tinha o sangue de cada um dos membros do grupo.
Em 1978 a banda alcança seu auge, dá um tempos no shows e cada integrante decide lançar um álbum solo (mas ainda com a assinatura da banda), o que mostrava que o ambiente não era dos melhores e a vaidade de cada um falava mais alto na época. Esse foi o começo da saída de Peter Criss e Ace Frehley.
Em 1979, durante a gravação de Dynasty, os integrantes da banda decidiram que Peter Criss não continuaria as gravações do álbum (este já estava se afundando em álcool e drogas), e então convocaram Anton Fig (que havia tocado no álbum solo de Ace Frehley) para gravar o álbum (mas não deixaram com que os fãs soubessem, tanto que Fig toca fora do seu estilo, seguindo mais a linha de Criss). Peter só chegou a gravar "Dirty Livin'", música que ele mesmo canta e que ja estava pronta antes de decidirem que ele não deveria mais tocar no album. Esse disco trazia o hit I Was Made For Loving You, que seguia um pouco a tendência disco da época e fez um enorme sucesso, apesar de desapontar os fãs mais tradicionais da banda. Também contou com 3 músicas cantadas pelo Ace, uma delas a cover do Rolling Stones, 2.000 Man.
No álbum seguinte, "Unmasked", gravado em 1979, mas lançado em 1980, Peter não participou da gravação de nenhuma musica, e novamente, Anton Fig gravou em seu lugar. Peter Criss aparece tocando no videoclipe de "Shandi" e na capa de álbum, mesmo sem ter participado de nenhuma gravação. Logo após o lancamento do videoclipe, Peter Criss saiu da banda, e em seu lugar entrou o baterista Eric Carr, que participou da turnê do disco. Esse álbum, assim como o anterior, foi altamente atacado por ser mais "pop" que os anteriores.
Em 1981 o Kiss lança o criticadíssimo Music From "The Elder", também conhecido por apenas The Elder. Neste álbum, o Kiss muda um pouco seu estilo, e não agrada ao público em geral. Para rebater as críticas sofridas e tentar finalmente agradar aos críticos mostrando que eram músicos competentes, o KISS muda radicalmente de posicionamento. Pela primeira vez desde seu surgimento, via-se uma foto da banda com os integrantes de cabelos curtos e com roupas mais discretas, apesar de continuarem utilizando as máscaras. Contrataram novamente o produtor Bob Ezrin (que produziu Destroyer), que idealizou o álbum. Ace (que gravou as suas participações no disco em um estúdio montado na sua casa) e Eric não concordaram com o lançamento, diziam que não era KISS. Por seu grande fracasso, este álbum não teve turnê, limitando-se à duas músicas executadas ao vivo durante um programa de televisão. Após isso, KISS só tocou uma música desse álbum durante uma apresentação. Foi no "MTV Unplugged", de 1996, 15 anos após o lançamento do álbum. Até hoje fans debatem se esse é o pior album ou um dos melhores da fase mascarada, com musicas de excelente sonoridade como The Oath e A World Without Heroes.
No começo de 1982, por insistência da gravadora, lançaram a coletânea Killers, com 4 músicas inéditas, Ace não participou de nenhuma delas. Um pouco antes das gravações de Creatures Of The Night, em 1982, Ace Frehley sofreu um acidente de carro e não pode gravar o álbum, então varios outros guitarristas foram chamados para substitui-lo. Ace não toca em nenhuma música do álbum. Após o lançamento do album Ace participou do videoclipe de "I Love It Loud", mas não tocou o solo da música, e sim Paul Stanley. Após isso, saiu da banda, por problemas de alcoolismo e drogas. Ace foi substituído por Vinnie Vincent, conhecido da banda que já havia participado anteriormente da composição de algumas músicas e tocado no "Creatures". Vinnie participou da turnê, que terminou em 1983 com três shows no Brasil. No Brasil ocorreu o maior público em um show do Kiss, e foi também onde o Kiss tocou pela ultima vez com as maquiagens antes da Reunião.
Depois da turnê, o KISS, em um golpe publicitário, decidiu tirar a maquiagem e lançar um novo CD. Lick It Up. Após a turnê, Vinnie sai da banda, e Mark St. John, um guitarrista canadense, entra para gravar Animalize ( 1º disco do KISS lançado simultâneamente em CD), mas devido a seu problema de artrite nas mãos não consegue gravar todas as músicas. Bruce Kulick, irmão de Bob Kulick, gravou essa última música. Na turnê, Mark St. John não consegue tocar durante o show inteiro, então Bruce Kulick era chamado para substitui-lo. Durante todo o tempo em que fez parte da banda, Mark St. John só conseguiu tocar um show inteiro. No meio da turnê, Mark St. John sai definitivamente do KISS, e Bruce assume seu lugar (Mark St. John morreu no dia 5 de abril de 2007, aparentemente de uma hemorragia cerebral - a doença que o impediu de continuar tocando era uma espécie de artrite que provocava inchaço nas mãos e braços). Essa época tem como ponto marcante as roupas extremamente coloridas, chegando a lembrar Twisted Sister.
Em 1985 lançaram o álbum Asylum, que teve a música Tears Are Falling, outro grande sucesso. Ainda no mesmo ano, Gene cria sua gravadora (Simmons Records). Depois de 1 ano sem lançar nenhum disco voltaram para o estúdio, gravaram o álbum que foi lançado em 1987, Crazy Nights.
Depois de 10 anos o KISS voltou ao Japão em 1988 com a Crazy Nights Tour. Neste mesmo ano lançaram a coletânea Smashes, Thrashes & Hits, com duas músicas inéditas, Let’s Put The X In Sex e (You Make Me) Rock Hard e uma nova versão para Beth cantada por Eric Carr.
No ano de 1989 Paul saiu em turnê solo pelos EUA, tendo em sua banda Bob Kulick na guitarra e Eric Singer na bateria. Voltaram para o estúdio e lançaram no mesmo ano o álbum Hot In The Shade que tem o hit Forever.
Em Abril de 1991, Eric Carr, que havia substituído Peter Criss, descobre que possuia um raro tipo de câncer no coração. No dia 24 de Novembro, seis meses após descobrir a doença, morre. Freddie Mercury, vocalista do Queen, morreu também neste mesmo dia. Após sua morte, é substituido por um baterista de mesmo nome, Eric, Eric Singer, que havia tocado na turne solo do Paul Stanley.
No álbum Revenge (álbum seguinte após a morte do baterista), a música "God Gave Rock And Roll To You II" possui os backing vocals gravados por Eric Carr. No álbum também havia uma homenagem para o finado baterista, uma faixa de nome "Carr Jam 1981", onde ele tocava bateria e guitarra. Muitos consideram esse álbum o melhor desde o Lick it Up.
No ano seguinte, 1993, aproveitando a turnê de Revenge, lançaram mais um ao vivo, Alive III.
Em 1995, a MTV convida o KISS a fazer um álbum acústico, da série "Unplugged" da MTV. Gravado no dia 9 de Agosto de 1995, nos estúdios da Sony. O evento contou com a presença dos integrantes originas, Peter Criss e Ace Frehley. O Álbum ganhou um DVD e posteriormente, um DVD sem cortes.
O KISS percebeu que seria uma boa ideia voltar à formação original e com as maquiagens. E foi assim, Gene e Paul, agora novamente com Peter e Ace, e as maquiagens, saíram em uma turnê mundial que recebeu o nome de Alive WorldWide Tour. Em 1997 o KISS lança "Carnival Of Souls - The Final Session", mas ainda com Bruce e Singer.
"Psycho Circus", lançado em 1998, volta com a formação original, e com uma nova turnê. Posteriormente foi lançada uma versão dupla do álbum, cujo segundo disco continha músicas gravadas durante um show da turnê. A "Psycho Circus Tour" teve dois shows no Brasil, um em Porto Alegre e outro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
No ano de 2000 o KISS anuncia uma Farewell Tour, que seria a turnê de despedida da banda. No meio da turnê Peter Criss teve que se ausentar por problemas de artrite, e em seu lugar voltou o ex-baterista da banda Eric Singer. Após a turnê, que deveria ser a última, o KISS decide fazer um novo álbum ao vivo, este que seria junto com a Orquestra Sinfonica de Melbourne.
Ace Frehley sai da banda e não participa do show. Em seu lugar, entra Thommy Thayer, que já havia produzido alguns albuns da banda. Peter Criss, já recuperado, volta para fazer o show. No dia 28 de Fevereiro de 2003, em Melbourne, o KISS faz um show para entrar pra história.
Após o show Eric Singer volta para a banda, e parte para uma nova turnê, a Rock The Nation Tour, que rendeu até um DVD que foi gravado em 2004, mas foi só lançado no final de 2005. Também em 2005, Gene e Paul anunciam "férias" da banda e que durariam 2 anos.
Em Outubro de 2006 Paul Stanley lança seu segundo álbum solo, Live To Win e sai em turnê para divulgação. Uma curiosidade, um dos guitarristas que o acompanha nesta tour, é o curitibano Rafael Moreira, que com 18 anos saiu de Curitiba e se desenvolveu tocando guitarra nos EUA. O álbum está tendo boa repercussão
O baterista original do Kiss, Peter Criss, lançará um novo disco solo chamado "One For All" no dia 24 de julho pela Silvercat Records. Além de prestar homenagem ao seu ex- companheiro de banda, Ace Frehley, com a faixa "Space Ace", o disco vem com músicas que apresentam títulos como: "Last Night", "Heart Behind The Hands" "Send In The Clowns", "Doesn't Get Better Than This" e "Faces In The Crowd". Peter passou os últimos dois anos preparando as músicas para esse projeto, que vai ser o quarto de sua carreira solo. Os outros são "Out of Control" (1980), "Let Me Rock You" (1982) e "Criss Cat #1" (1994).
Em 2007 o KISS se apresentou em uma mini turnê (Hit N' Run Tour) pelos Estados Unidos com quatro concertos. No último concerto desta mini turnê, o frontman do Kiss, Paul Stanley horas antes do concerto sofreu uma aritmia cardíaca que impediu que o mesmo pudesse tocar. O que resultou no primeiro concerto em "trio" da história do Kiss. Um emocionante concerto em homenagem a Paul Stanley que dias depois já havia se recuperado completamente. Continuando em 2007, a banda esteve mais uma vez presente no Série Guitar Hero; desta vez a música licenciada foi o seu "hino" "Rock And Roll All Nite, podendo ser tocada no Guitar Hero 3.
Em 16 de março, teve início a temporada de Fórmula 1 com o Grande Prêmio da Austrália. O Kiss fechou o evento com um show no Melbourne Park para mais de 50.000 pessoas. A partir desta data, deu-se início a Kiss Alive/35 World Tour.
No dia 29 de novembro de 2008, Paul disse, durante uma entrevista, que no verão americano de 2009 o KISS irá voltar a gravar um álbum em estúdio com músicas inéditas fato que não acontecia desde 1998 com o álbum Psycho Circus. Paul disse que o álbum será no estilo do bom e velho rock dos anos 70', "de volta às raízes".
Em 2009, a banda se apresentou no Brasil, ainda pela "Kiss Alive/35 World Tour". Foram dois shows, o primeiro em São Paulo, dia 7 de abril, na Arena Anhembi e na Praça da Apoteose, no Rio de Janeiro, dia seguinte.
Em 6 de outubro do mesmo ano o álbum Sonic Boom foi lançado; segundo o baixista Gene Simmons esse seria o melhor álbum do grupo em 30 anos. Logo em seguida a banda iniciou turnê pela América do Norte, com o término apenas no dia 15 de Dezembro. No meio desta mesma turnê, os integrantes do Kiss anunciaram uma turnê pela Europa.



Fonte: Seleções