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sexta-feira, 30 de novembro de 2018

Bolsa lançará microcontratos futuros de S&P 500 e moedas nos EUA, além de futuros de ações

Bolsa lançará microcontratos futuros de S&P 500 e moedas nos EUA, além de futuros de ações

Arena do Pavini - 30/11/2018 - 19:03
Por Arena do Pavini – A B3 anunciará na semana que vem cinco novos contratos de derivativos de ações, moedas e índices. A partir do dia 10 de dezembro, começarão a funcionar os mercados de Mini Opções de Dólar, de Futuros de moedas negociados em dólares dos Estados Unidos, de Contrato de Opções sobre Futuros de DI, de Contratos Futuros de Ações e Units e um Microcontrato Futuro de S&P 500. Os produtos fazem parte do conjunto de lançamentos que a B3 colocará no mercado até o fim de 2019.
Hoje, muitas pessoas físicas negociam nos mercados futuros ao longo do dia, no chamado “day trade”, nos mercados de mini dólar e mini Índice Bovespa, que representam uma fração do valor dos contratos oficiais da bolsa. Os novos contratos vão ampliar o leque de opções para esses investidores e para os grandes gestores de recursos ou tesourarias de bancos especularem ou montarem aplicações misturando mercados à vista com futuros e de opções e em outras moedas. A bolsa busca com isso também atrair os grandes gestores, que hoje fazem suas operações desse tipo no exterior.
Os novos mercados permitirão ao investidor especular com o índice americano Standard & Poor’s 500, o principal da Bolsa de Nova York e do mundo. Haverá também mercados futuros de ações e units, ampliando as opções de hedge e de investimento em papéis específicos. Hoje, só há contratos futuros de Índice Bovespa. Com o futuro de ações, será possível comprar contratos de Petrobras ou Vale para daqui alguns meses, por exemplo, para proteger uma aplicação ou travar um determinado rendimento garantido pela diferença de preços entre o mercado à vista e o futuro.
Os mercados de opções de dólar e de futuros de DI também serão uma alternativa para fundos e investidores especularem ou protegerem suas aplicações nesses ativos, abrindo espaço para produtos estruturados, como os COEs ou fundos de capital protegido ou fundos long short.
Tudo dependerá, porém, da liquidez desses novos mercados e de seu tamanho.
Fonte: MONEY TIMES

NAVAGIO: A BELÍSSIMA ILHA GREGA QUE SURGIU DE UM NAUFRÁGIO

Navagio: a belíssima ilha grega que surgiu de um naufrágio


A Grécia é um país recheado de belas praias — se você gosta de se sentar na areia e curtir a vista do mar, esse país é uma ótima opção para suas férias. Porém, uma local específico dele chama a atenção por conta de sua história pitoresca. Estamos falando da Navagio, também conhecida como Praia do Naufrágio, que se localiza na costa de Zakynthos, uma ilha banhada pelo mar Jônico. Afinal, até onde sabemos, essa é a única praia que se originou de um acidente marítimo — ela não nasceu “naturalmente”.
De acordo com os registros históricos, tudo começou em 1980, quando um navio chamado Panagiotis acabou se acidentando enquanto estava prestes a chegar em Zakynthos. Algumas versões defendem que a embarcação estava sendo perseguida pelas autoridades gregas, por traficar cigarros, vinhos e mulheres, e outras dizem que o naufrágio foi ocasionado por simples problemas estruturais no navio, descrevendo o ocorrido como um acidente natural. De qualquer forma, ele afundou e ficou por lá mesmo.
Porém, com o passar dos anos, a embarcação — imóvel — acabou atraindo cada vez mais areia, formando ribanceiras e finalmente uma praia. No meio dela, o Panagiotis ainda descansa, intocado e enferrujado, originando um contraste belíssimo entre as forças da natureza e os maquinários criados pelos seres humanos. E é justamente essa diferença pitoresca — junto com a pureza da areia e as marés calmas — que atraem tantos turistas para Navagio, cujo nome original, de acordo com os gregos, era Agios Georgios.

Vale a pena visitar

Embora a praia pareça ser de difícil acesso, a forma mais simples de chegar no local é através de botes que partem diariamente de Zakynthos. O governo local percebeu que poderia explorar o turismo da região e hoje em dia existem vários pacotes turísticos para quem deseja ver o navio abandonado de pertinho e pisar na areia que se acumulou ao seu redor — e a procura por tais serviços é tão grande que os guias até recomendam alguns horários específicos para evitar a superlotação do local.
Já os menos aventureiros podem desfrutar de uma visão privilegiada da praia sem sair de Zakynthos: há quem diga que a melhor forma de apreciá-la é através de uma visão aérea, que pode ser facilmente obtida por meio do Mosteiro de São George. Navagio ficou ainda mais famosa após aparecer no seriado sul-coreano “Descendants of the Sun”, que foi ao ar em 2016 e teve várias cenas filmadas lá; a obra incentivou muitos asiáticos a viajarem até a ilha grega.
Fonte: Megacurioso

QUEM É O MAIOR VENDEDOR BRASILEIRO DO ANO NO MERCADO LIVRE

Quem é o maior vendedor brasileiro do ano no Mercado Livre


São Paulo – Quem pensa que é preciso investir muito para tornar-se um empreendedor de sucesso está bem enganado: vários negócios começaram com os recursos que os empreendedores tinham às mãos quando decidiram criar uma empresa.
Esse foi o caso de Raphael Parros: aos 17 anos de idade, ele resolveu começar a empreender vendendo um produto usado que o pai tinha em sua loja de som e mecânica. Assim foi criada a RP SOM: uma loja virtual na plataforma Mercado Livre que já faturou 7 milhões de reais neste ano.
Os ganhos de Parros foram tantos que ele foi escolhido como maior vendedor brasileiro no Prêmio Histórias que Inspiram 2017, organizado pelo próprio Mercado Livre.

História de negócio

Parros é natural da cidade de Artur Nogueira, no interior de São Paulo. Ele ajuda seu pai no trabalho em uma loja de som e mecânica para carros desde os 12 anos de idade, na parte de instalação dos produtos automotivos.
Um dia, o futuro empreendedor viu uma peça encalhada na loja e resolveu tentar vendê-la pela internet. O ano era 2003, e Parros tinha de 16 para 17 anos de idade.
Descobrindo uma plataforma chamada Mercado Livre, Parros cadastrou o item de som e a venda ocorreu em apenas dois dias úteis. “A venda aconteceu rápido e eu vi que aquilo tinha um grande potencial. Fui postando outros produtos da prateleira do meu pai e, seis meses depois, abri minha própria empresa, entrando em contato com fabricantes nacionais”, conta.
O jovem não tinha experiência com internet e muito menos com o Mercado Livre – aprendendo com as informações do site, o negócio chamado RP Som cresceu por meio testes e aprendizados com os eventuais erros.
Parros aproveitou sua experiência com o pai para fazer uma espécie de “venda consultiva” pelo site: quando os usuários perguntavam por mais informações sobre um produto, o empreendedor respondia com uma espécie de projeto, incluindo todos os itens necessários para o som automotivo de acordo com o orçamento do cliente e o modelo do carro.
Com esse diferencial foi que a loja realmente alavancou, diz Parros. “Eu fazia isso de forma pública, na área de comentários, antes de a pessoas concretizar a venda. Os potenciais clientes viam como eu fazia projetos e perguntavam também. Eu já fazia consultoria na loja física do meu pai, então passei a fazer isso de forma online também.”
A RP Som também oferece anúncios em forma de “combos”, nos quais o consumidor compra todo o kit que precisa com apenas um clique.
Por fim, outro diferencial da loja virtual de Parros é que, assim que um novo produto é lançado, o empreendedor se mobiliza para fazer acordos com fábricas e comprar todo o primeiro lote. Sem dar chance para a concorrência, as vendas são feitas com antecedência.
Atualmente, 14 anos depois de sua criação, a RP Som possui 1.400 anúncios cadastrados, com 180 a 200 produtos (são mais anúncios porque há modelos específicos para cada tipo de veículo).
A RP Som faturou 7 milhões de reais no acumulado de 2017. O negócio costuma realizar 3 mil vendas, resultando em 7 mil produtos comercializados, todos os meses. O ticket médio fica entre 190 e 220 reais.
O som automotivo representa 40% do faturamento da loja, que hoje também comercializa produtos de iluminação e segurança. “O mercado muda muito, incluindo a plataforma do MercadoLivre. A gente tem que mudar também. Se eu vendesse só som automotivo, estaria em uma situação complicada, inclusive por novas legislações que proíbem o som muito alto”, conta Parros. “Procurei novas formas de aumentar o faturamento e entrei na parte de segurança e iluminação automotivas, que são essenciais.”

Planos de expansão

Até hoje, o escritório de Parros é sua casa. Porém, o empreendedor investiu 2,5 milhões de reais para expandir sua atuação: o empreendedor está treinando 29 futuros funcionários para ocupar um prédio, que está em fase de construção e será inaugurado no começo de 2018.
“Eu estou limitado em crescimento por conta do meu espaço. Por isso, estou construindo um novo espaço tanto para o pessoal trabalhar quanto para montar o estoque”, afirma.
Além de expandir em pessoal e espaço, a RP Som também irá expandir em setores: pretende entrar em temas como cosméticos e segurança residencial. Com isso, o plano do empreendedor é aumentar o faturamento em dez vezes, disponibilizando 30 mil anúncios e realizando 1,2 mil vendas por dia.
“A gente está no teto do ramo de acessórios automotivos. Já estamos fechando parcerias com importadores e contratando um gerente para cada área, que entenderá dos produtos. Vamos juntar a experiência que temos na plataforma com nossos investimentos e testes dos últimos dois anos para colocar esse plano em prática.”
Neste ano, Parros foi eleito o melhor vendedor do Brasil no Prêmio Histórias que Inspiram 2017, organizado pelo Mercado Livre em parceria com a Endeavor com o objetivo de fomentar o empreendedorismo online.
Raphael Parros, da loja RP Som Raphael Parros: sua loja virtual no Mercado Livre, chamada RP Som, já faturou 7 milhões de reais neste ano
Raphael Parros: sua loja virtual no Mercado Livre, chamada RP Som, já faturou 7 milhões de reais neste ano (Mercado Livre/Divulgação)
Ao todo, 600 empreendedores online do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, México, Uruguai e Venezuela se inscreveram e 15 deles chegaram à final. Parros e os outros ganhadores de cada país ganharam um prêmio de 10 mil dólares cada.
“Meu conselho para quem quer empreender pelo Mercado Livre é saber do que você está vendendo. Se você vende informática, por exemplo, tem que conhecer os produtos. Assim, você terá mais sucesso nas vendas”, afirma Parros. “A segunda dica é expandir de acordo com seu capital: não há problema em começar devagar.”
Conheça a história de Raphael Parros no vídeo produzido para o Prêmio Histórias que Inspiram 2017:

Planos de Ação orientam pesquisas nas áreas mineral e energética

Planos de Ação orientam pesquisas nas áreas mineral e energética


Planos de Ação orientam pesquisas nas áreas mineral e energética
O Brasil tem imensas reservas, mas a produção de terras raras depende da indústria de alta tecnologia.[Imagem: CETEM]
Planos de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação
O Ministério da Ciência e Tecnologia (MCTIC) lançou quatro Planos de Ação em Ciência, Tecnologia e Inovação, que contemplam os setores de energias renováveis e biocombustíveis, minerais estratégicos, petróleo e gás natural.
O principal objetivo dos planos é estabelecer uma orientação estratégica para o governo brasileiro. As consultas públicas a especialistas nas áreas abordadas geraram 150 contribuições, incluídas na versão final dos documentos.
Com o lançamento, o ministério pretende tornar convidativa a empresários a coparticipação em projetos de pesquisa já em andamento em instituições como a Embrapa e universidades federais.
Áreas foco
Entre as iniciativas que já vêm sendo conduzidas por pesquisadores e que podem despertar interesse está o estudo de substâncias da indústria de mineração que poderiam ser categorizadas como rejeitos, mas que, ao serem transformadas, podem ter utilidade no meio agrícola - são os chamados agrominerais.
Outro foco investigado são os elementos químicos de terras-raras, minerais de grande valor devido à sua aplicabilidade em tecnologias de alto valor agregado, como produtos eletrônicos.
A Embrapa Agroenergia apresentou parte dos projetos tocados por seus cientistas, como o aproveitamento de biomassa de microalgas e cana-de-açúcar na cadeia industrial.

O procedimento de conversão dessas matérias-primas está associado às biorrefinarias, instalações que, ao processar a biomassa, são capazes de produzir energia elétrica, combustíveis e insumos químicos.

Fonte:  Agência Brasil 

ALARMANTE: 23 FOTOS HORRIPILANTES DA POLUIÇÃO MUNDIAL

Alarmante: 23 fotos horripilantes da poluição mundial


Há décadas, é falado que a poluição do planeta está aumentando a níveis incontroláveis, mas, mesmo assim, a gente continua tentando alertar a população de que o descarte consciente é preciso ser feito. Mesmo o lixo mais ínfimo, na sua opinião, pode ser capaz de grandes catástrofes ambientais. Confira alguns exemplos aterrorizantes:

1. A China é um dos países mais poluídos do mundo

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2. Essa foto foi uma das mais comentadas e premiadas de 2017

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3. Sacolas plásticas podem ser confundidas com águas-vivas

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4. Você entraria em um rio desses?

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5. Um peixe perdido dentro de uma luva de plástico

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6. O derramamento de óleo destrói a vida marinha

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7. Esse é um pelicano que sofreu com o descaso humano

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8. Redes de pesca são um perigo

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9. Todo lixo produzido precisa ser corretamente descartado

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10. Essa espuma no rio Yamuna, na Índia, é de pura sujeira

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11. Redes de pesca causam a morte de várias espécies

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12. E podem ficar enroscadas nos animais prologando o seu sofrimento

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13. Cada bituca conta na hora de poluir. Descarte-as corretamente (ou pare de fumar, que é melhor)

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14. Uma visão menos glamurosa do Taj Mahal

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15. Pequenos pedaços de lixo também podem matar

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16. Um rio chinês completamente impróprio para o banho

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17. A vaca precisa caçar as partes limpas de seu terreno para poder se alimentar

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18. Lago West, um dos maiores dentro de Hanói, no Vietnã

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19. O horror!

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20. Homem escova o dente no rio Ganges, mesmo com toda a poluição

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21. O descaso é absurdo!

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22. Novamente: a poluição mata!

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23. Rio Confuso, no Paraguai, virou um cemitério de peixes

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Fonte: Megacurioso

JACARÉ É RESGATADO PELA POLÍCIA MILITAR DO DF APÓS SER ENCONTRADO NADANDO EM PISCINA

Jacaré é resgatado pela Polícia Militar do DF após ser encontrado nadando em piscina


Jacaré foi encontrado na piscina de uma casa no DF
Moradores de um setor do Setor de Mansões Park Way, no Distrito Federal, se depararam com um pequeno jacaré nadando na piscina de uma das casas na manhã desta quarta-feira. A Polícia Militar foi acionada por volta das 9h30 para resgatar o animal, da espécie jacaretinga, com cerca de 90 centímetros e nove meses de idade.
Imagens divulgadas pela PMDF mostram o momento do resgate:
O réptil, que não aparentava estar ferido, foi encaminhado ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), do Ibama. Segundo o sargento Célio Bispo, que participou da ocorrência, disse que o jacaré deverá ficar aos cuidados de especialistas por um período de 40 dias.
Jacaré curtiu um mergulho em uma piscina no DF
Jacaré curtiu um mergulho em uma piscina no DF Foto: Divulgação/PMDF
— Os alunos da Universidade de Brasília (UnB), que cursam Veterinária, poderão cuidar dele e também aproveitar para estudá-lo. Depois ele deve ser solto na natureza ou levado para um zoológico, ainda não está certo — afirmou Bispo.
Ainda de acordo com o policial, um funcionário que cuidava das plantas de uma das residências do Setor de Mansões viu o animal dando um mergulho da piscina. Em seguida, o homem avisou uma moradora. Ela contou aos PMs do Batalhão Ambiental que chegou a ouvir um barulho à noite, mas não deu importância. Dessa forma, Bispo disse acreditar que o réptil estivesse nas redondezas da casa desde terça-feira.
PMs do DF resgataram o jacaré que estava nadando
PMs do DF resgataram o jacaré que estava nadando Foto: Divulgação/PMDF
— Nós imobilizamos o animal, de porte pequeno a médio, sem sinais aparentes de ferimentos, e o colocamos em uma caixa para fazer a entrega ao Cetas — afirmou o sargento.
Fonte: Extra.globo

Alexandrita Joias

Alexandrita Joias

A Alexandrita é uma gema incrível, já que muda de cor de acordo com luz. Sob a luz do sol ela parece verde, ao passo que sob uma lâmpada incandescente a gema fica avermelhada.
Acredita-se que o filandês Nils Gustaf Nordenskiöld tenha descoberto a alexandrita. Ele batizou a gema em homenagem ao futuro Czar Alexandre II da Rússia.
A Alexandrita de melhor qualidade do mundo e a mais cara, 30 mil dólares p quilate fica em Antônio Dias MG/Brasil.
JOIAS COM ALEXANDRITA


Fonte: Geologo.com

Dá para viver com um salário de 5 mil Euros na Suíça?


Dá para viver com um salário de 5 mil Euros na Suíça?

Dá para viver com um salário de 5 mil Euros na Suíça?


Os salários na Suíça podem parecer exorbitantes aos olhos de pessoas em outros países. No entanto, basta examinar mais de perto o custo de vida para perceber que esses números não são tão extravagantes.

Um salário de seis mil francos suíços? Para os que não conhecem o custo de vida na Suíça, o montante até parece uma fortuna.
Quando um suíço viaja ao estrangeiro, especialmente a países onde os salários são consideravelmente menores, se alguém pergunta quanto ganha, a tendência é dele procurar mudar de assunto. Como entender que um salário de cinco ou seis mil euros não seja comparável com mil ou dois mil recebidos pelo seu interlocutor?
Examinemos mais de perto o custo de vida dos suíços com base na pesquisa de orçamentos familiares realizada pelo Departamento Federal de Estatísticas (BFS, na sigla em alemão).
O senhor Meier é o nosso suíço “padrão”. Ele vive só, tem 30 anos, trabalha como técnico administrativo e ganha exatamente o salário médio de uma pessoa sozinha no país, ou seja, 6.250 francos por mês (5.450 euros). Trata-se, obviamente, de um valor hipotético, uma média, já que as diferenças são consideráveis segundo as profissões e regiões do país. Um técnico administrativo não ganha o mesmo salário em Zurique ou em Lugano. Em Zurique, por exemplo, segundo a calculadora de salários do governo suíço, o Sr. Meier, que trabalha em uma empresa no setor financeiro, poderia ganhar mais de sete mil francos por mês. Já no Ticino, o salário para a mesma ocupação seria mil francos mais baixo.
Segurança social, aluguer e impostos
No fim do mês, o Sr. Meier receberá apenas 6.260 francos na sua conta bancária. Dessa soma, 550 francos são descontados para a previdência, seguro-desemprego, seguro-acidente e o chamado “segundo pilar”, que é a previdência privada (para saber mais sobre o sistema social na Suíça clique aqui). No final, o empregado terá uma renda líquida de 5.700 francos.
Uma vez que o salário chegou na conta, o Sr. Meier devera também pagar seus impostos. Ao contrário de muitos outros países, esses impostos não são deduzidos diretamente do salário, mas sim cobrados posteriormente. No seu caso, ele será de 850 francos por mês. Lá também, é preciso notar que a situação varia de um cantão ao outro
Finalmente chegamos aos custos de habitação. Estes também devem ser deduzidos da renda líquida: aluguel, eletricidade, aquecimento, água, taxa de lixo e mais outras. As despesas mensais? Aproximadamente 1.250 francos se o apartamento alugado for pequeno. Mas se a pessoa quer uma casa um pouco maior, então é preciso acrescentar 500 francos ou mais na conta. Os suíços que vivem nas grandes cidades como Zurique e Genebra enfrentam alugueis exorbitantes: um apartamento de dois quartos, sala e cozinha pode rapidamente custar mais de dois mil francos ao mês.
Uma conta salgada: o seguro de saúde
Dentre outros custos fixos, não podemos esquecer o seguro de saúde, obrigatório na Suíça. Ele tem um grande impacto no orçamento familiar. Em média, uma pessoa gasta 330 francos por mês. Se ela é casada – esse não é o caso do Sr. Meier – a soma se multiplica por dois (infelizmente não há um desconto de família). E para cada criança com até 18 anos de idade é preciso também pagar o seguro, porém um valor menor. Uma família com duas crianças gasta aproximadamente por mês pouco mais de 1000 francos com o seguro de saúde.
Agora chegamos a outros seguros. Contrariamente a muitas pessoas na Suíça, o Sr. Meia não tem todo os seguros possíveis e imagináveis. Ele se contenta com o mínimo: seguro de responsabilidade civil por danos (obrigatório em alguns casos) e seguro de carro, que somam umas boas centenas de francos.
Na lista de despesas fixas ainda entram as telecomunicações. Entre a taxa de rádio e televisão (obrigatória na Suíça), assinatura de televisão à cabo ou satélite, ou ainda os serviços de telefonia fixa e móvel, a conta soma aproximadamente 150 francos por mês.
Despesas variadas
Finalmente, uma vez todas as contas pagas, ainda sobram três mil francos na carteira do Sr. Meier. Um valor considerável, dirão alguns. Porém não levamos ainda em conta as despesas de transporte, que chegam em média (entre combustível, amortização do veículo, consertos, assinaturas e bilhetes de ônibus e trem) a 460 francos por mês.
Depois, não podemos esquecer o corpo e o espirito. Comprar nos supermercado suíços é muito mais caro do que na Itália, França ou Alemanha. O preço da carne, por exemplo, é 152% mais elevado do que a média dos países da União Europeia. Já roupas são 34% mais caras.
Segundo os dados do Departamento Federal de Estatísticas, uma pessoa gasta em média 450 francos em alimentos e bebidas, 130 em roupas e calçados e 300 em móveis e artigos de limpeza e higiene pessoal.
Meio milhão de pobres
Se os gêneros alimentícios são caros, as contas no restaurante é que deixam os clientes desesperados. Para uma pizza, uma cerveja e um café, ele precisa tirar do bolso pelo menos 30 francos. Ao se basear no Índice Big MacLink externo, descobrimos que o famoso sanduíche custa 4,80 dólares na Itália, 5,30 dólares nos Estados Unidos e, na Suíça, 6,74 dólares, o maior valor nessa classificação um pouco especial. Assim, para restaurante e diversão, as despesas médias estariam na base de 700 francos por mês.
Esse cálculo hipotético não leva, porém, em consideração algumas despesas. Por exemplo, que uma pessoa gasta em média 215 francos por mês com presentes, coquetéis e jantares oferecidos a amigos. Como o Sr. Meier é conhecido por ser pão-duro, não incluímos essa quantia no nosso cálculo. Também não incluímos possíveis pensões alimentícias pagas aos filhos que vivem com a ex-mulher ou o seguro de vida (360 francos em média).
O Sr. Meier se considera uma pessoa de sorte. Ele tem um bom emprego e, depois de pagar todas as despesas fixas e variáveis, ainda sobram 850 francos para gastar até o final do mês. Porém basta fazer algumas modificações como, por exemplo, alugar um apartamento um pouco maior ou nascer outro filho, para chegar à conclusão que um salário de 6.250 francos por mês não permite a vida de príncipe.
O importante é saber que uma grande parte da população na Suíça sonharia em ter o salário do Sr. Meier. Da população atual de oito milhões de habitantes, meio milhão seriam considerados pobres e outro meio milhão, pessoas expostas ao risco de empobrecer.
Fonte: Jornal econômico


KIMBERLITO E OS DIAMANTES DE MINAS GERAIS

KIMBERLITO E OS DIAMANTES DE MINAS GERAIS

KIMBERLITO E OS DIAMANTES DE MINAS GERAIS
Os diamantes são formados no manto, em profundidade superior a 150km. Duas rochas são responsáveis pelo transporte do diamante até a superfície: kimberlitos e lamproítos.
Os diamantes foram descobertos no Brasil em 1729, na região de Diamantina-MG, porém especula-se que a extração de diamantes no Brasil seja um pouco mais antiga. Durante toda a história do Brasil a extração de diamante tem sido feita em aluviões. Segundo CHAVES (1999) em Minas Gerais pode-se identificar duas macro-regiões nas quais se concentram os principais depósitos do estado: a província mineral do Espinhaço e a do Alto Parnaíba.
Depósitos de Diamantes do Brasil
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A província do Espinhaço engloba a região de Diamantina e é marcada pela Serra do Espinhaço. A Serra do Espinhaço é constituída de rochas metamórficas dobradas, incluindo quartzitos, filitos e conglomerados, que representam originalmente sedimentos depositados em rios, taludes serranos, desertos, lagunas e mares rasos.
Se os diamantes são sempre associados a kimberlitos e lamproítos fica aparente o paradoxo da província do Espinhaço. A fonte original e os processos responsáveis pelo transporte dos diamantes à província do Espinhaço é objeto de inúmeros debates e foge do escopo deste texto.
A província do Alto Parnaíba, ao contrário do Espinhaço, é caracterizada pela presença de várias chaminés de rochas kimberlíticas.
Constatou-se recentemente a presença de kimberlito mineralizado na Serra da
Canastra. A chaminé kimberlítica “Canastra 1” é atualmente o maior projeto de mineração para os diamantes da província do Alto Paranaíba. O projeto vem sido conduzido pela empresa canadense “Brazilian Diamonds”.
Embora existam kimberlitos na região, até o início do projeto Canastra 1 a extração de diamantes era realizada em aluviões por garimpeiros. O projeto Canastra 1 concentra-se sobre uma chaminé de cerca de 1 hectare de tamanho onde os teste indicaram uma concentração de 4 ct por tonelada, o que é muito pouco, principalmente se comparado ao lamproíto de Argyle na Austrália, que produz 18 ct por metro cúbico ou aos kimberlitos sul-africanos com cerca de 6 ct por metro cúbico. Embora a lavra de Canastra 1 seja pouco interessante economicamente o projeto prevê a exploração de boa parte da área kimberlítica da Serra da Canastra e é provável que alguma das chaminés kimberlíticas finalmente coloque o Brasil entre os produtores de diamantes primários (diamantes extraídos diretamente de kimberlitos ou lamproítos). As chaminés mais promissoras na região são
Canastra 8 e Tucano 1.
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7 – CONCLUSÃO
A importância do kimberlito para toda a sociedade fica clara quando se analisa o impacto que a descoberta de kimberlito mineralizado causa sobre a economia das províncias minerais. A descoberta de uma única chaminé kimberlítica mineralizada na Austrália a colocou como maior produtora mundial de diamantes e existe possibilidade que no Brasil descoberta semelhante possa modificar todo o mercado mundial de diamantes.
Apesar de toda a sua importância o kimberlito é uma rocha ainda pouco conhecida e por isso mesmo alvo de opiniões divergentes principalmente com relação a sua formação.
É consenso que as chaminés kimberlíticas não possuem relação com riftes e que a água desempenha um papel importante nas características da rocha, porém todos os modelos de formação atuais, embora aceitos em termos gerais, possuem falhas e exatamente por isso é impossível apontar um modelo como o “mais correto”. Sabe-se no entanto que lineamentos de chaminés kimberlíticas indicam com boa precisão a posição dos crátons em diversas eras geológicas e este tipo de conhecimento possibilita um melhor entendimento da formação da Terra e possue aplicações práticas na prospecção de minerais.
Exemplos de Chaminés Kimberlíticas
De Field e Scott Smith


Fonte: CPRM

As turmalinas cupríferas azuis a azuis esverdeadas provenientes do Brasil

As turmalinas cupríferas azuis a azuis esverdeadas provenientes do Brasil (Paraíba e Rio Grande do Norte), Nigéria e Moçambique, conhecidas como turmalinas da Paraíba, vêm alcançando cotações crescentes no mercado internacional há alguns anos, o que estimulou o emprego de uma série de substitutos para elas, como ocorre com as mais cobiçadas gemas.
Como as turmalinas não são obtidas por síntese para fins gemológicos, mas apenas experimentalmente e com objetivos tecnológicos, outras gemas naturais, compostas e imitações têm sido utilizadas com esta finalidade.
Os mais eficazes substitutos são, evidentemente, as turmalinas naturais não-cupríferas de cores algo similares às das legítimas elbaítas da Paraíba. Embora não apresentem a saturação vívida destas, ocasionalmente suscitam dúvidas quanto a sua identidade (cupríferas ou não), o que, infelizmente, não pode ser conclusivamente diagnosticado apenas por meio de ensaios gemológicos usuais.
A apatita que, na realidade, trata-se de um grupo de minerais, é a segunda gema natural mais utilizada como substituto da turmalina da Paraíba. Este fosfato de cálcio e flúor é empregado, principalmente, como fertilizante, nas indústrias química e farmacêutica e, em muito menor proporção, destinado à joalheria. Os exemplares azuis e azuis esverdeados de qualidade gemológica provenientes, sobretudo, de Madagascar, do Brasil e de Mianmar possuem aspecto e tons bastante similares aos da turmalina da Paraíba. A distinção entre a apatita e a turmalina é simples quando se dispõe de instrumentos gemológicos básicos, pois, embora estas duas gemas apresentem índices de refração próximos, sua birrefringência, peso específico e espectro de absorção (se presente) são bastante diferentes.
A apatita apresenta um suprimento relativamente grande, geograficamente diversificado e regular. O inconveniente em utilizá-la em larga escala na indústria joalheira reside no fato de que sua dureza é de apenas 5 na Escala de Mohs, semelhante à do vidro, o que significa que possui brilho menos intenso e é muito mais facilmente riscável que a turmalina, apresentando, portanto, menor durabilidade que esta. Em vista disso, é recomendável empregá-la na confecção de peças de joalheria menos sujeitas ao contato com outras superfícies, principalmente na forma de brincos ou pingentes, e menos aconselhável em anéis e pulseiras.
Recentemente, apareceram no mercado brasileiro zircônias cúbicas de cor azul “neon” muito similar à da turmalina da Paraíba. Felizmente, elas são facilmente identificáveis por sua densidade muito superior à da turmalina, sua natureza isótropa (comporta-se de forma distinta ao exame no polariscópio, extinguindo a luz por completo), por apresentarem leitura negativa no refratômetro (o índice de refração da zircônia cúbica é superior ao limite do instrumento) e por não exibirem o cenário típico de inclusões das turmalinas, caracterizado por inclusões fluidas, tubos de crescimento e/ou minerais.
Outros substitutos menos eficazes, mas vistos com enorme freqüência no mercado, por se tratarem de materiais de baixo custo, são os vidros artificiais e as gemas compostas (dobletes e tripletes).
Os vidros artificiais que imitam a turmalina da Paraíba possuem peso específico e índice de refração variáveis segundo a composição, mas geralmente muito inferiores aos da turmalina, apresentam completa extinção da luz no polariscópio (por sua natureza monorrefringente) e costumam exibir forte reação à luz ultravioleta (sobretudo de ondas curtas). Além disso, com uma simples lupa de 10 aumentos, pode-se observar o quadro de inclusões característico dos vidros artificiais, com bolhas de gás esféricas e/ou alongadas e estruturas resultantes da distribuição heterogênea dos seus constituintes, conhecidas como “marcas de redemoinho”, ausentes na turmalina.

Fonte: CPRM