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domingo, 30 de junho de 2019

�� O Guia Básico da Bitcoin: o que é, como funciona, e suas vantagens!

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Ibovespa a 140 mil pontos? XP Investimentos faz nova projeção

Ibovespa a 140 mil pontos? XP Investimentos faz nova projeção



Gustavo Kahil - 30/06/2019 - 20:07
O touro, que representa o mercado em alta: Ibovespa a 140 mil pontos (Imagem: Pixabay)
A equipe de análise da XP Investimentos refez as contas para o Ibovespa e chegou ao número de 140 mil pontos até o final de 2020, mostra um relatório enviado a clientes com as projeções da corretora para o mês de julho. Este número corresponde a um potencial de valorização de aproximadamente 40%.
“Junho foi um mês positivo para o Ibovespa, com o índice ultrapassando a histórica marca dos 100 mil. Na nossa visão, isso é só o começo. Como temos destacado, acreditamos que estamos em meio a uma transformação no Brasil, e vemos a bolsa como o melhor ativo para se investir”, revela o documento assinado por Karel Luketic.
A estimativa para dezembro de 2019 é de 115 mil pontos.

Está barato?

Luketic calcula que o índice negocia a 15% de desconto em relação ao seu múltiplo histórico com o objetivo para 2020. Para o ano que vem, a relação entre o preço sobre o lucro esperado é de 10,5 vezes, abaixo do histórico de 12,3 vezes. “Ou seja, está barato”, explica.
Segundo ele, após a aprovação da reforma da Previdência, o Ibovespa pode passar a negociar a prêmio em relação aos níveis históricos: “14 vezes nos parece uma boa referência de um novo patamar, o que significaria que o índice está a 25% de desconto hoje”, estima.

Fonte: MONEY TIMES

As maiores dúvidas sobre o ULTIMATE

�� Estudo de Domingo - 30 de Junho de 2019

Transações de Bitcoin somando R$ 23 bilhões foram incluídas em apenas um bloco

Transações de Bitcoin somando R$ 23 bilhões foram incluídas em apenas um bloco





(Foto: Shutterstock)
25 transações milionárias de bitcoin foram incluídas em um único bloco neste domingo (30).
Bitcoin Block Bot, uma conta no Twitter dedicada a reportar transações peculiares do bitcoin, informou que 25 transações de BTC no valor de US$ 6 bilhões (aproxidamente R$ 23 bilhões) foram incluídas no bloco 583.139.
No total foram feitas 25 transações que variaram entre 19.000 e 23.000 BTC cada uma, valores próximos a R$ 1 bilhão cada.
Em uma das transações, uma mensagem estava escrita em seus scripts de saída: “We’ll buy your Bitcoins. sell.buy.bitcoin@protonmail.com”(Nós compraremos seus Bitcoin, em tradução livre).
Em um dos outros endereços, também foi possível ver uma quantidade enorme de Bitcoins recebidos. No total, esse endereço já recebeu mais de 5.959.841 BTC, equivalentes a R$ 260 bilhões de reais.
Apesar da enorme quantia, o endereço possui saldo de ‘apenas’ 6.287 BTC.

Como foram feitas as transações

De acordo com o AMBCrypto, essas transações faziam parte de grandes transações lineares que começaram no endereço da carteira 3LAEo5ZKdMp3uPhKZ9BzXmn7WZAvhuSjL3 e terminaram no endereço da carteira 3AKWCzcxiNBxUhDJxVWN83wAgMje7pC3yv.
A primeira transação foi entre a carteira remetente 3LAEo5ZKdMp3uPhKZ9BzXmn7WZAvhuSjL3 e o receptor 3D9vAVJesUfkSWcpxMKnCbetNu3VQ2RTZT, que recebeu 24.392,93062596 BTC.
Outra carteira, 1NDyJtNTjmwk5xPNhjgAMu4HDHigtobu1s, recebeu 300 BTC ao mesmo tempo do mesmo remetente. Após uma investigação mais aprofundada, observou-se que o último endereço era uma constante em todas as 25 transações e havia recebido uma soma de 5.800 BTC.
O endereço do receptor transferiu ainda mais 300 BTC juntamente com a transferência de 24.092,93013651 BTC para outro endereço de carteira registado como 3DW9sauXcyuo3kAVXLiaFAUuRQqsWgoU5P. Da mesma forma, a cadeia de transações continuou mais 23 vezes.
Imagem ilustrando as transações (Fonte: AMBCrypto)


Fonte: Portal do Bitcoin

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Itaú, Petrobras e Vale - O que Esperar para o Início da Próxima Semana

Itaú, Petrobras e Vale - O que Esperar para o Início da Próxima Semana



Por Claudio CamaraAções

Uma Visão Geral do IBOVESPA
Ao longo dos últimos três meses (inclusive junho) o índice vem demonstrando a força compradora por meio dos seus fechamentos no terreno positivo, conforme abaixo demonstrado:
Abril - 0,98%
Maio - 0,70%
Junho - 4,06%
Caso essa tendência escolha por sua continuidade podemos esperar um mês de julho com fechamento positivo. Mas, caso esse não seja o caminho escolhido, atualmente seu Suporte se encontra na região dos 95.000 Pontos. (região da Média Móvel dos últimos 30 dias)
Ressalto que essa breve Análise se encontra em bases mensais.
ITUB4 - Gráfico Diário
Itaú Unibanco diário
Itaú Unibanco diário

O papel na Semana transitou na região dos 36,00 com fechamento semanal no campo positivo da ordem de 0,22%. Vale lembrar que a abertura e o fechamento na semana foram, respectivamente, 36,24 e 36,26. Ou seja, investidores indecisos.
Essa indecisão também é demonstrada por meio da Lateralização do OBV. (On Balance Volume - Saldo de Volume)
Porém, o cenário para a próxima semana é de força compradora. Caso esse cenário venha a se confirmar, o rompimento 36,59 poderá levar o preço a região do seu primeiro alvo 37,64.
Mas, caso o cenário venha a ser negativo a perda de 35,48 poderá levar o preço a região das Médias Móveis de 20 e de 8 dias, atualmente, 34,52 e 34,17.
PETR4 - Gráfico Diário
Petrobras diário
Petrobras diário

O papel na semana fechou no campo negativo da ordem de -3,08%. No momento, o papel se encontra em uma região entre as Médias Móveis de 8 e de 20 dias, atualmente, 27,66 e 27,00. Regra geral, nesses casos o papel lateraliza até que consiga romper um dos lados dessas Médias Móveis.
Essa lateralização percebida nos últimos dois pregões com fechamentos em 27,23 e 27,41 ratifica a regra geral acima citada. Outro ponto que reforça essa lateralização é o OBV, também inserido em uma região de lateralização.
Caso o rompimento dessa lateralização venha ocorrer para cima, seu primeiro alvo será a região de 28,39.
Porém, o rompimento dessa lateralização para baixo, seu primeiro alvo será a região de 25,42.
VALE3 - Gráfico Diário
Vale diário
Vale diário

O papel na semana fechou no campo negativo na ordem de -1,18%. O papel encontrou suporte na região das Médias Móveis de 8 e de 200 dias atualmente 51,95 e 51,68.
O OBV vem sinalizando força compradora, fato esse que pode ser explicado por estarmos na região das Médias Móveis e essas estão funcionando como Suporte. (pelo menos, por enquanto...)
A perda região das Médias Móveis será ratificada pela perda do fundo 51,11 e que poderá levar o preço a região da Média Móvel de 20 dias atualmente 50,66.
Porém, a continuidade do preço acima das Médias Móveis acima citadas e o rompimento de 52,20 poderá levar o preço ao seu primeiro alvo na região de 53,10.

Finalizando, uma Ótima Semana a Todos e não custa nada lembrar que não devemos esquecer de utilizar Limites de Perdas em nossas Operações.


Fonte: Claudio Camara


A dificuldade da mineração de Bitcoin (BTC) alcançou seu ponto mais alto, segundo Blockchain.com

A dificuldade da mineração de Bitcoin (BTC) alcançou seu ponto mais alto, demonstrando a crescente competição por recompensas por bloco entre mineradores, revelaram dados da Blockchain.com em 27 de junho.
A dificuldade de mineração, que se ajusta à taxa de hash da rede a cada bloco de 2016, atingiu 7,86 trilhões, um novo recorde, superando o pico anterior em outubro de 2018.
A própria taxa de hash, que estabeleceu novos recordes quase diariamente durante as últimas semanas, diminuiu um pouco para permanecer em torno de 56 quintilhões de hashes por segundo.
Em outras palavras, a competição entre os mineradores por novos blocos, bem como a segurança geral da rede Bitcoin, nunca foi tão grande.
Como o Cointelegraph relatou, são as métricas da rede, como essas, que incutem confiança tanto nos analistas quanto nos mercados. A corrida de touros de Bitcoin de 2019 seguiu um retorno à forma de estabilidade da rede após um período de regressão no último trimestre de 2018.
No seu nível mais baixo, a taxa de hash circulou em apenas 32 quintilhões de hashes, tendo descido de uma alta de 61 quintilhões em agosto.
Olhando para o futuro, a próxima queda pela metade da recompensa por bloco de Bitcoin (halving), prevista para maio de 2020, pode afetar o sentimento da mineradora e mover os preços de acordo.
Em consonância com a pesquisa publicada pelo fundo de cobertura cripto Pantera Capital no início deste ano, o efeito de retorno do evento poderia ser responsável por elevar o preço do Bitcoin um ano antes.
“Os pontos de inflexão ocorreram 376 e 320 dias antes dos “halvings” de 2012 e 2016, respectivamente. Pegando sua média de 348 dias, poderia indicar um fundo em 10 de junho de 2019 ”, prevê a empresa.
Por William Suberg


Fonte: Blockchain.com

Guerra entre Irã e EUA elevaria cotação do petróleo para US$ 300


*Com Sputnik
Um conflito entre EUA e Irã não será um bom negócio para já combalida economia global, mas será excelente para a indústria petrolífera. 
O resultado imediato seria uma elevação na cotação do barril do petróleo (que poderia chegar a US$ 300), e uma sucessão de quedas nas bolsas de valores por todo o mundo. 
A avaliação é do analista político e econômico Shabbir Razvi, em entrevista ao canal RT. 
Ele alerta que o mundo ainda não se livrou da crise mundial de 2008 e explica que um aumento dos preços de petróleo “terá um impacto dramático sobre a economia global”.
TENSÃO ELEVA COTAÇÃO 
Os preços de petróleo atingiram seu nível máximo em meio à escalada de tensões entre Washington e Teerã, depois que os militares iranianos derrubaram um drone de reconhecimento estadunidense sobre o estreito de Ormuz que, segundo o Irã, violou o espaço aéreo do país.
Uma guerra poderia levar ao fechamento do estreito de Ormuz, rota do petróleo mundial, o que seria catastrófico.
“De uma perspectiva puramente econômica, isso teria um enorme impacto”, explicou ele, referindo que entre 25 e 40% do petróleo global é transportado pelo estreito de Ormuz entre Omã e o Irã.
Segundo o analista, o fechamento do estreito teria consequências graves para a economia global.
“Na verdade, não saímos da crise financeiro de 2008 […] mas assim que rebentar a crise petrolífera isso terá um grande impacto. Alguns economistas estão dizendo que, se acontecer uma crise de grande escala na região do golfo [Pérsico], os preços do petróleo poderiam alcançar US$ 150 e até mesmo US$ 300 por barril”, revelou ele.
O aumento brusco dos preços do petróleo levaria os mercados de valores a desabarem, impondo ainda outros desafios para a economia global.
“Em geral, penso que, se tal situação for efetivada como os falcões em Washington querem, isso será, do ponto de vista econômico e financeiro, catastrófico para o Japão, Índia, Europa e muitos outros países”, afirma Razvi.
ENTENDA A CRISE
Em 20 de junho, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) afirmou ter derrubado um drone Northrop Grumman RQ-4 Global Hawk dos EUA que teria invadido seu espaço aéreo na província de Hormozgan, perto do estreito de Ormuz.
O Departamento de Defesa dos Estados Unidos, por sua vez, insiste que o veículo aéreo não-tripulado não estava em território iraniano, mas em águas internacionais, quando foi derrubado.

Fonte: Sputnik

Plano Real gerou estabilidade, mas não crescimento sustentável

Plano Real gerou estabilidade, mas não crescimento sustentável


Agência Brasil - 30/06/2019 - 16:39
Plano Real comemora 25 anos de implementação (Imagem: Pxhere)
A implementação do Plano Real, que completa 25 anos amanhã (1º), com a vitória de erradicar a hiperinflação que assolou a economia brasileira nos anos 1980 e 1990. Segundo especialistas ouvidos pela Agência Brasil, no entanto, o legado do plano não se estendeu ao crescimento sustentável. Desde a entrada em vigor das medidas, em 1994, o país alterna momentos de expansão com recessões profundas.
Professor do Departamento de Economia e Relações Internacionais da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e presidente da Associação Nacional de Centros de Pós-Graduação em Economia (ANPEC), Roberto Meurer indica que a implementação do Plano Real e o fim da hiperinflação mudaram a pesquisa acadêmica e os interesses das dissertações de mestrados e teses de doutorados.
“Com a queda da inflação, houve uma natural mudança da pesquisa em macroeconomia, já que inflação e o combate a ela deixaram de ser o tema mais premente da discussão em economia. O que se viu foi, em termos amplos, uma gradual migração de parcela relevante da pesquisa da área de macroeconomia aplicada [como relação entre grandes variáveis da economia] para a microeconomia aplicada [que estuda o comportamento dos agentes econômicos]”, verifica Meurer.
“Os temas foram acompanhando a própria evolução da economia. Isto pode ser ilustrado com as discussões sobre regimes cambiais e eficiência da política monetária com o regime de câmbio semifixo e posterior adoção do câmbio flutuante e das metas de inflação. Outro tema, que está na origem do próprio Plano Real, é a relação entre política fiscal e política monetária, que também atraiu e continua sendo tema de muitas pesquisas”, enumera o acadêmico.
Segundo o presidente da Anpec, áreas como economia da saúde, economia do trabalho e economia da educação passaram a ter maior peso na pesquisa. “Isso pode ser ilustrado pelo fato de a área de Economia Social e Demografia ser a que atrai maior número de trabalhos [anualmente] no Encontro Nacional de Economia”, diz.

Crescimento frustrado

Alexandre de Freitas Barbosa, professor do Instituto de Estudos Brasileiros (USP) fez sua tese de livre docência sobre o período de economia desenvolvimentista no Brasil. Ele, que estudou uma das épocas de maior crescimento econômico da história nacional (1946–1964), é bastante crítico quanto aos resultados do Plano Real além da estabilização monetária. “Até hoje estamos procurando uma estratégia de desenvolvimento”, afirma.
Para o economista, “o Plano Real carrega uma frustração. O governo FHC e, também os governos posteriores, não conseguiram trazer uma estratégia que pudesse ser sustentável”. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o ano de maior crescimento do Produto Interno Bruto entre 1996 e 2016 foi em 2010 (taxa de 7,5%). Cinco anos depois, a economia do país entrou em recessão, com queda de 3,5% do PIB.
Segundo Barbosa, “o momento de maior crescimento é voltado para o mercado interno e com ativação de políticas de Estado, bancos públicos, atuação de empresas estatais, políticas sociais redistributivas”. O especialista lembra que essas medidas são diferentes do que se anunciava ao implementar o real.
“Se dizia que estavam inaugurando um novo modelo para o crescimento econômico. Que havia esgotado o modelo desenvolvimentista, com atuação discricionária do Estado, que é inflacionária”, recorda.
Para o Barbosa, o Plano Real “acabou” no início do segundo mandato de FHC (1999), quando o governo abandonou a âncora cambial e passou a adotar o “tripé macroeconômico” – metas de inflação, metas fiscais para controle das contas públicas e câmbio flutuante – para manter a estabilidade da moeda.
O economista José Ronaldo Souza Júnior, do Ipea, discorda. Para ele, “a introdução do tripé foi determinante para a longevidade do Plano Real”.
Autor do livro O Pior Emprego do Mundo, que narra a trajetória de 14 ministros da Fazenda desde 1967, o jornalista Thomas Traumann avalia que “o tripé foi uma forma de recuperar credibilidade. Mas o país não estava mais sob a lógica inicial do Plano Real”. Em sua avaliação, o maior legado do plano “é que a inflação tornou-se inaceitável”.
O real é a segunda moeda mais duradoura desde o tempo da colonização do Brasil e a que mais tempo se manteve em circulação desde a década de 1940, quando se adotou o extinto cruzeiro. Nos quinze anos que antecederam ao plano, a taxa de inflação acumulada soma de mais de 20 trilhões percentuais (20.759.903.275.651%).
Segundo o Banco Central, em 1994 a inflação foi de 916%. Em 1995, ano da implementação do real, a taxa atingiu 22%. Em junho de 1994, antes da moeda, o percentual mensal foi de 46,58%. Em julho seguinte, já com o real em circulação, a inflação foi apenas 6,08%.

Fonte: Agência Brasil 

Trump faz história e se torna primeiro presidente dos EUA a pisar na Coreia do Norte

Trump faz história e se torna primeiro presidente dos EUA a pisar na Coreia do Norte





Valter Outeiro da Silveira - 30/06/2019 - 14:50
Líderes se encontraram neste domingo (Reprodução: Facebook Oficial de Donald Trump)
Os presidentes dos EUA Donald Trump e da Coreia do Norte Kim Jong Unconcordaram em retomar as negociações em torno da questão nuclear neste domingo (30).
Donald Trump fez história ao ser o primeiro presidente norte-americano a pisar em território norte-coreano. Os líderes dos países se encontraram na área da zona desmilitarizada depois adentraram na Coreia do Norte.
Logo após, o presidente Trump questionou se Kim Jong Un “gostaria de vir para cá”, em referência ao lado sul-coreano, e foi atendido com resposta positiva. O presidente norte-coreano visitou a “Casa da Liberdade”.

Fazer o certo

“Não estamos buscando rapidez. Estamos buscando fazer o certo”, disse Trump, momentos após o encontro com Kim Jong Un, segundo o The Wall Street Journal. “Estamos em um bom caminho. Aquele dia foi terrível”, completou, em referência ao último encontro de fevereiro no Vietnã, acabado abruptamente pelos dois lados.
Para Trump, “passar adiante da linha foi uma grande honra”. Questionado se convidaria o líder Kim Jong Un para os EUA, o presidente norte-americano foi enfático: “convidaria-o neste exato momento”.

Fonte: MONEY  TIMES

Uma breve análise sobre as taxas de transação do Bitcoin

Uma breve análise sobre as taxas de transação do Bitcoin



Leandro França de Mello - 30/06/2019 - 
(Imagem: Pixabay)
As taxas pagas aos mineradores para que estes validem as transações são um dos principais sinais sobre a atividade da rede e sobre o mercado de Bitcoin.
Com dados compilados pelo Cryptowatch a partir de dados extraídos da Coinmetrics, vejamos abaixo os números:
Jan 2019: US$ 297 mil

Fev 2019: US$ 331 mil
Mar 2019: US$ 305 mil
Abr 2019: US$ 367 mil
Mai 2019: US$ 371 mil
Jun 2019: US$ 345 mil
O Cryptowatch indica a Atlas BTC para compra dos seus bitcoins. Com a Atlas BTC, agora você pode comprar Bitcoin e investir no Quantum com segurança e em poucas horas, com um processo ágil e sem burocracia!

Fonte: MONEY  TIMES

Garnet azul

Garnet azul



Garnet azul tem a distinção especial entre granadas que é considerado o mais raro. Até o século 20, nenhuma granada azul havia sido encontrada e dizia-se até que a granada poderia existir em "todas as cores, exceto azul". No entanto, em 1990, a granada azul foi desenterrada em Bekily, Madagascar e identificada pelo conhecido gemologista Richard Wise. [1] A granada azul ainda é uma pedra rara e pode alcançar altos preços.
Garnet azul
Garnet azul
foto por "Tritonal" - imagem lic. sob CC-ASA-2.5
Granada azul é um piropo granada -spessartine conhecido pela sua mudança de cor, que é muito semelhante ao de alexandrita - a pedra aparecerá roxo sob luz incandescente, enquanto que durante o dia é azul com azul-verde-cinza. A granada azul às vezes tem sido chamada de granada de alexandrita [1] por esse motivo - mas note que a alexandrita é um mineral completamente diferente - um tipo de crisoberilo.
O 1990 Madagascar encontrar notado acima não foi a primeira observação de granada azul: Crowningshield identificou um "waterworn seixo" como granada azul que foi submetido ao GIA para análise em 1970. Esta pedra exibiu mudança de cor de azul-esverdeada à luz do dia para roxo- vermelho sob luz incandescente; e a pedra foi identificada como uma granada de pyrope-spessartine nos anos 80. [2]
Desde então, a granada azul foi encontrada em alguns outros lugares - no entanto, é uma das mais raras de todas as gemas e é conhecida por ter preços muito altos: a mais alta delas foi considerada uma venda em 2003 de um lote de 4,2. quilate de granada azul por US $ 6,8 milhões. [3] No entanto, não posso encontrar on-line o relatório original para esta venda; somente vendo a duplicação obrigatória de informações por inumeráveis ​​páginas da web sem averiguar ou fornecer uma referência de origem para suas informações. Se alguém puder verificar este saile, por favor me avise. Caso contrário, eu estou arquivando aquele sob "boato".

Coloração Azul Garnet

A cor da granada azul é devida a grandes quantidades de impurezas de vanádio (cerca de 1% V 2 O 3 em peso) [4] e quantidades menores de cromo (0,14-0,36%). [5] Granadas azuis com um azul mais forte podem conter mais Vanádio - Eu vi um relatório de laboratório de uma granada azul de Madagascar (comprada no Tucson Gem Show de 2000) com 1,7% V. [6]
Diz-se que a granada azul é extremamente rara acima de 1 quilate e em grau fino - e a maioria das granadas azuis de tamanho maior do que isso parece muito cinza e carente de clareza. [1] A granada azul foi encontrada na Tanzânia, Madagascar,
Aqui está uma explicação para as cores e a mudança de cor causadas pelos vários íons que existem como "impurezas" nas pedras: Os vários íons minerais absorvem a luz de certos espectros, dependendo do elemento ou mistura de elementos presentes. No caso da granada azul, o cromo e o vanádio absorvem a luz do meio do espectro, permitindo que os vermelhos e azuis passem. Como a luz do sol contém mais luz azul que vermelha, a pedra parece azul à luz do dia - enquanto a luz incandescente é notada por sua falta do espectro azul - e assim a pedra parecerá vermelho-púrpura. [5] [7]
Não se vê muita granada azul à venda. É verdadeiramente uma jóia incomum. Já vi um punhado para venda on-line, o preço pedido para a mudança de cor azul granada (ebay) parece ser em torno de US $ 500-1000 / quilate. Outros preços de varejo podem ser mais altos.
Garnet azul
Garnet azul-verde do Andradite
De Quebeque, Canadá -reportado em 2010. 
Nota - estes até onde eu sei não são as granadas azuis da mudança da cor. 
Tamanho 2,7 x 2 x 1,3 cm. 
Foto de Rob Lavinsky, iRocks.com - image lic. sob CC-BY-SA-3.0

Garnet Azul -


Fonte: BBC