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sexta-feira, 29 de abril de 2016

Anglo vende negócios no Brasil por valor acima do esperado

Anglo vende negócios no Brasil por valor acima do esperado



A Anglo American disse hoje (29) que vendeu, por US$ 1,5 bilhão, em dinheiro, as operações de nióbio e fosfato que tem em Goiás para a companhia estatal China Molybdenum Co. (CMOC). O valor foi considerado bem acima da expectativa. Esse foi o primeiro grande desinvestimento da mineradora com sede em Londres desde que anunciou planos para cortar débitos e dar a volta por cima. A empresa chinesa tem ativos totais de US$ 4,95 bilhões, diz relatório trimestral.

MINÉRIO DE FERRO: Minério de Carajás é vendido por US$ 74,15 a tonelada

MINÉRIO DE FERRO: Minério de Carajás é vendido por US$ 74,15 a tonelada





 Preço do minério avança 5,3% e fica em US$ 66,24; Mercado transoceânico vive bom momento na China; Diferença entre o preço do minério do Brasil e da Austrália fica em US$ 4.

Falência da Mineração Caraíba pode afetar abastecimento de água no norte da Bahia

Falência da Mineração Caraíba pode afetar abastecimento de água no norte da Bahia




Os deputados estaduais da Bahia Zó (PCdoB) e Eduardo Salles (PP) estão preocupados com o abastecimento de água em comunidades ao norte do Estado, por onde passa a adutora da Mineração Caraíba, caso a empresa deixe de operar na Bahia. A empresa, que possui mina de cobre e planta em Jaguarari (BA), está em recuperação judicial desde fevereiro deste ano.

Itaú diz que mercado interpretou errado a recuperação do minério e projeta queda

Itaú diz que mercado interpretou errado a recuperação do minério e projeta queda




A recuperação surpreendente nos preços do minério de ferro deve se limitar ao primeiro trimestre deste ano, disse o Itaú Unibanco Holding. O banco prevê que a oferta crescente vai superar a demanda novamente e que a alta relâmpago nas transações especulativas na China, que ajudou a sustentar os preços, está prestes a acabar.

Samarco tem prejuízo de R$ 5,8 bilhões em 2015


Samarco tem prejuízo de R$ 5,8 bilhões em 2015
A Samarco registrou um prejuízo líquido de R$ 5,84 bilhões no ano passado, afetada por provisões de R$ 9,8 bilhões para o pagamento de multas e exigências do governo em relação ao desastre provocado pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), em novembro.

quinta-feira, 28 de abril de 2016

APATITA

APATITA

Do grego, enganar. Fosfato de cálcio. Sistema cristalino hexagonal. Quando contém fluoreto, é denominado fluorapatita (a variedade mais comum). Se contiver cloro, tem o nome de cloropatita. No caso de hidróxido, chama-se hidroxiapatita. Ocorre sob a forma de belos cristais de cores variadas, às vezes bem grande. Fluorescente. Transparente a translúcida. Clivagem imperfeita. Traço branco. brilho vítrio. Fusibilidade: resistente à fusão. Ocorre em rochas sedimentares, hidrotermais e ígneas. Dureza 5, densidade 3,2. Ocorrências: Araxá, Conselheiro Pena, Serra do Salitre, São José da Safira e Tapira, MG. Catalão, GO. Araçoiaba da Serra e Jacupiranga, SP. Anitápolis, SC. Equador, RN. Ipirá, BA.

SERPENTINITA

SERPENTINITA

Silicato de magnésio hidratado por metamorfismo hidrotermal.Tanto é nome de uma espécie de mineral, como para a rocha por ele formada. Dureza 3,4. Densidade 2,6. Brilho e tacto ceroso ou gorduroso. Opaco. Traço branco. Fratura irregular, quebradiça. Rocha metamórfica. Certos exemplares alterados podem ser terrosos. Rocha conhecida por serpentina ou serpentinita. Pode ser ricamente colorida com vermelho, verde, rosa choque e outros matises. Não é fuzível. Usado como revestimento de decoração e peças de enfeites e esculturas. Ocorre em Sacramento-MG.

ARAGONITA

ARAGONITA

Seu nome é devido a Aragon, região da Espanha. Carbonato de cálcio. Sistema ortorrômbico. Dureza 3,5 a 4,5. Densidade 3. Brilho vítreo e resinoso. Traço branco. Infusível. Frequentemente fluorescente. Geralmente incolor, branca, cinzenta, creme ou amarela pálida. Transparente a opaca. É sedimentar e também metamórfica. Ocorrências em Iporanga-SP, MG, GO, e TO.

CIANITA

CIANITA

Do grego kyanos, azul. Silicato de Alumínio. Sistema triclínico. Dureza 4,5 no sentido do comprimento do cristal e 7 na direção do eixo menor. Densidade 3,6. Brilho vítreo a nacarado. Transparente a translúcido. Cores de azul anil, esbranquiçada e incolor. Clivagem perfeita. Traço branco ou incolor. Rocha metamórfica. Infusível. Ocorre em Andrelândia, Cianita, Congonhas, Diamantina e Itabirito MG.

DIOPISÍDIO

DIOPISÍDIO

Silicato de cálcio e magnésio. Sistema monoclínico em geral colunares com secção quase quadrada. Rocha metamórfica. Dureza 5 a 6. Densidade 3,4. Às vezes transparente a opaco. Brilho vítreo a mate. Cores branca, cinzenta, castanha, verde, amarela e violeta. Clivagem perfeita. Traço branco. Fratura irregular, áspera. Resistente à fusão. Ocorre em Araçuaí, Bom Sucesso, Conceição do Serro, Córrego Setúbal, Malacacheta e Salinas MG.

MAGNETITA

MAGNETITA

Óxido de ferro. Isométrico-hexaoctaédrico. Dureza 6. Densidade 5,2. Brilho metálico. Traço negro. Frequentemente em cristais de hábito octaédrico, geminado ocasionalmente. Rochas magmática, metamórfica e sedimentar. Altamente magnético, um imã natural. Fratura inexistente. Fusibilidade: Infusível. Ocorre em Jaguaraçu e Santa Bárbara MG.

CALCITA LARANJA

CALCITA LARANJA

Carbonato de cálcio. Sistema trigonal. Descobriu-se primeiramente na Islândia, daí o nome de “espato de Islândia” Dureza 3. Densidade 2,8. Brilho vítreo e nacarado. Transparente a opaco. Traço branco. Fratura concóide, quebradiça. Clivagem perfeita. É fluorescente. Cores: branco, cinzento, amarelo, pardacenta, incolor, verde e avermelhada. Infusível. Birrefrigente reproduz um objeto em duas imagens. Origina-se nas rochas magmáticas, metamórficas e sedimentares. Ocorre em Araxá, Lagoa Santa e Palmeiras dos Indios MG, Jacupiranga SP, Campos RJ, Camburiu SC, Ubajara CE e Brejões BA.

ÁGUA MARINHA

ÁGUA MARINHA

Silicato de berilo e alumínio. Cristais hexagonais. Seu nome é devido a sua cor semelhante à água do mar. Cor: do azul pálido ao azul intenso e com tonalidade esverdeada. A substância corante é o ferro.  Dureza 7,5 a 8. Densidade 2,80. Clivagem perfeita. Traço branco. Brilho vítreo. Diafaneidade: Transparente a translúcido. Ocorre em Araçuai, Minas Novas, Salinas e Teófilo Otoni, MG.

CRISOPRÁSIO

CRISOPRÁSIO

Outra variedade criptocristalina de dióxido de sílica. Grupo dos óxidos. Estrutura cristalina trigonal. Cor: verde maçã translúcida. Dureza 7. Densidade 2,6. Brilho vítreo e ceroso. Clivagem nenhuma. Fratura concoidal a irregular. Fusibilidade: infusível. Rastro incolor. O corante que da a cor verde maçã é o silicato de níquel. É a variedade mais preciosa da calcedônia. Origina-se das rochas magmáticas. Pertence a numerosa família das ágatas e calcedônias. São encontradas soltas, avulsas e em pequenas amostras, juntamente com suas irmãs, jaspe, sílex, ônix, cornalina e ágatas. Já eram usadas pelos gregos e romanos como pedras preciosas e lapidadas como camafeu e cabochão. Brasil, MG, Africa.

ÔNIX

ÔNIX

É uma variedade criptocristalina de dióxido de sílica. Estrutura cristalina trigonal. Sem formas geométricas uniformes. Apresentam-se em volumes pequenos, soltos e avulsos. Da família das calcedônias e ágatas. Dureza 7. Densidade 2,6. Fratura concoidal. Clivagem inexistente. Rastro incolor. Origem: rochas magmáticas. Fusibilidade: infusível. Cor: gorduroso sem brilho. Usos: jóias, adorno e uso de toque em joalheria. Para uns gemólogos o ônix é negro, para outra turma o ônix é de cor leitosa estratificada, com camadas dispostas em planos ou faixas paralelas. Ocorrências: Uberaba, MG. Soledade, RS.

TURQUESA

TURQUESA

Fosfato de alumínio e cobre. CuAl6(PO4)4(OH)84H2O. Sistema triclínico. Brilho: Vítreo e ceroso, opaco. Cor: azul celeste a azul-esverdeada e verde. Dureza: 6. Densidade 2,8. Traço branco. Fratura concóide e irregular. Clivagem boa. Fusibilidade: infusível. Origem: rocha magmáticas e sedimentares, ricas em alumínio. Usos: como pedra preciosa, cabochão e estatuetas. A turquesa pode conter veios (manchas) superficiais de cor parda ou negra. A palavra turquesa vem do francês significando turco, já que as turquesas vinham da turquia, oriundas da Pérsia. Ocorrências: Irã, Afeganistão, China, Austrália e Tibete.

FUCHSITA

FUCHSITA

Grupo dos silicatos, constituídos basicamente de alumínio, sódio ou potássio e muitas vezes por ferro e magnésio. Sistema cristalino; monoclínico.
Variedade da muscovita rica em cromo (mica verde). Dureza 2,5. Densidade 3. Risco: branco ou incolor. Fratura irregular. Cor: verde erva a verde esmeralda, opaca. Rochas magmática e metamórfica. Brilho vítreo a sedoso. Mica do latim micare (brilhar). Tem o nome do mineralogista alemão J.N.von Fuchs. Ocorrem: Caiana, Coronel Murta, Conselheiro Pena, Divino das Laranjeiras, Governador Valadares, Linópolis, São José da Safira, Teófilo Otoni e Virgem da Lapa, MG. Cajati e Jacupiranga, SP. Anagé e Campo Formoso, BA.

GRANADA

GRANADA

Silicato de cálcio, magnésio, ferro e alumínio. Sistema cúbico. Cristaliza-se em dodecaedros romboidais e trapezoedros. Fluorescente. Clivagem inexistente. Fratura concóide, quebradiça e irregular. Brilho vítreo e resinoso. Dureza 7,5. Densidade 3,4 a 4,3. Fusão: Infusível. Rochas ígneas e magmáticas. Transparente a opaca. Todas as cores menos o azul, incluindo o incolor. Traço branco. Numerosas variedades são usadas como gemas. Origem: Coromandel, Estrêla do Sul, Romaria e Timóteo, MG. Igarapava, SP. Acarí, RN. Canindé, Quixadá e Tauá, CE.

ESMERALDA

ESMERALDA


Ou berilo, é um silicato de alumínio e de berílio, que constitui, aliás, um minério de berílio. O cromo e o vanádio são as substâncias corantes. Magmática, encontram-se em xistos, pegmatitos e aluviais. As esmeraldas quase sempre possuem jaças e trincas. Cor: todas as nuances do verde. A maioria das esmeraldas em joias históricas são das minas de Cleópatra no Egito. Dureza 7,5 a 8. Densidade 2,7. Brilho vítreo a mate. Traço: branco. Qualidade: transparente, translúcido e opaca. Cristais prismáticos compridos e tubulares e agregados colunares. Ocorrências: Minas Gerais, Bahia e Goiás.

JADE ROSADO

JADE ROSADO

Silicato de alumínio e sódio. NaAl(SiO6). Sistema monoclínico. O jade é também o nome dado a dois minerais diferentes: um, a Jadeíta, composta de cristais de piroxênio. O outro, a Nefrita, composta de cristais de anfibólia, sendo esta última muito mais comum. O jade é mais ou menos translúcido, mas nunca transparente. Dureza 6,5 a 7. Densidade 3,3. Cores: vários matizes de verde, lilás, branco, rosa, marron, vermelho, azul, preto, laranja e amarelo. Brilho: vítreo a graxo. Translúcido a opaco. Traço: branco. Fratura: irregular estilhaçada, muito tenaz. Rocha metamórfica. Os corantes são o ferro e o cromo. As civilizações Andina, Asteca e Inca utilizavam o jade retirado da Guatemala. Utilização: adorno, decoração e estatuária. Ocorrências: Miamar, Brasil, China, Tibete, Japão e México.

RODOCROSITA

RODOCROSITA

Carbonato de manganês. Sistema trigonal hexagonal. A rodocrosita tem sua cor rosa devido ao manganês. Dureza 4. Densidade 3,6. Translúcido a opaco.  Brilho vítreo a nacarado. Clivagem perfeita. Rastro branco, rosa e laranja. Fusão: Infusível. Fratura concóide. Ocorrências: rochas sedimentar e metamórfica. Usos: joalheria, ornamentação e colecionadores. Jazimentos: São Gonçalo - MG, Serra do Navio - AP, Jacobina e Urandi -  BA e Carajá PA.

ZOISITA

ZOISITA


Um silicato de alumínio e cálcio hidratado. Sistema cristalino ortorrômbico. Dureza 6,5 a 7. Densidade 3,5. Brilho vítreo e nacarado. Opaco. Hábitos maciço, compacto e colunar. Fusão: fusível. Ocorre em rochas magmáticas e em xistos cristalinos por metamorfismos. Clivagem perfeita. Fratura irregular e concóide. Traço: branco. Cor: cinzenta, amarelada, verde, violeta a róseo. Este exemplar contém uma mancha de rubi e hornblenda negra. Usos: colecionadores e joalheria. Ocorrências: Áustria, Noruega, Quênia e Tanzânia

ORTHOCERES

ORTHOCERES
Orthoceras é uma espécie e faz parte de um grupo de animais marinhos comos os caracóis, lesmas, ostras, mariscos, polvos e lulas. Seu nome quer dizer em grego, chifre reto, Orto = reto ou certo ou perfeito e Ceras = chifre. O fóssil hoje, nada mais é do que uma concha cônica e longa. Antigamente nos mares pré-históricos este animal e outros tinham sua cabeça e seus pés juntos (e um olho grande) na boca da concha. Por isso são chamados de Cefalópodes que em grego quer dizer, Céfalo = cabeça e Pode = pé. Fósseis deste animal tem uma ampla distribuição geográfica, ocorrendo em rochas marinhas calcárias. O tamanho de seu comprimento era a partir de 1 centímetro a uns 15 metros. Alimentava de pequenos animais. O estilo de vida destes são uma incógnita. Não eram bons de natação, mas eram predadores. Viveram do período ordoviciano até o período triássico.

FLUORITA

FLUORITA
Fluoreto de cálcio. Sistema cúbico. O fenômeno de fluorescência recebeu este nome à partir da fluorita. Clivagem perfeita. Traço branco. Brilho vítrio. Fusível. Ocorre em rochas sedimentares, metamórficas e magmáticas. Aparecem em várias tonalidades. Dureza 4. Densidade 3,2. Transparente a opaca. Fratura lisa concóide. Ocorrências: Januária e Vazante, MG. Rio Fortuna, Santa Rosa de Lima e Urussanga, SC. Cerro Azul, PR. Quixadá e Solonópole, CE. Currais Novos, RN. Tanguá, RJ.

OBSIDIANA

OBSIDIANA
Ou vidro vulcânico. É um vidro natural. Óxido de silício. É formada pela lavra vulcânica que esfriou muito rápido para que ocorresse uma critalização significativa. É amorfo sem crivagem. A fratura é concóide. Dureza 5 à 5,5. Densidade: 2,5. Brilho vitrio. Translúcido a opaco. Não há fluorescência. Cores: preta, castanha, parda, cinza, verde, azul e vermelha. Pode ser listrada ou manchada. A obsidiana é encontrada em áreas onde há ou já houvera atividades vulcânicas. Seu nome é devido a um romano - Obsius. Nos tempos pré históricos foi usada como ponta de flechas, adagas, armas, navalhas, facas e ferramentas. Hoje é usada na joalheria.

AS QUATRO PEDRAS MAIS PRECIOSAS

AS QUATRO PEDRAS MAIS PRECIOSAS

Consideradas por alguns como as quatro pedras mais preciosas, o diamante, a esmeralda, o rubi e a safira. Talvez estas quatros belas gemas, ganharam estes títulos de exclusividade por suas raridades, belezas e cores únicas. E também por sua manipulação por grandes joalheiros e comerciantes controladores do comércio destes minerais no mundo. As outras inúmeras gemas passaram a serem reconhecidas como pedras semi-preciosas por comerciante alienígenas no intuito de depreciá-las comercialmente. Nem os franceses usam expressão tão chula de “semi”, preferindo a denominação de gemas “finas”. Para o “limbo” foram centenas de outras pedras preciosas, muitas raríssimas, belas, exclusivas, valorizadas e de cores genuínas. Nesta categoria figura a água-marinha, a albita, a ambligonita, a ametista, a andalusita, a apatita, a axinita, a benitoíta, a brasilianita, a cianita, o citrino, o crisoberilo, a datolita, o diopsídio, o dioptásio, a dravita, o epídoto, o espinélio, o espodumênio, o euclásio, a fenacita, a fluorita, a fosfofilita, a goshenita, a granada, a hauyna, o heliodoro, a hidenita, a indicolita, a iolita, a kunzita, a morganita, o morion, a olivina, o ortoclásio, a petalita, a rubilita, a tanzânita, a titanita, o topázio amarelo, o topázio azul, o topázio imperial, a turmalina, a zoisita, e muitas outras mais. E para outro patamar periférico, mais depreciativo, foram as opacas. Muitas delas são sui-generis, preciosas, belas, raras e também valiosas; o alabastro, a amazonita, a aragonita, a azurita, a barita, a crisocola, o crisoprásio, a dolomita, a dumortierita, a howlita, o jade, o jaspe, o lápis-lazúli, a malaquita, o ônix, a opala, o ortoclásio, a prehnita, a rodocrosita, a rodonita, a sodalita, a turquesa, etc.. Há 50 anos atrás, Hans Stern tornou-se grande joalheiro e comerciante de pedras finíssimas com a criação da “H Stern”, uma rede de joalherias espalhadas pelo mundo. Ele profetizou uma máxima em gemologia, "que não existe pedras semi preciosa, desde que fossem puras e bem lapidadas, são preciosas". Eu penso igual e concordo com ele. Levando-se em conta que as quatro notáveis da preciosidade, a totalidade de cada uma delas não se acham 100% puras, só menos de 10% de cada tipo é que são puras e perfeitas, isso quer dizer que 90% de cada uma destas quatro gemas são impuras, manchadas, com imperfeições, trincas e sem padrão das cores puras, e todas as 90% das mulheres usam diamantes, esmeraldas, rubis e safiras, que deveriam ser ditas de semi preciosas, mais ninguém diz ou comenta sobre isso. Já a grande maioria das pedras desclassificadas como sendo semi preciosas, que deveria ser classificada como "finas", os índices de perfeição é o inverso, ou seja, 90% de todo o especto das variedades é de pureza. Daí se conclui que o termo "semi" foi um embuste em uma época passada, de um grupo de comerciante pedrista internacionais em levar vantagem. Devemos ressaltar que os grandes mestres pintavam seus quadros com minerais moídos, e o lápis-lazuli, custava nessa época mais caro que o ouro, comparada em grama. Por isso é que faltava colorido nas telas, o azul ultramarino feito do lápis-lazuli aparecia pouco, idem o verde o vermelho e o amarelo. Outro brasileiro, grande joalheiro, comerciante e amante apaixonado por pedras preciosas o Jules Sauer, dono também de uma rede mundial de joalherias a "Amsterdam Sauer", lutou pela certificação das esmeraldas brasileiras em Institutos Gemológicos Internacionais. Jules Sauer é tão fascinado por pedras que conhece as minas e jazidas de pedras no mundo todo, e ao completar 80 anos, lançou seu quarto livro de pedras preciosas. Há 5.000 anos, no Egito Antigo, os faraos já usavam jóias com esmeraldas, lápis-lazúli, turquesas, ônix, alabasto e outros minerais. Montezuma, imperador dos astecas, também usavam em suas jóias e indumentárias, turquesas, lápis-lazúlis, esmeraldas ouro, prata, cobre e outros minerais. A coroa do Império Britânico, que supunha ter um grande rubi, foi reanalizado como sendo um belo "espinélio vermelho". O famoso colar de esmeralda de Elizabeth Taylor, confeccionado pela Bvlgari e leiloado pela Christie's, tem todas as pedras desiguais e escuras, não são "primeira linha". Eram as esmeraldas que existiam no mercado. Mas fama é fama. E hoje há no mercado internacional duas gemas brasileiras raras e valorizadíssimas, mais do que estas quatro famosas, que são a alexandrita, verde durante o dia e vermelha à noite, e a elbaíta (turmalina da Paraíba), uma gema que tem um "neon" ou um fugor dentro dela. Hoje nossas mulheres dispõe de mais de 500 gemas variadas para ostentar as suas belezas e as das gemas.

Mineradores americanos contra o galo silvestre

Mineradores americanos contra o galo silvestre



 
A mineração e a pesquisa mineral estão sendo proibidas em vastas áreas na Carolina, Oregon, Idaho, Nevada, Montana e Wyoming.

O motivo? A proteção do galo silvestre.

O motivo parece nobre mas é contestado pelos mineradores que alegam que a ave não está em extinção e a exclusão de mais de 41.000 km2 de área com uma geologia de elevado potencial econômico penaliza não só as empresas mas, também, o próprio país.

Eles dizem que estas áreas sempre estiveram abertas à pesquisa e que esta não agride ao galo silvestre. Alegam, também, que a administração Obama tenta ganhar pontos com os conservacionistas à custa de leis ambientais casuísticas, protegendo o galo enquanto eles pagam o pato.

Indignados com as restrições a Associação de Exploração e Mineração dos Estados Unidos entrou com uma ação em Washington que objetiva a flexibilização das leis atuais.

Hackers invadem computadores de grande mineradora de ouro e prometem liberar e-mails racistas e sexistas...

Hackers invadem computadores de grande mineradora de ouro e prometem liberar e-mails racistas e sexistas...



  28/4/2016 

A cada dia que passa os crimes via internet são mais impactantes e demolidores.

Agora foi a vez da quarta maior produtora de ouro do planeta a canadense Goldcorp.

Hoje um grupo de hackers divulgou, apenas a título de comprovação, um gigantesco pacote de dados da mineradora. São 14,8GB de dados confidenciais contendo informações sobre contas bancárias, orçamentos, segurança, e-mails, imagens, endereços e até dados de login e senhas de acesso.

Um prejuízo monstruoso que parece ser apenas a ponta do iceberg.

Segundo os hackers isso é apenas o início, pois eles irão divulgar, no próximo momento, o que eles chamam de “racismo corporativo, sexismo e ganância”...

Vai ser uma bomba que irá afetar, mais ainda, uma empresa que produziu 783.700 onças de ouro somente neste trimestre de 2016, cujo AISC foi de apenas US$836/onça.

A Goldcorp opera minas como a Penasquito (México foto), Cerro Negro (Argentina), Pueblo Viejo (Rep. Dominicana), Éléonore e Red Lake, Porcupine e Musselwhite no Canadá.

GARIMPO DE ESMERALDAS

GARIMPO DE ESMERALDAS
"Feira do Rato" em Campo Formoso – Bahia, cidade a 60 km da Serra das Caraíbas e que concentra o comércio forte de esmeraldas. Alguns comerciantes e seus lotes de esmeraldas.

CSN diz que Ternium e Nippon Steel desviaram US$ 22 Bi da Usiminas

CSN diz que Ternium e Nippon Steel desviaram US$ 22 Bi da Usiminas





A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) protocolou uma ação ontem (25), em Belo Horizonte (MG), pedindo a suspensão do processo de aumento de capital na Usiminas, que foi proposto pela Nippon Steel e a Ternium. A siderúrgica de Benjamin Steinbruch, que tem 17% da Usiminas, acusa sócios japoneses e ítalo-argentinos de terem desviado R$ 22 bilhões em contratos da companhia com terceiros.

Boa notícia: Vale lucra R$ 6,3 bi

Boa notícia: Vale lucra R$ 6,3 bi
A Vale (BOV:VALE5) apresentou agora pela manhã o relatório de suas operações no primeiro trimestre: o lucro líquido totalizou R$ 6,31 bilhões no período contra um prejuízo líquido de R$ 33,15 bilhões no trimestre anterior. A receita líquida totalizou R$ 22,06 bilhões, uma redução de R$ 614 milhões em comparação com o quarto trimestre do ano passado, em função dos menores volumes de venda de finos de minério de ferro, metais básicos e fertilizantes. Essa redução na receita foi parcialmente compensada por maiores preços de venda de finos de minério de ferro e pelo impacto positivo da desvalorização do Real no trimestre.

quarta-feira, 27 de abril de 2016

As mais belas gemas de cor encontradas no Brasil


As mais belas gemas de cor encontradas no Brasil, compõem as jóias criadas pela berylo.
A Água-marinha foi descoberta em Madagascar num passado remoto. Hoje, o maior produtor de Águas-marinhas no mundo é o Brasil, com jazidas em Minas Gerais, Paraíba, Espirito Santo, Rio Grande do Norte e Bahia. De tamanhos variados em sua forma natural, a maior de todas as Águas-marinhas pesava 109 quilos quando foi descoberta em 1920, no Brasil.
Águas-marinhas são cortadas sobretudo em lapidação “esmeralda”, ou retangular para melhor deixar transparecer o brilho de sua cor. No entanto, há muitas pedras de grande
valor e imensa beleza lapidadas em “pêra” ou em ovais de diversos tipos. As Águas-marinhas mais lindas e valiosas são as de intenso azul celeste totalmente translúcidas, com pouca ou nenhuma sombra de verde.
Utilizada desde tempos imemoriais por reis e bispos, a Ametista transmite a quem a traz consigo poderes psíquicos e contemplativos. O alto clero hebreu usava ametistas em seus paramentos e, mais recentemente, podem-se ver essas preciosas pedras púrpuras entre as jóias da coroa da Inglaterra e na Fleur de Lys da realeza da França.
A ametista é um quartzo com ferro. Os melhores espécimes são encontrados no Brasil, principalmente no Rio Grande do Sul e no Pará. O Uruguai, o Japão e a Rússia também são grandes produtores. Ao ser aquecida, esta pedra pode mudar de cor e adquirir tonalidades do amarelo e do marrom, sendo que uma variedade – encontrada unicamente no Brasil – torna-se verde sob a ação do calor.
A ametista pode ser lapidada em diversas formas. As prediletas são o cabochão – lapidação semi-esférica, de acabamento não facetado, que pode ser utilizada em anéis e abotoaduras – e as gotas que, em brincos e pingentes, dão especial realce ao brilho desta gema. A ametista é também muito utilizada como peça ornamental na sua forma de geodo ou capela.
O quartzo chamado Citrino varia do amarelo pálido ao dourado profundo e deve sua cor a traços de ferro em sua composição química.
Uma das mais importantes fontes brasileiras dessa gema preciosa e acessível é a Mina da Serra, localizada no Rio Grande do Sul, que hoje produz cerca de trezentos quilos de Citrino por mês. Outros estados produtores são Goiás, Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo.
É umas das Gemas mais antigas utilizadas na ourivesaria mundial,
Sendo encontrada em jóias que remontam as civilizações antigas como os impérios grego e romano.
Uma das mais valiosas e desejadas pedras preciosas de toda a história. No antigo Egito, Cleópatra (cujas minas ficaram famosas) adornava-se com belas esmeraldas, pois então se acreditava que nelas residiam a beleza eterna e a clareza de raciocínio. Incas e Astecas empregavam as esmeraldas em rituais e jóias talismânicas por acreditarem que eram pedras sagradas. Os Gregos chamavam-na de Deusa Verde e entre os antigos Romanos era cultuada como a pedra do amor. Em quase todas as coroas reais a esmeralda está presente, pois acredita-se que ela aumente a capacidade de raciocínio e a intuição.
No Brasil as primeiras jazidas de esmeraldas de boa qualidade somente foram encontradas em 1963, em uma localidade chamada Salininha, na Bahia.
Nomes utilizados pelo mercado
  • esmeralda colombiana – denominação do mercado para esmeraldas de alta qualidade
  • esmeralda russa ou siberiana – denominação da menos azulada com mais inclusões e cor mais clara que as gemas colombianas
  • esmeralda brasileira – termo usado algumas vezes para as gemas verde claro
  • esmeralda sandawana – termo usado para gemas de verde profundo, normalmente de tamanho pequeno e com muitas inclusões
  • esmeralda da Zâmbia – termo usado para as gemas ligeiramente acinzentadas
A Turmalina é certamente uma das gemas mais fascinantes na natureza, pois pode ser encontrada em virtualmente todas as cores do arco-íris Muito comum também é existir mais de uma cor num mesmo cristal, originando o que chamamos de Turmalina bicolor, tricolor ou até mesmo multicolorida.
A Verdelita, de cor verde como o nome indica, é a variedade que é lembrada quando se menciona a pedra preciosa Turmalina. Existem, porém, muitas outras “turmalinas”. Uma das variedades mais valiosas é a Rubelita, nome comercial daquela que varia do rosa ao vermelho, confundia até o século XVIII com o Rubi.
A Turmalina-melancia é outra variedade famosa, especialidade do Brasil, que, como o nome diz, tem o núcleo rosa ou vermelho, rodeado da cor verde se cortada perpendicularmente ao eixo do cristal.
Hoje em dia, a maior fonte de Turmalina, suprindo o mercado mundial com seus belíssimos espécimens, é o Brasil, principalmente os estados de Minas Gerais e Bahia. Outros países produtores são o Sri Lanka, o Afeganistão, os Estados Unidos e Burma.
Além das variedades Rubelita e Melancia já mencionadas, temos também a Indicolita, ou Indigolita, variando do verde-azulado ao azul. A siberita, de cor violeta, e a Acroíta, incolor. Schorl é o nome dado à Turmalina negra e Dravita às de cor variando do amarelo ao marrom.
A mais cara das variedades de Turmalina, chama-se Paraíba em homenagem ao estado onde foi descoberta, em 1989. Sua beleza deixa comerciantes e clientes de pedras preciosas sem adjetivos para descrevê-la. Néon, fluorescente, elétrico são palavras comumente associadas ao azul e ao verde dessa novíssima gema.