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quarta-feira, 17 de maio de 2017

GEMAS ESPETACULARES Parte II

GEMAS ESPETACULARESParte II

O "VERDE DE DRESDEN" ou o "Diamante Verde" – este diamante de cor verde singular, já descrita como cor ‘verde-maçã', cor ‘verde-primavera’, impressiona a todos que observam e admiram suas 58 facetas lapidadas em 40,70 quilates. De origem desconhecida, alguns autores citam o Brasil e a Índia como possíveis lugares da descoberta do diamante, foi comprado de um mercador holandês, em 1742, em uma feira em Leipizig, pelo rei da Polônia Frédéric-Auguste Saxe em pessoa, cujo pai tinha feito de Dresden, na Alemanha, uma cidade reconhecida como sendo uma das ‘jóias barrocas’ da Europa. Montado em meio a milhares de diamantes brancos, é uma das jóias da coroa de Saxe e uma das peças magnas do tesouro da cidade . A jóia só deixou a cidade, severamente bombardeada pelos aliados durante a II guerra mundial, em 1945, para um ‘exílio forçado’ em Moscou. De volta em 1958, está guardada nas salas do tesouro do imenso palácio principesco, totalmente reconstruído.O GRANDE "BRIOLETTE" – a lenda fez de Alienor de Aquitânia, rainha da França e depois da Inglaterra, a primeira proprietária desta gema de 90,38 quilates. O diamante foi adquirido na Ásia menor em torno do ano de 1145, durante a segunda cruzada e dado mais tarde a seu filho predileto, Ricardo Coração de Leão, rei inglês. Capturado por seu inimigo Henrique IV da Áustria, serviu como parte do pagamento do resgate exigido para libertá-lo. De paradeiro desconhecido durante algumas centenas de anos, apareceu novamente no século XVI: foi presenteado à bela Diana de Poitiers, pelo seu amante, o rei francês Henrique II. Desaparecido novamente durante 400 anos, o "briolette" é objeto de venda primeiro da Maison Cartier e, depois, do joalheiro Harry Wiston, que o vende a um marajá. Com a morte deste, 10 anos depois, Wiston o compra de volta e o coloca no centro de um magnífico colar com 157 diamantes, vendendo este para a Sra. Dorothy Killam, esposa de um banqueiro canadense, que já possuía em seu cofre um diamante azul de 39 quilates que consta como tendo feito parte da coroa do imperador Carlos Magno. Novamente Harry Wiston, após a morte de sua fiel cliente, o compra. Em 1971, o "grande briolette" é mais uma vez vendido, desta vez a um particular do qual se sabe somente que é europeu...

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