Mais magra e mais forte a Vale entra em 2014 com o foco no crescimento
Depois de ser desbancada pela Rio Tinto como a segunda maior mineradora
do mundo a Vale revisou a sua estratégia e acelerou um programa de
cortes e otimizações.
A ideia era focar no seu core business, minério de ferro de alta
qualidade, vendendo e reestruturando os ativos de baixa performance ou
que não mais faziam parte dos planos futuros da empresa ao mesmo tempo
em que liquidava dívidas e cortava os custos. A venda de ativos foi um
grande sucesso. A mineradora levantou 5,2 bilhões de dólares com a venda
de cinco negócios não prioritários. Entre 2012 e 2013 a Vale arrecadou o
total de 6,7 bilhões de dólares.
Neste ano a Vale negociou a sua
dívida com a Receita o que passa a ser história, não assombrando a
empresa como no passado, saiu do buraco sem fim que era o projeto Rio
Colorado na Argentina e reduziu a sua exposição em Simandou um possível
Calcanhar de Aquiles.
Ao mesmo tempo em que vendia ativos, a mineradora ampliou o seu foco no
S11D, o megaprojeto da Serra Sul que irá produzir 90 milhões de
toneladas de minério quando em produção, acelerando o projeto de
ferrovia.
2013 foi um bom ano para a Vale, não necessariamente do ponto de vista
dos lucros, mas da reestruturação maciça e de um foco mais apurado que
permitirá aumentar a produção de minério de ferro de alta qualidade e
baixo custo enquanto volta a crescer e a conquistar posições no
mercado.
sábado, 28 de dezembro de 2013
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Recursos do projeto de ouro Volta Grande passam de 7,5 Mi de onças
Recursos do projeto de ouro Volta Grande passam de 7,5 Mi de onças

sexta-feira, 4 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
A campanha de sondagem da Belo Sun Mining no projeto de ouro Volta Grande levou ao aumento dos recursos medidos e indicados em 10%. A mineradora tem, agora, 5,1 milhões de onças de ouro, em recursos medidos e indicados; e 2,5 milhões de onças de ouro, em recursos inferidos.
O novo resultado se baseia nos resultados de 94 furos adicionais que somam 22.595 metros de sondagem.
Acampamento do projeto Volta Grande, no ParáOs recursos minerais medidos e indicado restringidos a cava são de 5,1 milhões de onças de ouro, com teor médio de 1,68 gramas por tonelada de ouro (g/t Au). Esse resultado representa um aumento de aproximadamente 10% nessas categorias. O valor anterior, anunciado em abril, era de ou de 4,7 milhões de onças..
Os recursos minerais inferidos restringidos a cava foram de 2,4 milhões de onças de ouro, com teor médio de 1,69g/t Au.
Os recursos subterrâneos de 14.000 onças de ouro apresentam um teor médio de 3,01g/t Au, na categoria indicada. Na categoria inferida, foram 184.000 onças, com teor médio de 3,33g/t Au.
Em resposta aos resultados do estudo de preliminar de viabilidade, dois grandes domínios foram modelados com base na interpretação geológica e na continuidade do teor. As zonas de alto teor podem ser traçadas por 540 metros, ao longo da direção do corpo mineral, a partir da superfície até uma profundidade de 300 metros.
Essa abordagem restringe a influência espacial do maior teor da mineralização de ouro, resultando num modelo de recursos ligeiramente mais conservador e mitigando os riscos associados com o impacto local dos intervalos de alto teor.
As duas zonas de alto teor contêm aproximadamente 424.000 onças de ouro, com teor de 3,09g/t de ouro, nas categorias medidas e indicadas, e 1.400 onças de ouro, com teor de 2,52g/t de ouro, na categoria inferida.
“Esses novos resultados do recurso mineral representam um aumento nas categorias medidas e indicada de 1 milhão de onças de ouro, quando comparado com os dados dos recursos minerais de dezembro de 2012, que foram usados como base para o estudo de viabilidade de maio deste ano. A equipe da Belo Sun usa hoje os dados atuais para o modelamento e sequenciamento de mina que está sendo feito para o estudo definitivo de viabilidade,” disse Mark Eaton, presidente e CEO da Belo Sun.
Os resultados foram auditados pela SRK Consulting, do Canadá, e representam um aumento importante nas categorias medidas e indicadas dos recursos minerais estimados Belo Sun. Essa declaração de recursos minerais vai apoiar o estudo definitivo de viabilidade para o desenvolvimento do projeto.
Os recursos minerais inferidos restringidos a cava foram de 2,4 milhões de onças de ouro, com teor médio de 1,69g/t Au.
Os recursos subterrâneos de 14.000 onças de ouro apresentam um teor médio de 3,01g/t Au, na categoria indicada. Na categoria inferida, foram 184.000 onças, com teor médio de 3,33g/t Au.
Em resposta aos resultados do estudo de preliminar de viabilidade, dois grandes domínios foram modelados com base na interpretação geológica e na continuidade do teor. As zonas de alto teor podem ser traçadas por 540 metros, ao longo da direção do corpo mineral, a partir da superfície até uma profundidade de 300 metros.
Essa abordagem restringe a influência espacial do maior teor da mineralização de ouro, resultando num modelo de recursos ligeiramente mais conservador e mitigando os riscos associados com o impacto local dos intervalos de alto teor.
As duas zonas de alto teor contêm aproximadamente 424.000 onças de ouro, com teor de 3,09g/t de ouro, nas categorias medidas e indicadas, e 1.400 onças de ouro, com teor de 2,52g/t de ouro, na categoria inferida.
“Esses novos resultados do recurso mineral representam um aumento nas categorias medidas e indicada de 1 milhão de onças de ouro, quando comparado com os dados dos recursos minerais de dezembro de 2012, que foram usados como base para o estudo de viabilidade de maio deste ano. A equipe da Belo Sun usa hoje os dados atuais para o modelamento e sequenciamento de mina que está sendo feito para o estudo definitivo de viabilidade,” disse Mark Eaton, presidente e CEO da Belo Sun.
Os resultados foram auditados pela SRK Consulting, do Canadá, e representam um aumento importante nas categorias medidas e indicadas dos recursos minerais estimados Belo Sun. Essa declaração de recursos minerais vai apoiar o estudo definitivo de viabilidade para o desenvolvimento do projeto.
Alibaba o jeito moderno de fazer negócios
Alibaba o jeito moderno de fazer negócios
Se você pensa que o site alibaba.com é apenas mais um e-commerce da internet é bom rever os seus conceitos. Alibaba é mais do que um site ele é um conceito de proporções gigantescas que mudou os hábitos de compras de pessoas físicas e, mais importante, das pessoas jurídicas.
O que nós da mineração e geologia temos a ver com isso?
Muito!
É através dele que centenas de negócios da mineração estão sendo realizados a toda a hora 24 horas por dia. Compra e venda de minérios, minas, metais, diamantes e minerais são um dos pontos fortes do site que fecha mais negócio do que qualquer outro similar no mundo. Vendas de equipamentos é uma outra novidade que só o Alibaba tem. Você pode comprar uma planta completa para a sua nova mina de ouro, ou de cobre, ferro...diretamente do fabricante, via Alibaba sem sair de casa, dentro das suas especificações e com preços altamente competitivos. Se as indústrias brasileiras já reclamam da concorrência é bom colocar as barbas de molho pois no Alibaba encontramos os equipamentos e processos para a mineração mais baratos do mercado. O sistema vai ter que se reinventar e se adequar pois o Alibaba veio para ficar.
O Alibaba surgiu através de uma simples constatação. Os clientes mundiais estavam sendo mal servidos e se mantinham extremamente insatisfeitos com os sites tradicionais onde você devia pedir por favor e correr atrás.
Isso agora é passado. Foi criado o alibaba.com que, em pouco tempo, arrasou totalmente a concorrência.
Continuando com o rally vencedor o bilionário Jack Ma, dono do Alibaba criou uma frase interessante: “se os bancos não mudam nós iremos fazê-los mudar”. Em junho deste ano, Jack criou o Alipay que funciona como um banco onde o cliente pode investir qualquer quantia de dinheiro recebendo juros mais elevados que os pagos pelo mercado que só aceita quantias acima de 50.000 yuan: Jack aceita investimentos de até 1 yuan...
Lembre-se que Jack é chinês e que a China tem 1 bilhão e meio de cidadãos... É nessa massa crítica que Jack Ma estava de olho. Aparentemente, isso ele já conseguiu e agora está atraindo o que sobrou no mundo, os 3 bilhões e meio de habitantes restantes.
O sucesso está sendo estrondoso e os negócios da internet só fazem multiplicar. Jack acertou na mosca, ou no bolso se pensarmos bem.
Se você pensa que o site alibaba.com é apenas mais um e-commerce da internet é bom rever os seus conceitos. Alibaba é mais do que um site ele é um conceito de proporções gigantescas que mudou os hábitos de compras de pessoas físicas e, mais importante, das pessoas jurídicas.
O que nós da mineração e geologia temos a ver com isso?
Muito!
É através dele que centenas de negócios da mineração estão sendo realizados a toda a hora 24 horas por dia. Compra e venda de minérios, minas, metais, diamantes e minerais são um dos pontos fortes do site que fecha mais negócio do que qualquer outro similar no mundo. Vendas de equipamentos é uma outra novidade que só o Alibaba tem. Você pode comprar uma planta completa para a sua nova mina de ouro, ou de cobre, ferro...diretamente do fabricante, via Alibaba sem sair de casa, dentro das suas especificações e com preços altamente competitivos. Se as indústrias brasileiras já reclamam da concorrência é bom colocar as barbas de molho pois no Alibaba encontramos os equipamentos e processos para a mineração mais baratos do mercado. O sistema vai ter que se reinventar e se adequar pois o Alibaba veio para ficar.
O Alibaba surgiu através de uma simples constatação. Os clientes mundiais estavam sendo mal servidos e se mantinham extremamente insatisfeitos com os sites tradicionais onde você devia pedir por favor e correr atrás.
Isso agora é passado. Foi criado o alibaba.com que, em pouco tempo, arrasou totalmente a concorrência.
Continuando com o rally vencedor o bilionário Jack Ma, dono do Alibaba criou uma frase interessante: “se os bancos não mudam nós iremos fazê-los mudar”. Em junho deste ano, Jack criou o Alipay que funciona como um banco onde o cliente pode investir qualquer quantia de dinheiro recebendo juros mais elevados que os pagos pelo mercado que só aceita quantias acima de 50.000 yuan: Jack aceita investimentos de até 1 yuan...
Lembre-se que Jack é chinês e que a China tem 1 bilhão e meio de cidadãos... É nessa massa crítica que Jack Ma estava de olho. Aparentemente, isso ele já conseguiu e agora está atraindo o que sobrou no mundo, os 3 bilhões e meio de habitantes restantes.
O sucesso está sendo estrondoso e os negócios da internet só fazem multiplicar. Jack acertou na mosca, ou no bolso se pensarmos bem.
Curiosidades da Geologia: Lusi o maior vulcão de lama do mundo ainda em erupção
Curiosidades da Geologia: Lusi o maior vulcão de lama do mundo ainda em erupção
Em maio de 2006 um vulcão de lama entrou em erupção em East Java na Indonésia. Na fase inicial o vulcão Lusi (lama na linguagem local) expelia mais de 180.000 metros cúbicos de lama destruindo casas, escolas, 25 fábricas e fazendas em vários quilômetros quadrados.
As causas de Lusi ainda são controversas. Alguns querem culpar um terremoto de magnitude 6,3 que ocorreu poucos dias antes da erupção, mas cujo epicentro foi a 280 km de distância. Outros, a maioria, culpa uma sondagem profunda para gás, que estava em andamento no local onde hoje existe o centro do vulcão.
Para os geólogos o vulcão é o resultado da fuga de água de um aquífero de água carbonatada situado a 2.500m abaixo da superfície que foi intersectado pelo furo exploratório . Esta água foi subitamente despressurizada e subiu pelo furo de sondagem, levando no seu caminho milhões de toneladas de lama. A pressão se acumulou e rompeu as rochas até a superfície causando o fenômeno.
Em 2008 a empresa de sondagem Lapindo Brantas concordou em pagar uma compensação financeira aos 50.000 habitantes que foram atingidos pelo vulcão Lusi.
Os custos do desastre superam os quatro bilhões de dólares.
Hoje Lusi se comporta como um gêiser com pulsos gasosos ocorrendo em intervalos quase constantes. Segundo os estudiosos Lusi deverá continuar a sua erupção por mais uns dois a três anos quando, finalmente, perderá a força e extinguir.
Foto: Adek Berry, AFP/Getty Images
As causas de Lusi ainda são controversas. Alguns querem culpar um terremoto de magnitude 6,3 que ocorreu poucos dias antes da erupção, mas cujo epicentro foi a 280 km de distância. Outros, a maioria, culpa uma sondagem profunda para gás, que estava em andamento no local onde hoje existe o centro do vulcão.
Para os geólogos o vulcão é o resultado da fuga de água de um aquífero de água carbonatada situado a 2.500m abaixo da superfície que foi intersectado pelo furo exploratório . Esta água foi subitamente despressurizada e subiu pelo furo de sondagem, levando no seu caminho milhões de toneladas de lama. A pressão se acumulou e rompeu as rochas até a superfície causando o fenômeno.
Em 2008 a empresa de sondagem Lapindo Brantas concordou em pagar uma compensação financeira aos 50.000 habitantes que foram atingidos pelo vulcão Lusi.
Os custos do desastre superam os quatro bilhões de dólares.
Hoje Lusi se comporta como um gêiser com pulsos gasosos ocorrendo em intervalos quase constantes. Segundo os estudiosos Lusi deverá continuar a sua erupção por mais uns dois a três anos quando, finalmente, perderá a força e extinguir.
Foto: Adek Berry, AFP/Getty Images
BP entrando no gás dos folhelhos da China
BP entrando no gás dos folhelhos da China
A BP está em busca de parcerias com empresas chinesas para explorar os vastos depósitos de gás de folhelhos chineses.
Segundo os últimos levantamentos geológicos as reservas chinesas estão ranqueadas entre as maiores do mundo e participar dessa riqueza em um país faminto por energia é a prioridade da BP que tem uma experiência significativa nos folhelhos americanos.
Os problemas que a BP vai enfrentar são legais. Os direitos minerais na China são controlados pelas gigantes estatais chinesas daí a necessidade de parcerias no setor. As licitações em 2012 atraíram poucos interessados, todos chineses, que negociaram apenas 46% dos blocos oferecidos demonstrando a reticência, desconhecimento e medo dos investidores internacionais em relação aos negócios na China.
A BP China, segundo o seu Presidente ChenLiming, acredita que o domínio americano na área do gás deverá continuar por mais uma década, mas que após esse período a China será a nova força mundial. O principal motivo por trás da revolução energética chinesa, que tem data e hora para começar, é a necessidade urgente de substituir o carvão como a principal fonte energética do país. As plantas e termoelétricas movidas a carvão mineral chinesas são obsoletas e altamente poluidoras, causando talvez um dos maiores desastres ambientais da história do homem. Mudar é preciso.
Segundo os últimos levantamentos geológicos as reservas chinesas estão ranqueadas entre as maiores do mundo e participar dessa riqueza em um país faminto por energia é a prioridade da BP que tem uma experiência significativa nos folhelhos americanos.
Os problemas que a BP vai enfrentar são legais. Os direitos minerais na China são controlados pelas gigantes estatais chinesas daí a necessidade de parcerias no setor. As licitações em 2012 atraíram poucos interessados, todos chineses, que negociaram apenas 46% dos blocos oferecidos demonstrando a reticência, desconhecimento e medo dos investidores internacionais em relação aos negócios na China.
A BP China, segundo o seu Presidente ChenLiming, acredita que o domínio americano na área do gás deverá continuar por mais uma década, mas que após esse período a China será a nova força mundial. O principal motivo por trás da revolução energética chinesa, que tem data e hora para começar, é a necessidade urgente de substituir o carvão como a principal fonte energética do país. As plantas e termoelétricas movidas a carvão mineral chinesas são obsoletas e altamente poluidoras, causando talvez um dos maiores desastres ambientais da história do homem. Mudar é preciso.
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