segunda-feira, 26 de maio de 2014

O retorno da esmeralda

O retorno da esmeralda
Esta pedra verde já foi uma das mais importantes no mundo, rivalizando, em alguns casos, com o diamante.
Nos últimos anos a esmeralda praticamente foi eclipsada pelo diamante e desapareceu da mídia.
Somente agora, em 2014, que o mercado da esmeralda está voltando ao que já havia sido. Os preços da esmeralda estão em alta, superando praticamente todas as outras pedras preciosas, perdendo somente, para o diamante bom. O que alavanca os preços é uma forte procura vinda da China e a falta de novas minas necessárias para suprir a demanda. Quarenta por cento das compras atuais estão vindo da China onde as pedras verdes como o Jade e a esmeralda são altamente consideradas há milênios.

A tendência é de uma subida de preços ainda mais pronunciada. O governo de Myanmar, o maior produtor de jade do mundo, paralisou a grande mina mecanizada de Hpakant. Este distrito mineiro é famoso pelas suas jadeítas de altíssima qualidade onde trabalhavam 90.000 pessoas segundo um senso de 2012.
O jade de Hpakant é lavrado a séculos e está cercado de controvérsias e acusações de impactos ambientais e de devastações florestais. Até o Governo Obama está ameaçando proibir o comércio deste jade alegando falta de democracia em Myanmar. Joalherias famosas como Cartier, Tiffany e Signet boicotam o jade de Myanmar. Em 2013 o faturamento do jade de Hpakant foi de  US$297 milhões uma das principais rendas do pobre país.

Com o fim iminente do jade de Hpakant, os preços da esmeralda irão subir à estratosfera. Até agora os preços já subiram quase 100%.
Uma alta muito mais importante irá ocorrer assim que os estoques chineses acabarem.

Se você é dono de uma mina de esmeralda abra o olho, pois lucros extraordinários poderão surgir em um futuro próximo. 

Na foto uma peça de jade, extraída em Hpakant, é inspecionada por compradores : REUTERS/Aung Hla Tun

Novas minas de diamante aluvionar na África do Sul

Novas minas de diamante aluvionar na África do Sul
A Rockwell Diamonds que opera pequenas minas aluvionares no Rio Orange estará lavrando, em breve, o seu projeto Wouterspan.
A empresa está desenvolvendo soluções criativas para colocar o aluvião diamantífero em produção sem grandes investimentos. Rockwell já produz uma média de 240.000m3 de aluvião por mês e pretende ampliar a produção para mais de 500.000m3.
Somente Wouterspan deverá adicionar 350.000m3 por mês à equação.
Mesmo sem informar quais serão os principais pontos da estratégia, sabe-se que o processo a ser usado na nova mina envolve uma separação por densidade, peneiramento e raio-X de grandes volumes.
Em Wouterspan o minério é o cascalho do Rio Orange acumulado em paleocanais com recursos de 42 milhões de metros cúbicos e teores médios de 0,70ct/100m3. O diamante do Orange tem um preço médio de US$2.029,00 por quilate.

As minas da Rockwell produzem, frequentemente, diamantes acima de 100 quilates (foto) atingindo, até agora, o máximo de 287ct, que adicionam enorme valor ao fluxo de caixa da mineradora.

Mineração chinesa produziu 3,7 bilhões de toneladas de carvão e matou 69.000 mineiros em 2013

 
Os números chineses são, quase sempre, maiúsculos. No caso da mineração de carvão o número de mortes é assustador.

Em 2004 morreram 136.700 mineiros e em 2013 esse número caiu quase 50% para 69.000. Ou seja, a cada 53.000 toneladas de carvão lavradas morre um mineiro na China. Esse número é simplesmente absurdo e retrata a baixíssima qualidade e segurança das minas chinesas de carvão.

Não é a toa que o governo chinês está fechando milhares de minas de carvão em todo o país. Muitas dessas “minas” não passam de pequenos garimpos, geralmente coordenados por uma família. Elas não usam tecnologia e conceitos avançados. Daí o elevado número de problemas.
Em decorrência deste cenário perturbador mais de 2.000 minas de carvão serão fechadas até 2015.

Mesmo assim ainda restarão mais de 10.000 minas em operação.
A política governamental está causando efeito e, até o dia 20 de maio, foi registrada uma queda de 19% no número de mortes que estavam, então, contabilizadas em “apenas” 319.

Você quer conhecer uma verdadeira mina de diamantes em Las Vegas? Faça o tour virtual de Diavik!

Você quer conhecer uma verdadeira mina de diamantes em Las Vegas? Faça o tour virtual de Diavik!
A Rio Tinto estará lançando o seu Oculus Rift  em Las Vegas, no maior evento da joalheria do diamante mundial, em 27 de maio. O Oculus Rift  é uma tecnologia revolucionária que permitirá ao usuário um verdadeiro tour virtual à mina de Diavik no Canadá.

Se você quer conhecer a espetacular mina sem ter que enfrentar uma viagem ao ártico é só chegar ao stand da Rio Tinto em Las Vegas.

Foto: Trevor MacInnis

Beadell encontra 162,8 g/t Au em Duckhead no Amapá


Beadell encontra 162,8 g/t Au em Duckhead no Amapá

A Beadell Resources afirmou hoje (26) que encontrou teores de até 162,8 g/t Au em resultados adicionais da sondagem do principal filão do depósito Duckhead. Segundo a empresa, esse resultado está incluido do furo FVM354, que tem 19 metros com 62,8 g/t de ouro. Outro furo, com 27 metros @6,2 g/t Au, inclui 5 m@24.6 g/t Au. O depósito pertence à mina de ouro e minério de ferro Tucano, no Amapá.