domingo, 13 de julho de 2014

CRISOBERILO

CRISOBERILO

Óxido de Berilo e alumínio (BeAL2O4). Composição química: BeO 19,8% + ALO 80,2%. Sistema cristalino: ortorrômbico, cristais prismáticos geminados, tabulares por penetração, adquirindo a aparência exagonal. As faces são estriadas verticalmente. Variedades: alexandrita e crisoberilo olho-de-gato. A alexandrita a luz do dia é verde e, com luz artificial, torna-se vermelha. O crisoberilo olho-de-gato (cimofana) tem esse nome devido ao fato de lembrar a pupila rasgada de um gato, quando a pedra é talhada em cabochão, produz um efeito ondulante, ou seja, uma linha luminosa de cor branco-prateada, conhecido pela designação de acatassolamento (chatoyance). Cor: amarelo-ouro, verde-amarelado, pardo, castanho ou cinzento. Dureza: 8,5. Densidade: 3,70. Cor do rastro: branco. Clivagem: imperfeita. Fratura: fraca, concóide. Transparência: transparente a translúcida. Brilho: vítreo a graxo. Fusibilidade: infusível. É um mineral raro. Ocorre em rochas magmáticas graníticas, nos pegmatitos e micas xistos. Frequentemente nas areias de rios e cascalhos. São pedras preciosas. As variedades alexandritas e olho-de-gato são de alto valor. Crisoberilo significa berilo dourado. O nome cimofana deriva de duas palavras gregas, significando “onda” e “parecer”, em alusão ao efeito acatassolamento (chatoyance). O nome alexandrita foi dado em homenagem ao Czar Alexandre II da Rússia.

BROCHANTITA

BROCHANTITA

Ou cobre oxidado. Um sulfato básico de cobre. Cu4SO4(OH)6. Cristalografia: ortorrômbico, bipiramidal. Cristais prismáticos, delgados e estriados verticalmente. Também em agregados maciços. Porcentagem: 67,3% CuO + 22,5% SO3 + 10,2% H2O. Dureza: 3,5 a 4. Densidade: 4. Clivagem: perfeita. Fratura: concoidal a irregular. Traço: verde pálido. Cor: verde da esmeralda ao verde escuro. Diafaneidade: transparente a translúcido. Brilho: vítreo gorduroso. Ocorrências: Encontra-se nas porções oxidadas dos veios de cobre e também sobre a parte superior dos jazigos alterados pelo ar ou águas de superfícies, apresentando carbonatos e óxidos de cobre. Um dos minerais mais importantes de cobre. Ocorre: Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Rio Grande do Sul e São Paulo. Amostra de Brochantita extraída no município de Jaguarari – Bahia, e doado pela mineradora Mineração Caraíba S.A.

Esmeraldas

3 tipos de qualidade de esmeraldas verdes diferentes são separadas da Mica preta em um processo contínuo. Separação manual substituída e usina de processamento aperfeiçoada.
Desde 2007, a máquina de separação óptica da TOMRA Sorting Solutions | Mining é usada para separar Esmeraldas de alta qualidade (Be3 Al2 Si6 O18) com vários tons de verde de Mica preta, substituindo a separação manual em Malysheva, na região de Yekaterinburg, Rússia.
O minério bruto (Run of mine) é alimentado dos recursos subterrâneos junto com o rejeito. Após ser britado, peneirado e lavado o minério é levado ao separador em tamanhos de -25/+5 mm. Ao substituir o processo de separação manual, a produtividade da usina de processamento melhorou significativamente.

A instalação do sistema de separação com base em sensores da TOMRA Sorting Solutions | Mining leva a uma estabilização da qualidade da produção bem como a um aumento significativo no rendimento, além de garantir à empresa operante um processo eficiente e altamente lucrativo com um tempo de paradas para manutenção mínimo.

VAI INVESTIR EM MINERAÇÃO DE ESMERALDA!!!

VAI INVESTIR EM MINERAÇÃO DE ESMERALDA!!!


O Garimpo de Esmeralda de Campos Verdes encontra-se no local denominado “Fazenda São João” no Município de Campos Verdes, Estado de Goiás. A cidade situa-se entre as coordenadas geográficas de 14º 15’ 28” sul, 49º 39’ 28” oeste, área: 441.702 km2, com uma população de 6.562 habitantes. O acesso principal ao Garimpo partindo de Goiânia, se dá através da Rodovia Estadual GO. 080, passando por Neropólis, Petrolina, Jesupolis, até se encontrar com a rodovia Federal Br. 153, passando por Jaraguá, Rianápolis, Ceres, Rialma, Jardim Paulista e chegando no Trevo de Itapaci, pegar a GO 154, em direção a Itapaci, Pilar de Goiás, Santa Terezinha até a chegada a Campos Verdes (mineração de esmeraldas).



Breve Histórico:

A ocorrência mineral deu-se por volta de 1980, na Fazenda “São João”, Distrito Sede do Município de Santa Teresinha de Goiás, quando o tratorista da Prefeitura Diolindo, ao patrolar uma estrada vicinal, viu aflorar um monte de pedras verdes no meio das raízes dos matos. Ao constatar que eram esmeraldas, milhares de garimpeiros, majoritariamente baianos, migraram para o local.



No período de 1981 a 1984, a população flutuante era de aproximadamente 35.000 pessoas, entre mantedores de serviços (patrocinadores de unidades produtivas), garimpeiros propriamente ditos, comerciantes de pedra e exploradores indiretos desse tipo de atividades.

Em 1987, após um plebiscito, o Garimpo se emancipou, passando a se chamar “Campos Verdes”, tendo ficado conhecido como a “Capital Mundial das Esmeraldas”. A primeira eleição para prefeito ocorreu em 1988, e o primeiro prefeito, Dr: Virmontes foi empossado em 1989.


Com o decorrer dos anos, a extração das esmeraldas foi ficando cada vez mais difícil; para ter uma idéia aclarada, existe mineradoras hoje, com shaft de até 450 metros de profundidade, tornado impossível à exploração por garimpeiros.
Uma nova era surgia no garimpo. As mineradoras começaram a se instalar e, diante do quadro institucional vigente, os trabalhadores locais procuraram se associar sob a forma preconizada, priorizando o sistema cooperativista, com o objetivo de facilitar o controle por parte dos órgãos oficiais sobre esse tipo de atividade.

Tipo de atividade

A atividade garimpeira é centenária no Brasil, e dela vem se ocupando uma fatia significativa da população nacional; aliás, com o agravamento da crise econômica do país, cada vez mais pessoas têm se ocupado dessa atividade.
A lavra garimpeira conduzida sob forma de cooperativismo é uma atividade recente no país. Está surgindo em conseqüência da legislação, e não espontaneamente, mesmo porque não existe uma cultura a esse respeito em nosso meio. Por conseguinte, esperam-se dificuldades na efetiva implantação do sistema do garimpo.

Mineração

Seleção de Áreas prioritárias para exploração de esmeraldas

Trabalhamos com objetivo de identificar Áreas com grande possibilidade de existência de mineralizações de esmeraldas, com reduzido risco, buscando uma parceria com os atuais proprietários, com aquisição de parte da mina através de investimento em operações de pesquisa de lavra.


1ª fase – OBTENÇÃO DE INFORMAÇÕES.
O trabalho teve início com a obtenção dos mapas atualizados das propriedades e de informações gerais sobre os respectivos proprietários.
No entanto, verificou-se que a coordenadas geográficas do mapa geológico da CPRM não estão na posição correta, devido ao fato de o mapa ter sido feito em 1984, sem auxílio do GPS, o que dificultou muito a localização exata das propriedades em planta.
Com os garimpeiros locais foram obtidos apenas mapas precários. Contudo, contamos com a colaboração do topógrafo Sr. Afonso e do agrimensor Agnel, que conhecem muito bem as propriedades.

2ª fase – ESTUDO REGIONAL:
Foi realizado um levantamento de campo para controle do GPS nas cinco faixas mineralizadas (“trechos”) com o objetivo de definir as posições dos corpos de xisto com esmeraldas e identificar as respectivas propriedades
a) trecho Velho: onde estão localizadas as duas maiores minas da região (Itaobi e Veraobi). Fica na ponta norte do trecho velho e corta a parte leste da faixa mineralizada.
b) trecho novo: Passa a parte leste do valetão (local de antigo afloramento de esmeralda), intensamente garimpado, E segue em direção a mineração PENERY, do grupo EMSA. O lado oeste situa-se à cabeceira do valetão, adjacente ao famoso garimpo do afloramento, e o lado leste é adjacente ao garimpo do “Nego Velho” (famoso pela imensa produção).
c) trecho do Netinho: Situa-se do lado leste do garimpo, existe grande possibilidade de concentração de esmeraldas. A última dela foi à mina São Geraldo, que produziu intensamente durante quase 4 anos e ainda continua produzindo.
d) trecho do Délio Braz: Trecho de mineralização paralelo aos outros trechos como: (Velho, Novo e do Netinho), situado a Oeste, estando a uma profundidade de 450 metros. A descoberta desse trecho abre perspectiva para o Sul de mineralização mais rasa e para o Norte rumo ao trecho do Kley. No entanto, é uma Área que exige grandes investimentos em sondagem e apresenta alto risco, por se tratar de uma região pouco conhecida.
E) Trecho do Kley: Foi descoberto em 2006, encontrando-se nesse trecho mineralizações nos níveis 48, 52, 128 metros de profundidade, constatando-se na sondagem, também, um outro corpo a 340 metros, ainda não alcançado. Supõe-se que esse nível é seqüência da Itaobi e Veraobi rumo Sul/Norte e paralelo a Mineração Peneri do grupo EMSA. O xisto (rocha matriz da esmeralda) é de excelente qualidade, conhecido como “pedra da louça”.

3ª fase-SELEÇÃO DE ÁREAS
Temos selecionado os locais de maior interesse buscando os proprietários que podem aceitar um acordo nas condições desejadas. Existem muitas ofertas de Áreas situadas fora do alinhamento das mineralizações, onde o risco do insucesso é grande. Também existem boas Áreas de pessoas desonestas e perigosas que não aceitam a forma de parceria proposta


BENEFICIAMENTO
Os xistos retirados das minas são trazidos ao solo através de “boroca de borracha” (tipo caldeirão com alça), contendo em média dois carrinhos de obra iguais aos dos pedreiros, pesando 80 kg. cada. Esse material vai direto para um lavador do tipo betoneira para tirar o excesso de terra; depois, vai para os catadores (as), que separam o material estéreo do mineralizado; em seguida vai para os classificadores, separando as esmeraldas de 1ª, de 2ª, boas, ruins e pretas.

LAPIDAÇÃO
O lapidário tem que ser um excelente profissional, pois um corte errado pode acabar com a pedra. O comprador estrangeiro é exigente, a mesa da pedra tem que ser baixa, com o fundo triangular e o rondizio sem lapidar. Tornando-a mais resistente para facilitar a cravação nas jóias.

COMERCIALIZAÇÃO
As particularidades do comércio de esmeraldas só puderam ser conhecidas através da prática, pois as pesquisas prévias de mercado não revelam a realidade. O investimento na compra de pedras e a ação afetiva de venda de nossos lotes mostram os seguintes parâmetros deste comércio:

(a) Pedras de1ª lapidadas: para joalheiros e traders;
(b) Pedras de 1ª brutas: trades;
(c) Pedras boas de 2ª brutas: para trades e indiano;
(d) Pedras ruim de 2ª brutas: para o mercado indiano;
(e) Pedras pretas de 2ª brutas: para o mercado indiano;
Este esquema, definido através de nosso levantamento, resume as linhas de ação para uma melhor comercialização de pedras.

GARIMPE E PAGUE
Ao chegar a Campos Verdes, poderão comprar um carrinho de xisto, lava-lo na própria mina e tentar a sorte. Tem carrinho de 10, 20, 50 e daí por diante,vai depender do que a mina estiver produzindo e do seu preço de venda. Antes de vir, ligue para a cooperativa e certifique-se de que eles estão disponíveis.

TURISMO NAS MINAS DE ESMERALDAS
Vindo a Campos Verdes vocês poderão conhecer, no subsolo das minas, o tão famoso berço das esmeraldas. É permitido, inclusive, tirar fotos! E, para quem gosta de esporte, rapel e escalada no nosso subsolo são bons programas!






ARTESANATO
A Coop-Camp touxe do Rio de Janeiro, da Bahia e do Rio Grande do Sul excelentes profissionais com o objetivo de profissionalizar a mão de obra ociosa de Campos Verdes, transformando o rejeito das esmeraldas em verdadeiras obras de arte.


VIDA UTIL DO GARIMPO
É quase impossível prever a duração (a vida útil) do garimpo, pois esse tipo de atividade depende muito dos resultados obtidos. Geralmente, quando há noticia do encontro das gemas em maior quantidade, acontece um súbito aumento de serviços, com a reativação de várias frentes de trabalho. Existem também aqueles persistentes, que raramente paralisam seus serviços, mesmo diante de prolongados insucessos. A vida útil do empreendimento dependerá dos resultados obtidos nas pesquisas, para terem uma idéia aclarada, existem minas que já exploram esmeraldas a mais de 14 anos.

Turmalina Paraíba é a mais cara do mundo

Turmalina Paraíba é a mais cara do mundo


Um grama da turmalina paraíba pode ultrapassar 100 mil dólares. Mais rara e mais cara do que a maioria dos diamantes, a pedra está entre as dez gemas mais caras do mundo. Cada quilate chega a valer US$ 50mil.
“Mas, afinal, o que significa a palavra paraíba?”, pergunta o Financial Times. Uma reportagem do diário financeiro britânico revela que o azul da turmalina retirada da mina da Batalha, no interior da Paraíba, virou moda na Europa. A coloração incandescente e única deve-se a uma combinação de traços de cobre e manganês dentro da pedra. Assim, paraíba tornou-se denominação de um tipo de azul, único no mineral encontrado por aqui.
A turmalina paraíba é utilizada pela grifes brasileiras Amsterdan Sauer e H. Stern, além das internacionais Dior e Tiffany & Co UK.

Anel da Amsterdam Sauer: 15,25 quilates em turmalina Paraíba e 2,59 quilates em diamantes. Montado em platina custa R$ 1,170 milhão.