terça-feira, 22 de julho de 2014

Diamantes do médio rio Jequitinhonha, Minas Gerais

Diamantes do médio rio Jequitinhonha, Minas Gerais: qualificação gemológica e análise granulométrica





RESUMO
Os depósitos aluvionares da bacia do Rio Jequitinhonha, em Minas Gerais, constituíram a fonte da maior parte dos diamantes produzidos no Brasil desde 1714 até meados da década de 1980. Essa importância histórica e econômica motivou a apresentação dos dados quanto à granulometria e qualificação gemológica dos diamantes nas áreas de concessão das mineradoras Tejucana e Rio Novo. Em adição, a amostragem adquirida em 14 pontos ao longo do rio é instrumental para a composição de um banco de dados, tendo em vista a identificação da origem de populações de diamantes. No mega-lote estudado, constituído por 186.052 pedras (17.689 ct), merece ser destacada a grande proporção (82,2%) de diamantes gemológicos.
Palavras-chave: Rio Jequitinhonha, diamante, distribuição granulométrica, qualidade gemológica.

ABSTRACT
The Jequitinhonha River basin alluvial deposits, in Minas Gerais, were the source of most of the Brazilian diamond production since 1714 until the last middle eighties. This historical and economical importance is in itself a reason to publish grain-size and gemological quality data concerning the diamonds of the Tejucana and Rio Novo mining companies concession areas. In addition, extensive sampling (186,052 stones or 17,689 ct) on 14 locations along the river can contribute to create an important database to identify the origin of different diamond populations. Among other observations, the high proportion (82,2%) of gem diamonds should be stressed.
Keywords: Jequitinhonha River, diamond, grain-size distribution, gemological quality.



1. Introdução
Diamantes foram descobertos no Brasil nas proximidades de Diamantina, centro-norte de Minas Gerais, ao início do século XVIII. Nesse contexto, a bacia hidrográfica do rio Jequitinhonha se destaca por sua importância, não só histórica, como também comercial, uma vez que a maior parte dos diamantes daquele distrito foram produzidos sobre tal bacia, nas suas porções superior e média. No médio curso do rio Jequitinhonha, os aluviões são mais largos, permitindo a operação de grandes dragas de alcatruzes, como as das mineradoras Tejucana e Rio Novo, ao contrário do que ocorre no seu alto curso. O objetivo do presente trabalho é apresentar os dados quanto a granulometria e qualidade comercial referentes à produção de diamantes do Médio Jequitinhonha. Além disso, busca-se compor um banco de dados que apóie o desenvolvimento de um modelo para a identificação da origem de diferentes populações de diamantes.

2. Depósitos diamantíferos do rio Jequitinhonha
Na porção superior do rio Jequitinhonha, os vales são apertados, freqüentemente formando canyons entalhados sobre as rochas quartzíticas da serra do Espinhaço. Nessa área, como a largura dos aluviões raramente excede os 20 m, somente atividades garimpeiras são viáveis. A partir da localidade de Mendanha (Figura 1), o rio ganha o seu médio curso, desenvolvendo aluviões mais largos, muitas vezes com o flat alcançando 1.000 m de largura, onde as companhias Tejucana (atualmente com os serviços interrompidos) e Rio Novo operam diversas dragas de alcatruzes, acompanhadas, respectivamente, de dragas de sucção (Figura 2). No processo minerador, a draga de sucção segue à frente retirando o capeamento arenoso, estéril, enquanto a draga de alcatruzes, em seguida, escava, recolhe e trata o cascalho basal do depósito, rico em diamantes (ouro também é recuperado como subproduto).






A lavra de diamantes aluvionares do rio Jequitinhonha abrange exclusivamente sua calha atual, de idade recente a sub-recente. A fonte desses diamantes está concentrada nos conglomerados proterozóicos intercalados na Formação Sopa-Brumadinho, aflorantes em porções altas da serra do Espinhaço nas cabeceiras do rio e sua margem oeste (Figura 1), constituindo, assim, um novo ciclo geológico de erosão-deposição. A forte queda no gradiente do rio, com altitudes entre 1.200-1.500 m no espigão serrano para 700-600 m na área da jazida, fez com que os diamantes fossem reconcentrados nesse trecho aluvionar estudado (Figura 3-A). Na área de concessão da Mineração Rio Novo, mais ou menos na parte central do depósito (em termos longitudinais), a espessura média do cascalho mineralizado é de 4 m, para uma cobertura estéril que, em geral, alcança porte similar (Figura 3-B).



 
3. Identificação da fonte de lotes de diamantes
Desde quando foi percebido que a produção diamantífera de certos países africanos, como Angola, Serra Leoa e Congo, estava atrelada ao financiamento de grupos engajados em guerras civis locais (os chamados conflict diamonds, também conhecidos em português como "diamantes-de-sangue"), uma campanha internacional patrocinada pela ONU tem procurado impor sanções à importação de material desses países. Além disso, a comunidade consumidora, sentindo-se moralmente abalada por tais acontecimentos, estimulou a pesquisa de propostas científicas visando a conhecer a real procedência dos lotes de diamantes, para evitar que essa produção chegasse aos grandes centros lapidadores. Entretanto, logo ficou claro que inexistiam metodologias científicas seguras capazes de identificar tal procedência (Janse, 2000; Shigley, 2002).
Desde longa data se tem percebido que diferentes depósitos diamantíferos, desde os primários, mostram particularidades específicas (Lewis, 1887). Nesse sentido, as médias de tamanho, valor ou qualidade gemológica, a freqüência relativa de formas cristalográficas, a presença de certas variedades, bem como outras propriedades químicas afins, poderiam ser relacionados com certos depósitos ou áreas diamantíferas. Estudos nesse sentido foram inicialmente propostos para alguns kimberlitos sul-africanos (Harris et al., 1975, 1979), norte-americanos (Otter et al., 1994) e para os pláceres costeiros da Namíbia (Sutherland, 1982). No Brasil, estudos semelhantes incluíram os diamantes da mina de Romaria - Triângulo Mineiro (Svisero & Haralyi, 1985), do rio Tibagi - Paraná (Chieregatti, 1989) e da serra do Espinhaço - norte de Minas Gerais (Chaves, 1997; Chaves et al., 1998).
Diversos autores (Chambel, 2000a,b; Chaves et al., 1998; Janse, 2000; Shigley, 2002) procuraram enfatizar que os diamantes de determinado depósito têm uma história geológica comum e, assim, devem possuir características que são "únicas" para cada depósito. Documentando tais características, elas poderiam conduzir à identificação do local de origem do lote de diamantes. Para isso, entretanto, precisa-se envolver análises estatísticas sobre populações de diamantes com grande número de indivíduos e os resultados precisam de ser compilados dentro de um programa de dados para cada área produtora de diamantes do mundo. Tal assinatura mineralógica, ainda que bastante fácil de se obter nas jazidas em fontes primárias, torna-se mais complicada em relação aos depósitos secundários, muitas vezes dispersos sobre grandes regiões. A apresentação dos dados referentes aos aluviões do rio Jequitinhonha pretende ser uma contribuição a tal proposta.

4. Discussão dos dados
Na área da Cia. Tejucana, os dados utilizados, no presente estudo, compõem-se de 14 parcelas correspondendo à produção mensal de cinco dragas (T1-T5), quando em plena operação nas décadas de 1980-90 (Figura 1, Tabela 1). Tal produção foi classificada originalmente pelos técnicos dessa companhia em termos granulométricos e comerciais, nos quatro grupos principais: (1) diamantes gemológicos de 1ª qualidade, (2) diamantes gemológicos de 2ª qualidade, (3) chips e (4) diamantes industriais. Os chips correspondem a diamantes de qualidade gemológica inferior, por apresentarem cristalização irregular ou geminada (Chaves & Chambel, 2003). Nesse trabalho, os diamantes de melhor qualidade (1ª/2ª) foram agrupados constituindo os diamantes "gemas", conforme referido nas Tabelas 3, 4 e 5.
Em relação aos estudos realizados na área de concessão da Mineração Rio Novo, somente duas amostragens foram utilizadas (janeiro e junho/1994), referentes a cerca da metade da produção mensal em porções distintas do setor de lavra conhecido como "Lagoa Seca" (jusante e montante), um distando do outro cerca de 1.000 m (Figura 1). Tal produção era proveniente de uma das duas dragas em operação pela companhia ("Maria Bonita"), pois, desde 1989, a mesma trabalhava também com a draga "Chica da Silva" (ou T1), adquirida da Mineração Tejucana. Para melhor entendimento das análises fornecidas, o trecho estudado do rio Jequitinhonha foi ainda dividido em dois setores, designados de "bloco montante" e "bloco jusante".
Há que se lamentar a falta de dados entre as localidades de Mendanha e Maria Nunes, onde os teores com certeza foram maiores por estarem logo à frente do espigão serrano (Figura 1). Sem dúvida, nesse trecho do rio Jequitinhonha, os serviços estavam concentrados na época da Coroa Portuguesa, a julgar pelos relatos de Mawe (1812) e Eschwege (1833). Com os dados fornecidos na Tabela 1, a impressão inicial é de que não existe correlação entre a distribuição das médias de peso/tamanho das pedras com o distanciamento de montante para jusante. Ainda que se verifique uma drástica diminuição desses valores desde o ponto 1 (resultando em 3 pedras para cada quilate) até o ponto 14 (19 pedras/ct), nos pontos intermediários os dados apresentam-se aparentemente caóticos.
Dessa maneira, poder-se-ia, em princípio, deduzir que as distribuições granulométricas, bem como os teores em diamantes, são bastante variáveis, provavelmente em dependência do posicionamento das cabeceiras dos tributários da margem esquerda do rio (Tabela 1 - Coluna 5). Produções (e teores) maiores determinariam o quanto de superfície tal sub-bacia teria drenado áreas de afloramento do Conglomerado Sopa. Entretanto, juntando-se os dados para trechos maiores do rio, conforme a coluna 6 da mesma tabela, observa-se uma notável regularidade na diminuição das médias de tamanho das pedras, desde 5,17 pedras/quilate na área de lavra da T3 - no início do bloco montante, até 19,36 p/ct na área da T4 - ao final do bloco jusante.
Em termos de granulometria (Tabela 2), a faixa preferencial, em função do peso dos diamantes (a qual se considera como a melhor maneira de se interpretar os dados), está concentrada no crivo [>12 <19], a qual inclui diamantes de peso médio de 0,33 ct, com a média geral de 35,3%. Interessante lembrar que tal classe, conhecida no meio comercial como 3/1 (três pedras por quilate), apresenta valores médios bastante apreciáveis de comercialização, pois ela é largamente utilizada na confecção de brilhantes de pequeno porte (@0,10 ct), os mais procurados em termos de "volume" de vendas em joalherias.
Em relação às qualidades gemológicas dos lotes (Tabelas 3, 4, 5), algumas observações se destacam: (1) em função do peso, a classe de granulometria [>12 <19] também apresenta amplo predomínio em termos de diamantes gemológicos de alta qualidade, variando entre 19,6-31,0%, com média de 26,5% para este crivo nos sete pontos do bloco montante, e 10,1-27,8% no bloco jusante (média de 20,2%); (2) a média total de diamantes lapidáveis (gemas + chips) atingiu o máximo de 93,5% (Ponto 3 - bloco montante), com média geral de 82,2% sobre o "mega-lote" (todos os 14 pontos), pesando 17.689 ct, com 186.052 pedras.

5. Considerações finais
As mineradoras Tejucana e Rio Novo representam raríssimas excessões no cenário nacional, no sentido de operações racionais e organizadas de lavras diamantíferas. O estudo dos dados de produção dessas empresas, por conseguinte, constitui uma excelente oportunidade de se trabalhar com dados precisos e confiáveis, para uma atividade em geral desorganizada e dominada por atividades garimpeiras. Ressalte-se também o fato de que ambas as mineradoras estão com suas reservas à beira da exaustão, tornando o estudo ainda mais premente. As populações de diamantes, ora estudadas, serão ainda úteis na criação de um grande banco de dados, visando a conhecer a proveniência geográfica de lotes de diamantes através de suas características mineralógicas.
Os diamantes do Médio Jequitinhonha, assim, embora de tamanhos médios bastante reduzidos e constituírem uma parcela ínfima da produção mundial (considerando uma produção mundial de 100.000.000 ct/ano e a produção do rio Jequitinhonha em 100.000 ct/ano - isto significaria 0,1% daquele montante), podem ser considerados bastante interessantes pelos seus conteúdos histórico e comercial. Afinal, a bacia desse rio foi por quase 160 anos, a maior produtora mundial de diamantes. Além disso, tal produção representa uma das maiores freqüências médias mundiais de diamantes gemológicos (82,2%, conforme demonstrado). Por isso, ainda atualmente a cidade de Diamantina constitui um importante pólo de comercialização de diamantes em termos internacionais.

6. Agradecimentos
Agradecimentos especiais são direcionados à Min. Tejucana na pessoa de seu diretor, Eng. Fernando Vieira (Diamantina), pelo acesso aos dados dessa mineradora e autorização para publicação dos mesmos, bem como à Min. Rio Novo e ao seu geólogo-chefe à época, Dr. Ronald Fleischer (Belo Horizonte), pelas facilidades e gentilezas prestadas.

3 tipos de qualidade de esmeraldas verdes diferentes são separadas da Mica preta em um processo contínuo

3 tipos de qualidade de esmeraldas verdes diferentes são separadas da Mica preta em um processo contínuo. Separação manual substituída e usina de processamento aperfeiçoada.
Desde 20012, a máquina de separação óptica da TOMRA Sorting Solutions | Mining é usada para separar Esmeraldas de alta qualidade (Be3 Al2 Si6 O18) com vários tons de verde de Mica preta, substituindo a separação manual em Malysheva, na região de Yekaterinburg, Rússia, e no Brasil Carnaíba Bahia, aonde se extrai milhões de reais dia de esmeralda de alta beleza e qualidade, e 99% dos compradores são gringos.
O minério bruto (Run of mine) é alimentado dos recursos subterrâneos junto com o rejeito. Após ser britado, peneirado e lavado o minério é levado ao separador em tamanhos de -25/+5 mm. Ao substituir o processo de separação manual, a produtividade da usina de processamento melhorou significativamente.

A instalação do sistema de separação com base em sensores da TOMRA Sorting Solutions | Mining leva a uma estabilização da qualidade da produção bem como a um aumento significativo no rendimento, além de garantir à empresa operante um processo eficiente e altamente lucrativo com um tempo de paradas para manutenção mínimo.

Os diamantes são recuperados após a liberação e concentração gravítica

Os diamantes são recuperados após a liberação e concentração gravítica com o uso de propriedades físicas que são inerentemente diferentes das dos minerais ganga ali presentes. Estas propriedades são luminescência de raios-X, densidade atômica e transparência.
Um fluxograma abrangente de recuperação de diamantes consiste de separadores para remoção de impurezas, recuperação primária, limpeza, re-concentração e separação individual de partículas.
Nossa linha de separadores GEM abrange cada etapa de um típico fluxograma, desde
  • baixa a elevada capacidade
  • alimentações secas ou úmidas
  • alimentações aluviais e kimberlíticas e uma variedade de tecnologias de detecção como
  • Fluorescência de raios-X
  • Transmissão de raios-X
  • Óptica
  • Eletromagnética.
Em aplicações de re-tratamento de aterro de rejeitos para recuperação, nossos separadores GEM Mid XRT e COLOR podem beneficiar até 25 t/h em tamanhos de -35/+1,5 mm, recuperando mais de 99% dos Diamantes por valor. Várias instalações por todas as minas de Diamante sul-africanas são prova do valor que estas unidades separadoras podem agregar a qualquer operação.

Estudo de caso de separação de diamantes

A empresa Etruscan Diamonds opera um sistema móvel de separação de diamantes da TOMRA Sorting Solutions | Mining em Tirisano, sua mina próxima a Ventersdorp, na África do Sul. Um contêiner de separação de diamantes está instalado temporariamente ali. Esta instalação móvel de separação de diamantes no local contém um sistema de separação óptico da TOMRA Sorting Solutions | Mining. Ele é capaz de detectar por exemplo, diamantes que passariam despercebidos por tecnologias tradicionais de separação. O reprocessamento de aterro de rejeitos recuperados só é viável se for possível movimentar grandes quantidades de material em um curto período de tempo. A separação óptica torna possível detectar os diamantes que restam com base em sua transparência e extraí-los de forma seletiva a uma taxa de produção muito elevada. Na África do Sul, são muitas as minas de diamante que têm pilhas de rejeitos contendo diamantes de baixa luminescência ou não-luminescentes, os quais poderão ser recuperados de modo rentável usando a tecnologia de separação de diamantes.
Isto é uma vantagem. São os desafios e os problemas de nossos clientes que nos inspiram a buscar por novos horizontes. Isso inclui não apenas opções de tecnologia, mas também desafios diários de gerenciamento e execução. O resultado são sistemas de separação não apenas inovadores, mas que também diariamente provam o seu valor no ambiente robusto da mineração.
 

Diamante São Gonçalo do Abaeté

Diamante
1,5
R$
Milhão
São Gonçalo do Abaeté
Gar Mineração Comércio Importação e Exportação

A Gar Mineração Comércio Importação e Exportação investiu na mina São Gonçalo do Abaeté, em São Gonçalo do Abaeté (MG), um total previsto de R$ 1.000.000,00 sendo que o valor destinado às operações existentes foi de R$ 800.000,00 e o destinado à expansão e novos projetos, R$ 200.000,00. Já o investimento total previsto em 2014 será de R$ 1.500.000,00, o valor destinado às operações existentes, R$ 1.000.000,00 e o reservado à expansão e novos projetos, R$ 500.000,00. Os recursos estão sendo repassados, tanto em 2013 quanto em 2014, para o Projeto Expansão Abaeté.

O investimento em exploração geológica em 2013 foi de R$ 60.000,00 e o previsto para 2014 é de R$ 200.000,00. Na aquisição de equipamentos e sistemas, o previsto para 2013 era a compra de duas bombas de alta pressão 4 polegadas – 150 metros de canos de 4 polegadas. Na planta, o previsto em 2013 era de uma planta de concentração gravimétrica composta por 2 jigues. Em 2014, serão duas plantas de concentração gravimétrica composta por 2 jigues.

O investimento em 2013 em programas de segurança foi de R$ 12.000,00 e o valor continua o mesmo para 2014. Na lavra, as melhorias planejadas para 2014 serão um caminhão VW 13.180; 1 caminhão Cargo 1416; 1 caminhão Mercedes-Benz 1113.

Na planta de beneficiamento, em 2013 o programado era a implantação de mais uma planta de beneficiamento. Em preservação ambiental, o investimento programado em 2013 foi de R$ 12.000 enquanto que em 2014 esse valor será de R$ 18.000. Na manutenção da frota móvel de equipamentos de lavra, a previsão de gastos em 2013 foi de R$ 150.000,00 e o previsto para 2014 está na ordem de R$ 180.000,00. Na manutenção da planta de processos, a previsão de gastos em 2013 foi de R$ 18.000,00 sendo que em 2014 esse valor passará a ser de R$ 24.000,00. 

1,5
R$
Milhão
Coromandel
Gar Mineração Comércio Importação e Exportação


A Gar Mineração Comércio Importação e Exportação, detentora da mina Coromandel, em Coromandel – MG, teve um investimento total previsto em 2013 de R$ 1.000.000. O valor destinado às operações existentes foi de R$ 600.000 e o destinado à expansão e novos projetos, R$ 400.000. O projeto que recebeu tais recursos é o Projeto expansão Coromandel.

Para 2014, o investimento total previsto é de R$ 1.500.000, o valor destinado às operações existentes de R$ 1.000.000 e o destinado à expansão e novos projetos, R$ 500.000. Nesse ano o Projeto Expansão Coromandel continuará recebendo os recursos.

Em exploração geológica, o previsto para 2013 é de R$ 120.000 e para 2014 de R$ 200.000. A aquisição de equipamentos para 2013 estava planejada para compra de duas bombas de alta pressão 4 polegadas – 200 m de canos de 4 polegadas.

Na planta, o previsto para 2014 é uma planta de concentração gravimétrica composta por 2 jigues. Os investimentos em programas de segurança em 2013 chegaram a R$ 12.000 e o valor se mantém em 2014.  Para preservação ambiental, o programado para 2013 chegava em R$ 12.000. Já em 2014 o valor investido está em R$ 18.000.

Na manutenção da frota móvel de equipamentos de lavra, a previsão de gastos em 2013 foi de R$ 120.000 e o previsto para 2014 será de R$ 150.000. Na manutenção de planta de processos, em 2013 os gastos programados estavam em R$ 15.000,00 e em 2014 o investimento previsto está em torno de R$ 24.000,00

Oportunidade: Braziron tem relatório final aprovado pelo DNPM

Oportunidade: Braziron tem relatório final aprovado pelo DNPM
A australiana Braziron cujos principais acionistas são brasileiros teve o seu relatório final, do Projeto Urubu, aprovado pelo DNPM.

Trata-se de um jazimento de 447  milhões de toneladas a 25,3% de minério de ferro na Bahia cuja concentração é simples e barata e não tem contaminantes. A jazida do Urubu fica as margens do Rio S. Francisco que será utilizado para o transporte dos concentrados com 65%Fe. A empresa planeja, também, produzir ferro gusa o que vai adicionar valor aos seus produtos.

Com a aprovação do DNPM, o valor de mercado da Braziron deverá subir exponencialmente. Essa subida, que pode superar 10 vezes o valor de hoje, deve torná-la em um investimento ímpar, sem igual.

Hoje a empresa vale, apenas, o valor que ela tem em caixa: US$6 milhões. Trata-se de uma das raras oportunidades do momento.

A empresa deverá apresentar o seu plano de lavra nos próximos meses.