Uma péssima escolha!
A falta de visão do Governo Dilma em escolher os seus representantes e expoentes é simplesmente notória.
Pelo menos metade dos eleitores do Brasil sonham com nomes
representativos, fortes, que possam representar o país e o partido que
bem (ou mal) gerencia a Nação.
A outra metade já não espera mais nada...
Mas a nossa Presidenta continua, sistematicamente, demonstrando uma
total falta de sintonia com os anseios do povo, com os seus eleitores e
com o mercado.
Foi com essa abissal falta de sensibilidade que ela aprovou para o Banco
do Brasil um nome popular entre as páginas de escândalos, Anthony
Garotinho, que obviamente derrubou as ações do BB assim que a sua
nomeação foi publicada. A Presidenta, obviamente nada aprendeu e indicou
um total desconhecido para o Ministério da Pesca. Desta vez foi o
despreparado Helder Barbalho, um jovem político cujo maior patrimônio é o
nome Barbalho, mas que, apesar da pouca idade, carrega no currículo
muitas ações penais e a prefeitura da importante Ananindeua (você
conhece?).
A lista de nomes inócuos, de políticos meia-bocas parece não ter fim.
Chega a ser ridículo como podem ser listados tantos “valores” elevados na menos 1...
Quem sabe isso não seja uma das poucas “virtudes” do PT da era Dilma.
Bons tempos em que víamos nomes realmente representativos que, no
mínimo, despertavam o respeito do povo e do mercado. Podíamos até sonhar
com uma administração digna...
Parece que a Presidenta se esmera em encontrar políticos despreparados para gerenciar pastas e empresas importantes.
O caso do Ministério de Minas e Energia é gritante. Veja a seguir e clique em continuar...
Bendine
Continuação de Bendine, uma péssima escolha! ...
O caso do Ministério de Minas e Energia é gritante.
Ela foi buscar uma figura que sabe muito da venda de carros, mas pouco
ou nada sabe de mineração ou de energia, para liderar um dos mais
importantes Ministérios: o ex-governador do Amazonas Eduardo Braga.
Braga foi lançado aos lobos em um cenário de apagão e crise hídrica sem
precedentes, substituindo um dos piores Ministros de Minas e Energia da
história do Brasil (já foi tarde), cujos “feitos” ainda estão para ser
desvendados pela Operação Lava a Jato e outras investigações policiais.
Pobre Ministro Braga. Está mais perdido que cego em tiroteio...
E, agora para completar, a cereja do bolo de Dilma: Bendine.
Bendine ou Aldemir Bendine é um diligente e bem sucedido engenheiro,
ex-presidente do Banco do Brasil que carrega no seu currículo uma gestão
considerada por muitos como excelente.
Ele também tem algumas histórias como o empréstimo à Val Marchiori de
R$2,7 milhões, bastante controvertido, que quase o implodiu no BB.
Como outros expoentes do PT, Bendine também carrega uma dose de cinza no
seu CV. Ele não conseguiu comprovar a procedência de fundos e teve que
pagar uma multa substancial à Receita Federal.
Mas esse não é o ponto, afinal somos todos humanos...
O problema é que Bendine é cria de um banco. Ele só conhece uma
petroleira através dos muitos empréstimos concedidos pelo BB à
Petrobras, mas o conhecimento para por aí.
O dia em que ele tiver que decidir sobre o futuro do petróleo brasileiro
e for confrontado com termos como traps, reservatórios, anomalias
geofísicas, domos de sal, diapirismo, capex, fracking, probabilistic
analisys, surgência, anomalia gravimétrica, sísmica, falhas lístricas,
rocha fonte, migrações etc...ele, com certeza, vai engasgar. Afinal,
Bendine não é da área...
Não será culpa dele, mas sim da total falta de sensibilidade de um governo que acredita na mais absoluta inverdade: que qualquer um pode gerenciar a maior empresa de petróleo da América do Sul.
Uma falácia que está nos custando centenas de bilhões de dólares e que está longe de ser estancada.
Para Bendine, o ficam os nossos conselhos:
1-Busca a assessoria dos melhores funcionários de carreira que ainda estejam disponíveis.
2-Traga um assessor do BB que você confie plenamente para ser o teu auditor chefe e plenipotenciário.
3-Feche os ouvidos (isso vai ser difícil) para o Planalto.
4-Pense no Brasil antes de decidir qualquer coisa...
Sucesso!
China: mais de um terço das minas de minério de ferro foram paralisadas em 2014
A guerra do minério de ferro deixou profundas marcas na mineração
chinesa. Mais de 30% dos mineradores tiveram que paralisar os seus
empreendimentos cujos custos eram superiores aos preços do minério de
ferro.
O resultado é traduzido em dezenas de milhões de toneladas que foram deixadas de produzir em 2014.
Para 2015 a situação não é melhor. Espera-se que o país deixe de produzir em torno de 100 milhões de toneladas.
Chile reduz exportações de cobre em 2014
Segundo o Banco Central do Chile as exportações de
cobre atingiram em 2014, US$38,7 bilhões, uma queda de 3,5% sobre o ano
de 2013.
O Chile talvez tenha um desempenho pior em 2015. Os preços estão
instáveis e as novas leis da água obrigarão as mineradoras a fazer
grandes investimentos que poderão inviabilizar várias operações.
O aumento da produção não foi comum a todas as mineradoras. A gigantesca
mina de Escondida, por exemplo, teve uma queda de produção de 2,4%.
A economia do Chile, que depende do cobre para crescer, consequentemente teve um desempenho modesto em 2014, crescendo 1,8%.
Menor número de sondas nos Estados Unidos faz petróleo subir
A queda dos preços do petróleo para níveis ao redor dos US$50 por barril
está fazendo as empresas concentrarem em áreas com custos operacionais
mais baixos.
Era o que os árabes planejaram, que os Estados Unidos desacelerassem a
produção do óleo mais caro que estava sendo extraído, aos milhões de
barris por dia, do xisto americano.
Parece que a estratégia da OPEP está dando certo.
O número de sondas em atividade nos Estados Unidos está sendo reduzido
drasticamente. Desde o início do ano 342 sondas foram paralisadas nos
projetos de extração americanos. Somente na última semana o número foi
reduzido em 83, conforme informa a Baker Hughes Inc.
Esta forte redução na sondagem implica em uma consequente desaceleração
na produção de petróleo americana: exatamente o que os árabes queriam.
A primeira consequência é o aumento do preço do barril de petróleo.
Já faz alguns dias que o barril voltou a subir, atingindo hoje US$52,87, após uma alta de 2,3%.
Até onde o preço continuará a subir?
Esta é a parte da história onde todos se dividem.
Possivelmente os preços deverão se manter nos níveis atuais, caso
contrário os poços americanos voltarão a produzir e tudo voltará como
anteriormente.