sábado, 12 de setembro de 2015

Sob Dilma, Petrobras já encolheu US$ 200 bilhões

Sob Dilma, Petrobras já encolheu US$ 200 bilhões

O valor de mercado da Petrobras —dado pelo valor total de suas ações— encolheu em US$ 200 bilhões desde o início do governo Dilma Rousseff, levando a empresa a despencar sete posições no ranking das maiores petroleiras das Américas.
Em 31 de dezembro de 2010, um dia antes da posse de Dilma, a empresa valia US$ 228,211 bilhões. Ao final do pregão desta sexta-feira, US$ 28,032 bilhões —uma queda de quase 90%.
O movimento se explica tanto pelas dificuldades financeiras e políticas da empresa quanto pela desvalorização do real frente ao dólar.
Segundo levantamento feito pela consultoria Economática, a queda de 86% no valor de mercado da Petrobras foi o pior desempenho entre as petroleiras das Américas no período.
REFLEXO DO REBAIXAMENTO - Ações da Petrobras recuam 3,89% após Standard & Poor's tirar grau de investimento da empresa
Em segundo lugar, está a colombiana Ecopetrol, que perdeu 69% de seu valor entre o fim de 2010 e esta sexta-feira.
As outras empresas pesquisadas são norte-americanas e se beneficiaram, nos últimos anos, do crescimento da produção de petróleo e gás não convencionais.
No ranking elaborado pela consultoria, a Petrobras está hoje em 9º lugar entre as maiores empresas do continente. No fim de 2009, era a segunda maior, atrás da ExxonMobil.
As ações da estatal atingiram nesta sexta (11) valor equivalente ao verificado em novembro de 2004. No dia seguinte ao rebaixamento pela Standard & Poors, os papeis preferenciais, mais negociados e sem direito a voto, fecharam o pregão a R$ 7,66, queda de 3,89%.
Já os ordinários caíram 5,37%, para R$ 8,81. O mau desempenho reflete incertezas do mercado com relação ao futuro da companhia.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Operação Azougue vai retirar embarcações de área de proteção ambiental

Ação autua 183 dragas por extração ilegal de ouro no Rio Madeira, em RO

Operação Azougue vai retirar embarcações de área de proteção ambiental.
Responsáveis por dragas podem ser presos e levados para a Polícia Federal.

Ísis Capistrano 
Operação Azougue (Foto: Ísis Capistrano/G1)Operação Azougue teve início na manhã desta quinta-feira, 10
A Secretaria de Segurança Pública de Rondônia, em parceira com outros órgãos de fiscalização, realiza, desde o início da manhã nesta quinta-feira (10), a Operação Azougue, para combater a extração ilegal de ouro no Rio Madeira, em Porto Velho. Na ação, 183 dragas que estão dentro de uma Área de Preservação Ambiental (APA) serão atuadas para deixar o local. Algumas embarcações poderão ser apreendidas e os responsáveis presos e levados para a Polícia Federal.
Até as 10h30 (horário local), 10 dragas haviam sido apreendidas e vinte pessoas tinham sido detidas. As embarcações serão retiradas da água. Já as dragas que forem notificadas terão que sair da APA ainda hoje. Caso não deixem o local dentro do prazo, as embarcações também serão apreendidas e removidas do rio. "Essas embarcações não têm autorização de garimpo em área de proteção, então todas estão irregulares", explicou o gerente de fronteiras da Secretaria de Segurança Pública, André Luiz Glanert.
Operação Azougue (Foto: Ísis Capistrano/G1)Draga é apreendida e pessoas são detidas na
Operação Azougue
Em uma das abordagens nesta manhã, o funcionário de uma draga garantiu que não a embarcação não realizava garimpagem no rio. No entanto, os agentes da Marinha decidiram apreender o veículo. “O motor está quente e o tapete de peneira está molhado. A mangueira da draga também está presa no fundo do rio, isso é outro indício. Se a mangueira de sucção está lá embaixo, significa que estavam dragando o material no fundo do rio”, explicou o militar Luiz Cláudio Lima.
A área de preservação onde a extração de minérios é proibida tem extensão de aproximadamente 10 quilômetros e se estende do entorno das usinas hidrelétricas até a curva do Belmont. Após esse trecho, o garimpo é permitido. De acordo com Glanert, no local, os garimpeiros estão filiados a cooperativas que recolhem impostos e os empregados não trabalham clandestinamente, atuando com cuidados para não poluir o rio com materiais como diesel e mercúrio.
O secretário estadual de Segurança Pública, Antônio Carlos dos Reis, explica que outras operações foram realizadas para combater o garimpo ilegal no Rio Madeira, mas não surtiram o efeito esperado. "Os órgãos [de fiscalização] agora se reuniram para definir quais seriam as ações em relação a esse problema. Uma das primeiras medidas é unir forças", disse.
A operação, que deve ser concluída às 18h desta quinta, é realizada em conjunto pela Secretaria de Segurança Pública, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, Polícia Civil, Exército, Marinha, Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sedam), Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Departamento Nacional de Pesquisa Mineral (DNPM), Ministério Público do Trabalho (MPT) e a Sociedade de Porto e Hidrovias e do Estado.
Barco que estava próximo a draga foi abordado pela Marinha  (Foto: Ísis Capistrano/ G1)Barco que estava próximo a draga foi abordado pela Marinha
Marinha fiscaliza documentos de embarcação  (Foto: Ísis Capistrano/ G1)Marinha fiscaliza documentos de embarcação
Draga, barco e embarcação da Marinha (Foto: Ísis Capistrano/ G1)Barco e draga abordados, ao lado de embarcação da Marinha
Vinte pessoas foram detidas na operação até as 10h  (Foto: Ísis Capistrano/ G1)Até 10h30, vinte pessoas foram detidas na operação
 

Komatiites

Komatiites
Fonte: CSIRO
spinifex texture in komatiite from Mt KeithKomatiites are a remarkable class of ultramafic (very magnesium-rich) lavas which are, with very few exceptions, restricted to the first half of the earth's history. A remarkable global outpouring of komatiites occurred around 2700 million years ago, and komatiites of this age host a significant proportion of the world's sulfide nickel resources.
Komatiites were exeptionally hot. The most extreme examples probably erupted at temperatures in excess of 1600 degrees C. At this temperature, the lavas would have been extremely fluid, with viscosities approaching that of water. However, our research leads us to believe that they were erupted by much the same mechanisms that govern modern basalt lava flows.
Nickel sulfide deposits in komatiites occur largely within linear, olivine-choked lava pathways which may originally have formed as lava tubes, within regionally extensive flow fields (see diagram below). The origin of these deposits remains controversial, but several lines of evidence strongly favour a hypothesis referred to variously as "ground melting", "thermal erosion" or "substrate erosion". According to this hypothesis, komatiite lavas melted and eroded the ground they flowed over, causing the lavas to become contaminated by this molten substrate. Where the substrate contained high proportions of sulfur, this caused an immiscible suflide melt to form, in the same way a molten sulfide matte forms in a blast furnace, with the komatiite lava being analogous to the slag. The immiscible sulfide melt scavenged Ni, Cu and platinum group metals from the silicate melt, forming an "ore magma". Orebodies formed where this ore magma pooled and froze at the floor of the flowing lava. The erosion process, and the accumulation of sulfide ores, are restricted to the major flow pathways within the lava flow lobe, as illustrated
Figure 1. Schematic diagram illustrating the genesis of sulphide ores in komatiite lava-flows.
The Ni-Cu-PGE Group (formerly known as the Magmatic Ore Deposits Group) has carried out an extended program of research on the characteristics and origin of these deposits, which include some of the world's most important Ni resources (see below). Our main lines of enquiry have been:
The volcanology of komatiites - how were they erupted, and under what conditions could they erode their substrates? Can this knowledge be used to guide exploration in metamorphosed and deformed terrains?
Lithogeochemical indicators - can chemical indicators of mineralising processes be detected in komatiite suites, and if so, can they be used to prioritise exploration targets?