sábado, 7 de novembro de 2015

SEU MANÉ: SUCESSO E FRACASSO NO CORAÇÃO DA AMAZÔNIA.

SEU MANÉ: SUCESSO E FRACASSO NO CORAÇÃO DA AMAZÔNIA.

Quem foi garimpeiro em 1985 a 1990, deve se lembrar de José Candido Araújo, O Zé Arara. Dono do Garimpo Patrocínio e o maior comprador de ouro naquele tempo. Depois de pesquisar muito na internet para buscar informações deste homem, resolvi publicar a pouca informação que existe dele. Tornou-se uma verdadeira lenda entre os garimpeiros no alto Tapajós, não pela sua condição financeira, mas pela sua honestidade e respeito pela vida.

 Na entrevista abaixo segue o depoimento daquele que depois de Zé Arara foi o segundo maior comprador de ouro do Alto Tapajós, o Seu Mané.

 Seu Mané: Sucesso e fracasso no coração da Amazônia.

 Era começo da década de 70. O Brasil ainda comemorava o tri-campeonato mundial conquistado pela seleção e Mané Garrincha dava seus dribles últimos estonteantes nos gramados brasileiros. Na Amazônia, o governo militar rasgava a floresta abrindo uma estrada para levar homens para este pedaço esquecido do país. A nova fronteira atraiu a atenção de milhares de pessoas, personagens anônimos de uma história escrita a suor, sangue e abandono. Entre estes personagens está o não tão anônimo Aldo Inácio, paulista nascido em 1949 que foi atraído na década de 70 pelo chamado do governo para ocupar a Amazônia. Em 1979, Inácio chegou à cidade de Itaituba, na Transamazônica, com um punhado de roupas, um mega fone e muitos sonhos na bagagem. Fã de Mané Garrincha, Inácio transformou o nome Mane em uma marca e passou a ser chamado, ele mesmo, de Seu Mane. Hoje, aos 57 anos, ele fala sobre o passado como um filme que conta a história de sucesso e fracasso no coração da Amazônia. No dia 23 de março, Seu Mane contou trechos desta história ao radialista Douglas Araújo, em Novo Progresso, onde ele administra uma modesta rodoviária, depois de ser dono de um império. Leia a entrevista?

 Douglas Araújo – Como foi o seu primeiro dia em Itaituba? 

 Seu Mané – Meu primeiro dia em Itaituba foi dormindo na calçada da (agência da) Transbraziliana, porque eu não tinha dinheiro para pagar um hotel. Então, eu e a minha família dormimos na calçada. Depois disso, no dia seguinte, eu tinha um mega fone e fui pára a frente de algumas lojas gritar e ganhar o pão nosso de cada dia. Depois eu montei um restaurantezinho com o nome “Mãe Maria, a clientela foi aumentando e passei para um espaço maior, em frente ao Sonda Bar. Em homenagem ao grande jogador Garrincha, eu coloquei o nome do restaurante de “Seu Mane”, ai este nome cresceu, as coisas foram dando certo. Eu fui o primeiro anunciante da Hora Certa e de outras programações da Rádio Nacional, de Brasília. A partir daí foi divulgado muito o nome “Seu Mane” e ai coisas vieram surgindo naturalmente. Ao longo de seis anos eu já tinha um patrimônio invejável. Mas depois de dois anos veio o Plano Collor, incêndios, queda de avião e assaltos – fui assaltado três vezes. Alguns funcionários me deram o cano, um deles com até 20 quilos de ouro. Em dois anos eu perdi 600 quilos de ouro. Eu nunca fui vaidoso, só queria que o nome ‘Seu Mané’ fosse uma marca registrada, mas jamais esperei que acontecesse tanto acidente em tão pouco tempo. Diante de tantas perdas materiais teve uma em especial, a minha esposa Dade, que para mim foi uma das maiores perdas. As coisas já vinham se afundando e quando uma engrenagem dá para trás, você trava. Eu nunca fui um homem de vícios, bebidas, drogas ou farra. Nunca sentei à mesa de um bar. Eu nunca fui um homem de praticar roubos, sempre paguei em dia os meus fornecedores. Da mesma maneira que Deus me mostrou o sucesso, ele me mostrou o insucesso. Deus me mostrou os dois lados da vida.

 Douglas Araújo – Como está a sua vida hoje? 

 Seu Mané – A gente nunca está feliz. O ser humano nunca consegue uma felicidade total, sempre tem algo a desejar, mas posso dizer que estou muito bem, não tanto financeiramente quanto no passado, mas posso afirmar que estou bem junto com meus filhos, netos, noras. Administrando a rodoviária de Novo Progresso, hoje já tenho restaurante e lanchonete, ainda tenho muita esperança na região, acredito muito na vinda deste asfalto (da rodovia BR-163). Com relação ao meu passado nem precisa tocar muito, a História conta a minha vida. Eu fui um homem que gostava muito de mídia, fiz o programa do Jô Soares na Rede Globo em 1991. A BBC de Londres esteve uma semana em minha casa para um curta metragem. Fiz o Globo Repórter em 1988 e o Fantástico. Fui entrevistado pela Rádio Capital de São Paulo. Faculdades se interessavam pelo meu caso. Estive em várias outras emissoras e acho que a mídia hora ajuda, hora atrapalha. Fui fundador do Chapéu do Povo em Itaituba, das Rádio Itaituba e Clube, da TV Itaituba, na época afiliada a Rede Globo, e também a TVS, hoje o SBT. Foram dois canais de televisão. Fundei o Foto Itaituba, que dei de presente para os cincos funcionários. Tudo com laboratórios fotográficos modernos para a época, uma loja montada, mas infelizmente na hora que eu mais precisei fui sacrificado, marginalizado, ignorado.

 Douglas Araújo O que é felicidade para o senhor. Dinheiro? 

 Seu Mané – Felicidade, na minha opinião, é estar de bem com Deus, bem com a sua família. Felicidade, felicidade, você nunca pode ter por completo, mas pode viver momentos felizes. Tenho 33 filhos e 22 netos e sou feliz com isso.

 Douglas Araújo – Quando o senhor era milionário, qual foi o maior erro que cometeu, que não faria novamente? 

 Seu Mané – Como radialista de minha própria emissora eu atingi várias pessoas. Agi muito errado. Hoje eu não faria mais isso. Muitas vezes você fala de determinada pessoa e você sente que está com o poder da mídia na mão e que pode tudo. Depois de tudo isso, eu paguei um preço muito alto. A ‘impressa marrom’ me machucou demais. A gente diz uma palavra, eles trocam vírgulas, então eu pequei muito neste ponto. Seu Mané (centro) com amigos na década de 80

 Douglas Araújo – E onde estão os seus amigos de tempos de milionário? 

 Seu Mané – Umas das pessoas que eu ajudei muito, na hora que eu mais precisei me mandou entregar um envelope com 300 trezentos reais. Eu não devolvi porque infelizmente eu estava precisando. Mas esta pessoa eu havia colocado, há muitos anos, dentro de um avião meu e mandei para Brasília, para se tratar. Ela e seu marido sempre foram funcionários muito bem remunerados, dentro de minhas empresas sempre tiveram uma credibilidade muito grande. Moraram durante 10 anos dentro de minha casa sem nunca pagar aluguel, e na hora que eu mais precisei eles viraram as costas, mas acredito na Justiça divina, que é muito grande.

 Douglas Araújo – Naquela época você tinha fortes aliados…

 Seu Mané – Eu devo muito ao seu José Candido Araújo (Zé Arara). Tenho muito respeito, como um dos homens mais dignos que já conheci. Com relação ao Zé do Abacaxi (Fazendeiro e dono de garimpo em Itaituba), nós não tivemos nenhum vínculo ou aproximação.

 Douglas Araújo – Os seus amigos poderosos te abandonaram? 

 Seu Mané- Não vou citar nome, mas um ex-prefeito de Altamira foi um dos homens que eu mais ajudei. Na hora que eu mais precisei ele me virou as costas, mas Deus sabe…

 Douglas Araújo – Como é uma pessoa que conheceu os dois lados da moeda? 

Seu Mané – Você acaba conhecendo os três lados da moeda. São situações completamente diferentes. Depois que eu quebrei fui vender banana na carriola, e ai um filme começa a passar na sua cabeça. As pessoas ainda te criticam, passam por você e sorriem. Houve um momento de profunda depressão, mas você tem que ser forte. Minha família foi meu principal apoio, em momento algum me deixou só. Eu sempre fui um vencedor, fracassados são aqueles que procuram defeitos em mim, fracassados são aqueles que não têm uma historia como a minha para contar. São aqueles que são desonestos. O homem que bater no peito e falar que é um herói por ser honesto está totalmente errado, porque ser honesto é obrigação de cada cidadão. Quando o telefone emudece, parece que todo mundo sabe que você é um fracassado. Eu tinha 13 telefones em minha mesa, de repente todos ficaram calados. Eu tinha 380 funcionários diretos em 19 empresas, tinha 11 aviões e 80 carros. Eu pagava todos meus funcionários diariamente.

 Douglas Araújo – E como é o fundo do poço? 

 Seu Mané – A lembrança que eu tive foi da pessoa que eu coloquei dentro de meu avião e mandei para Brasília durante quatro meses com tratamento médico por minha conta. Foi a mesma pessoa que me mandou um envelope com os trezentos reais. Eu sempre ajudei muitas pessoas, sempre tive o prazer de fazer uma pessoa sorrir. Ajudei muitos garimpeiros a voltarem para a sua terra. No momento mais difícil da minha vida uma pessoa que eu nunca tinha feito algo por ela, ficou sabendo que eu estava doente em um quartinho quatro por quatro e me tirou de lá e me mandou para um hospital particular, depois me deu um emprego e hoje sou o administrador do Terminal Rodoviário de Novo Progresso. Esta pessoa chama-se Nery dos Prazeres (ex-prefeito de Novo Progresso), hoje meu grande amigo.

Criados fios de diamante, com propriedades extraordinárias

Criados fios de diamante, com propriedades extraordinárias

Fibras de diamante superam nanotubos e polímeros
Pela primeira vez, cientistas descobriram como produzir nanofios ultrafinos de diamante que prometem propriedades extraordinárias, incluindo força e rigidez maiores do que as dos nanotubos e polímeros mais fortes existentes hoje.[Imagem: Penn State University]
Fios de diamante
O diamante é um cristal de carbono extremamente duro - por muito tempo o material mais duro conhecido pelo homem.
Assim, parece difícil imaginar alguém usando fios de diamante para tecer "cordas cristalinas".
Pois foi justamente isso que fizeram Thomas Fitzgibbons e seus colegas da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.
Partindo de moléculas de benzeno, a equipe sintetizou os cristais de diamante em formato de longas fibras - autênticas nanocordas de diamante.
Os fios de diamante demonstraram propriedades extraordinárias, superando não apenas os polímeros mais resistentes que se conhece, mas também deixando para trás a incrível resistência dos nanotubos de carbono, que alguns já acreditam ser suficiente para tornar realidade os elevadores espaciais.
"Do ponto de vista da ciência básica, nossa descoberta é intrigante porque as fibras que formamos têm uma estrutura que nunca havia sido vista antes," disse o professor John Badding, líder da equipe.
Fibras de diamante superam nanotubos e polímeros
O próximo objetivo dos pesquisadores é descobrir uma técnica para produzir os nanofios de diamante de forma contínua. [Imagem: Thomas C. Fitzgibbons et al. - 10.1038/nmat4088]
Extremamente útil
O núcleo das nanofibras é uma longa fita de átomos de carbono organizados da mesma forma que as unidades básicas da estrutura atômica do diamante - anéis de seis átomos de carbono em zigue-zague, chamados ciclohexano.
"É como se um joalheiro incrivelmente talentoso tivesse amarrado juntos os menores diamantes possíveis para formar um longo colar em miniatura," disse Badding. "Como essa fibra é essencialmente diamante, esperamos que ela se mostre extremamente rígida, extremamente forte - e extremamente útil."
Os fios de diamante foram produzidos submetendo o benzeno a pressões extremamente elevadas, e depois diminuindo essa pressão lentamente, dando tempo para que os átomos de carbono reagissem entre si e se ligassem em tetraedros quase perfeitamente organizados.
O próximo objetivo dos pesquisadores é descobrir uma técnica para produzir os nanofios de diamante de forma contínua.
"As altas pressões que nós usamos para fazer a primeira nanofibra de diamante limitam nossa capacidade de produção a apenas alguns milímetros cúbicos de cada vez, de forma que ainda não conseguimos produzi-la em quantidade suficiente para que elas sejam úteis em escala industrial," disse Badding.

Mineração de ouro é responsável por 50% da entrada de capital no Sudão

Mineração de ouro é responsável por 50% da entrada de capital no Sudão



 
O governo do Sudão informou que as exportações de ouro, nos últimos 3 anos, atingiram a cifra de quatro bilhões de dólares.
A mineração de ouro do país está sendo responsável por 50% das entradas de capital no país africano. O governo informou, também, que 10% da produção de ouro será adicionada à reserva do Banco Central do Sudão, juntamente com outras moedas.

A produção já ultrapassa, em maio deste ano, as 20 toneladas e está auxiliando a superar o déficit na balança de pagamentos. O governo estima que o total de ouro a ser produzido em 2014 supere as 70 toneladas, um crescimento estimado de 105%.

A produção de ouro do país provém de minas e garimpos. A maior mina tradicional de ouro do Sudão é a Hassai.
A Hassai saiu da bolsa de valores em 2013. A mina é uma operação a céu aberto, situada a 50km da Capital Cartum.

Segundo fontes especializadas a mina, fundada em 1992, já produziu mais de 2,3 milhões de onças de ouro. Trata-se de um depósito Proterozóico tipo VMS, com 35Mt de minério e teores médios em torno de 2,7g/t Au.

Foto: uma das cavas da mina de ouro Hassai

Tálio: o que fazer com as jazidas Baianas?

Tálio: o que fazer com as jazidas Baianas?



 
As notícias das descobertas de enormes jazimentos de tálio (Tl) na região de  Barreiras, Bahia deixou muitos, surpresos, outros, perplexos e alguns ufanistas.
À medida que a notícia atingia a mídia, no que tange ao tálio, passamos de  meros espectadores para protagonistas. O Brasil deve ter uma das maiores jazidas  deste metal no mundo segundo a Itaoeste, empresa que descobriu esses jazimentos.
Afinal para que serve o tálio e como ele irá influenciar o futuro de  Barreiras?
A Itaoeste diz ter a maior jazida de tálio do mundo, associada a  minerais de manganês, com recursos totais equivalentes a 60 toneladas de Tl. O preço do Tl, coisa difícil de encontrar, pois só são comercializadas 10  toneladas por ano de tálio no mundo, é de US$6 por grama, ou seja o  valor total da jazida da Itaoeste é de US$360 milhões.
Os minerais próprios de tálio são  raridades e o elemento é extraído como subproduto de jazimentos sulfetados.  Muito tóxico, apenas meia grama de tálio é suficiente para matar uma pessoa  normal. O Tálio já foi usado como veneno de ratos, e em inseticidas e é  reportado como cancerígeno.   Existem usos mais nobres para o  Tálio como na medicina nuclear, em semicondutores e em detectores de radiações.
Será o tálio a redenção desta região? Acreditamos que em  função dos pontos abaixo isso é pouco provável que aconteça:
  • O mercado do tálio é fechado e totalmente  controlado por poucos com difícil penetração para novos produtores.
  • A indústria mundial quase não usa o tálio e se houver uma produção maior os  preços deverão cair a não ser que exista um uso muito nobre que só o Tálio  possa suprir.
  • O consumo de tálio já está limitado a 10 toneladas por ano. Um  faturamento bruto máximo de apenas 60 milhões de dólares por ano. Ou seja o  mercado mundial de tálio é de quase nada quando comparamos com outros metais  como o ferro, ouro e outros metais básicos. 
  • Um outro ponto que não ajuda a economicidade do Tl é  que estão começando a usar um substituto para ele: o W, que não é tóxico e  muito mais barato.
A não ser que exista uma revolução nos usos do tálio e que a produção mundial  aumente, sem que os preços naturalmente caiam, este metal não será um estopim da  revolução industrial Baiana.

DPA: a volta do cartel dos diamantes?

DPA: a volta do cartel dos diamantes?



 

DPA é o acrônimo de Diamond Producer´s Association, a nova entidade internacional que congrega nada menos do que as sete maiores produtoras de diamante do mundo.

O mercado de diamantes era controlado, até pouco tempo atrás, pela CSO (Central Selling Organization) uma obscura e misteriosa organização que dominava, com mão de ferro, os preços do diamante no mercado mundial. A CSO, que era da De Beers, perdeu força à medida que as grandes concorrentes passaram a vender os seus diamantes fora do cartel.

Em 2013, pela primeira vez em 100 anos, os preços dos diamantes foram determinados pelo mercado e não pela CSO.

Desde então os novos players como a Alrosa, Petra Diamonds, Rio Tinto, BHP, Botswana e Angola passaram a ter maior influência no mercado que perdeu a sua coesão e objetividade.

Com a falta de um direcionamento e organização o mercado perdeu o rumo.

Somente em 2015 a sul-africana Petra Diamonds teve uma queda de 41% nas vendas de seus diamantes.

Graças aos maus resultados que as principais empresas de mineração de diamantes resolveram reativar o cartel através da DPA, que vai tentar desenvolver o setor com especial atenção ao mercado.

A DPA é formada pelas sete maiores mineradoras de diamantes que respondem por 75% dos diamantes produzidos: ALROSA, De Beers, Rio Tinto, Dominion Diamond Corporation, Lucara Diamond Corporation, Petra Diamonds Ltd. e Gem Diamonds.

Assim como a CSO a DPA vai embarcar em mega campanhas publicitárias para, mais uma vez, tentar fortalecer o mercado dos diamantes.

Foi assim que a De Beers e a CSO criaram as extraordinárias frases de campanha “os diamantes são eternos” e “ o diamante é o melhor amigo da sua namorada”.

A DPA tentará aumentar o consumo mundial de diamantes naturais através do aumento da confiança do consumidor nas mineradoras, seus diamantes e na qualidade das operações a nível mundial.

Um dos grandes beneficiários da DPA será a indústria de diamantes da Índia que é a maior do mundo e exporta US$22 bilhões por ano.

Além da luta pela excelência a DPA tentará combater a ameaça, cada vez maior, dos diamantes artificiais que estão, aos poucos, conquistando mercado.

Os artificiais podem ser produzidos em maiores quantidades e a preços mais baixos, o que permite a vendedores inescrupulosos repassá-los como diamantes naturais originados em minas.

Esses diamantes sintéticos ainda não são suficientemente baratos para deslocar os diamantes naturais, mas tudo leva a crer que falta pouco para que isso aconteça.

Quando isso acontecer a DPA estará com as suas campanhas na mídia tentando fortalecer o mercado dos diamantes brutos cujos preços caíram 13% em 2014.