sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Magnata de Hong Kong compra o diamante mais caro do mundo por US$ 48 milhões

Magnata de Hong Kong compra o diamante mais caro do mundo por US$ 48 milhões

O "Blue Moon", colocado em um anel, é um diamante azul de 12,03 quilates

Diamante mais caro do mundo, leiloado na Suíça (Foto: EFE)
Um magnata do setor imobiliário de Hong Kong foi identificado nesta quinta-feira como o comprador do diamante mais caro do mundo, leiloado ontem à noite na Suíça por US$ 48,39 milhões (R$ 181 milhões).

Segundo a casa de leilões Sotheby's, a venda do diamante criou um novo recorde mundial de uma joia colocada leiloada, ao superar os US$ 46,2 milhões que um comprador pagou também em Genebra por um diamante rosa em 2010.Segundo a imprensa local, o comprador é o empresário multimilionário Joseph Lau, que logo após adquirir a peça passou a chamá-la "Blue Moon of Josephine", em homenagem a sua filha de sete anos.
O "Blue Moon", colocado em um anel, é um diamante azul de 12,03 quilates. A venda aconteceu um dia depois de Joseph Lau adquirir por US$ 28,5 milhões um diamante rosa de 16,08 quilates, que ele batizou de "Sweet Josephine".
Lau é um famoso colecionador de artes e de vinhos que também possui um dos badalados quadros coloridos de Mao Tsé-tung de Andy Warhol, comprado por US$ 17,4 milhões, assim como o célebre quadro Te Poipoi, de Paul Gauguin, que ele pagou US$ 39,2 milhões.
Lau construiu sua fortuna através de investimentos nas bolsas de valores e da compra de empresas na década de 80. O magnata aparece na revista "Forbes" como o sexto homem mais rico de Hong Kong e o 114º mais endinheirado do mundo.

Chinês paga o maior preço da história dos leilões por mais um diamante

Chinês paga o maior preço da história dos leilões por mais um diamante

Pedra é um presente para a filha de 7 anos. Comprador é um empresário que já foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro.

O bilionário chinês que pagou US$ 28,5 milhões por um diamante cor de rosa voltou às compras. Em outro leilão na Suíça, ele arrematou um diamante azul pelo preço recorde de US$ 48,4 milhões. As duas pedras são presentes pra filha de 7 anos.
O comprador é o empresário Joseph Lau, que vive em Hong Kong. Ele já foi condenado por corrupção e lavagem de dinheiro em Macau, que é outra região autônoma da China.

Região serrana do ES tem histórico de garimpo de pedras preciosas

Região serrana do ES tem histórico de garimpo de pedras preciosas

Em Santa Teresa, a atividade garimpeira já trouxe muitas riquezas.
Até pedra de 250 kg já foi encontrada no local.


Já conhecida como "Serra Pelada" capixaba, a comunidade de Várzea Alegre, no interior de Santa Teresa, região serrana do Espírito Santo, tem um histórico de garimpo e busca por pedras preciosas.
A região já trouxe riquezas para muitos garimpeiros. Em vez de ouro, o que despertava interesse na região eram as pedras preciosas.
"Tudo começou com um caçador que, atrás de um tatu, achou uma pedra brilhante perto de sua toca", diz o comerciante da região Antônio Lopes.
A corrida das pedras começou na década de 40 do século passado. O produtor rural Vandacir Roncon conta que já encontraram até pedra de 250 kg na área. "Teve que descer um varão, carregada nas costas", lembra.
Antônio Lopes ressalta que a atividade garimpeira trouxe muitas riquezas, mas que nem todos souberam desfrutar dela. "Muita gente ficou rica, mas perderam tudo, nem eles existem mais. Aqui na pedra da onça dava águas marinhas e outros cristais também", diz Antônio.
Hoje a área está abandonada, mas antigamente era bem movimentada, vivia repleta de garimpeiros em busca do sonho de ficar rico. A última descoberta foi em 2004, quando o produtor rural Alonso Possatti encontrou uma água marinha pura. "Com o dinheiro, deu pra quitar dívidas, comprar casa e terreno para os filhos", diz

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

80% das plantas da Amazônia são desconhecidas, afirma diretor do Musa

80% das plantas da Amazônia são desconhecidas, afirma diretor do Musa

Na visão do diretor do Musa, a botânica e a entomologia (ciência que estuda os insetos) deveriam ser as disciplinas mais cultivadas aqui no Amazonas


MANAUS
- Quando perguntamos sobre a importância da biodiversidade para o desenvolvimento socioeconômico do Amazonas diversas questões são levantadas por especialistas e pesquisadores, dentre elas, o fato de que a biodiversidade da Amazônia, cenário onde reina o Estado do Amazonas, é um patrimônio de valor inestimável. Porém a deficiência de recursos impede o avanço do conhecimento, hoje cerca de 80% das plantas amazônicas permanecem desconhecidas. Além de parte da classe política tratar pesquisadores e cientistas como praticantes da biopirataria, também fomentam o turismo ecológico sem perceber que navios vem equipados com laboratórios e que estão livres para coletar a água e seus organismos, bem debaixo dos nossos olhos.
Quanto aos institutos de pesquisas, há muito de concreto sobre acesso e uso da biodiversidade, mas uma questão importante é saber que a transferência dos resultados dos laboratórios para o processo fabril não pode ser feita por pesquisadores.
Segundo o professor da Universidade Estadual do Amazonas (UEA) e ex-diretor da Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), Ozório Fonseca, o ideal seria existir uma instituição direcionada para buscar resultados promissores, usá-los em pesquisa de mercado, construir uma fábrica e vendê-la, ao invés de distribuir folders coloridos. “No caso da biodiversidade um entrave enorme é o fanatismo e o infantilismo com que parte da classe política trata os pesquisadores e cientistas considerando-os biopiratas”, observou.

Foto: Reprodução/Shutterstock
A biodiversidade da Amazônia é um patrimônio de valor inestimável, que pode ser comparada a uma biblioteca de milhões de volumes que, em sua grande maioria, nunca foram lidos. Porém, desconhecemos 80% das plantas da Amazônia. Segundo especialistas e pesquisadores, para explorar as riquezas minerais e biológicas e promover o desenvolvimento regional é preciso muito conhecimento, pesquisa, determinação e universidades de excelência. Para se ter uma ideia, ainda não há um banco de sementes na Amazônia semelhante ao do Kew Garden de Londres, referência no assunto, faltam recursos financeiros e logísticos para ampliar para 10 mil, o número de botânicos e entomólogos a fim de explorar o patrimônio que a biodiversidade amazônica oferece.
Segundo o diretor-geral do Museu da Amazônia (Musa), Ennio Candotti, ainda desconhecemos a linguagem em que muitos desses livros são escritos e isso torna difícil o trabalho de decifrar os códigos e informações da geo e biodiversidade. Sem falar das culturas e línguas antigas que em sua grande parte também permanecem desconhecidas, e que guardam segredos de grande valor para a humanidade. “Particularmente por ter demonstrado uma milenar capacidade de viver, se alimentar e multiplicar nas florestas inundadas”, relatou. 
Segredos da Amazônia
Para Ennio Candotti, a Amazônia é um imenso laboratório que esconde segredos que podem fornecer novos alimentos, por exemplo, a batata do Perú, a mandioca, o cupuaçu, dentre outros; novos fármacos; novas maneiras de se comunicar, como os modos de comunicação dos insetos que são em grande maioria desconhecidos; novas maneiras de transformar energia solar em alimento, ou produtos químicos com elevado conteúdo energético. “Não sabemos fabricar uma folha sequer! Coisa que qualquer planta faz sem a menor inibição”, frisou. Candotti  ainda disse que por enquanto a cana é a planta que revelou ter a maior eficiência na conversão de energia solar para produzir combustíveis líquidos, mas que há outras plantas na Amazônia com maior eficiência de conversão, por isso é preciso estuda-las. “Desconhecemos 80% das plantas da Amazônia”, completou.
Sobre a biopirataria praticada no Amazonas, desde a época áurea da borracha, não há um banco de sementes na Amazônia semelhante ao do Kew Garden de Londres, citado inicialmente. “Nos queixamos que os ingleses levaram as sementes da seringueira e as adaptaram para o clima e a terra da Indonésia e Malásia. Onde fizeram isso? No Jardim Botânico de Londres, 130 anos atrás! Passados 130 anos quantos Jardins Botânicos há na Amazônia? Deveria haver um em cada município”, la- mentou Candotti.
Na visão do diretor do Musa, a botânica e a entomologia (ciência que estuda os insetos) deveriam ser as disciplinas mais cultivadas aqui no Amazonas. Candotti afirma que é preciso 10 mil botânicos, 10 mil entomólogos para explorar o patrimônio que a biodiversidade amazônica oferece. “Isso exigiria visão e determinação das elites econômicas, políticas e intelectuais. Não é isso que vemos. Acuadas, de pires na mão, buscando incentivos e subsídios junto ao governo federal. Subsídios que repassam às elites do Centro-Sul”, segundo ele a direção das principais empresas do Distrito Industrial de Manaus está no exterior ou no Centro-Sul, com isso, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Amazonas melhorou menos do que a média do resto do país.
Há também outro fator que não está sendo considerado: segundo Candotti a maioria da população por desconhecer o valor dos segredos que a floresta esconde, não tem muita simpatia pelos ecossistemas complexos. “Na batalha asfalto versus floresta, o asfalto ganha. É difícil proteger a biblioteca e a floresta de segredos que se escondem nela se a sociedade não participa consciente e informada do significado deste patrimônio comum. Se querermos tirar proveito da biodiversidade devemos conhecê-la melhor e sobretudo popularizar o que já conhecemos para que a sociedade seja mobilizada e aliada nessa batalha”, concluiu.
A sustentabilidade do desenvolvimento da Amazônia passa pela popularização dos conhecimentos existentes sobre a biodiversidade e a diversidade cultural. Bem como é muito importante enfatizar da ampliação desses conhecimentos através da pesquisa e da ciência em todas as áreas: biologia, antropologia, física, geologia, história, arqueologia, química, medicina, arquitetura e engenharia de portos fluviais. “Que casas temos sido capazes de desenhar e construir para os ribeirinhos? A biodiversidade da floresta é experta em todas elas”, finalizou Ennio Candotti.
Projetos só no papel
Sobre os projetos que não saem do papel, ou não ganham o âmbito nacional e internacional, o CBA (Centro de Biotecnologia da Amazônia), por exemplo, funciona há 12 anos sem representação jurídica e assim permanece sem expressão inibindo o desenvolvimento do Polo Industrial Biotecnológico. “Você menciona o CBA, ao que parece nestas últimas semanas, após quinze anos de pingue pongue, o Mdic/Suframa resolveu que vai jogar golf: um, taco uma bola e alguns buracos. Querem jogar a bola longe. Querem pensar grande. Ótimo! Espero que saibam que quadros técnicos expertos em tacadas longas são poucos no Amazonas. Muitos ainda deveriam ser formados”, criticou.
Candotti afirma que é necessário criar um CBA para a pesquisa Básica na Amazônia, com foco em pesquisas sobre fungos e microrganismos que, em solos pobres, permitem o crescimento de uma exuberante floresta, como a Amazônica. “Quantos laboratórios de microbiologia básica ou aplicada há na Amazônia? Quantos pesquisadores 1A (nível máximo) há no Amazonas em biotecnologia? Quantos pensam importar? Os institutos de pesquisas aplicadas em geral funcionam bem quando há bons institutos de pesquisa básica por perto ou dentro deles”, defende.
Para o professor Fonseca da UEA, é difícil saber os rumos do CBA, por causa dos interesses econômicos e políticos que estavam e que ainda estão em jogo. “O CBA foi criado de acordo com o melhor conceito de política pública, isto é, com policy (conteúdo = Probem), politics (processos =biotecnologia) e polity (instituições = CBA/Bioamazônia). A ignorância e inconsequência de uma parlamentar denunciou uma suposta prática de biopirataria, em um Acordo com a Novartis e FHC (ex-presidente Fernando Henrique Cardoso), com medo, baixou uma MP 2.052/2000 depois 2.186/2001 (Medidas Provisórias), que inviabilizou não apenas o Acordo, mas o CBA e a pesquisa científica com a biodiversidade”, relatou.
Antônio Sérgio Martins de Mello, foi o único superintendente da Suframa que se interessou em reativar o CBA. “Talvez por isso ficou apenas quatro meses no cargo. Todos os outros sequer desconfiam o que é sociedade moderna de biomassa”, lamentou. Ainda sobre o rumo do CBA, Fonseca afirma que o tempo vai mostrar que esse foi o pior caminho para usar a biotecnologia como alicerce do desenvolvimento do Amazonas e não de crescimento econômico. “Essa diferença é assunto que está fora do alcance intelectual da maioria da classe política e de parte considerável da elite econômica, por ser um assunto que exige outra dimensão de conhecimento. O Polo Biotecnológico vai continuar sem solução real”, avaliou.
Quando o assunto é sobre o Inpa, o ex-diretor do instituto fez uma viagem no tempo para lembrar que a partir do governo de Itamar Franco com a nomeação de José Israel Vargas para o Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT); Gustavo Krause e Aspásia Camargo para o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e José Seixas Lourenço para o Inpa, houve um novo foco para o desenvolvimento da pesquisa no Amazonas. “Depois Seixas Lourenço foi levado para a Secretaria de Coordenação da Amazônia e eu vim para o Inpa e esse período marca uma abertura do Instituto para a sociedade”, recordou.
A abertura do Bosque da Ciência foi um marco importante para o Inpa e para a carreira do professor Ozório Fonseca, criando uma diretriz de difusão institucional que se solidificou com a criação de uma Agenda de Pesquisa composta por projetos direcionados para as chamadas sustainables sciences. “Inaugurado por mim com a presença do FHC. Durante minha gestão (1995-1999), o Inpa tinha presença na mídia local e nacional e os pesquisadores desenvolviam projetos financiados pelo PPG-7, Programa do Trópico Úmido e Sudam”, destacou.
Já no segundo mandato, FHC nomeou o diplomata Ronaldo Sardenberg para o MCT, e José Sar- ney para o MMA. “O que colocou o desenvolvimento da Amazônia na UTI, deixando para Lula da Silva a tarefa de mandar tudo para o IML. É importante frisar que a difusão dos resultados não pode ficar sob a responsabilidade do pesquisador e, nesse caso, a instituição precisa de um Diretor que tenha vontade de divulgar e de um assessor que saiba fazer isso”, concluiu Ozório Fonseca.
Procurados pela reportagem do Jornal do Commercio, os diretores e pesquisadores do Inpa, através da assessoria do instituto aptos a responderem sobre o tema biodiversidade, estão impedidos por estarem fora de Manaus/AM, participando da 67ª edição da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) foi fundada em 1948 com o objetivo de unir o pensamento científico brasileiro, motivado pela chegada de grandes cientistas europeus, trazidos ao país para implementarem as universidades brasileiras, em particular a Universidade de São Paulo (USP), criada em 1934, na cidade de São Paulo/SP.

Laboratório usa plantas da Amazônia para desenvolver substâncias contra malária

Laboratório usa plantas da Amazônia para desenvolver substâncias contra malária
As pesquisas para o desenvolvimento de medicamentos contra a malária a partir de substâncias extraídas de plantas da Amazônia brasileira estão avançadas. Os pesquisadores do Laboratório de Princípios Ativos da Amazônia (Lapaam), que faz parte do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), dispõem de em torno de seis substâncias isoladas bem caracterizadas, capazes de matar os parasitas da malária.
El Grafo/Wikimedia Commons
A malária é transmitida pela picada das fêmeas de mosquitos do gênero Anopheles; transmissão geralmente ocorre em regiões rurais e semi-rurais
A informação é do farmacêutico Luiz Francisco Rocha, responsável pela área de farmacologia do Lapaam. Um artigo com os resultados recentes das pesquisas do laboratório foi aceito para publicação na Antimicrobial Agents and Chemotherapy, uma revista de prestígio no meio científico, em biotecnologia, farmácia e química.
Rocha conta que, desde 2000, o professor e pesquisador Adrian Martin Pohlit, coordenador do laboratório, se propôs a estudar as plantas que os moradores utilizavam contra a malária. Das cerca de 40 espécies encontradas, 15 substâncias bioativas foram isoladas e seus efeitos são pesquisados pelo Lapaam. "Selecionado um grupo de plantas, foram preparados extratos vegetais, analisados quimicamente, e depois fizemos estudos farmacológicos. Porque uma coisa é a população utilizar e dizer que é eficaz, e outra é isolar o princípio ativo e mostrar que tem atividade. Nós conseguimos isso", disse Rocha.
O Laboratório de Malária e Dengue do Inpa também atua nas pesquisas, em parceria com a Fundação de Medicina Tropical do Amazonas.
Entre as substâncias mais promissoras está o 4-nerolidilcatecol (4-NC), extraído da Piper peltatum, uma planta medicinal popularmente conhecida como caapeba-do-norte ou pariparoba. Seu chá é utilizado no tratamento da malária, dificuldades de digestão, infecções no sistema urinário, febre e picadas de inseto, entre outras aplicações.
Segundo Rocha, não é possível precisar quando o medicamento estará disponível, o que também depende do interesse da indústria farmacêutica, mas várias etapas importantes já foram cumpridas. "Para o desenvolvimento de drogas, é necessário testar in vitro nos parasitas, depois em animais, analisamos a toxidade, e todos esses testes já foram feitos. A substância não é tóxica para as pessoas só mata o parasita", explicou.
A malária é uma doença infecciosa febril aguda, causada por protozoários parasitas do gênero Plasmodium, transmitidos pela fêmea infectada do mosquito Anopheles e apresenta cura se for tratada de forma correta e a tempo. Os parasitas se depositam no fígado da pessoa infectada, onde amadurecem e se reproduzem. A doença pode evoluir para a forma grave e até matar.
A maioria dos casos de malária se concentra na região amazônica, área endêmica para a doença. Nas demais regiões, apesar das poucas notificações, segundo o Ministério da Saúde, a doença não pode ser negligenciada, pois se observa uma letalidade maior que na Amazônia.
Para o farmacêutico do Lapaam, os resultados obtidos são importante pois mostram o potencial farmacológico da região e a possibilidade de utilizar os recursos naturais de forma sustentável, agregando valor à floresta, além de dar visibilidade à pesquisa na região, que é tão escassa de recursos.
O Lapaam também pesquisa o potencial antimalárico em plantas como a carapanaúba (Aspidosperma vargasii), a caferana (Picrolemma sprucei), a acariquara vermelha (Minquartia guianensis) e a andiroba (Carapa guianensis).
O farmacêutico Luiz Francisco Rocha conta ainda que, recentemente, o laboratório começou a avaliar a ação das substâncias também para a prevenção da malária.