domingo, 10 de janeiro de 2016

Brilhante ou diamante? Saiba as principais diferenças

DIAMANTE

Brilhante ou diamante? Saiba as principais diferenças

No universo das joias, as pedras preciosas em geral são muito admiradas e sempre que aparecem em alguma peça facilmente tornam-se protagonistas daquela produção. Brilhantes e diamantes são os queridinhos dos apreciadores de joias. Por serem clássicos e agradarem quase à unanimidade, encontram lugar de destaque em joalherias e também no mercado.
Porém, uma dúvida muito comum, compartilhada por muitos admiradores de joias, surge: qual seria então a diferença entre brilhantes e diamantes? É isso que você vai descobrir no post de hoje. Vamos lá?

As diferenças entre brilhante e diamante

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Os termos brilhante e diamante são utilizados como sinônimos no Brasil, porém, não é a maneira mais adequada de aplicação desses termos, uma vez que todo brilhante é um diamante, mas nem todo diamante é um brilhante. Ficou confuso? Vamos lhe explicar!
De maneira simplista, diamante é a pedra em si, enquanto brilhante é o estilo de lapidação específico dado àquele diamante. O diamante redondo com lapidação de brilhante é o nome “completo” dado aos brilhantes que, por simplificação, são chamados apenas de brilhantes cotidianamente.
O brilhante é um tipo de lapidação específica do diamante. Esse corte possui 58 facetas, de maneira a aproveitar ao máximo as qualidades óticas do diamante, proporcionando o brilho máximo.

É preciso saber diferenciar!

Essa lapidação foi desenvolvida por Henry Morse e Marcel Tolkowsky e é, hoje em dia, a lapidação mais comum em todo o mundo, justamente por destacar o que a pedra tem de mais belo: o seu brilho. Saber a diferença entre brilhantes e diamantes é uma informação preciosa para os consumidores dessas joias
É comum no mercado, tentarem vender diamantes com a lapidação “oito oito” no lugar de brilhantes. Essa é uma lapidação comum em pedras menores e que possui menos facetas e, consequentemente, o brilho dessa joia não será tão intenso quanto o de um brilhante.
O brilho do diamante é potencializado pela lapidação brilhante, justamente por suas 58 facetas não paralelas, em formato de losango e convergência radial. Qualquer alteração em uma dessas características influenciará no brilho da pedra.

A lapidação

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Esse tipo de lapidação também pode ser utilizado em outras pedras preciosas. É possível, dessa forma, a lapidação brilhante em uma turmalina, topázio ou granada, por exemplo, o que não torna essa pedra um diamante. A única gema que pode ser chamada de “brilhante” são diamantes redondos com lapidação brilhante.
Diamantes com outras lapidações, em degraus, por exemplo, independentemente do tamanho ou formato, não são brilhantes, pois esse é um projeto de faces paralelas, sem as facetas losangulares e convergência radial tipicamente encontradas nos brilhantes.
Quando outras gemas, que não os diamantes, são lapidadas seguindo o estilo brilhante, recebem outro nome, como por exemplo, “turmalina redonda lapidada no estilo brilhante”. Com a enormidade de pedras preciosas, inclusive brasileiras, qualquer pedra com a lapidação que siga esse projeto é uma boa escolha para sua joia.
Uma lapidação tão bela quanto o brilhante é capaz de potencializar o brilho, sofisticação e elegância de qualquer pedra, seja essa um diamante ou outra pedra preciosa. Aposte nessa lapidação, seja em brincos,anéis de noivado, colares ou acessórios para noivas. Sem dúvidas, o efeito será “brilhante”!
Você já conhecia essa diferença? Ficou com alguma dúvida? 


As pedras preciosas do Brasil: Rubelita

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As pedras preciosas do Brasil: Rubelita

As pedras preciosas possuem beleza singular. Não é à toa que elas servem de matéria-prima para a confecção de lindas joias. A variedade de cores, brilho e formato das pedras é enorme e, no Brasil, é possível encontrar diferentes gemas. Uma das mais exuberantes e encantadoras é á rubelita, pedra que alia imponência, delicadeza e sensualidade.
A rubelita atualmente é a queridinha do mundo, sendo mais valorizada até do que o rubi natural. A pedra está tão em evidência que, na última edição do Festival de Cannes, a atriz espanhola Blanca Suarez usou brincos com detalhes de rubelita. A bela atriz queniana Lupita Nyong’o também brilhou no evento usando joias com essa pedra preciosa.
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Quer saber mais sobre essa pedra que tem conquistado famosas no mundo inteiro? Então continue lendo o nosso artigo e descubra tudo sobre as rubelitas na nossa série “As pedras do Brasil”!

O que é rubelita?

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As rubelitas são pedras preciosas da família das turmalinas. As turmalinas são encontradas na natureza em várias tonalidades e a maioria é nomeada com a cor correspondente. Existe a turmalina verde, a azul, a amarela etc. No entanto, alguns exemplares possuem nomes especiais, como por exemplo, as rubelitas. Elas são gemas de tons que variam do rosa alaranjado até o vermelho intenso. Vale ressaltar que o nome rubelita vem do latim rubelluse significa, justamente, avermelhado.

Onde as rubelitas são encontradas?

As rubelitas não estão presentes em todas as partes do mundo, mas alguns países possuem esse privilégio. As gemas tradicionais, de nuances clássicas de rosa e vermelho, são encontradas principalmente em Moçambique, no Paquistão, na Nigéria, em Madagascar e, é claro, no Brasil. Além disso, as rubelitas em tom de rosa choque são achadas em minas norte-americanas.

Como a rubelita se comporta diante da luz natural e artificial?

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Nem toda turmalina vermelha ou rosa pode ser chamada de rubelita. Se a pedra for exposta à iluminação solar ou à luz artificial e acabar apresentando manchas, distorção no brilho e na nuance, a pedra deve ser classificada como turmalina rosa ou vermelha, conforme sua cor. Porém, se a gema não demonstrar nenhuma alteração, se trata de uma rubelita. Em outras palavras, as rubelitas autênticas brilham a qualquer hora, em qualquer circunstância e sob qualquer tipo de iluminação.

Qual o valor social da rubelita?

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A rubelita é uma das pedras mais apreciadas por mulheres elegantes e homens que gostam de presentear. Por conta de sua cor, essa gema é sedutora e exerce um grande fascínio sobre os casais apaixonados. De brilho intenso e tonalidade envolvente, a beleza das rubelitas fica ainda mais destacada quando a joia tem detalhes em ouro amarelo ou ouro branco. A peça também pode ser complementada com diamantes

Como usar as rubelitas?

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Pingentesbrincos e anéis de rubelita.


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 complementam qualquer produção. A cor rosada/avermelhada acende roupas sóbrias, em tons de preto, branco, nude ou bege, mas as possibilidades de combinação não param por aí! Elas podem fazer um contraponto com outras cores fortes, como verde, azul e amarelo. Rubelitas também caem bem com peças estampadas, desde que as cores da estampa dialoguem e harmonizem com o tom da pedra.

Fonte: CPRM


Veja por que você deve investir em joias e pedras preciosas

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Veja por que você deve investir em joias e pedras preciosas

As joias são peças eternas que agradam diferenciadas faixas etárias, estilos e gêneros. Sempre haverá alguma peça que será compatível com o seu gosto. Portanto, comprar joias ou presentear com elas serão sempre boas alternativas. Que namorada ou esposa não gostaria de ganhar uma joia em alguma ocasião especial? Além de serem ótimas aquisições para o uso, as joias e pedras preciosas são vistas, cada vez mais, como uma boa alternativa para investimento. Investir em joias e pedras preciosas têm sido uma atitude recorrente dos mais antenados no mundo dos negócios. Continue com a leitura e veja por que você deve investir em pedras preciosas!

Investimento seguro

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O ouro é apontado pelos especialistas como um metal seguro para se investir, pois em momentos de instabilidade financeira na economia mundial, o preço dele tende a subir, mostrando-se, assim, como um ótimo investimento com bom retorno financeiro.
Além disso, o investimento em joias e pedras preciosas promove uma preservação do poder de compra, uma vez que elas não perdem o valor em cenários de alta inflação. Em contraposição ao que ocorre com os ativos financeiros, como ações, por exemplo, as joias dificilmente sofrerão perdas significativas de valor. Esta capacidade de não se desvalorizar é uma característica fundamental para um bom negócio.

Grande variedade de opções

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Desde metais como ouro, prata e platina à grande diversidade de pedras preciosas que estão em oferta no mercado, essas peças constituem-se como um bom investimento, mas é muito importante conhecer os produtos antes de adquiri-los como investimentos.

Uso como garantia

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Outra vantagem de se investir em joias e pedras preciosas está na redução dos juros nos empréstimos. É possível usar essas peças, em momentos de necessidades, como artifícios de garantia em empréstimos em instituições financeiras, garantindo uma taxa de juros bem mais vantajosa.
Dessa forma, não será perdida a propriedade das joias e pedras preciosas, que poderão ser vendidas em um momento futuro e ainda possibilitar um cenário mais favorável para o momento em que for necessário recorrer a um empréstimo.

Alta liquidez

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É importante pontuar, também, a alta liquidez que joias e pedras preciosas adquirem no mercado, principalmente quando comparadas a outros ativos físicos, como imóveis. Os investidores dessas peças não encontram tantas dificuldades em revendê-las, quando assim desejarem.
Investir em joias é bem vantajoso, pois a sua revenda atinge um público muito amplo, que compreende desde crianças, até idosos, homens e mulheres.
Quanto mais diversificado for seu acervo de joias e pedras preciosas para investimento, mais fácil será retorná-las ao mercado em momento oportuno, uma vez que a diversidade aumenta as chances de agradar o mercado consumidor. A dica então é diversificar na hora de investir, principalmente em um mercado como o brasileiro, que apresenta várias pedras preciosas, tais como a turmalina Paraíba, a ametista, esmeralda e rubelita,para se ter uma idéia, quem investiu mil dólares em turmalina Paraíba em 1990 tem hoje 300 mil dólares, no mínimo. Isso ainda  vai acontecer com a Opala, muito rara, só tem no Brasil e Austrália e o Topázio Imperial, pois só tem uma mina no mundo, OURO PRETO, e está ficando muito rara.
Outra dica para tornar viável investir em joias é com relação à conservação. Quanto melhor conservadas as peças estiverem, maior liquidez elas alcançarão. 
E então, o que achou sobre o investimento em joias? Achou que compensa mais do que outros investimentos que você realiza? Se não compre ações de estatais, como PETROBRÁS, KKK BRINCADEIRA, fique longe da bolsa e das ações em geral.


Conheça a diferença entre pedras preciosas e semipreciosas

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Conheça a diferença entre pedras preciosas e semipreciosas

Provavelmente você já ouviu alguém perguntar se determinada joia era feita com uma pedra preciosa ou semipreciosa, não é mesmo?
Muitas pessoas possuem dúvidas e se perguntam quais são os fatores que realmente diferenciam esses dois tipos de pedras. Já podemos adiantar que cientificamente essa divisão caiu em desuso, pois a designação de “pedra preciosa” era tradicionalmente usada apenas para o diamante, o rubi, a safira e a esmeralda, pelo fato de serem as mais cobiçadas e conhecidas desde a antiguidade.
Entretanto, não há nenhuma diferença quanto à sua constituição física que as façam ser superiores à água marinhaturmalina, ou ametista, por exemplo, que também são pedras belas, translúcidas, coloridas e resistentes. Ou seja, é possível dizer que essa distinção entre as pedras preciosas e as semipreciosas é apenas comercial e tradicional, mas não implica em uma diferença substancial entre elas. Vamos entender mais sobre esse assunto agora! Confira nosso texto!

Raridade — ou não

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É possível argumentar que a diferença está, por exemplo, na raridade dessas pedras na natureza, o que ainda pode ser refutado, pois minas de diamante foram descobertas e são até hoje exploradas em abundância na África do Sul, enquanto a granada, que já foi considerada no passado uma semipreciosa, é muito menos encontrada na natureza atualmente.
Ou seja, essa designação tem forte relação com o mercado e com o interesse comercial, não apenas sua disponibilidade na natureza.

Gemas e não pedras

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Por esses motivos, realmente tem caído em desuso a distinção entre as pedras preciosas e semipreciosas, sendo feita a designação dessas pedras apenas como “gemas”.
Outros fatores também são considerados para avaliar uma gema, a beleza é determinada por qualidade como transparência, cor, brilho e efeitos ópticos especiais, tais como dispersão da luz, variação de cores e opalescência. A durabilidade é determinada pela sua resistência a fatores físicos e químicos, já a raridade pela sua ocorrência na natureza.
Entretanto, a moda e a tradição também ditam o valor comercial de determinado tipo de gema como, por exemplo, o diamante que, apesar de raro, é uma gema antiga e tradicional, com uma aura histórica que determina seu valor. Não há mulher que não se sinta encantada com uma mandala de diamantes. Por outro lado, podemos dizer que uma turmalina paraíba hoje pode ser comercializada por um valor ainda muito maior do que um diamante, mesmo tendo sido descoberta há pouco tempo — na década de 80, devido a seu azul cristalino que possibilita a confecção de belas joias.

Categorizando as gemas

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As gemas podem ser divididas ainda nos seguintes grupos:
  • Cristalinas: qual fazem parte o topázio, diamante, ametista, água-marinha, esmeralda;
  • Amorfas: vidro vulcânico e opala;
  • Orgânicas: que incluem a coral, pérola e âmbar;
  • Rochas: turquesa, lápis-lazúli.
Vale lembrar que a ArtOuro & Gemas é especializada nas gemas cristalinas, que são as mais procuradas pelas mulheres, por seus aspectos de beleza, diversidade de cores e pela recorrência no Brasil. Além disso, a ArtOuro faz parte do ICA (International Colored Gomstone Association), uma instituição renomada e sem fins lucrativos e a única no mundo que trabalha para beneficiar a indústria das pedras preciosas.

De acordo com as normas técnicas

Tendo em vista as confusões geradas pela designação de “pedra preciosa” e “pedra semipreciosa”, a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) faz a recomendação de que o uso de “semipreciosa” seja evitado e usado apenas o termo “preciosa” para as gemas, já que ele é mais correto de acordo com os especialistas. Para o seu uso como adorno e transformação em joias, essas pedras são retiradas da natureza, polidas ou lapidadas e colocadas em um suporte de ouro ou prata, formando anéis, colares, brincos, pulseiras e outros adornos tão prezados por homens e mulheres desde os tempos mais remotos da história.
Como você pode ver, não existe uma diferença entre as pedras preciosas e as semipreciosas. Vale lembrar que as pedras semipreciosas não podem ser confundidas com pedras sintéticas ou até mesmo as reconstituídas, já que esse grupo, sim, é de menor qualidade e representa apenas a aparência das pedras originais, porém com durabilidade inferior. Se você quiser ficar por dentro de outros motivos pelos quais não comprar uma pedra sintética confira também o nosso post “4 razões para fugir das pedras sintéticas”.
E você, possui alguma joia que contém uma pedra preciosa? Qual é a sua preferida e qual você pretende adquirir? Se você tiver alguma dúvida sobre esse assunto ou quiser compartilhar alguma ideia, escreva para a gente!

Entenda a diferença entre os tipos de ouro

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Entenda a diferença entre os tipos de ouro

O ouro é o metal mais utilizado em joias, seja em seu tom amarelo, o mais tradicional; branco, rosé ou vermelho. É um metal nobre, resistente à corrosão por ácidos ou sais, e por não sofrer oxidação e ser bastante raro na natureza, tem preço elevado no mercado de joias. Porém, existem diferentes tipos de ouro e maneiras de utilizá-lo na fabricação de peças.
O que muitos não sabem é que o ouro utilizado na fabricação de joias é, na verdade, uma liga, ou seja, uma mistura de materiais. O ouro puro é um material extremamente maleável, tão maleável, que um simples aperto de mão, em uma mão que usasse um anel de ouro, seria capaz de alterar o formato da peça. A mistura de metais, dessa forma, confere além de maleabilidade, durabilidade à joia que será produzida. Continue acompanhando e confira a diferença entre os tipos de ouro:

Ouro puro

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O ouro puro, diretamente extraído da natureza, é extremamente mole. Essa propriedade faz com que o metal seja facilmente riscado por outros elementos. Além disso, peças com o ouro “fino” facilmente se amassam ou perdem a forma, mesmo que ao menor impacto. Portanto, para ganhar a resistência que uma joia requer, o ouro é fundido em ligas metálicas, com outros materiais.

Liga de metais

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Para conseguir trabalhar com o ouro e sua maleabilidade, é comum fazer liga de metais, como o cobre, zinco, prata ou paládio. Essa mistura dos metais com o ouro confere dureza à peça, sem interferir na coloração da joia que será o produto final.
O termo “quilates” (k) é utilizado para determinar a quantidade de ouro que existe em uma liga metálica. O cálculo é feito pelo peso do metal dividido por 24. Por exemplo, uma peça de ouro 24k é uma peça de ouro puro, sem adição de outro metal, enquanto uma joia 18k tem 75% de ouro em sua composição — 18 partes de ouro e 6 partes de outros metais, o que é ideal para as joias.
Ao efetuar uma compra de uma joia de ouro é importante se atentar para a quantidade do metal que há na peça. A legislação que determina a porcentagem de ouro em uma joia que a torna, de fato, de ouro, é variável conforme o país. No Brasil, uma peça que tenha composição de ouro acima de 14k já é considerada de ouro.
Mas vale destacar que o ouro 18 quilates é a melhor opção para a confecção de joias, pode também ser chamado de ouro 750 (750 partes de ouro em 1000 partes). Nesse quilate, além da propriedade resistência, a joia não fica mais suscetível à oxidação e ao escurecimento. Portanto, sempre que você for adquirir uma nova joia, lembre-se de conferir se ela é feita em ouro 18k.

Coloração do ouro

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Para a produção das diferentes colorações de ouro, existem porcentagens específicas de metais a serem seguidas. O ouro amarelo é composto de ouro mais 2/3 de prata e 1/3 de cobre, o ouro rosa, de 1/3 de cobre e 2/3 de prata. Já o ouro branco é um liga de ouro e paládio, enquanto o ouro vermelho é feito a partir da mistura de ouro e cobre.

Seja no tom amarelo, branco, rosa ou vermelho, o ouro é um metal capaz de potencializar a beleza de qualquer joia! A mistura de colorações em peças é também uma opção muito bacana para conferir originalidade a uma peça.