quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Diamante e grafite de um simples lápis são dois alótropos de um mesmo elemento químico, o carbono

Diamante e grafite de um simples lápis são dois alótropos de um mesmo elemento químico, o carbono

O carbono é um elemento notável por várias razões. Suas formas alotrópicas incluem, surpreendentemente, uma das substâncias mais frágeis e baratas (o grafite) e uma das mais rígidas e caras (o diamante), mas ha outros alótropos do carbono

Alotropia (do grego allos, outro, e tropos, maneira) foi um nome criado por Jöns Jacob Berzelius e que hoje designa o fenômeno em que um mesmo elemento químico pode originar substâncias simples diferentes. As substâncias simples distintas são conhecidas como alótropos. Estes alótropos são diferentes modificações estruturais do elemento, ou seja, os átomos do elemento estão ligados entre si de uma maneira diferente, como pode ser ilustrado na figura ao lado.
carbono (do latim carbo, carvão) é um elemento químicosímbolo Cnúmero atômico 6 (6prótons e 6 elétrons), massa atómica 12 usólido à temperatura ambiente.1 Como um membro do grupo 14 da tabela periódica, ele é um não metal e tetravalente - fazendo quatroelétrons disponíveis na forma de ligações covalentes. Há três isótopos com formação natural, com o 12C e 13C sendo estável, onde o 14C é radioativo, decompondo com uma meia-vida de aproximadamente 5730 anos.2 Ele é um dos poucos elementos químicos descobertos desde a antiquidade.
Há vários alótropos de carbono, e entre os mais conhecidos estão a grafite, o diamante e o carbono amorfo.4 As propriedades físicas do carbono variam de acordo com sua forma alotrópica. Por exemplo, o diamante é altamente transparente, enquanto a grafite é um material opaco e preto. O diamante é um dos materiais mais duros que se conhecem na natureza, onde a grafite é um material macio a ponto de conseguir riscar no papel (desde o seu nome, da palavra grega "γράφω", que significa para escrever). O diamante tem um baixíssima condutividade elétrica, enquanto a grafite é um excelente condutor. Sob condições ambientais normais, o diamante, os nanotubos de carbono e o grafeno têm uma elevada condutividade térmica entre todos os materiais conhecidos.
Todos os alótropos de carbono são sólidos em temperatura ambiente, com a grafite sendo o mais estável termodinâmico. Eles têm resistência química e requerem altas temperaturas para reagir com o oxigênio. O estado de oxidação mais comum do carbono em um composto inorgânico é o +4, onde +2 é encontrado no monóxido de carbono e outros complexos de carboxila metálica com metais de transição. A maior disponibilidade de compostos inorgânicos com carbono está no calcário, na dolomita e o dióxido de carbono, porém quantidades significativas são encontradas nas minas de carvão, nas turfas, no petróleo e nas fontes de hidrato de carbono. É o elemento químico mais numeroso de compostos químicos , mais do que os outros elementos químicos, com quase dez milhões de compostos.
O carbono é o 15° elemento químico mais abundante na crosta terrestre e o 4° elemento mais abundante no universo depois do hidrogêniohélio e o oxigênio. Ele está presente em todas as formas de vida, e no corpo humano é o segundo elemento mais abundante em massa (cerca de 18,5%) depois do oxigênio.6 Esta abundância, em conjunto com a exclusiva diversidade e sua incomum capacidade de formar polímeros sob as diversas condições de temperatura na Terra, tornando-o este elemento básico para todas as formas de vidas conhecidas.
. Mais ainda: apresenta uma grande afinidade para combinar-se quimicamente com outros átomos pequenos, incluindo átomos de carbono que podem formar largas cadeias. O seu pequeno raio atómico permite-lhe formar cadeias múltiplas; assim, com o oxigênio forma o dióxido de carbono, essencial para o crescimento das plantas (ver ciclo do carbono); com o hidrogênio forma numerosos compostos denominados, genericamente,hidrocarbonetos, essenciais para a indústria e o transporte na forma de combustíveis derivados de petróleo e gás natural. Combinado com ambos forma uma grande variedade de compostos como, por exemplo, os ácidos graxos, essenciais para a vida, e os ésteres que dão sabor às frutas. Além disso, fornece, através do ciclo carbono-nitrogênio, parte daenergia produzida pelo Sol e outras estrelas.
São conhecidas quatro formas alotrópicas do carbono7 , além da amorfagrafitediamantefulerenos e nanotubos. Em 22 de março de 2004se anunciou a descoberta de uma quinta forma alotrópica: (nanoespumas). A forma amorfa é essencialmente grafite, porque não chega a adotar uma estrutura cristalina macroscópica. Esta é a forma presente na maioria dos carvões e na fuligem.
À pressão normal, o carbono adota a forma de grafite estando cada átomo unido a outros três em um plano composto de células hexagonais; neste estado, 3 elétrons se encontram em orbitais híbridos planos sp² e o quarto em um orbital p.
As duas formas de grafite conhecidas, alfa (hexagonal) e beta (romboédrica), apresentam propriedades físicas idênticas. Os grafites naturais contêm mais de 30% de forma beta, enquanto o grafite sintético contém unicamente a forma alfa. A forma alfa pode transformar-se em beta através de procedimentos mecânicos, e esta recristalizar-se na forma alfa por aquecimento acima de 1000 °C.

Devido ao deslocamento dos elétrons do orbital pi, o grafite é condutor de eletricidade, propriedade que permite seu uso em processos de eletrólise. O material é frágil e as diferentes camadas, separadas por átomos intercalados, se encontram unidas por forças de Van der Waals, sendo relativamente fácil que umas deslizem sobre as outras.Sob pressões elevadas, o carbono adota a forma de diamante, na qual cada átomo está unido a outros quatro átomos de carbono, encontrando-se os 4 elétrons em orbitais sp³, como nos hidrocarbonetos. O diamante apresenta a mesma estrutura cúbica que o silício e o germânio, e devido à resistência da ligação química carbono-carbono, é junto com onitreto de boro (BN) a substância mais dura conhecida. A transformação em grafite na temperatura ambiente é tão lenta que é indetectável. Sob certas condições, o carbono cristaliza como lonsdaleíta, uma forma similar ao diamante, porém hexagonal, encontrado nos meteoros.
O orbital híbrido sp, que forma ligações covalentes, só é de interesse na química, manifestando-se em alguns compostos como, por exemplo, o acetileno.
Os fulerenos têm uma estrutura similar à do grafite, porém o empacotamento hexagonal se combina com pentágonos (e, possivelmente, heptágonos), o que curva os planos e permite o aparecimento de estruturas de forma esférica,elipsoidal e cilíndrica. São constituídos por 60 átomos de carbono apresentando uma estrutura tridimensional similar a uma bola de futebol. As propriedades dos fulerenos não foram determinadas por completo, continuando a serem investigadas.

A esta família pertencem também os nanotubos de carbono, de forma cilíndrica, rematados em seus extremos por hemiesferas (fulerenos). Constituem um dos primeiros produtos industriais da nanotecnologia. Investiga-se sua aplicabilidade em fios de nanocircuitos e em eletrônica molecular, já que, por ser derivado do grafite, conduz eletricidade em toda sua extensão.Possui ainda, grande aplicabilidade em compostos dinâmicos.

Avaliação de diamantes é complexa

Avaliação de diamantes é complexa

Avaliação de diamantes: Sendo a mais valiosa e afamada gema no mundo dos minerais, não é de se estranhar que sua avaliação seja algo complexa e detalhada.

Os quatro Cs
É a classificação básica de um diamante, segundo sua cor (color), peso (carat), pureza (clarity) e lapidação (cut). Desenvolvida pela G.I.A (Gemological Institute of America), esta classificação é mundialmente aceita e usada.
Classificação segundo a cor (Color)
O diamante pode ocorrer em qualquer cor e tonalidade possível, sendo os mais comuns em tons de amarelos. Somente uma pequena parte (cerca de 20%) dos diamantes produzidos pela mineração encontra uso como gema, sendo os 80% restantes, onde se incluem os carbonados, dedicados ao uso industrial.
A cor em diamantes é devida a impurezas ou defeitos estruturais. O nitrogênio é a impureza mais comum e confere aos diamantes cores amareladas. Diamantes puros ou quase puros são transparentes ou incolores,sendo também os mais valiosos.
A seguir, temos as escalas de graduação de cor, de acordo com as terminologias da ABNT-IBGM, HRD e GIA:
ABNT-IBGM
HRD
G.I.A.
Excepcionalmente incolor extra
Exceptional white +
D
Excepcionalmente incolor
Exceptional white
E
Perfeitamente incolor extra
Rare White+
F
Nitidamente incolor
Rare white
G
Cor levemente perceptível
Slightly tinted white
I
Cor perceptível

J
Cor levemente visível
Tinted white
K
Cor visível

L
Cor levemente acentuada a acentuada
Tinted colour
M, N a Z
Cor incomum ou extraordinária
Fancy colour
Z+
Peso (Carat)
A unidade de peso usada em diamantes e em gemas em geral é o quilate, que equivale a quinta parte do grama (0,2 gramas) e cada quilate por sua vez é subdividido em 100 pontos, valendo cada ponto 2 mg. A relação entre peso e preço dos diamantes é geométrica, isto é, um diamante de 2 quilates vale mais do que duas vezes um diamante de 1 quilate com a mesma classificação de cor, pureza e lapidação.
A tabela abaixo mostra bem isto:
Preço aproximado para diamantes cor G,
pureza VS2, lapidação 1A
Fonte: http://en.wikipedia.org
Tamanho
em quilate
Custo por quilate (US$)
Custo total (US$)
0.5 (50 pontos)
3,000
1,500
1.0
6,500
6,500
1.5
8,500
12,750
2.0
13,000
26,000
3.0
17,000
51,000
5.0
23,000
115,000
Classificação segundo a pureza (Clarity)
Classificação segundo a presença de inclusões e manchas
ABNT-IBGM
HRD
G.I.A.
Interna e externamente puro
ao exame com equipamento
óptico a 10 aumentos
LC
(Loupe Clean ou Puro à Lupa)
FL (Flawless)
Absolutamente transparente e livre
de qualquer inclusão ao exame com
equipamento óptico a 10 aumentos.

IF (Internally Flawless)
Inclusão ou inclusões pequeníssimas
e muito díficeis de serem visualizadas
ao exame com equipamento óptico a 10 aumentos.
VVS1 / VVS2
[Very Very Small Inclusion (s)]
VVS1 / VVS2
[Very Very Small Inclusion (s)]
Inclusões muito pequenas e
díficeis de serem visualizadas
ao exame com equipamento óptico a 10 aumentos.
VS1 / VS2
[Very Small Inclusion(s)]
VS1 / VS2
[Very Small Inclusion(s)]
Inclusões pequenas fáceis
de serem visualizadas ao exame
com equipamento óptico a 10 aumentos e,
geralmente, não visíveis a olho nu,
através da coroa
SI1 / SI2
[Small Inclusion(s)]
SI1 / SI2
[Small Inclusion(s)]
Inclusões evidentes ao exame
com equipamento óptico a 10 aumentos
e difíceis de serem visualizadas
a olho nu, através da coroa,
não diminuindo a transparência do diamante
P1
(Piqué 1)
I1
Uma inclusão grande e/ou
algumas inclusões menores,
fáceis de serem visualizadas
a olho nu através da coroa,
diminuindo um pouco a
transparência do diamante
P2
(Piqué 2)
I2
Uma inclusão grande e/ou
numerosas inclusões menores,
muito fáceis de serem visualizadas
a olho nu através da coroa,
diminuindo sensivelmente a
transparência do diamante
P3
(Piqué 3)
I3
Classificação segundo a Lapidação (Cut)
Na avaliação de um diamante lapidado, além da cor, limpidez e do peso, também é analisada a igualdade de forma entre as facetas, dos ângulos entre as mesmas, das proporções entre as partes constituintes da gema e da qualidade do acabamento. Estes parâmetros, são genericamente incluídos no termo lapidação (cut em Inglês). Lapidações que desviem das proporções ideais, com facetas da mesma família desiguais ou que apresentem marcas de lapidação e de polimento, perdem muito de seu valor. Quanto mais desviem dos padrões, maior é a perda de valor.
Em alguns casos, em pedras de boa coloração, claridade e peso, mas com defeitos de lapidação, ou com lapidações antigas, pode valer a pena submetê-la a um processo de relapidação. Neste procura-se aproximá-la das proporções padrões modernas, pois mesmo havendo perda de peso da gema, pode aumentar o seu valor final. É claro que estas considerações são gerais, pois a ninguém ocorreria relapidar um diamante de algumas dezenas de quilates, pois nestes o peso avantajado é o seu principal elemento de valor.
Veja mais sobre lapidação de diamantes em Brilhante
§  Exemplo de proporções ideais de um diamante:
Em um brilhante com diâmetro de 5mm (100%), as outras partes teriam que apresentar as seguintes medidas para estarem dentro de uma faixa considerada ótima:
Diâmetro
5mm
Parte
Tamanhos ideais em mm
Mesa
2,65 a 2,87
Coroa
0,73 a 0,81
Rondiz ou cintura
0,1 (muito fina)
Pavilhão
(profundidade)
2,16
Peso
34 pontos ou 0,34 quilates

DIAMANTE OU BRILHANTE?

DIAMANTE OU BRILHANTE?

Quando você pensa em um DIAMANTE logo vem em sua mente algo branco que reluz brilho, soa como pureza e mexe com os sentidos como a paixão?
Ok, mas antes da sua joia feita com eles, existem uma grande historia e explicações que espero ajudar a esclarecer dúvidas!
Carbono puro a mesma do carvão e do grafite- aquele de lapis! Isso mesmo, essa é a composição dessa pedra tão fascinante e desejada.
Cristalizado sob altas pressões e temperaturas, nas mais profundas entranhas da terra há bilhões de anos.
Para se ter uma ideia, a mais jovem rocha vulcânica da qual se extrai diamantes possui a idade de 70 milhões de anos.A origem do nome, "Adamas", é grega. Significa invencível, indomável.
 DIAMANTE X BRILHANTE – SÃO IGUAIS ?
Sim e Não. Calma, vamos explicar. Se considerarmos o princípio que "brilhante" é o nome de uma das formas (redonda) que um Diamante lapidado possa ter, então realmente um DIAMANTE é a mesmíssima coisa que um BRILHANTE. Porém, a palavra "Brilhante" é usada além desta explicação acima. Ou seja, diversas Gemas - naturais e sintéticas -são também denominadas "Brilhantes" pelo simples fato de reluzirem com os princípios físicos da Luz que "atravessa" o prisma e explode em brilho e cores. Então a melhor solução - ou definição - é que "Um Diamante pode ser um Brilhante, mas nem todo Brilhante é um Diamante".
Mas não vamos complicar!
RESUMINDO : As pessoas costumam errar ao dizer que querem comprar uma peça com brilhantes. A gema é diamante, brilhante é apenas o nome da lapidação. O diamante pode ser lapidado em diversas outras formas e lapidações e então não será mais "brilhante".O mais belo corte (lapidação) para o diamante é o chamado brilhante, criado pelo joalheiro veneziano Peruzz, no final do século XVII. Essa lapidação tem a forma redonda e compõ-se de 58 facetas. Cada faceta é simétrica e disposta num ângulo que não pode variar mais de meio grau.

Os diamantes podem ser lapidados em outras formas como gota, navete, baguete, coração, etc. – O formato coração costuma ser o mais caro pois, perde-se muito da pedra na lapidação pela quantidade de angulos!

Cuidados há certificação e certificação dos diamantes

Cuidados há certificação e certificação dos diamantes

O certificado Kimberley fornecido pelo governo brasileiro através do DNPM legaliza o diamante para o seu uso comercial e para a sua origem brasileira, garantindo que não é diamante financiador de conflito armado e permitindo ate a sua exportação legal, mas não certifica o diamante comercialmente;

É o Certificado de Garantia GIA que é dado por um organismo norte americano que dá o respaldo para a liquidez do diamante e a certeza de saber de sua procedência e exatamente o que se comprou! Ele é respeitado pelo mercado internacional. A procedência neste caso é informada pelo certificado Kimberley, mas confirmada pelas características do diamante, pois cada região diamantífera tem um DNA próprio

Antigamente, quando você comprava um diamante, você tinha que depositar toda a sua confiança no vendedor, acreditando que os 4 Cs informados estavam corretos. Você tinha que aceitar a palavra do vendedor de que o solitário que você estava comprando tinha mesmo 1 quilate, cor D, pureza VS1, corte Excelente , por exemplo.
Você assumia que o vendedor sabia classificar o diamante de forma correta e honesta.
Mas se você levasse então o diamante para 10 outros joalheiros analisarem você provavelmente terminaria com 10 classificações diferentes.
Isto significa que o seu joalheiro mentiu, ou agiu de má-fé? Não necessariamente. Provavelmente ele usou critérios próprios de avaliação, que variam de profissional para profissional.
Para solucionar este problema e uniformizar a classificação dos diamantes o GIA (Gemological Institute of America) criou o Certificado GIA em 1955.
O certificado GIA traz todas as informações sobre os 4Cs de um diamante, além de uma séria de outras informações que identificam cada diamante.
O certificado GIA, além de garantir a classificação correta do diamante garante que o diamante é natural e que não recebeu nenhum tratamento para melhora de sua cor ou pureza.
Diamantes tratados não são certificados pelo GIA.
No mercado internacional dos diamantes, o Certificado GIA é considerado o mais importante e é o mais aceito entre os profissionais da área.

Os 4Cs fornecem uma maneira objetiva de comparar e avaliar os diamantes, mas depois das informações adquiridas aqui, será emocionante observar pessoalmente todas essas características apresentadas pelo seu joalheiro de confiança.

Curiosidades sobre Diamantes

Curiosidades sobre Diamantes

ORIGEM DO NOMEDiamante, do grego 'adamas', significa invencível e 'diaphanes', que significa transparente. Durante a Idade Média, acreditava-se que um diamante podia reatar um casamento desfeito. Era usado em batalhas como símbolo de coragem.
Os antigos o chamavam de pedra do sol, devido ao seu brilho faiscante e os gregos acreditavam que o fogo de um diamante refletia a chama do amor.
Sugere, portanto, a força e a eternidade do amor.


SAIBA COMO NASCE UM DIAMANTE

O DIAMANTE COMO JÓIA: Só a partir do século XV, o diamante foi caracterizado como a jóia da noiva. Sendo Mary de Burgundy a primeira mulher a receber um colar de diamantes como um símbolo de noivado com o Arqueduque Maximilian da Austria em Agosto de 1477. Dos séculos XVII a XIX, usavam-se argolões como anéis de noivado. No século XX, ficou em moda o estilo "chuveiro", mais tarde o anel fieira. Depois o solitário, o estilo mais usado atualmente.

EXPLORAÇÃO: A exploração das minas de diamante começou na Índia, entre os anos 800 e 600 A.C. Durante 2.000 anos, o Oriente produziu todos os diamantes conhecidos, incluindo o "Koh-i-Noor", o russo "Orloff", o "Esperança" e outros diamantes célebres. O seu uso era reservado às cortes reais e aos dignitários da igreja. As espadas, os colares das ordens, os cetros e as coroas usadas nas cerimônias eram ornadas de diamantes.


ESTRELA PODE SER O MAIOR DIAMANTE DO UNIVERSO


PORTO ALEGRE - 05/05/1998 » A partir de estudos realizados nos últimos 19 dias e concluídos ontem, cientistas de todo o mundo poderão saber dentro de duas semanas se uma estrela, a BPM 37093, do tamanho da Terra, é feita mesmo de um único diamante (cristal de carbono contaminado com oxigênio), conforme acredita seu descobridor, o astrônomo baiano Kepler de Oliveira Filho. "Seria o maior diamante do universo".
Chefe do Departamento de Astronomia do Instituto de Física da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Kepler informou que a estrela está situada na Constelação do Centauro, a 17 mil anos-luz da Terra. Ele fez a descoberta junto com dois alunos (atuais professores nas universidades de Santa Maria e Caxias do Sul) Antônio Kanaan e Odilon Giovannini, em 1991, e sob observação, desde então, de astrônomos de 13 países, reunidos numa entidade, presidida pelo próprio Kepler.
Essa BPM 37093 é uma estrela anã branca, núcleo de grandes massas que implodem e cuja "densidade média, altíssima, é 20 mil vezes maior do que a platina, o objeto mais denso da Terra", contou Kepler. As estrelas anãs são "as mais velhas da nossa galáxia" e seu estudo, como no caso da BPM 37093, visa ajudar os cientistas a obterem "informações sobre a teoria de evolução das estrelas, que vai levar a determinar a idade de nossa galáxia e, em conseqüência, do universo".
A estrela BPM 37093, conforme estudos dos cientistas, se transformou num único e enorme cristal de carbono com oxigênio, ou seja, virou um diamante do tamanho aproximado da Terra.
Foi aquele mesmo grupo de cientistas que decidiu fazer uma pesquisa intensiva da estrela desde o dia 16 de abril, com uso de telescópios do Chile, África do Sul, Austrália e Nova Zelândia, para comprovar tratar-se mesmo de um diamante único, ou não.
A estrela sob observação tem densidade aproximada de 4 milhões de gramas por centímetro cúbico e temperatura mais quente que o Sol, variando de 12 mil a 12,5 mil graus centígrados.
"Há um estudo das variações das ondas de luz emitidas pelas estrelas pelas quais se analisa o interior dos astros. Não é possível ver diretamente o interior das estrelas, ocultado por sua atmosfera. Pode haver outras estrelas compostas de diamante, mas essa é a única que se conhece", afirmou Kepler.
OUTRA CURIOSIDADE: O diamante é o mais duro material de ocorrência natural que se conhece, com uma dureza de 10 (valor máximo da escala de Mohs). Isto significa que não pode ser riscado por nenhum outro mineral ou substância, exceto o próprio diamante, funcionando como um importante material abrasivo. Esta característica foi um dos motivos com que o diamante não fosse talhado durante muitos anos. As maiores jazidas do mundo são de África do Sul. Outras jazidas importantes situam-se na Rússia (segundo maior produtor) e na Austrália (terceiro maior produtor), entre outras de menor importância.
Dizem os especialistas que não existem dois diamantes iguais. Cada um é único e exclusivo, com suas características próprias. – Unicos como cada uma de nós! rs
 TRISTE NOTÍCIA: Diferente do que se pensou durante anos, os diamantes não são eternos pois o carbono definha com o tempo, mas os diamantes duram mais que qualquer ser humano. Sendo carbono puro, o diamante arde quando exposto a uma chama, transformando-se em dióxido de carbono. É solúvel em diversos ácidos e infusível, exceto a altas pressões.
 Pessoal, não vamos nos desiludir ok?! Meninas...diamantes serão eternos para nós!!!Portatnto, fica a dica para os namoridos, maridos, namorados e afim...DIAMANTES, BRILHANTES SEMPRE! ;)
BOA NOTICIA:
Fique sabendo que a meros 50 anos-luz da Terra (logo ali, a 473 trilhões de km) existe uma estrela de diamante com 1.500 km de extensão, cujo peso estima-se em  decilhão (1033) de quilates.
A título de comparação, o maior diamante bruto já encontrado do mundo tinha 3.100 quilates, resultando numa pedra lapidada de 530 quilates. Pegue a picareta e procure a estrela BPM 37093, também conhecida como Lucy em homenagem à canção “Lucy in the sky with diamonds” dos Beatles.
Se a viagem parecer longa demais, a alternativa é fazer um diamante caseiro. Basta aquecer um pedaço de carvão a 1.400 graus centígrados e apertá-lo com a pressão de 55 000 quilobares, equivalente a cerca de 54.000 atmosferas. Mas uma panela de pressão não sera suficiente...


 MAIS UMA CURIOSIDADE: O diamante é o mais duro material de ocorrência natural que se conhece, com uma dureza de 10 (valor máximo da escala de Mohs). Isto significa que não pode ser riscado por nenhum outro mineral ou substância, exceto o próprio diamante, funcionando como um importante material abrasivo. Esta característica foi um dos motivos com que o diamante não fosse talhado durante muitos anos. As maiores jazidas do mundo são de África do Sul. Outras jazidas importantes situam-se na Rússia (segundo maior produtor) e na Austrália (terceiro maior produtor), entre outras de menor importância.
Dizem os especialistas que não existem dois diamantes iguais. Cada um é único e exclusivo, com suas características próprias. – Unicos como cada uma de nós!