domingo, 24 de janeiro de 2016

A mineração foi a primeira atividade do homem depois que desceu das arvores.

A mineração foi a primeira atividade do homem depois que desceu das arvores.

Para as muitas pessoas que acham que mineração é só destruição da natureza e seria melhor voltar a viver nas árvores

A mineração foi a primeira atividade do homem depois que desceu das arvores. Antes de fazer agricultura o homem usava pedras para se defender, as atirando nos inimigos e caças, e para derrubar alimentos, e claro não era qualquer pedra, tinha que ter tamanho e formato adequado as suas mãos e forças, assim, obrigatoriamente havia uma seletividade das pedras a ser usada, isso é o inicio da mineração.
Importância dos recursos minerais





Os bens minerais têm uma importância significativa para a sociedade, a tal ponto que as fases de evolução da humanidade são divididas em função dos tipos de minerais utilizados: idades da pedra, do bronze, do ferro, etc. Nenhuma civilização pode prescindir do uso dos bens minerais, principalmente quando se pensa em qualidade de vida, uma vez que as necessidades básicas do ser humano - alimentação, moradia e vestuário - são atendidas essencialmente por estes recursos.

Uma pessoa consome direta ou indiretamente cerca de 10 toneladas/ano de produtos do reino mineral, abrangendo 350 espécies minerais distintas. A construção de uma residência é um exemplo desta diversidade.

Sua casa vem da mineração 


Elemento construtivo
Principais substâncias minerais utilizadas
tijolo
argila
bloco
areia, brita, calcário
fiação elétrica
cobre, petróleo
lâmpada
quartzo, tungstênio, alumínio
fundações de concreto
areia, brita, calcário, ferro
ferragens
ferro, alumínio, cobre, zinco, níquel
vidro
areia, calcário, feldspato
louça sanitária
caulim, calcário, feldspato, talco
azulejo
caulim, calcário, feldspato, talco
piso cerâmico
argila, caulim, calcário, feldspato, talco
isolante - lã de vidro
quartzo e feldspato
isolante - agregado
mica
pintura - tinta
calcário, talco, caulim, titânio, óxidos metálicos
caixa de água
calcário, argila, gipsita, amianto, petróleo
impermeabilizante - betume
folhelho pirobetuminoso, petróleo
pias
mármore, granito, ferro, níquel, cobalto
encanamento metálico
ferro ou cobre
encanamento PVC
petróleo, calcita
forro de gesso
gipsita
esquadrias
alumínio ou ligas de ferro-manganês
piso pedra
ardósia, granito, mármore
calha
ligas de zinco-níquel-cobre ou fibro-amianto
telha cerâmica
argila
telha fibro-amianto
calcário, argila, gipsita, amianto
pregos e parafusos
ferro, níquel

e outros equipamentos e bens que nos garantem qualidade de vida também

Rodovia, ferrovia, hidroelétrica, termoelétrica, computador, televisão, fogão, geladeira, combustível, alimentos - corretivo de solo, fertilizante, defensivo agrícola, lápis, papel, borracha, giz, louças, talheres, panelas, martelo, serra, torno, automóvel, avião, barco, medicamento, perfumaria, água ...

Desenvolvimento social e econômico

A atividade mineral disponibiliza para a sociedade recursos minerais essenciais ao seu desenvolvimento, sendo a intensidade de aproveitamento dos recursos um indicador social. Tomando como exemplo o consumo per capita de agregados para a construção civil (areia + brita), este reflete a real intensidade estrutural de uma sociedade, pois está associado diretamente às vias de escoamento de produção, obras de arte, como viadutos e pontes, saneamento básico, hospitais, escolas, moradias, edifícios, energia elétrica e toda sorte de elementos intrínsecos ao desenvolvimento econômico e social de um povo.

O crescimento sócio-econômico implica em maior consumo de bens minerais, tornando importante garantir a disponibilidade dos recursos demandados pela sociedade. Existe portanto, uma relação direta entre desenvolvimento econômico, qualidade de vida e consumo de bens minerais.

O caráter pioneiro da mineração resulta em novas fronteiras econômicas e geográficas, abrindo espaço para o desenvolvimento e gerando oportunidades econômicas. Como indústria de base, induz à formação da cadeia produtiva, do processo de transformação de minérios até os produtos industrializados. Na medida que proporciona a interiorização da população, cria demandas por infra-estrutura e serviços, induz a instalação de indústrias de transformação e de bens de capital, gera empregos e renda, reduzindo as disparidades regionais.

A mineração é reconhecida internacionalmente como atividade alavancadora do desenvolvimento, tendo grande participação no desenvolvimento econômico de muitas das principais nações do mundo, como. Canadá, Austrália e Estados Unidos.

Meio ambiente

A imagem da mineração como uma atividade agressiva ao meio ambiente e aos interesses do desenvolvimento sustentado tem suas raízes na intensa demanda pelos bens minerais que vigorou no passado, associada à falta tanto, de soluções tecnológicas adequadas, quanto de prioridade para a conservação ambiental na agenda dos governos. Esta combinação de fatores induziu o desenvolvimento de uma indústria mineral predatória, bastante generalizada no Brasil até épocas recentes da nossa história.

A realidade atual está mudando, entretanto, principalmente por efeito de uma fiscalização ambiental cada vez mais eficiente e priorizada pelo poder público, bem como pela disponibilidade de tecnologias de controle e recuperação ambiental mais adequadas às necessidades da indústria mineral. Ambas, fiscalização e tecnologia, são favorecidas pelo fato de que a mineração afeta geralmente pequenas extensões geográficas, dentro de áreas controladas pelo governo federal. Todas as áreas de concessão mineral em operação no Brasil abrangem menos de 0,15% do território nacional, localizadas de forma praticamente pontual em concessões do DNPM e liberadas mediante aprovação de um plano de controle e recuperação dos impactos ambientais, pelos órgãos específicos de fiscalização. Outras atividades econômicas, tais como a agricultura e a implantação de infra-estrutura urbana, afetam mais fortemente a integridade dos ecossistemas, aplicando produtos químicos e erradicando espécies em escala regional, o que as torna mais agressivas e de difícil recuperação.

Temos, portanto, que a mineração não apenas é uma atividade econômica de impactos ambientais essencialmente localizados, como ainda apresenta maiores possibilidades de gestão do risco e facilidade de fiscalização por parte do poder público. À medida que a indústria mineral se modernizar e que o controle se tornar mais efetivo, esta imagem tornar-se-á coisa do passado.


A famina monetária de 1680-1720 estimula a produção brasileira de ouro

A famina monetária de 1680-1720 estimula a produção brasileira de ouro

A prata metal eclipse o ouro através da enorme produção de Potosi na atual Bolivia, que é de 7 a 8 milhões de pesos por ano no final do século XVI, depois de ter descido ligeiramente em 1605, mas permanece entre 1650 e 1680. O ouro não segue: após 1645 a relação de ouro extraido no mundo se mantem na proporção de 60 para 1 a favor da prata.
Mas a pirataria atrapalha a circulação de dinheiro de prata espanhol.
Henry Morgan ataca Cuba em 1668, Maracaibo em 1669 e Panamá em 1671. Pior ainda, os piratas franceses do Rendez-vous da Ilha Dourada aterrorizam a costa do Pacífico via o Rio Chuchunaque e depois participam da expedição de Cartagena em 1697, enquanto os corsários de St. Malo passam o terrível Cabo Horn a partir de 1700.
O comércio mundial, revitalizado pela révolução financeira britânica de 1688, sofre de uma "fome monetária", agravada pela retirada de metais preciosos organizada pelos ourives de Londres, após a decisão Inglêsa em reformular a moeda de prata para eliminar as falsificações. Eles lutam de fato contra a criação do Banco da Inglaterra, que os torna concorrentes. Nos anos1690, a Guinea de ouro passa de 22 shillings para 30, e a prata fica instável:
Os comerciantes europeus para prosseguirem o seu comércio lucrativo com a Ásia, dependem das chegadas em Cadix da prata americana, sempre desiguais, às vezes insuficientes. A obrigação de encontrar a qualquer preço espécies para o comércio com a Ásia são sentidas como uma verdadeira servidão. A partir de 1680-1720, em particular, o metal é relativamente raro, o seu preço de mercado é superior ao preço oferecido pelo pool de moedas. O resultado é uma desvalorização, de fato, das moedas decisivas como o florim e esterlina, e a degradação para a Holanda ou a Inglaterra dos papeis de comércio com Asia. "
A falta de dinheiro para importar têxteis da até uma chance ao algodão europeu, mas esta "fome de dinheiro" estimula a pesquisa de ouro nas minas de Santa Cruz de Cana (Panamá) e de Minas Gerais do Brasil, que produz nove toneladas de ouro por ano, em média nos anos 1720 graças às bombas de água de Thomas Newcomen, 3 vezes mais do que nos vinte anos anteriores. O sucesso do ouro brasileiro interessa a Inglaterra, que assina o Tratado de Methuen com o Portugal em 27 de dezembro de 1703, para enriquecer seus próprios comerciantes.

Concha

Concha  

NOMES UTILIZADOS PELO MERCADO concha, madrepérola, concha de caramujo, concha de búzio, olho-de-gato chinês (errôneo), operculum, concha de abalone.
COR Virtualmente qualquer cor, mas comumente branco, cinza, marrom, amarelo, laranja, rosa.
VARIEDADES concha.

sábado, 23 de janeiro de 2016

Água-marinha

Água-marinha 

NOMES UTILIZADOS PELO MERCADOágua-marinha de Madagascar - azul médio.
CORDe azul esverdeado ao azul, geralmente de tonalidade clara.
VARIEDADESágua-marinha olho-de-gato.

Ágata

Ágata 

NOMES UTILIZADOS PELO MERCADOágata
CORVárias, usualmente cinza azulada, branca, marrom e vermelha; apresenta estrutura bandada, com camadas de cor, espessura e variedades diferentes; quase a totalidade das ágatas utilizadas em joalheria é colorida artificialmente.
VARIEDADES