domingo, 14 de fevereiro de 2016

CIRCUITO DAS PEDRAS PRECIOSAS

DAS PEDRAS PRECIOSAS

© Circuito Turístico Pedras PreciosasTeófilo Otoni - Pedras Preciosas - Circuito Turístico Pedras PreciosasPedras Preciosas
Este circuito é composto das cidades: Água Boa, Angelândia, Capelinha, Caraí, Carlos Chagas, Itamarandiba, Itambacuri, Jenipapo de Minas, Ladainha, Minas Novas, Nanuque, Novo Cruzeiro, Padre Paraíso e Teófilo Otoni.

O Circuito das Pedras Preciosas é conhecido pela riqueza de suas gemas coradas, pequenas preciosidades que guardam belezas únicas e encantam visitantes de todos os lugares do mundo. Este Circuito está perfeitamente centrado na maior província gemológica do planeta. A variedade é tamanha que chega a ser considerada uma "anomalia geológica" pela comunidade científica.


Há centenas de milhares de anos, um enfurecido caldeirão de magma exercia pressões inconcebíveis, levando massas de terra a se moverem. Calor intenso agia sobre as rochas, desestabilizando-as. Os átomos se libertavam de suas estruturas cristalinas misturando-se aos gases voláteis, à água e a outros elementos. Esses materiais abrigados nas fendas e nas cavidades rochosas foram se cristalizando à medida que a terra esfriava, formando pedras preciosas. Uma gema corada de boa qualidade é o resultado perfeito da alquimia gerada na Terra em um passado remoto.


O Circuito é conhecido ainda pelo sabor de sua carne de sol, pela qualidade da cachaça, pela beleza do artesanato, pela história da colonização do Vale do Mucuri, pelas flores e frutas da Lajinha, além das montanhas e das cachoeiras que oferecem condições ideais para a prática do ecoturismo e o esporte de aventura.


A região é cercada pela Serra dos Aymorés e banhada pelos Rios Mucuri e Jequitinhonha. As cachoeiras são inúmeras. Também é entrecortada por vales, canyons e trilhas ideais para a prática de rapel, canyoning, cross, entre outras.


Ao cair da tarde, pode se contemplar o pôr do sol comungar com a natureza e se energizar. À noite, é obrigatório um bate-papo com os amigos, saboreando a deliciosa carne de sol da terra.


Teófilo Otoni é o ponto de partida para qualquer roteiro na região. A cidade está no centro da maior província gemológica do mundo; por isso, recebe anualmente uma das maiores feiras do gênero do planeta. A FIPP, como é conhecida a Feira Internacional de Pedras Preciosas, encanta turistas e compradores com o brilho de suas gemas.


Quem quiser conhecer a fonte de toda essa riqueza deve fazer um roteiro pelos garimpos dos municípios de Caraí e Padre Paraíso. Duas operadoras locais conhecem bem a região e estão aptas para atender os turistas. Sem dúvida, uma experiência emocionante.


Já os municípios de Itaipé e Ladainha abrigam as paisagens mais lindas de todo o Circuito. Excelentes para ecoturismo, a geografia dessas duas localidades presenteia os visitantes com inúmeras cachoeiras, pedras para escalada, rapel e rafting, além de fauna e flora plenamente preservadas nos fragmentos locais de Mata Atlântica.


Em Poté, Malacacheta, Minas Novas, Itambacuri e Água Boa, estão visíveis os traços mais marcantes do típico mineiro tradicional. Da devoção ao sagrado nas festas do Senhor Bom Jesus em Poté (setembro) e de Nossa Senhora dos Anjos em Itambacuri (agosto) até a fabricação do mais puro queijo minas em Malacacheta e Água Boa, o turista pode ver e apreciar todos os saberes e sabores dessa parte saudosista do Circuito.


Já em Nanuque e Carlos Chagas, os ares do agreste se misturam com os do litoral. O resultado é uma região perfeita para a prática de atividades aquáticas e de esportes radicais. Pescaria, passeios de barco, rafting, tirolesa, voo livre, escaladas, além de muito sol e calor, garantem dias de aventura para todo visitante.


Por toda essa diversidade de atrativos, o Circuito das Pedras Preciosas é considerado um dos destinos mais completos de Minas Gerais. Dessa maneira, pode realmente ser comparado com uma gema, que, somente após ser lapidada, transforma-se em uma joia da qual ninguém mais se esquece!


Venha nos visitar. Vamos levar você ao universo das gemas minerais, de forma lúdica e vivencial. Aqui você vai entender por que nosso nome é Minas Gerais. Uma experiência inesquecível, conhecer todo o processo produtivo desde sua origem, lapidação, identificação, história, causos e lendas garimpeiras. Oferecemos a você o privilégio de sentir e conhecer o milagre da criação em seuhabitat.

GEOGRAFIA- MINAS GERAIS

GEOGRAFIA

© Maria Lucia DornasVereda na Serra do Cabral - Maria Lucia DornasVereda na Serra do Cabral
Assim como a sua história, a geografia de Minas Gerais varia muito de uma região para outra. Planaltos, depressões, vales, serras, picos, cavernas, rios e cachoeiras alternam-se com bonitos campos ondulados, lagos, florestas, afloramentos minerais e coberturas vegetais as mais diversas. Belas paisagens, terras férteis e generosas, habitadas por um povo hospitaleiro. Assim é Minas Gerais, este rico estado situado na porção noroeste da região Sudeste do Brasil, entre os paralelos de 14º 13’ 58” e 22º 54’ 00” de latitude sul e os meridianos de 39º 51’ 32” e 51º 02’ 35” a oeste de Greenwich.  Nesta região, concentram-se 43% da população do país, cerca de 60% do PIB nacional e a parcela mais significativa do mercado consumidor brasileiro.

Estado de maior extensão da região Sudeste, Minas possui uma área total de 586.552,4 km2, que corresponde a 7% do território nacional, aproximadamente. Da área total, 5.030 km2 são constituídos de lagos e rios. Desfrutando de uma privilegiada centralidade geográfica, limita-se com os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia, Goiás, Mato Grosso do Sul e com o Distrito Federal. Esses limites perfazem 4.727 km de extensão da linha divisória do Estado, dos quais 1.300 km somente com São Paulo.

Com mais de 19 milhões de habitantes, Minas Gerais é o estado brasileiro que tem o maior número de municípios: são 853 agrupados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE -  em doze mesorregiões geográficas que se subdividem em microrregiões homogêneas.

Sua capital é Belo Horizonte, concebida e planejada para substituir Ouro Preto, então superada em sua capacidade infra-estrutural. Inaugurada em 12 de dezembro de 1897, hoje é uma moderna metrópole extremamente bem localizada na região central do Estado, com 2,3 milhões de habitantes. Entretanto, a região metropolitana, constituída de 34 municípios, já totaliza uma população de 4 milhões de habitantes aproximadamente.

O Estado se orgulha de possuir muitos municípios expressivos, seja no contexto industrial e tecnológico, no comercial ou no agropecuário, seja pelas riquezas naturais e culturais. Em muitos deles, a atividade turística vem recebendo uma maior atenção por parte das administrações municipais, de segmentos empresariais e das comunidades locais.

A infra-estrutura existente torna Minas Gerais a principal intersecção rodoviária e ferroviária do país, cuja logística permite rápido acesso aos mercados nacional e internacional, já que dispõe de cinco estações aduaneiras do interior e do Aeroporto Internacional de Confins, localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte, além de vários outros com pistas pavimentadas espalhados pelo interior.

Apesar de mediterrâneo, o Estado está unido por eficiente sistema rodoferroviário aos três principais portos brasileiros: Rio de Janeiro, Vitória e Santos. Além de conter 1/5 do sistema ferroviário nacional, possui extensa malha rodoviária (264.898 km de estradas, das quais 19.266 km são pavimentadas) e é rota inevitável dos grandes fluxos comerciais nos sentidos norte-sul e leste-oeste. Estrategicamente, possui quatro grandes eixos rodoviários que ligam Belo Horizonte ao Rio de Janeiro, a São Paulo, Vitória e à região Centro-Oeste, passando pelo Triângulo Mineiro.

Dentre as políticas estaduais em vigor para o turismo, uma importante diretriz é a regionalização. Assim, o setor público, visando o desenvolvimento turístico de Minas, vem investindo em seus municípios, organizando-os em conjuntos denominadosCircuitos Turísticos. O descubraminas.com, atuando em consonância com esta diretriz, apresenta os municípios turísticos e os de potencial turístico do Estado agrupados por circuitos e também isoladamente como destinos. Portanto, é importante salientar que existem diversos municípios mineiros com potencial turístico que ainda não fazem parte de nenhum desses circuitos. Nesse caso, a busca por informações inerentes neste Portal deve ser realizada através da seção Destinos Turísticos.

Para uma melhor visualização de Minas no que se refere ao Turismo, o Estado é apresentado aqui dividido também em seisRegiões Culturais , definidas em função dos diferentes processos históricos que ocorreram em cada uma delas concomitantemente com as peculiaridades de seus aspectos físico-geográficos.
© Henry YuOuro Preto - Pico do Itacolomi - Henry YuPico do Itacolomi
© Henry YuOuro Preto - Parque Estadual do Itacolomi - Henry YuParque Estadual do Itacolomi
© Henry YuCatas Altas - Catas Altas - Henry YuCatas Altas
© Maurício VasconcelosMato Verde - Serra do Espinhaço - Maurício VasconcelosSerra do Espinhaço
© Maurício VasconcelosJequitinhonha - Entardecer no rio Jequitinhonha - Maurício VasconcelosEntardecer no rio Jequitinhonha
© Maurício VasconcelosMato Verde - Propriedade rural na Serra do Espinhaço - Maurício VasconcelosPropriedade rural na Serra do Espinhaço
© Maurício VasconcelosSão Francisco - Pôr do sol em São Francisco - Maurício VasconcelosPôr do sol em São Francisco
© Maurício VasconcelosPonte Nova - Pasto - Maurício VasconcelosPasto
© Maurício VasconcelosPorteirinha - Oásis - Maurício VasconcelosOásis

Parque Nacional da Serra do Cipó

APRESENTAÇÃO

  • Serra do Cipó - Pq. N. da Serra do Cipó - Maria Lucia Dornas
  • Jaboticatubas - Orquídea - Serra do Cipó - Henry Yu
  • Santana do Riacho - Parque Nacional da Serra do Cipó   - Henry Yu
  • Jaboticatubas - Parque Nacional da Serra do Cipó - Canion Bandeirinhas - Henry Yu
  • Jaboticatubas - Parque Nacional da Serra do Cipó - Canion Bandeirinhas - Henry Yu
  • Santana do Riacho - Rio Cipó - Serra do Cipó - Henry Yu
  • Serra do Cipó - Pq. N. da Serra do Cipó - Maria Lucia Dornas
  • Jaboticatubas - Orquídea - Serra do Cipó - Henry Yu
Municipíos(s) de abrangência
Santana do Riacho, Jaboticatubas, Morro do Pilar, Itambé do Mato Dentro.

Portaria(s) / Distância de Belo Horizonte
 
Portaria 1 – Distrito Serra do Cipó, Município de Santana do Riacho. 
O acesso é feito pela Rodovia MG-010. A portaria está a 4 km a partir do km 95. 
Telefone: (31) 3718-7151 / 3718-7228 /3718-7237

Distância de Belo Horizonte ao Distrito Serra do Cipó 100 Km.

Como chegar

A partir de Belo Horizonte, o acesso é feito pela rodovia MG-010, passando por Lagoa Santa. Mais adiante, após a travessia de uma ponte sobre o Rio das Velhas, segue-se, então, em direção ao Distrito Serra do Cipó (antigo Distrito de Cardeal Mota, cujo nome foi substituído em 12 de maio de 2003, conforme a Lei nº 336), município de Santana do Riacho.

Sede administrativa
 
Funciona dentro do Parque junto ao Centro de Visitantes. 

Infraestrutura
Interna 

Centro de Visitantes com recepção, auditório e banheiros, sala de rádio, núcleo de fiscalização, alojamento para pesquisadores, laboratório, residência funcional, posto de guarda na região do Alto Palácio, um depósito, oficina, almoxarifado, um posto avançado e 7 Km de estradas internas.

Entorno

Pousadas e hotéis, áreas de camping, restaurantes, lanchonetes, padarias, sorveteria, farmácia, trailers de sanduíches, lojas de artesanato, locadoras de bikes, cavalos, caiaques e barcos, agência especializada em ecoturismo, empresas que oferecem passeios de jipe e serviços de condutores ecológicos.Clique aqui para saber as informações sobre o entorno.

Horário de funcionamento
Diariamente das 8h às 17h. A visita é limitada a 150 pessoas por dia.

Área

33.800 ha

Criação

Pelo Decreto nº 90.223, de 25.09.1984.

Objetivos
Proteger a fauna e flora provenientes da Cadeia do Espinhaço e, particularmente, da Serra do Cipó , devido ao alto grau de endemismo de suas espécies.
Proteger as bacias de captação do Rio Cipó, importante pelas suas cachoeiras e águas límpidas; - Preservar as belezas cênicas da região.

Descrição

Consagrado como um dos mais belos e importantes destinos ecoturísticos do país, o Parque Nacional da Serra do Cipó impressiona os visitantes com a exuberância de sua natureza. Dentro de seus limites estão cânions, inúmeras cachoeiras, rios, paredões, campos rupestres, lagoas que  são hoje os grandes atrativos do parque que encantam todos os visitantes.

Relevo

A área é dividida em dois geossitemas: Geossistema Montanhoso do Espinhaço (conjunto de linhamentos de cristais e superfícies aplainadas entre 1.100 e 1.600 m) e Geossistema Semi-montanhoso da Bacia Inter-planáltica do Médio Rio Cipó (correspondem aos vales). Seu ponto culminante é o Pico Montes Claros, com 1.697m de altitude.

As “rochas mostram toda a dinâmica dos movimentos da crosta terrestre; é na evolução do relevo atual e no modelamento da paisagem que a natureza mostra toda sua exuberância de formas, de matizes e de vida sobre a serra. A sua feição atual é produto da evolução de muitos fenômenos da dinâmica interna e externa do nosso planeta. Dobramentos, falhamentos e sobretudo milhões de anos de um intenso trabalho erosivo.”  (Fábio M.C. Santos)

Vegetação
A vegetação da região é extremamente diversa. O grau de endemismo é um dos maiores do mundo e ainda abriga a mais extraordinária mostra de Campos Rupestres do Brasil. O parque conta também com outras formações como: Campos Cerrados, Campos Rupestres ou Campos de Altitude e Matas de Galeria. As espécies mais encontradas são as bromélias, sempre-vivas e  orquídeas.

Fauna

A fauna da região também é muito vasta, porém, pouco conhecida. Possui alto grau de endemismo, onde se ressaltam os insetos e anfíbios. O parque abriga várias espécies ameaçadas de extinção como: lobo-guará, cachorro-do-mato-vinagre, tamaduá-bandeira, veado-campeiro, onça-parda e gato-maracajá, sagüis, jaguatiricas, lobos-guará, sanhaços, sapo-de-pijama, rã diurna e o raro João Cipó.

O que ver e fazer
O parque possui vários cânions, rios de águas cristalinas e belíssimas cachoeiras que podem ser alcançados através de trilhas de vegetação exuberante - a maioria plana -, seja a pé, de bike, a cavalo ou jipe. É indispensável, claro, um bom guia da região.

As atividades ecoturísticas praticadas no parque são: canyoning; turismo eqüestre; caving;  cicloturismo; alpinismo; passeio de caiaque e barco; trekking e hikking.

Veja, a seguir, referências sobre os lugares mais procurados do Parque Nacional da Serra do Cipó, cujas distâncias foram calculadas a partir da sede administrativa.

Cachoeira Congonhas
 
Por uma trilha que permite observar os notáveis afloramentos rochosos da Serra do Cipó chega-se a Cachoeira Congonhas, que possui um poço onde se pode praticar deliciosos mergulhos. No local é possível também a prática do rapel.

Cachoeira da Derrubada

Possui uma quaeda d'água formando uma piscina natural de aproximadamente 25 metros. Possui águas limpas e mata ciliar circundante a cachoeira. A trilha possui grau médio de dificuldade, sendo 2h30 de caminhada. No período chuvoso é recomendável o acompanhamento de um guia local.
Após a Cachoeira do gavião seguir mais três quilômetros. A cachoeira está localiza dentro do Vale da Bocaina.

Cachoeira da FarofaCom acesso mais fácil, esta bela cachoeira é um dos atrativos mais procurados pelos visitantes. 
Distância: 7Km



Possui cinco quedas d'águas, tendo acesso somente a primeira que forma uma piscina natural de 20 metros de diâmetro. Possui mata cilair nas margens. A trilha possui um grau médio de dificuldade com duração de 2 horas de caminhada. É necessário muita atenção ao lado esquerdo da margem da cachoeira pois possui bastante espinhos. 

Poço Azul  
Uma cachoeira de 6 m forma um pço que devido ao reflexo do céu nas águas em certas épocas do ano ganhou este nome. São 3,5 Km de caminhada por trilha fácil. Uma boa opção é conjugar este passeio com o Fervedouro.

Travessão
Um dos mais belos cenários da Serra do Cipó, o Travessão é um imenso penhasco que divide as bacias dos Rios São Francisco e Doce. O local possui pinturas ruspestres, espécies de sempre-vivas, campos de samambaias de altitude, nascentes e uma cachoeira.  O passeio deve ser acompanhado por um condutor ambiental.Distância: 17 Km de carro e 9 Km de caminhada. Trecho com um certo grau de dificuldade em certas épocas (nevoeiro e chuvoso).

Cachoeira da TaiobaA partir da Cachoeira da Farofa atravessar o rio Mascate, após a mata entrar à direita seguindo até o riacho da Taioba, seguir a margem direita até a cachoeira.

Cachoeira das Andorinhas
A cachoeira é formada por uma mistura de corredeiras e duchas naturais em meio a uma vegetação de cerrado e a afloramentos de quartzo. Este passeio através da Serra da Bocaina permite a observação de uma bela vista da Serra do Espinhaço.  

Cânion Bandeirinhas

Formado pelo afunilamento do Ribeirão Bandeirinhas, apresenta uma sucessão de cascatas, cahoeiras e piscinas naturais. No percurso até o atrativo atravessa o ribeirão Mascate, com o fundo coberto de pedras escorregadias. São mais de 6 Km de rara beleza entremeada por uma flora bem característica. 
Distância: 13 Km  

Capão dos Palmitos
 
Após 4 Km de caminhada leve por campos de cerrado e campos rupestres, chega-se a um local com corredeiras e cachoeiras ideais para banhos energizantes.  


Lagoa CompridaÉ formada por pequenas nascentes. Possui aproximadamente 1,5 Km numa de suas extensões.
ÓRGÃO RESPONSÁVEL PELO PARQUE 
IBAMA

É bom lembrar que
:
O sol forte exige chapéu e protetor solar o tempo todo.
É interessante ter vários filmes extras à mão.
O melhor período para visitação é de abril a outubro, quando chove menos.
Deve-se levar sempre algo para comer na mochila. Frutas, sanduíches e barras de cereais são algumas sugestões de alimentos nutritivos e leves.
As caminhadas longas exigem hidratação constante. Tenha sempre uma garrafa d`água na mochila. 
Um calçado confortável para caminhar (tênis ou bota) é item obrigatório.
Nunca se deve fumar durante a visita a um parque.
Nada se deixa em um parque. Todo o lixo deve ser coletado e disposto nos locais apropriados.