domingo, 21 de fevereiro de 2016

Bunker anti-nuclear vira casa de festas na Russia

Bunker anti-nuclear vira casa de festas na Russia

Pensa num lugar legal pra fazer uma boate? Um bunker nuclear é o lugar perfeito. Suas paredes de mais de um metro de concreto reforçado impedem que o som das batidas atrapalhe a vizinhança e ajudam reverberando o som pesado lá dentro.
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Este bunker chamado de Bunker 42 foi realmente operacional durante a Guerra Fria. Os soviéticos tinham construído esse lugar há 65 quilômetros de Moscou para proteger a cúpula e os líderes políticos em caso de desastre nuclear.
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Não preciso dizer que como a Terceira Guerra Mundial não deu certo entre as superpotências, o lugar acabou sucateado. Logo, os ex-soviéticos iriam transformá-lo numa área exclusiva para festas. Custa 1000 dólares o passe de nível de entrada permanente. Por 49.000 dólares, você pode obter acesso à sala Vip chamada de “Sala do fim do mundo“.
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Meio caro, é verdade, mas agora a Russia ta cheia de milionários que podem. O Bunker 42 ainda oferece aos visitantes um museu. O museu contem áreas reconstruídas como elas eram no tempo operacional.
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Há maquetes (acima) e existem controles de todos os tipos, maquinas de decifrar codigos, alojamentos e etc.
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Outra parte do bunker esta completamente fechada ao acesso e vem passando por uma lenta recuperação. Há áreas inundadas e muitas áreas com risco de desabamento, explosão, eletrocução e contaminações diversas. Os visitantes não tem acesso a essas áreas.
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Igual a casa nova do Juca.

O maior diamante do mundo

O maior diamante do mundo

O diamante era chamado de Pedra Vênus na antiguidade. Seu nome se deve ao brilho da pedra, que rivalizava com o brilho de Vênus. Como Vênus era a deusa do amor, o diamante acabou virando a pedra dos apaixonados.
O nome diamante provém de uma origem grega -adamas – que quer dizer eterno, imutável. Como rocha, os geólogos sabem que o diamante é a parte mais jovem da rocha vulcânica. Como jóia os joalheiros sabem que o diamante tem seu valor de mercado determinado pela sua lapidação. Ela pode ser redonda, oval, em forma de coração, navete, gota, corte esmeralda, princess e radiante. Qualquer que seja a lapidação, os ângulos precisam ser exatos, simétricos e perfeitos em termos de polimento. Assim o diamante reflete melhor a luz.  As pedras que tem o melhor aproveitamento depois de lapidadas são as que custam mais caro. Mas não é só isso que determina o valor final de um diamante. O preço é definido também em função do peso exato da pedra e o numero de facetas lapidadas. Isso sem falar na cor. Os profissionais catalogam as pedras em uma escala que começa em D (incolor) e vai até Z(diamante amarelo). Em geral, quanto mais claro um diamante, mais ele vale. Já as cores nas letras X,Y e Z são bastante raras e chamadas de Fancy Colors. São os tons azul, vermelho, verde e rosa. Esses, não raro atingem preços exorbitantes no mercado mundial de jóias.
Um dos diamantes mais famosos que se conhece é o Hope.
Ele tem 44 quilates e se resume a uma pedra azul enorme que a despeito do seu nome, causou desgraças em sua extração e também desgraçou a família real francesa. O diamante Hope foi roubado na revolução francesa e logo depois encontrado. Um sultão turco obteve o diamante, deu para sua esposa e logo depois ambos perderam o trono. Muitos acreditam que o diamante Hope seja amaldiçoado.
Um outro diamante super famoso é o Amsterdã.
Trata-se de um diamante negro que foi encontrado num lugar secreto na África do Sul. O Amsterdã pesava 55,58 quilates em, estado bruto. Após sua lapidação, ficou com 145 faces e 33,74 quilates.Este diamante foi a leilão na Christies em 2001 pelo preço de 351.000 dolares.
Mas o maior diamante do mundo (em breve, após a lapidação), segundo alguns jornais, é esta pedra enorme encontrada na mina Letseng, na cidade de  Lesothoa, na  África do Sul no início desta semana.
Tem 478 quilates e é considerado um dos 20 maiores diamantes já descobertos. O diamante não foi batizado ainda e nem lapidado.
Seu valor após a lapidação pode atingir cifras incalculáveis. Especialistas que examinaram a pedra garantiram que ele gerará um brilhante de alta qualidade por sua perfeita transparência interna. A mina de onde provém o diamante é propriedade da companhia De Beers, e durante muitos anos já produziu três dos maiores diamantes do mundo, incluindo o Promessa de Lesoto, com 603 quilates e o Leteng Legacy, com 493 quilates.
Seja como for, o diamante sem nome será uma jóia de grande beleza. Mas será menor que o  Globo Cullinan, o maior diamante do mundo. (na mão do próprio Thomas Cullinan, o dono da mina, do qual o diamante herdou o nome)
Este preciosíssimo diamante foi descoberto no dia 20 de janeiro de 1905 nos arredores de Pretória Transvaal,(União Sul-Africana). O Globo Cullinan pesava 805 gramas (3.025,75 quilates), e foi considerado pelos peritos joalheiros, como o mais puro de todas as gemas que se conhecem no mundo.
O  Cullinan, era de uma beleza inigualável. Foi a jóia mais rara conhecida. Infelizmente, este diamante não existe mais. Segundo alguns autores, o Cullinan foi dividido em nove pedras.
A lapidagem se fez em Amsterdã. Uma delas é parte das jóias da Coroa Inglesa e está incrustada no cetro real inglês(o oval), e outras são usadas como broches.
O Cullinan I (a primeira pedra e maior das 9 partes do Cullinan original) ficou assim:
Já o Cullinan II foi parar num local de destaque. Na coroa da Rainha:

Como a ostra produz a pérola?

Como a ostra produz a pérola?

A pérola é o resultado de uma reação natural do molusco contra invasores externos, como certos parasitas que procuram reproduzir-se em seu interior. Para isso, esses organismos perfuram a concha e se alojam no manto, uma fina camada de tecido que protege as vísceras da ostra. Ao defender-se do intruso, ela o ataca com uma substância segregada pelo manto, chamada nácar ou madrepérola, composta de 90% de um material calcário - a aragonita (CaCO3) -, 6% de material orgânico (conqueolina, o principal componente da parte externa da concha) e 4% de água. Depositada sobre o invasor em camadas concêntricas, essa substância cristaliza-se rapidamente, isolando o perigo e formando uma pequena bolota rígida. As pérolas perfeitamente esféricas só se formam quando o parasita é totalmente recoberto pelo manto, o que faz com que a secreção de nácar seja distribuída de maneira uniforme. "Mas o mais comum é a pérola ficar grudada na concha, como uma espécie de verruga.
Por isso, as esféricas são tão valiosas", diz o biólogo Luís Ricardo Simone, do Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP). O tempo médio de maturação de uma pérola é de três anos. Como a ostra já se defende muito bem de invasores com sua concha, o fenômeno é raro, acontecendo, na natureza, em apenas um em cada 10 000 animais. No início do século XX, os japoneses inventaram uma forma simples de acelerar o processo, introduzindo na ostra uma pequena bola de madrepérola, retirada de uma concha, com cerca de três quartos do tamanho final desejado. O resultado é tão bom que, mesmo para um especialista, é difícil distinguir a pérola natural da cultivada. Substâncias presentes na água também podem ser incorporadas à pérola, por isso sua cor varia de acordo com o ambiente, gerando as mais diversas tonalidades. A pérola é a única gema de origem animal.
Até o século XVII, não existia tecnologia para polir pedras preciosas como rubis e esmeraldas, por isso as pérolas eram um dos maiores símbolos de riqueza e poder, usadas como adorno nas mais valiosas jóias da época.
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A cor da pérola varia conforme as condições ambientais e a saúde da ostra: as mais comuns são rosa, creme, branca, cinza e preta
As formas da pérola dependem do formato do invasor e do local onde ele se instala. As esféricas são as mais raras e, conseqüentemente, mais valiosas
Cerco aos penetrasOrganismos que invadem a concha iniciam o processo de formação da pérola
1. Depois de perfurar a concha, o parasita invasor entra em contato com o manto - tecido de defesa da ostra - e causa uma irritação no interior do molusco
2. O manto imediatamente parte para a reação defensiva, dobrando-se sobre o parasita de forma a deixá-lo completamente isolado
3. A defesa se completa com a secreção do nácar, ou madrepérola, a mesma substância que produz a concha. Ela é depositada sobre o invasor, formando uma camada protetora
4. Mesmo depois de isolada a fonte do incômodo, a pérola continua crescendo, pois a ostra não pára de secretar o nácar

Qual é o material mais duro que existe?

Qual é o material mais duro que existe?


Na natureza, o material mais duro é o diamante. Para arrancar uma lasca dele é preciso aplicar uma pressão de 442 gigapascais, o equivalente a 4,5 milhões de atmosferas! Em 2005, no entanto, cientistas de uma universidade na Alemanha conseguiram sintetizar um material ainda mais duro, uma espécie de diamante artificial, que resiste a uma pressão de 492 gigapascais. Para chegar a esse material, eles comprimiram átomos de carbono a 2,2 mil graus Celsius e a uma pressão de mais de 200 mil atmosferas. Os diamantes sintéticos obtidos tinham a forma de bastões com no máximo 1 milésimo de centímetro - menores que uma bactéria. "Esse processo ainda é caro, mas, se o material provar sua utilidade, a tecnologia pode se desenvolver para que ele fique mais barato", diz a física Maria Cristina dos Santos, da USP, especialista em estrutura de materiais. Pedras preciosas duras como os diamantes têm aplicações importantes na indústria. Além de servirem como lâmina para cortar outros materiais resistentes, elas são usadas para proteger a parte magnética dos discos rígidos de computadores. Uma camada de milésimos de milímetro de diamante é suficiente para proteger o hardware de qualquer dano que possa prejudicar seu funcionamento.

O que define se uma pedra é preciosa ou semipreciosa?

O que define se uma pedra é preciosa ou semipreciosa?

Para começo de conversa, essa distinção há muito tempo perdeu sua validade científica. Toda pedra usada como ornamento por sua beleza, durabilidade e raridade, deve ser chamada só de gema. A beleza de uma gema é determinada por um conjunto de fatores como cor, transparência, brilho, efeitos ópticos especiais (variação de cores, dispersão da luz, opalescência); enquanto a durabilidade está relacionada à resistência a ataques químicos e físicos. A raridade com que uma pedra ocorre na natureza é outro fator importante na determinação de seu valor comercial. No entanto, a tradição e a moda podem influenciar decisivamente no preço final. Assim, o diamante — que não é uma das gemas mais raras na natureza - costuma ter um alto valor de mercado por ser uma das pedras mais antigas e tradicionais para uso em jóias, ou seja: ele nunca sai de moda.
A grande maioria das gemas são minerais, classificados de acordo com a seguinte divisão: substâncias cristalinas (diamante, topázio, ametista, esmeralda, água-marinha); substâncias amorfas (como opala e vidro vulcânico); substâncias orgânicas (pérola, coral, âmbar) e rochas (lápis-lazúli, turquesa e outras). Todas essas substâncias são naturais. Além delas, há hoje no mercado um grande número de produtos parcial ou totalmente fabricados pelo homem, tentando reproduzir o brilho e a beleza desses minerais. São as gemas sintéticas: chamadas de revestidas, reconstituídas ou compostas.
A denominação "pedra preciosa" costumava ser usada apenas para o diamante, a esmeralda, o rubi e a safira, por serem as mais conhecidas e apreciadas desde a antigüidade; as demais eram denominadas popularmente de semipreciosas. "Esses termos são artificiais e confusos desmerecendo gemas como opala, água-marinha, crisoberilo, ametista ou alexandrita, entre outras pedras de grande beleza, apreciadas no mundo todo. Por isso, a distinção entre pedras preciosas e semipreciosas deve ser evitada, usando-se o termo gema", afirma o gemologista Pedro Luiz Juchem, do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).