domingo, 10 de julho de 2016

ALGUMAS PEDRAS PRECIOSAS VERMELHAS

1- Berilo vermelho

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Esta pedra que você está vendo acima é uma das pedras preciosas mais valiosas e raras da face da Terra. Ela simplesmente custa 1000 vezes mais que o ouro por peso.
O Berilo vermelho (também conhecido como “esmeralda vermelha” ou “esmeralda escarlate”) é uma variedade de berilo, que existem em uma ampla gama de cores. Essa rocha foi descrita pela primeira vez em 1904.
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O Berilo vermelho é muito raro (tão raro que é considerado por muitos especialistas o mineral mais raro da Terra!) e só foi encontrado em quantidades minúsculas em poucos lugares, todos nos EUA.  A maior concentração da gema berilo vermelho vem das minas nas montanhas Wah Wah da cordilheira Thomas, no centro-oeste de Utah. O material foi descoberto lá por acaso, quando escavavam as minas em busca de urânio.  Os preços para a qualidade superior berilo vermelho natural pode ser tão elevado quanto $ 10.000 por quilate de pedras acabadas.

2-Vanadinita

Se o sangue se cristalizasse um dia ele viraria vanadinita. Olha que linda cristalização:
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A Vanadinita é um mineral que tem cristais hexagonais, geralmente prismáticos. É frágil e tem uma fratura desigual. A dureza na escala de Mohs é de 2.75-3 e sua densidade relativa é de 6.7-7.2. Tem um brilho vítreo a resinoso, que vai da coloração amarela ao vermelho. É encontrada em formas translúcidas ou opacas.
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A vanadita não é um mineral comum, ocorre como um produto de alteração em jazidas de chumbo. É encontrado nos Montes Urais (Rússia), Áustria, Espanha, Escócia, Marrocos, Argentina, México e nos Estados Unidos (Arizona, Novo México e Dakota do Sul). É usado como fonte de obtenção do vanádio e, em menor extensão, para a obtenção do chumbo.
Este mineral foi descrito primeiramente como um cromato quando descoberto no México em 1801, por Andrés Manuel del Río, pois o vanádio só seria descoberto em 1830.

3-Diamante vermelho

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Diamante é diamante, né veio? Além de ser duro feito o catiço, ele é caro e raro. Só se conhece 29 dessas pedras naturais até hoje. A cor pode ser um vermelho arroxeado, carmesim, vermelhão, ou escarlate. De acordo com o tamanho da pedra, ele pode se tornar um dos diamantes mais caros do mundo. A mina Argyle, na Austrália produz um pequeno número de diamantes vermelhos. Os maiores e melhores destas pedras são leiloadas a cada um ano ou dois, e vendem por milhões de dólares para ávidos compradores cheios de dólares nos bolsos.
Vende por 2-2.500.000 / quilate USD e o valor final para as pedras atingem cifras incalculáveis.

4- O Coríndon do rubi e da safira

O rubi é uma pedra linda, um clássico das gemas vermelhas e indispensável em qualquer lista de pedras vermelhas. Seu nome significa “vermelho”. 6d0a32d5b1da9775bccc5befd5f4c075
O nome rubi vem do latim ruber, que significa “vermelho”. O povo antigo acreditava que o vermelho brilhante do rubi sugeria uma chama inextinguível dentro da pedra, mesmo que brilha através da roupa e capaz até de ferver a água. O Rubi tem sido chamado de “a mais preciosa das 12 pedras criadas por Deus”.
Os rubis naturais são excepcionalmente raros, mas produzem-se rubis artificialmente, que são comparativamente baratos.
O rubi é minerado na África, Ásia e na Austrália. Eles são mais comuns em Myanmar, no Sri Lanka e na Tailândia, porém também são encontrados em Montana e na Carolina do Sul nos Estados Unidos. Algumas vezes ocorrem juntamente com espinelas nas mesmas formações geológicas ocorrendo confusão entre as duas espécies: no entanto, bons exemplares de espinelas vermelhas têm um valor próximo do rubi.
O rubi tem dureza 9 na escala de Mohs, e entre as gemas naturais somente é ultrapassado pelo diamante em termos de dureza. As variedades de corindon não vermelhas são conhecidas como “safiras”.
As gemas de rubi são valorizadas de acordo com várias características incluindo tamanho, cor, claridade e corte. Todos os rubis naturais contêm imperfeições. Por outro lado, rubis artificiais podem não conter imperfeições.
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Quanto menor o número e menos óbvias as imperfeições, mais caro é o rubi – a menos que não tenha imperfeições (i.e., um rubi “perfeito”) – então ele é suspeito de ser fabricado artificialmente e seu status de gema sem preço não é garantido. Alguns rubis manufaturados têm substâncias adicionadas a eles para que possam ser identificados como artificiais, mas a maioria requer testes gemológicos para determinar a sua origem.
Foi usado um rubi sintético para criar o primeiro raio laser. Rubi e safira custam bem caro – até US$ 12.000 por quilate. O Rubi e a safira são diferentes variedades de um mesmo mineral, o coríndon. O rubi é vermelho e a safira pode ter qualquer outra cor, sendo mais valiosa a azul.
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5- Topázio Imperial vermelho

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Topázio-imperial pode custar até US$ 2.000. Ele é encontrado apenas no Brasil. O topázio-imperial tem cor laranja, rosa, salmão ou avermelhada. Delas, a mais valorizada é a vermelha.
“Topázio Imperial” é o exemplo perfeito do que uma gema imperial deve ser. Esta pedra tem uma combinação de vermelho-fogo, misturado com um laranja brilhante e dependendo do ângulo um pouco de tom de pêssego. O imperial é de longe um dos topázios mais desejados, perdendo apenas para um verdadeiro topázio vermelho, que provou ser o mais raro de encontrar.
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6-Cuprita

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A cuprita é um mineral do grupo dos óxidos. Quimicamente é um óxido cuproso de cor vermelha que pode se apresentar alterado superficialmente em malaquita verde. A variedade calcotriquita toma aspecto de agregado de cristais capilares largos, semelhante a uma cabeleira. Uma curiosidade dessa pedra é que se você jogá-la no fogo, o fogo fica verde! Maior “Harry Potter feelings” no bagulho!
Ela tem uma variedade bem ampla de cristalizações:
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7-Rodocrosita

Sem fazer este post, eu nunca imaginaria que esta pedra existe. Fui longe pra achar a maldita. Mas valeu a pena. Olha a beleza da cristalização dela, que dava para estar numa galeria de arte!

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Rodocrosita e Quartzo
A verdade é que a Rodocrosita vermelha é bem rara. A pedra é quase sempre cor de rosa. Ela é usada para fazer joias, principalmente na Argentina e tem uma variada cristalização. Seu uso principal é como fonte para extrair o Manganês. As melhores rochas são de uma mina na Argentina e de outra na África do sul, de onde vem as mais vermelhas.
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8-Uvite vermelho

Outra pedra típica do Brasil (e que eu nem fazia ideia que existia até começar este post). O uvite é uma turmalina vermelha, dotada de um tom vermelho vivo, uma pedra muito bonita com uma cristalização interessante.
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9-Villiaumite

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Villiaumite / Koashva, oriundo da península de Kola, na Rússia. Esse tal Villiaumite é um mineral raro, composto haleto de fluoreto de sódio. Ele é muito solúvel em água e em alguns espécimes acendem sob luz ultravioleta. Ele é geralmente vermelho, rosa ou alaranjado. É curioso que esta pedra seja venenosa! É tóxico para os seres humanos e deve ser manuseada com cuidado. A cor vermelha é um resultado de danos da radiação para o cristal.

10-Cetineite

Com uma incrível cristalização vermelha que lembra um ouriço ou chumaços de agulhas, o cetineite desponta em diferentes substratos.
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As agulhas são pequenas, com comprimento maximo de 3mm. A forma, cor e cristalizações também podem variar. Foi descoberto pela primeira vez em 1986. Em geral, até agora o Cetineite (a partir de 2011) foi descoberto em cerca de 10 locais na Terra. As maiores minas estão na China e em Luxemburgo.
É possível fazê-la em laboratório,mas a um custo altíssimo que gera pequenas quantidades apenas. O mineral tem grande potencial de aplicação técnica, e devido à sua composição diferente, ainda estão sendo investigadas novas aplicações, principalmente o seu uso em microeletrônica, micro-sensores e catálise, mas sua aplicação largamente difundida não parece estar muito longe.

ALGUMAS PEDRAS PRECIOSAS VERDES

Algumas pedras preciosas verdes


1- Esmeralda

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A esmeralda é talvez a mais famosa de todas as pedras verdes na natureza e sem dúvida uma das mais valiosas (se não a mais valiosa) das pedras preciosas obtidas nas minas Brasileiras depois do diamante. Por esta pedra verde lindíssima, capaz de jóias de encantar qualquer mulher, muita gente matou e morreu.
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A esmeralda é uma variedade do mineral berilo, sendo a mais nobre de todas as variações desse mineral. Assim, podemos dizer com certeza que a Esmeralda é irmã da água-marinha. Sua cor verde é devida à presença de quantidades mínimas de crômio e às vezes vanádio. É altamente apreciada como gema e o preço por quilate a coloca entre as pedras mais valiosas do mundo, perdendo algum desse valor frequentemente devido às inclusões que ocorrem em todas as esmeraldas, Elas, porém, são úteis pois ajudam a identificar a gema e podem indicar sua procedência.
Algumas cristalizações de esmeralda são tão fabulosas e lindas que é um pecado lapidar.
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A esmeralda é uma pedra macia, e com fama de pedra “complicada”. A esmeralda é extremamente sensível a pancadas fortes, riscos e mudanças de temperatura repentinas. Oficialmente ela tem dureza de 7.5 a 8.0 na Escala de Mohs, no entanto, esta dureza pode ser bastante reduzida dependendo do número e tamanho das inclusões. As principais jazidas de esmeraldas são colombianas, mas pode ser encontrada também no Brasil, Rússia e no Zimbábue. É transparente e opaca, mas apenas as variedades mais preciosas são transparentes.
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2-Malaquita

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A gente reconhece a malaquita fácil, porque ela é aquela pedra linda que foi usada na base do troféu da Copa do Mundo.
Malaquita é um mineral lindo, caracterizado por círculos com variados tons de verde. É parte do grupo dos carbonatos (carbonato de cobre (II)) e bem macio, com 3,5 e 4 na Escala de Mohs. Seu sistema cristalino é monoclínico, e frequentemente forma massas botrioidais, fibrosas ou estalagmíticas.

Malaquita estalagmítica
Malaquita botriodal
Malaquita fibrosa
Malaquita fibrosa
A malaquita geralmente resulta da alteração de minérios de cobre e ocorre frequentemente associada com azurita, goethita e cuprita. À exceção da cor verde, as propriedades da malaquita são muito similares àquelas da azurita, e agregados conjuntos dos dois minerais são encontrados com frequência, embora a malaquita seja mais comum do que a azurita.
Foi usado como um pigmento mineral em pinturas verdes da antiguidade até aproximadamente 1800.

A malaquita fica linda lapidada em esfera
A malaquita fica linda lapidada em esfera
O pigmento é moderadamente resistente à luz, muito sensível a ácidos e variável na cor. O tipo natural tem sido substituído por sua forma sintética, verditer entre outros verdes sintéticos. Ela foi principalmente utilizado no Antigo Egito tendo a particular importância nos séc.XV XVI, sendo mesmo referenciado no livro Cennino Cennini “Il libro dell’arte”. Atualmente, grandes quantidades de malaquita têm sido extraídas nos montes Urais.

3-Atacamita

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Este mineral pouco conhecido parece muito com o famoso pedaço de Kriptonita, dada por seu pai, que o Super-Homem jogou pro céu e formou a Fortaleza da Solidão. A Atacamita ganhou este nome porque foi descoberta no deserto do Atacama. Ela é bem parecida com a esmeralda, sendo mais cristalina. Sua aparência lembra a de um vidro verde.
O maior fornecedor mundial de atacamita é o Chile. O cristal esverdeado é composto de cobre e hidróxido de cloro. Ele é encontrado principalmente em zonas áridas, como na Espanha.
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4-Vivianita

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A Vivianita é um mineral que lembra muito a esmeralda. (porra tudo que é pedra verde eu acho que é esmeralda) Não obstante, ela Também é encontrada nas minas do Brasil! Esse é um mineral de fosfato de ferro hidratado encontrado em ambientes geológicos.
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Pequenas quantidades de manganésio e cálcio podem ser substituídas por ferro na estrutura molecular desse mineral. Inicialmente era denominado de “ferro azul”, até que, em 1817, foi rebatizado em honra do seu descobridor, o mineralogista John Henry Vivian como “vivianita”. Trata-se de um mineral abundante na natureza que se forma em locais onde circulam águas fosfatadas sobre minerais como a pirita ou a siderita. Os fosfatos destas águas retiram destes minerais uma parte do ferro que contêm, gerando cristais de vivianite. Mas os cristais mais belos deste mineral costumam encontrar-se em filões de rochas formadas por arrefecimento e cristalização de magmas no interior da crosta terrestre.
Eu não sei quanto a você, mas a mim parece que se isso aí é uma pedra abundante, muita gente já deve ter se ferrado, comprado isso pensando que tava levando esmeralda.

5-Piromorfita


Parece mais um coral alien
Parece mais um coral alien
A Piromorfita é uma espécie mineral composta de clorofosfato de chumbo, ocorrendo às vezes em quantidades suficientes para ser extraído como minério de chumbo. Cristais comuns com a forma de um prisma hexagonal com plano basal, combinando às vezes com as faces estreitas de uma pirâmide hexagonal.
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Cristais com a forma de barril são frequentes; também pode ter hábito globular ou reiniforme. Faz parte de uma série com dois outros minerais: mimetita e vanadinita; muito semelhante com a mimetita só podendo ser diferenciados por testes químicos.
O termo fosfórico da série foi identificado químicamente pela primeira vez por Martin H. Kiaproth em 1784, e denominado de piromorfita por J. F. L. Hausmann em 1813. A cor do mineral geralmente é verde, amarelo ou marrom, com brilho resinoso. A dureza é 3, e a densidade relativa de 6.5 – 7.1. A piromorfita e a mimetita são isomorfos devido a substituição gradativa do fósforo pelo arsênio, podendo produzir todas as gradações entre os dois minerais. O mesmo ocorre com o vanádio na vanadinita.
Variedades ricas em cálcio devido a substituição do chumbo possuem densidade menor (5.9 – 6.5) e ligeiras alterações de cor. Recebem os nomes de poliesferita (devido à forma globular), miesita provenientes de Mies na Bohemia, nussierita de Nussihre próximo de Beaujeu, França e cherokita de Cherokee County, Geórgia, Estados Unidos.

6-Conichalcita

Pensa num material que lembra mais um musgo. É a Conichalcita.
Este é um relativamente comum mineral, arseniato que está relacionado com duftita. É verde, frequentemente botrioildal, e ocorre na zona de oxidação de alguns dos depósitos metálicos. Ela ocorre com limonita, malaquita, beudantite, adamita, cuproadamita, olivenita e smithsonita.
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7-Apofilita

Antes de dizer qualquer coisa, olha só esta cristalização:
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Esplêndida, né? Algo assim tem que estar numa galeria de arte.
O nome apofilita refere-se a um grupo específico de filossilicatos, uma classe de minerais. Originalmente, o nome do grupo a que se refere a um mineral específico, mas foi redefinido em 1978 para representar uma classe de minerais de semelhante composição química que compõem uma solução sólida série, e inclui os membros apophyllite-(KF), apophyllite-(KOH), e apophyllite-(NaF). O nome apophyllite é derivado do grego apophylliso, que significa “se descama”, uma referência a tendência desta classe a descamar quando aquecidos, devido à perda de água. Estes minerais são normalmente encontrados como minerais secundários em vesículas em basalto ou outras rochas vulcânicas.
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Uma variação recente do sistema de nomenclatura utilizado para este grupo foi aprovado pela International Association mineralógica, removendo os prefixos dos nomes das espécies e uso de sufixos para designar as espécies.
Embora relativamente desconhecido para o público em geral, são bastante prevalentes em todo o mundo, com exemplares provenientes de algumas das localidades minerais mais conhecidos do mundo. Estas localidades são: Índia, Alemanha, Canadá , Noruega, Escócia, Irlanda, Brasil, Japão e Estados Unidos.
A Apofilita é popular como mineral de colecionador. Esta popularidade se deve a uma combinação de fatores, incluindo a sua abundância, variedade de cores e cristais bem definidos. Naturalmente que formam estruturas piramidais, que refratam a luz em arco-íris.

8-Fluorita

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A Fluorita (também chamado fluorite ) é um mineral de fluoreto de cálcio. Compete aos minerais de iodetos. Ele cristaliza no isométrica hábito cúbico, embora as formas isométricas octaédricos e mais complexos não são incomuns.
Fluorita é um mineral bem colorido, tanto na luz visível e ultravioleta, e a pedra uma vez lapidada pode ser usada amplamente em diversos usos. Industrialmente, a fluorita é utilizada como um fluxo de fusão, e na produção de certos vidros e esmaltes. Os graus mais puros de fluorita são uma fonte de flúor para o ácido fluorídrico fabrico, que está na origem da maior parte dos intermediários contendo flúor produtos químicos finos. Lentes de fluorita transparentes opticamente claros têm baixa dispersão , de modo lentes feitas a partir dele exibem menos aberração cromática , tornando-os valiosos em microscópios e telescópios. Ótica de fluorita também são utilizáveis ??na faixa de extrema ultravioleta onde os óculos convencionais são demasiado absorvente para uso.
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A fluorita tem seu nome ao fenômeno da fluorescência. A Fluorita também deu o nome ao seu elemento constitutivo de flúor. Quando você escovar os dentes, lembre-se dessa magnífica pedra verde que brilha na luz negra, como a kriptonita.

9-Obsidiana verde

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Esse material sensacional de transparência vítrea era considerado mais valiosa que o ouro para os Maias. A obsidiana é basicamente um vidro vulcânico natural. A obsidiana existe em outras cores, como azul e preto, e era uma parte altamente integrada da vida cotidiana e ritual, e seu uso generalizado e variado pode ser um importante contribuinte para a falta de metalurgia para as culturas primitivas da Mesoamérica.
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10-Tsavorita

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O que você diria se eu te dissesse que essa simples pedra verde na mão desse felizardo aí custa mais de dois milhões de dólares?
A Tsavorita ou tsavolite é uma variedade de granada do grupo grossulária, formada de cálcio e alumínio, contendo quantidades vestigiais de vanádio ou de crómio que lhe dão essa sensacional cor verde.
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Em 1967, o explorador britânico e geólogo Dr. Campbell R. Pontes descobriu um depósito de minério verde nas montanhas do nordeste da Tanzânia em um lugar chamado Lemshuko, a 15 km de distância do Komolo, a primeira vila. Os espécimes que encontrou eram de cor muito intensa e de alta transparência. O interessado encontrar o comércio de gemas e foram feitas tentativas de exportar as pedras, mas o governo da Tanzânia não concedia as licenças.
Acreditando que o depósito era uma parte de uma estrutura geológica que se estende possivelmente em maior abundância pelo Quênia, Pontes iniciou prospecção naquela nação. Ele foi bem sucedido pela segunda vez em 1971, quando ele descobriu a variedade mineral lá, e foi concedida uma licença para exploração daquela jazida. A pedra preciosa era conhecido apenas por especialistas minerais até 1974, quando a Tiffany lançou uma campanha de marketing que trouxe reconhecimento mais amplo para esta pedra.
Dr. Pontes foi assassinado em 2009, quando uma multidão atacou ele e seu filho em sua propriedade no Parque Nacional de Tsavo. Acredita-se que o ataque foi ligado a uma disputa de três anos pelo acesso e controle das minas de pedras preciosas. Novamente, as pedras geravam sangue e morte. O nome tsavorite foi proposto pelo presidente da Tiffany, Mr. Henry Platt em homenagem ao Parque Nacional de Tsavo no Quênia.
Para além da localidade de origem na Tanzânia também é encontrada em Toliara, em Madagascar, mas até agora, nenhuma outras ocorrências de gemas com qualidade foram descobertas.
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No final de 2006 foi descoberto um cristal de 925 quilates (185,0 g). Ele rendeu um 325 quilates (65 g) de pedra oval misto de corte, um dos maiores, se não os maiores tsavorites facetada do mundo. Um cristal que rendeu um 120,68 quilates (24,136 g) oval gem misto de corte também foi descoberto no início de 2006.
Uma pedra dessas pode te deixar milionário da noite para o dia. É como ganhar na loteria, mas é claro, você também pode morrer tentando achar esta pedra na África.

Coral um animal marinho primitivo

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um animal marinho primitivo
Sua cor e raridade deram ao coral, durante muito tempo, um status de pedra preciosa. Todavia, recentemente, o uso gemológico do coral começou a ser questionado por questões de agressão ao meio ambiente e por ele ser um animal marinho. Segundo algumas opiniões há desinformação sobre esse aspecto.
Literalmente em forma de árvores, os corais se formam em recifes, atóis e bancos de corais de água pouco profundas. Suas inúmeras ramificações é o que lhes dão o aspecto de árvore.
Ele é formado por pequenos animais chamados pólipos. Crescem sobre os restos de esqueletos calcificados de seus companheiros mortos em águas tropicais quentes. Os corais em árvore são encontrados em cores distintas dependendo do lugar de sua origem e profundidade da água.
Segundo Judith Crowe, em seu livro "The Jeweller´s Directory of Gemstones", existe um alto grau de desinformação quanto ao fato do dano ao meio ambiente causado pela coleta de corais para uso gemológico. Dos 2.000 tipos de corais conhecidos, somente certas variedades estão em risco de extinção e, as mais ameaçadas, não são usadas na indústria de joalheria.
A altura dos corais vão de 20 a 40 cm e a espessura de seus ramos chega a 6cm.
Seria impossível falar de coral sem mencionar Torre del Greco,que fica no sopé do vulcão Vesúvio, na província de Nápolis, na região italiana da Campania, o maior centro de comércio de corais.
O maior recife de coral vivo encontra-se na grande barreira de coral na costa de Queensland na Austrália. Ela é formada por 2.900 recifes e 300 atóis (recífes circulares). Lá vivem cerca de 360 espécies de corais e uma rica biodiversidade completada por peixes, moluscos, crustáceos, estrelas do mar, etc.
Coral sintético e imitações
Por ser uma gema escassa o coral é muito imitado usando diferentes produtos e substâncias. É importante diferenciar os aspectos da imitação e da sintetização de uma gema. No caso das gemas sintéticas, os cientistas e técnicos buscam a reprodução fiel da estutura do material a ser sintetizado. Assim, a gema sintética tem todas as características da gema natural, no entanto, é feita em laboratório. Já no caso das imitações não existe a preocupação com a estrutura do material e, sim, apenas com o aspecto visual. As imitações são feitas com diferentes tipos de materiais como porcelana, vidro, plásticos e resinas. As gemas sintéticas são bem aceitas no mercado mundial de joalheria. Primeiro porque elas mantém as mesmas características da gema original e, segundo, porque são mais baratas. A raridade de muitos tipos de gemas e seu alto custo tem ampliado cada vez mais o mercado de gemas sintéticas. O coral sintético pode ser entalhado, lapidado, polido e gravado, o que se torna difícil com o coral natural que tem baixa dureza e é frágil. Para verificar se um coral é imitação basta submetê-lo ao ácido clorídrico diluído e a frio. As imitações não reagem ao ácido enquanto o coral natural apresenta efervescência muito visível quando submetido à esse ácido.
Características gemológicas
Possuem baixa dureza - 3-4 Mohs. Densidade relativa - 2,60- 2,70. Fratura - irregular, estilhaçada e quebradiça. Sistema cristalino - trigonal, microcristalino. Transparência - translúcido, opaco. Apresenta forma ligeiramente cilíndrica e oca. Sua composição é de 87% de carbonato de cálcio, 7% de carbonato de magnésio e outras substâncias. Os corais vivem em associação, em verdadeira simbiose com algas unicelulares, como é o caso das zooxantelas. Isso dá ao coral a capacidade de crescimento muito rápida e são esses organismos que dão ao coral a cor viva. O coral fica esbranquiçado quando as condições do meio ambiente mudam. Com alterações ambientais desfavoráveis eles expelem as algas de maneira parcial ou total, perdendo assim a sua cor vibrante.  São encontrados nas cores rosa, vermelho, laranja e branco. O branqueamento dos corais tem ocorrido em larga escala nas últimas décadas, dependendo do tempo do desequilíbrio ambiental poderá haver a morte total ou parcial da colônia. O excesso de iluminação e tempo prolongado de exposição à luz ultra-violeta também pode causar o branqueamento. A elevação da temperatura do planeta também afeta a vida dos corais. Na joalheria são usados como gemas nos mais diferentes tipos de joias e ainda como camafeus. Também são usados na joalheria em seu estado bruto. Existem ainda os corais negros e azuis, menos valiosos.
Coral esponja
O coral esponja é encontrado em recifes. Não é um tipo de coral raro nem valioso. Tem um baixíssimo risco de extinção. Em estado natural é encontrado em tonalidade vermelha, púrpura e amarela. No entanto, é comum encontrá-lo tingido e com aplicação de resinas para obtenção de brilho.
Coral nobre (Colallium rubrum)
O coral nobre ou Corallium rubrum é o mais apreciado pelos designers de joias e consumidores em geral. Vive no ecossistema de maior biodiversidade no mundo e é considerado um dos mais vulneráveis. É muito trabalhoso converter o coral bruto em elemento gemológico, o que normalmente lhe dá alto custo. Esse processo é feito por lapidação, entalhe e polimento. Eles são frágeis.
Coral konojoi
São brancos e, às vezes, com manchas rosa, procedentes do Japão e Filipinas.
Coral secundum
São de cor rosa e branco procedentes do pacífico.
Coral bambu
O coral bambu foi chamado assim porque o crescimento de seus galhos se assemelha com o bambu. Em estado bruto é muito sensível e difícil de ser trabalhado (lapidação).
Coral Japonicum
São vermelhos e vermelho escuro, procedentes do Jãpão.
Coral Elatius
São laranjas, procedentes do Japão e Filipinas.
Cuidados
Assim como toda gema orgânica, o coral é pouco resistente e requer cuidados, tanto na produção da joia quanto no seu uso pelo consumidor. Os corais devem ser mantidos distantes de calor forte. Não devem ter contato com produtos químicos agressivos. Não é aconselhável esfregá-lo com escovas duras, pois, mesmo o coral tratado ainda apresenta fragilidade. É importante evitar contato com peças metálicas que podem arranhá-lo. Para limpeza devem ser lavados com detergente neutro.

An Update on “Paraíba” Tourmaline from Brazil

Vivid blue, green, and purple-to-violet cuprian elbaites, renowned in the gem trade as “Paraíba” tourmalines, continue to be recovered in small amounts from northeastern Brazil. Since the initial discovery of this copper-bearing tourmaline in 1982, production has been sporadic and has not kept up with the strong market demand. Mining currently takes place at the original discovery—the Mina da Batalha—and at adjacent workings near São José da Batalha in Paraíba State. At least two pegmatite localities (the Mulungu and Alto dos Quintos mines) in neighboring Rio Grande do Norte State have produced limited quantities of cuprian elbaites. All of these pegmatites occur within Late Proterozoic metamorphic rocks of the Equador Formation; the source of the copper is unknown. Six blue to blue-green elbaites from Mulungu had lower copper contents (up to 0.69 wt. % CuO) than the brightly colored Mina da Batalha material reported in the literature.

A Useful Technique to Confirm the Hydrophane Nature of Opal

With the emergence of opal production in Wollo, Ethiopia, the supply of hydrophane opal has increased significantly. This deposit offers beautiful material at a fraction of the price of similar-looking opal from several other sources, including Australia and Brazil. However, most of the opal from Wollo is hydrophane, which simply means it is porous enough to readily absorb water, much like a sponge. This property can occasionally cause durability issues that may lead to significant cracking, depending on the porosity of the material and how included it is. In general, it is difficult to predict if this material will crack when immersed, but the potential is certainly higher in hydrophane opal than in nonporous material. In hydrophane opal with a bodycolor other than white, there is the distinct possibility of artificial coloration, since stones that absorb water also absorb dye (N. Renfro and S.F. McClure, “Dyed purple hydrophane opal,” Winter 2011 G&G, pp. 260–270). While this ability to absorb water is not proof of dye, it calls for extra caution when examining an opal for color modification, especially if it has a bodycolor that can exist naturally, such as orange.

With white or colorless opals, checking for dye is not necessary, but the gemologist may find it valuable to determine if they are hydrophane so the client can be warned to avoid immersing them in liquid. Micro inclusions often present in these stones are sometimes the source of minute internal cracks. When these opals are saturated with water, the cracks often enlarge due to the strain and propagate through the entire stone. In these cases, the only option is to recut several small stones from the broken fragments.


This Ethiopian hydrophane opal with a small crack was examined at 15× magnification in reflected light (A). The lighting environment has been changed to direct transmitted light or brightfield illumination by opening the baffle in the microscope well (B). A drop of water placed on the surface (C) and absorbed by the stone creates an optical aberration (D) that confirms the opal’s hydrophane nature. Note that the water has also produced a more pronounced optical aberration in the crack. Photos by Nathan Renfro.
To safely determine if an opal is hydrophane and avoid further propagation of existing cracks, the stone should be examined using a standard gemological microscope and direct transmitted light (with the microscope in brightfield mode). Simply place a single drop of water on the surface and observe how the water drop interacts with the opal. After a few seconds of allowing the water to either evaporate or soak into the stone, reexamine the appearance. If the water is absorbed into the stone, that area’s refractive index will be slightly different, creating an optical aberration where the drop is placed and confirming that the stone is hydrophane. This method poses less risk of breakage than complete immersion.