terça-feira, 19 de julho de 2016

Minerais de Ocorrência exclusiva ou descobertos no Brasil

Minerais de Ocorrência exclusiva ou descobertos no Brasil
Mineral
Composição
Local de descoberta

Brasilianita
Fosfato de sódio e alumínio, de cor amarelo esverdeado
Pegmatito de Conselheiro
Pena, MG

1945, Henderson e Pough

Minasgeraisita
Silicato de cálcio, itrio e berilo, de cor lilás
Pegmatito de Jaraguaçu, MG

Bahianita
Óxido básico de alumínio e antimônio, forma de favas ou seixos rolados de cor creme/ferrugem
Só existe em Paramirim, BA

Goiasita
Fosfato básico hidratado de estrôncio e alumínio, de amarelo a rosa, ocorre em grãos inclusos em quartzo
Batizado em homenagem ao Estado de Goiás

Amazonita
Variedade de feldspato microclínio verde, chamado pedra das amazonas (mas já era conhecido na Europa)
Descoberto em Santa Maria de Itabira e Santana de Ferros, MG

Gorceixita
Fosfato básico de bário e alumínio, encontrado em forma de seixos rolados
Descoberto em Rio Abaeté, MG

Batizado em homenagem a Claude Gorceix, fundador da Escola de Minas de Ouro Preto

Barbosalita
Fosfato básico de ferro do grupo da lazurita, de cor preta ou azul escuro 
Ocorre em várias localidades de MG,

Batizado em homenagem a Aluisio Barbosa, geólogo brasileiro

Avelinoita(cyrilocita) 
Fosfato básico hidratado de sódio
e ferro, de cor amarela 
Descoberto no Pegmatito de Sapucaia,
Galiléia, MG

Batizado em homenagem a Avelino Oliveira, geólogo brasileiro

Djalmaita
(uranmicrolita)
Óxido básico de urânio, cálcio, cério, tântalo, niobioo e flúor, de cor variável 
Descoberto em São João Del Rey, MG

Batizado em homenagem a Djalma Guimarães, geólogo brasileiro

Yanomamita
Arsenato hidratado de índio, verde ou amarelo, do grupo da variscita (muito raro)
Monte Alegre, GO Descoberto por Nilson Botelho

Lewisita
Tripuita,Derbylita 
Associados à Monazita 
Descobertos no Córrego Tripuí,
Ouro Preto, MG

Arrojadita
Alumínio fosfato básico de potássio, sódio, cálcio, ferro e manganês 
1925, Djalma Guimarães

Batizado em homenagem a Miguel Arrojado Lisboa, engenheiro de minas
Barddeleita(brazilita)
Óxido de zircônio 
1892, Poços de Caldas, MG
Cubanita(chalmersita) 
Sulfeto de ferro e cobre 
1853, Breithaup 1902, Hussak

Frondelita
Fosfato básico de manganês e ferro 
Sapucália,
Galiléia, MG

1949, Lindberg

Lanthanita
Carbonato hidratado de neodímio e lantânio
Curitiba, PR

1980, Robert

Moraesita
Fosfato básico hidratado de Berílio
Sapucália,
Galiléia, MG

1953, Lindberg

Tavorita
Fosfato básico de lítio e ferro 
Sapucalia,
Galiléia, MG

1955, Lindberg e Pecora

Scorzalita
Aluminio fosfato de ferro e magnesio 
Córrego Frio, Linópolis, MG

1947, Pecora

Zirkelita
Óxido de titânio, calcio e zirconio 
Jacupiranga, SP

1895, Hussak

Foram estudados os depósitos de coríndon que ocorrem nas variedades rubi e safira,

Foram estudados os depósitos de coríndon que ocorrem nas variedades rubi e safira, distribuídos nas proximidades da cidade de Barra Velha, região nordeste do Estado de Santa Catarina. O coríndon ocorre em depósitos sedimentares inconsolidados localizados ao longo da bacia de drenagem do Rio Itapocu, tendo sido detectadas ocorrências também na porção norte da bacia de drenagem do Rio ltajaí Açu, aproximadamente 40km a sul da cidade de Barra Velha. Ao todo os depósitos e suas ocorrências menores cobrem uma área de aproximadamente 80km2. A geologia regional é representada pelo Complexo Granulítico de Santa Catarina, caracterizado por um contexto essencialmente metamórfico de alto grau, onde estão presentes gnaisses granulíticos, rochas ultramáficas, quartzitos e formações ferríferas bandadas. O coríndon ocorre em depósitos coluvio aluvionares quaternários, concentrados nos flancos dos morros locais (rampas coluviais), distribuídos também nas planícies regionais. Os cascalhos são constituídos principalmente por seixos e calhaus de quartzo leitoso, quartzito e fragmentos líticos quartzo-feldspáticos, distribuídos em uma matriz areno argilosa de coloração cinza. Esses fragmentos apresentam-se angulosos sugerindo condições de sedimentação via fluxos gravitacionais de encosta, com transporte pequeno a ausente. Os minerais pesados associados são representados principalmente pelas fases magnetita, ilmenita, hematita, rutilo, zircão, monazita, hiperstênio, hornblenda e epidoto, cuja origem está relacionada aos litotipos que ocorrem na região. O coríndon ocorre na forma de cristais euédricos, subédricos e de fragmentos irregulares, principalmente na cor vermelha (rubi), e em menor freqüência nas cores branca, rósea, cinza e preta (safiras). Apresenta hábito em barrilete característico, transparência limitada e dimensões que vão desde milímetros até exemplares com 1Ocm de comprimento. Os cristais exibem partição romboédrica pronunciada em função da ocorrência de diásporo nos planos de geminação polissintética. O diásporo se forma a partir da alteração do coríndon em um processo gradual, resultando em uma associação íntima entre esses dois minerais onde o diásporo se distribui na forma de uma rede romboédrica constituída por camadas sucessivas de coríndon e diásporo. Do ponto de vista químico, o coríndon é constituído essencialmente de 'Al IND.2"O IND.3' (96 a 99% em peso) contendo impurezas de Cr2O3 (0,00 a 0,83% em peso), contendo impurezas de 'Cr IND.2"O IND.3' (0,00 a 0,83% em peso), FeO (0,12 a 1,51% em peso), e outros elementos em proporções menores. O cromo é o elemento cromóforo sendo responsável pela cor vermelha ou rósea, enquanto o ferro influi nas colorações escuras e saturação das cores observadas. O coríndon de Barra Velha hospeda um grande número de inclusões cristalinas entre as quais foram identificadas biotita, clorita, zircão, rutilo, monazita, pirita e alguns óxidos de ferro. A biotita ocorre na forma de cristais castanhos constituídos por uma mistura homogênea dos termos extremos desse grupo, sendo compatível com o fácies granulito. A clorita é rica em ferro, magnésio e alumínio e sua origem poderia estar relacionada ao metamorfismo de sedimentos pelíticos ricos em ferro. O zircão ocorre na forma de cristais arredondados sugerindo tratar-se de um mineral detrítico nos pelitos originais, que teriam sofrido metamorfismo até o fácies granulito. As outras inclusões encontradas são compatíveis com as litologias regionais. As inclusões fluidas ocorrem na forma de cristais negativos de contorno hexagonal e canais alongados sendo que em muitos casos apresentam paralelismo com as direções cristalográficas do hospedeiro. Medidas microtermométricas revelaram que as inclusões são constituídas essencialmente de 'CO IND.2', cujas temperaturas de fusão são iguais ou inferiores a -56,6ºC. As temperaturas de homogeneização do 'CO IND.2' variaram de -25 a +25°C, sendo as menores, representativas dos fluidos originais. Os histogramas construídos a partir dos dados microtermométricos apontam que as inclusões de densidades maiores são compatíveis com as condições do fácies granulito, sendo as de densidades menores indicativas dos eventos posteriores. Apesar do coríndon não ter sido encontrado ainda em sua rocha matriz, as evidências de campo e os dados obtidos em laboratório apontam por uma derivação a partir dos terrenos granulíticos subjacentes aos depósitos. Os levantamentos realizados mostraram que os gnaisses granulíticos contendo intercalações de rochas ultramáficas e quartzitos, constituem os litotipos predominantes na regiäo. A ausência de arredondamento exibida pelo coríndon e demais constituintes dos cascalhos, indicam que os depósitos originaram-se a partir dos granulitos circundantes. Os minerais pesados, representados por fases compatíveis com os granulitos reforçam essa hipótese. As inclusões sólidas identificadas no interior dos cristais de coríndon, são representadas por minerais compatíveis com o metamorfismo de sedimentos pelíticos antigos submetidos a metamorfismo de grau médio a alto. As inclusões fluidas, essencialmente carbônicas, são também compatíveis com ambiente anidro necessário para a geração das rochas granulíticas regionais. As características exibidas pelas inclusões fluidas observadas no coríndon de Barra Velha, são similares àquelas reportadas para os depósitos do Sri Lanka, onde o coríndon é derivado de granulitos regionais.
Palavras-chave em inglês
Não informadas pelo autor.
Resumo em inglês
This Thesis comprises studies on the corundum deposits-ruby and sapphire varieties-dispersed near the town of Barra Velha, northeast of Santa Catarina. Corundum, which appears in unconsolidated sedimentary deposits along the Rio ltapocu drainage basin has also been found in the northern area of the Rio ltajaí Açu drainage basin, 40 km south of Barra Velha. As a whole the deposits and their smaller occurrences cover an area of approximately 80 km2. The regional geology is represented by the Santa Catarina Granulitic Complex , characterized as of high metamorphic grade, where granulitic gneiss, ultramafic rocks, quartzites and banded iron formations are present. Corundum occurs in Quaternary alluvial colluvium deposits concentrated on the hill-sides as well as in the plains of the area. The gravel, consisted mainly of pebbles and cobbles of quartzite, milky quartz, quartz-feldsphatic lithic fragments, are embbeded in a greyish sand and silt matrix. Such fragments, displaying high degree of angularity, suggest sedimentation conditions through slope gravity flow, with little or no transportation. The associated heavy minerals are represented mostly by magnetite, ilmenite, hematite, rutile, zircon, monazite, hypersthene, hornblende and epidote phases, whose origin is related to the areas' lithotypes. Corundum occurs as euhedral and subhedral crystals and irregular fragments, primarily in red color (ruby) and less frequently in white, rose-colored, grey and black colors (sapphire). lt displays characteristic barrel habit, limited transparency and size varying from few millimeters to 10 centimeters in length. The crystals exhibit distinguished rhombohedral parting due to the presence of diaspore in the polysynthetic twinning plane. Diaspore is formed as a result of a gradual process of corundum weathering, culminating in a close relation between the two minerals, and generating a rhombohedral network of successive corundum and diaspore layers. From the chemical point of view corundum is composed essentially of 'Al IND.2"O IND.3' (96 to 99% in weight) containing impurities of 'Cr IND.2"O IND.3' (0.00 to 0.83% in weight), FeO (0.12 to 1.51% in weight) and other elements in smaller proportions. Chrome is the chromophore element responsible for the red or rose-colored color, while iron controls the dark colors and saturation. The Barra Velha corundum hosts a great number of crystalline inclusions such as biotite, chlorite, zircon, rutile, monazite, pyrite and some iron oxides. Biotite occurs as brown crystals constituted by a homogenous mixture of the extreme terms of its group, compatible to the granulite facies. Chlorite is rich in iron; the magnesium and aluminum present could have their origin related to the metamorphism of iron-rich pelyte sediments. Zircon appears as rounded crystals, suggesting to be a detrital mineral in the former pelytes which would have suffered metamorphism up to the granulite facies. Other inclusions are compatible to the regional lithologies. the fluid inclusions appear as negative crystals showing hexagonal contour and elongated channels; in many cases show a parallelism feature to the host crystallographic directions. Microthermometric measurements revealed that the inclusions are mostly constituded of 'CO IND.2' and that fusion temperatures are equal or below -56°C. The 'CO IND.2' homogenezation temperatures varied from -25 to +25°C, the low temperatures being representative of the original fluids. Histograms built based on microthermometric data indicate that the inclusions with higher density are compatible to conditions of the granulitic facies , while the lower density ones point out to late events. Field work demonstrated that the granulitic gneiss with intercalations of quartzite and ultramafic rocks are the prevailing lithotypes in the region. Notwithstanding the fact corundum so far has not been found within the source rock, field evidence and laboratory data suggest the source as the granulitic bodies underlying the deposits. The corundum and the other constituents lack of roundness as well as the heavy minerals present emphasizes this hypothesis. Solid inclusions identified within the corundum crystals, are represented by minerals compatible to metamorphism of middle to high grade underwent by the pelyte sediments. The fluid inclusions, carbonic in essence, are also compatible to an anhydrous environment necessary to generate the regional granulitic rocks. Features exhibited by fluid inclusions observed in the Barra Velha corundum, are similar to those reported on Sri Lanka deposits where corundum stems from regional granulites.

2.1.6 Coríndon no BrasilHistoricamente, a presença de coríndon no Brasil tem sido relatada desde os anos 30, mas sempre em ocorrências inexpressivas e sem viabilidade econômica. Na década de 60 safiras azuis (e, em menor quantidade, amarelas) com boa qualidade gemológica foram encontradas no Rio Coxim (Mato Grosso do Sul). Outras ocorrências vêm surgindo desde então, às vezes com boa qualidade gemológica, mas com produção incipiente ou ainda com cristais muito pequenos. Nos anos 90 a principal ocorrência explotada foi Indaiá, em Minas Gerais, que durante dois ou três anos apresentou produção constante em escala comercial, mas que está paralisada desde 1996. O significativo aumento de ocorrências registradas (Figura 2.5) e o fato dos terrenos granulíticos no Brasil, semelhantes aos do Sri Lanka, grande produtor de rubis e safiras, terem sido ainda pouco estudados, são indício de boas perspectivas para um aumento na produção de coríndon gemológico brasileiro. Além disso, as novas técnicas de tratamento de gemas estão viabilizando ocorrências até há pouco consideradas anti-econômicas. Existem atualmente 29 ocorrências de coríndon registradas no Brasil (Figura 2.5), sendo a maioria encontrada em depósitos aluvionares associados a terrenos metamórficos de alto grau ou associadas a complexos alcalinos. Das ocorrências conhecidas, algumas apresentam boas possibilidades de aproveitamento gemológico (número que pode ser aumentado considerando-se as possibilidades de tratamento térmico).A melhor situação encontra-se em Minas Gerais, em regiões de potencial econômico favorável para coríndon como em Malacacheta e Indaiá, onde são encontrados cristais azuis/transparentes de qualidade gemológica comprovada, enas novas ocorrências de Palmeiras e Sapucaia, onde ocorrem belíssimos (apesar de pequenos) exemplares de rubis e safiras azul e violeta com efeitos alexandrita, asterismo e seda. Ainda em Minas Gerais são conhecidas outras ocorrências como Campo Belo, Cláudio, Novo Cruzeiro, Conceição do Mato Dentro, Caputira, Datas, Passos e Bom Jesus da Penha

2.1.6 Coríndon no Bra2.1.6 Coríndon no Brasil
Historicamente, a presença de coríndon no Brasil tem sido relatada desde os anos 30, mas sempre
em ocorrências inexpressivas e sem viabilidade econômi
ca. Na década de 60 safiras azuis (e, em menor
quantidade, amarelas) com boa qualidade gemológica foram encontradas no Rio Coxim (Mato Grosso do
Sul). Outras ocorrências vêm surgindo desde então, às vezes com boa qualidade gemológica, mas com
produção inci
piente ou ainda com cristais muito pequenos. Nos anos 90 a principal ocorrência explotada
foi Indaiá, em Minas Gerais, que durante dois ou três anos apresentou produção constante em escala
comercial, mas que está paralisada desde 1996. O significativo aume
nto de ocorrências registradas (Figura
2.5) e o fato dos terrenos granulíticos no Brasil, semelhantes aos do Sri Lanka, grande produtor de rubis e
safiras, terem sido ainda pouco estudados, são indício de boas perspectivas para um aumento na produção
de co
ríndon gemológico brasileiro. Além disso, as novas técnicas de tratamento de gemas estão
viabilizando ocorrências até há pouco consideradas anti
-
econômicas.
Existem atualmente 29 ocorrências de coríndon registradas no Brasil (Figura 2.5), sendo a maioria
encontrada em depósitos aluvionares associados a terrenos metamórficos de alto grau ou associadas a
complexos alcalinos. Das ocorrências conhecidas, algumas apresentam boas possibilidades de
aproveitamento gemológico (número que pode ser aumentado consider
ando
-
se as possibilidades de
tratamento térmico).
A melhor situação encontra
-
se em Minas Gerais, em regiões de potencial econômico favorável
para coríndon como em Malacacheta e Indaiá, onde são encontrados cristais azuis/transparentes de
qualidade gemológi
ca comprovada, e
nas novas ocorrências de Palmeiras e Sapucaia, onde ocorrem
belíssimos (apesar de pequenos) exemplares de rubis e safiras azul e violeta com efeitos alexandrita,
asterismo e seda. Ainda em Minas Gerais são conhecidas outras ocorrências co
mo Campo Belo, Cláudio,
Novo Cruzeiro, Conceição do Mato Dentro, Caputira, Datas, Passos e Bom Jesus da Penhasil
Historicamente, a presença de coríndon no Brasil tem sido relatada desde os anos 30, mas sempre
em ocorrências inexpressivas e sem viabilidade econômi
ca. Na década de 60 safiras azuis (e, em menor
quantidade, amarelas) com boa qualidade gemológica foram encontradas no Rio Coxim (Mato Grosso do
Sul). Outras ocorrências vêm surgindo desde então, às vezes com boa qualidade gemológica, mas com
produção inci
piente ou ainda com cristais muito pequenos. Nos anos 90 a principal ocorrência explotada
foi Indaiá, em Minas Gerais, que durante dois ou três anos apresentou produção constante em escala
comercial, mas que está paralisada desde 1996. O significativo aume
nto de ocorrências registradas (Figura
2.5) e o fato dos terrenos granulíticos no Brasil, semelhantes aos do Sri Lanka, grande produtor de rubis e
safiras, terem sido ainda pouco estudados, são indício de boas perspectivas para um aumento na produção
de co
ríndon gemológico brasileiro. Além disso, as novas técnicas de tratamento de gemas estão
viabilizando ocorrências até há pouco consideradas anti
-
econômicas.
Existem atualmente 29 ocorrências de coríndon registradas no Brasil (Figura 2.5), sendo a maioria
encontrada em depósitos aluvionares associados a terrenos metamórficos de alto grau ou associadas a
complexos alcalinos. Das ocorrências conhecidas, algumas apresentam boas possibilidades de
aproveitamento gemológico (número que pode ser aumentado consider
ando
-
se as possibilidades de
tratamento térmico).
A melhor situação encontra
-
se em Minas Gerais, em regiões de potencial econômico favorável
para coríndon como em Malacacheta e Indaiá, onde são encontrados cristais azuis/transparentes de
qualidade gemológi
ca comprovada, e
nas novas ocorrências de Palmeiras e Sapucaia, onde ocorrem
belíssimos (apesar de pequenos) exemplares de rubis e safiras azul e violeta com efeitos alexandrita,
asterismo e seda. Ainda em Minas Gerais são conhecidas outras ocorrências co
mo Campo Belo, Cláudio,
Novo Cruzeiro, Conceição do Mato Dentro, Caputira, Datas, Passos e Bom Jesus da Penha

DIAMANTES

DIAMANTES

Em pedras coloridas: algumas pedras tendo sido usadas por várias gerações, são muitas vezes danificadas, incluindo rubis e safiras; Nós as relapidamos para melhorar a qualidade, o que geralmente permite uma distribuição uniforme de cor ao longo da pedra; A vantagem deste trabalho é que seguramente agrega mais valor à pedra.
Peso
O peso é sempre dado em quilates (0,2 g), critério fundamental para o preço dos diamantes.

Pureza
A pureza pode ser analisada pela quantidade ou ausência de inclusões, o que pode ser constatado por uma lupa. Os critérios são :
- Flawless x 10 $ (Internamente Flawless): ausência total de inclusões e absolutamente transparente.
- VVS1 - VVS2 (Very Very Small Inclusões): minúsculas inclusões muito difíceis de ver sob o microscópio x 10.
- VS1 - VS2 (Very Small Inclusões): Inclusões muito pequenas, facilmente visível com a ampliação x 10.
- SI1 - SI2 (ligeiramente incluído): também facilmente visível com a ampliação x 10, mas invisível a olho nu.
- P1 (Imperfeito): Inclusões facilmente visíveis com a ampliação x 10, mas difícil de detectar a olho nu..
- P2 (Imperfeito): numerosas inclusões facilmente visíveis a olho nu. Afetam levemente o brilho da pedra.
- P3 (Imperfeito): numerosas Inclusões facilmente visíveis a olho nu. Afetam claramente o brilho da pedra.
Cor
Os critérios são :
D branco excepcional +
E: branco excepciona
F: + Extra Branco
G: Extra branco
H: branco
I e J: cor branca
K e L: pouco manchada
M a Z: cor matizada

Tamanho
O tamanho também interfere no processamento final do diamante. Inadequado tamanho do diamante pode desvalorizar drasticamente.
Critérios como estes são escritos em um certificado com os seguintes indicativos: excelente - muito bom - bom - médio - baixo.
Com sua capacidade de concentrar e refletir a luz, o diamante domina o mundo das gemas. Os diamantes são produzidos em várias partes do mundo inclusive no Brasil. As cores são variadas: incolor (branco), amarelo, marrom, verde, rosa, azul, preto e vermelho (muito raro): O Borh dá o azul e o nitrogênio, o amarelo, rosa e vermelho, já o hidrogênio , nos dá o verde urânio.
Temos conosco um conjunto de diamantes cor natural, narciso, conhaque, laranja, verde e (verde amarelo) canário. Para a compra de diamantes, nós temos um estoque de pedras entre 0,50 e 3 quilates e algumas pedras e diamantes coloridos a mão. Sinta-se à vontade para nos contatar diretamente. Todos os nossos diamantes vêm com certificação. Nós fabricamos todos os dias anéis de diamante, colares, brincos...
Os principais produtores de diamante do mundo são: Rússia, África do Sul, Botswana, Canadá, Austrália...
Uma das nossas especialidades está relacionada ao corte clássico de diamantes. Depois de analisar a peça fornecida pelo cliente, recomendamos, sempre que possível, fazer uma remodelagem para uma lapidação moderna para obter uma qualidade muito maior. Podemos também, se possível, eliminar algumas inclusões, o que permite que a pedra tem um tamanho ideal e maior pureza.

RUBI

RUBI

O Rubi é uma das 4 pedras preciosas e é amplamente usado em jóias finas. Pertence à família Corindo. Sempre vermelho, é uma pedra muito rara e é considerada a rainha das gemas. Na verdade, os maiores monarcas do mundo, sempre quiseram usá-lo decorando com frequência suas coroas e jóias.
O cromo lhe confere a sua cor vermelha, mas também chegar ao vermelho castanho por causa das partículas de ferro que podem ocasionalmente se misturar na pedra. Existem diversas variedades de vermelho, a cor mais desejada é o sangue de pombo, que é roxo com um toque de azul. Você pode encontrar essa cor no vale dos rubis de Burma, ao norte, especificamente nas minas de Mogok. A cor de um rubi nem sempre pode denunciar a sua origem geográfica. As designações "Siam Rubi" e "rubi Birmânia" não necessariamente descreve a sua origem geográfica, mas a qualidade da cor dos rubis.
Há muitas inclusões em um Rubi, o que pode fornecer pistas sobre a origem da pedra. Eles não fazem nada para desvalorizar a pedra se deixar ele a sua transparência, como a inclusão de rubi são muito específicos e prova de autenticidade. No entanto, a característica mais importante será sempre a cor.
As inclusões são os minerais, inclusões líquidas ou canais, as inclusões de rutilo. inclusões de rutilo em rubi dá uma pedra muito original: se for cortada em cabochão, revela uma "asterismo". Este fenómeno assume a forma de uma estrela de 6 apontou ao mudar a orientação da pedra. Isso é chamado de "pedra de rubi estrela", que é muito raro e acrescenta um grande valor se a cor é muito bonita. As cores mais bonitas de rubis são a Birmânia, especificamente, no vale do Mogok, daí o nome "Ruby Mogok. Elas estão entre as jóias mais preciosas. É muito raro encontrar grandes dimensões: a acima de 5 quilates, estamos no excepcionais. Há também rubi Tailândia e Vietnã e sua cor é mais escura e alguns não têm nada a invejar os seus vizinhos da Birmânia. Os rubis de Sri Lanka faixa de luz vermelha de framboesa.

Muitas pedras, por muitos anos foram confundidos com um rubi; o espinélios e as granadas por exemplo. Eles não têm nada a ver com esta pedra preciosa, porque eles não são parte da família de corindo.
O Rubi é uma das pedras preciosas mais caras e populares entre os joalheiros, que o utilizam para suas criações. Uma boa pedra pode ser mais cara do que um diamante de qualidade. O Ruby é utilizado por longo tempo pelos grandes reinos e pelos os marajás indianos que amavam em seus ornamentos. O Ruby também é uma pedra mais usada para os anéis de noivado.
Mesmo que os melhores depósitos sejam encontrados na Birmânia, na região de Mogok, eles são encontrados também na Tailândia, Quénia, Sri Lanka, Índia, Paquistão, Vietnan ...
Sua dureza é de 9 na escala de Mohs, o que torna o Ruby o segundo material mais duro do mundo logo atrás das safira e diamantes. É, portanto, de fácil de friso.