segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Como é Feito o Beneficiamento do Ouro?

Como é Feito o Beneficiamento do Ouro?

O alto valor agregado do minério de ouro e suas peculiaridades acarretam em grandes alterações em seu beneficiamento. O mineral na forma metálica é conhecido por sua densidade e maleabilidade elevadas, uma das características marcantes de seu processo de beneficiamento.
beneficiamento do ouro pode ser simples, com a adequação granulométrica às demais etapas, ou ser mais complexo, envolvendo desde a preparação até estágios de concentração, por exemplo. O maior desafio nestas etapas é manter as partículas livres preservadas e, de forma prioritária, recuperar o ouro contido no minério, além de eliminar as impurezas.
Vamos descobrir em detalhes como é feito o beneficiamento do ouro e as conseqüências de cada etapa.

Prospecção e Mineração do ouro

Há algum tempo os mineradores precisavam contar com a sorte de avistar um brilho amarelo em um córrego ou em uma fenda entre as rochas. Mas, a busca hoje é mais sistemática e precisa do que nunca.
Em primeiro lugar, os geólogos sabem que o metal está presente em quase todas as rochas e solo, mas os grãos são tão pequenos que são quase invisíveis. Apenas em algumas áreas o ouro é concentrado o suficiente para ser extraído de forma rentável.
Esses depósitos contêm ouro puro, mas, na maioria das circunstâncias, o ouro está combinado com prata ou outro metal. Depois de encontrar indícios de ouro, perfura-se o solo para obter amostras e analisar o conteúdo. Se há ouro suficiente naquele depósito, a empresa de mineração pode dar inicio a uma operação em grande escala.
A forma de extração do ouro vai depender do formato dos depósitos. Se a rocha está localizada em subsuperfície da Terra, a mineradora vai usar técnicas a céu aberto. Resumidamente falando, primeiro, faz-se um padrão de furos, depois enchem estes furos de explosivos e detonam para fraturar a rocha, encontrar o depósito e extrair o minério.
Se o depósito está localizado em profundidade, entra em vigor 
Claro que estes processos são um pouco mais complexos e poderemos tratá-lo em outro artigo.
Após a extração do ouro entra em vigor um complexo processo de beneficiamento que será descrito a seguir.

Beneficiamento do Ouro – Preparação

preparação do ouro é a primeira etapa do beneficiamento, ela pode ocorrer em dispositivos de concentração prévia, ou na extração hidrometalúrgica. Para a conclusão deste estágio usa-se a britagem, o peneiramento, a moagem e a classificação.

Britagem

processo de britagem pretende diminuir o minério em pequenos pedaços. Ela divide-se em primária, realizada por britadores de mandíbulas de dois eixos ou de impacto, secundária através de britagem cônica e na última, com britadores mais curtos e fechados, conhecida como britagem terciária ou short head.

Peneiramento

Após a britagem é necessário separar os grandes pedaços dos pequenos. Aqueles em tamanho aceitável passam para a próxima fase do processo, já os maiores são reinseridos no processo de britagem para quebrá-los. Esta separação é chamada de peneiramento e ocorre devido à vibração do equipamento.

Moagem

Neste processo são usados moinhos de carga cadente, também conhecidos como moinhos de bolas. A moagem pode ser realizada em ambiente seco ou úmido, porém, o material deve ser colocado na cuba de Neoprene. O produto é misturado em pó fino por diversas horas, quanto maior a duração desta mistura, mais fino será o minério final.

Classificação

O último estágio da preparação do ouro pretende separar as partículasgrosseiras das finas. Este processo ocorre para selecionar as partículas com liberação elevada para seguir ao processo de concentração, ou descartar as partículas muito finas, operação chamada de deslamagem.

Concentração do ouro

Beneficiamento do Ouro
O processamento mais adequado de cada minério de ouro depende de muitos fatores, como a mineralogia dos portadores de ouro e minerais de ganga, o tipo de liberação, tamanho das partículas, etc.
Os principais métodos de concentração do minério no Brasil são por flotação ou gravíticos. Na regra geral, em partículas maiores que 200um pode ser empregada a concentração gravítica, já quando ocorre a associação do ouro a sulfetos, é mais comum o uso da flotação após a cominuição e liberação do minério.

Gravítica

Na concentração gravítica do ouro usa-se, mais comumente, os jigues, asmesas oscilatórias e os centrifugadores. A jigagem é a concentração mais complexa devido às oscilações hidrodinâmicas, já as mesas vibratórias são consideradas a melhor maneira de concentração de minérios mais finos e vem sendo usadas há muitas décadas.

Flotação

flotação é um método de concentração do minério que consiste em separá-los de acordo com algumas diferenças superficiais. Classificando as partículas solidas em polar ou apolar, a primeira seguindo o fluxo da água em uma máquina de flotação e a segunda aderindo às bolhas de ar.
A partir daí o resultado é destinado ao refinamento e a produção dos itens finais que serão destinados a comercialização.

Ministério das Minas e Energia concede outorga para lavra de ouro em Santa Luz

Ministério das Minas e Energia concede outorga para lavra de ouro em Santa Luz


pepita_de_ouro_carlocostablogspotcomA Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM) recebeu concessão para lavrar minério de ouro no município de Santa Luz, localizado no Nordeste baiano, numa área de 298 mil hectares.
A portaria nº 258, de 4 de junho de 2014, foi outorgada pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. A área de titularidade da CBPM foi arrendada pela mineradora canadense Yamana Gold, que investiu R$ 204 milhões no projeto C1 Santa Luz. A terceira mina de ouro da Yamana está situada a 160 quilômetros da mina Jacobina e a 140 quilômetros da mina Fazenda Brasileiro.
A C1 Santa Luz vai produzir anualmente 100 mil onças de outro extraídas de 2,5 milhões de toneladas/ano minério, em operação poço aberto, tratado pelo método de flutuação e de processamento de carbono-em-lixívia. Estudos demonstram também a possibilidade de uma operação em mineração subterrânea.
Além da mina, o local terá uma planta de beneficiamento e processamento de ouro. Na fase de produção, a previsão é que sejam gerados 332 postos de trabalho. A previsão de vida útil da mina é de 10 anos. Quando atingir o pico de produção, somente de impostos, a arrecadação de Santa Luz deverá chegar a R$ 2 milhões/mês, número superior à receita bruta anual do município.
Com a entrada em operação da C1 Santa Luz, a produção global da empresa, que possui operações também no Chile, Argentina e México, deverá crescer cerca de 20% neste ano em relação a 2014, para um volume equivalente entre 1,44 milhão e 1,60 milhão de onças em ouro.

Cobre avança, após dado bom dos EUA e à espera de indicadores da China

Cobre avança, após dado bom dos EUA e à espera de indicadores da China

Os futuros de cobre operam em alta em Londres e Nova Iorque, sustentados por maior otimismo em relação à economia dos EUA após a publicação de dados fortes do mercado de trabalho norte-americano. Por volta o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) subia 0,73%, a US$ 4.831,00 por tonelada.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova Iorque (Nymex), o cobre para setembro avançava 0,88%, a US$ 2,1730 por libra-peso. Na sexta-feira, os EUA anunciaram a criação de 255 mil empregos em julho, resultado que veio bem acima das 179 mil vagas previstas por analistas. O cobre mantém o tom positivo nos negócios da manhã apesar de dados fracos de importação da China. Em julho, as importações chinesas de cobre recuaram 14% ante o mês anterior, a 360 mil toneladas. Na comparação anual, no entanto, o volume importado representou alta de 2,9%.
Nesta semana, os investidores vão acompanhar uma série de outros indicadores chineses de peso, incluindo de inflação, produção industrial e vendas no varejo. A China é o maior consumidor mundial de cobre e de outros metais básicos.
Também na LME, a tendência entre outros metais era majoritariamente positiva. O alumínio para três meses subia 0,76%, a US$ 1.657,50 por tonelada, o chumbo avançava 0,87%, a US$ 1.802,00 por tonelada, o zinco registrava alta de 0,66%, a US$ 2.281,50 por tonelada, e o níquel tinha valorização mais expressiva, de 1,07%, a US$ 10.825,00 por tonelada. A única exceção era o pouco negociado estanho, que caía 0,38%, a US$ 18.280,00 por tonelada.
Fonte: DOW Jones

Pesquisadores buscam minas de ouro no Centro-Oeste de Minas


Pesquisadores buscam minas de ouro no Centro-Oeste de Minas

Localizar ex-jazidas que abasteceram a economia local é um grande desafio, já que a maioria das entradas foi fechada pela vegetação ou por antigos donos. Grupo também quer transformar locais em pontos turísticos



Onça do Pitangui – Moradores e pesquisadores de Onça do Pitangui, pacata cidade do Centro-Oeste mineiro, com pouco mais de 3 mil habitantes, estão mapeamento a região para identificar e catalogar dezenas de minas de ouro que abasteceram a economia local na época do Brasil império (1808-1889) e ajudaram a povoar o então inóspito sertão da Gerais. Preservá-las é manter viva a história de um estado que carrega no próprio nome o local de onde é retirado o cobiçado metal. Localizar as dezenas ex-jazidas, entretanto, é o maior desafio enfrentado pelos estudiosos e voluntários, pois as entradas foram fechadas pelo crescimento da vegetação ou pelos antigos donos, receosos de que os tesouros fossem encontrados por estranhos.


Além de mapear a região, o grupo de pesquisadores está garimpando documentos sobre as antigas jazidas. As primeiras foram cavadas nos sopés de montanhas, na segunda metade dos anos 1800, quando bandeirantes já haviam explorado o ouro de aluvião, retirado com facilidade de rios, córregos e encostas. Foi naquela época que terras que hoje pertencem a Onça do Pitangui se transformaram em palco da última batalha da Revolta da Cachaça, um dos primeiros motins de brasileiros contra a Coroa Portuguesa.
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Após a Proclamação da República, em 1889, outras cavernas foram abertas por investidores estrangeiros, sobretudo, alemães. A intenção dos pesquisadores vai além da localização exata das minas. Eles querem transformar as jazidas em pontos turísticos, como afirma Vandeir Santos.


No sábado, pesquisadores e turistas interessados em conhecer um pouco mais da história do estado visitaram quatro minas na companhia de pesquisadores e turistas. Uma delas foi descoberta por acaso, há poucos meses, durante a construção de uma praça próxima ao Centro do município. O local, à frente de um córrego canalizado, fica debaixo de um bambuzal. “Talvez tenha sido feito para prospecção”, acredita Santos. A ex-jazida tem menos de cinco metros de extensão. Já as outras três têm mais de 120 metros cada. A altura delas é de aproximadamente 1,7 metro, mas há trechos em que a distância entre o teto e o chão obriga uma pessoa dessa altura a se abaixar. Para chegar a elas, os pesquisadores se embrenharam na mata.

No percurso, tucanos, seriemas e outras aves puderam ser vistos e acompanharam de longe a movimentação do grupo. Já nas cavernas, a quantidade de morcegos chamou a atenção. “Não há iluminação e a umidade é muito grande, mas há bichos que vivem nesse ambiente”, explicou o geólogo William Campos, enquanto iluminava um shaft. Trata-se de uma espécie de túnel vertical, que liga a mina ao ambiente externo. “Em inglês, significa poço. É usado, por exemplo, para ventilar o local”, esclareceu o geólogo. Cláudio Faria acrescentou informações sobre a jazida em que estavam. “Nessa mina, por exemplo, há duas galerias, uma sobre a outra. A de baixo mede uns 15 metros. A de cima, uns 30 metros”, calculou.



POLÊMICA Há quem diga que as minas são importantes e que o primeiro nome da cidade foi inspirado na unidade de medida massa usada, entre outras, para pesar ouro. Uma onça troy, segundo o Banco Central,  corresponde a 31,1035 gramas do metal. O assunto é polêmico.

No livro Sinhá Braba, que romanceia a vida de Joaquina de Pompéu, uma empreendedora do Centro-Oeste mineiro, o autor não descarta a possibilidade de o nome ser associado ao metal precioso. Na página 16, Agripa Vasconcelos escreveu: “Bueno, com o ouro apertado na mão, repetia delirando: – Uma onça e oito oitavas! Essa medida de peso daria nome ao futuro Arraial de Nossa Senhora da Conceição da Onça”.

Vandeir Santos, porém, contesta a veracidade do caso narrado pelo romancista. Para ele, o nome se deve ao Ribeirão do Onça Brava. Ele cita uma pesquisa do historiador Sílvio Gabriel Diniz, baseada em documentos oficiais. “O historiador transcreveu das páginas do livro de guardamoria, da segunda metade do século 18, o seguinte: ‘Provisão de água e datas minerais concedidas a Romão da Mata Botelho, na passagem do caminho que vai para o Ribeiro da Onça Brava, chamado o Caxingó, por umas capoeiras até suas nascenças, de uma e outra parte’”, pontua o pesquisador.

BATALHA CONTRA PORTUGUESES

Em 1719, Portugal determinou o estanco da aguardente em Pitangui. Dessa forma, apenas a coroa poderia vender cachaça na região. A decisão irritou os bandeirantes, pois a bebida era gênero de primeira necessidade à exploração do ouro: era o “combustível” dos escravos. O estanco encareceu a exploração do ouro. Os bandeirantes se rebelaram e ocorreram mortes. A última batalha foi às margens do Rio São João, em terras que hoje pertencem a Onça do Pitangui, em 1720. Mais de 400 pessoas morreram.

Brasil só fiscaliza 4% e desconhece risco de 87% das barragens, diz ANA

Brasil só fiscaliza 4% e desconhece risco de 87% das barragens, diz ANA

O Brasil deixou de fiscalizar 96% de suas barragens conhecidas entre outubro de 2014 e setembro de 2015. O dado consta no recente Relatório de Segurança de Barragens, da ANA (Agência Nacional de Águas), que mostra que, com falta de estrutura, as 43 entidades fiscalizadoras da segurança não conseguem dar conta do trabalho nas cinco regiões.
Existem quatro tipos de barragens no Brasil: de contenção de resíduos industriais, de uso múltiplo da água, de contenção de rejeitos de mineração e para geração de energia hidrelétrica. Segundo o documento, no período de abrangência do relatório, houve um aumento no número de barragens cadastradas, chegando a um total de 17.259 –15% a mais que as 14.966 do relatório apresentado no ano passado. Dessas, apenas 701 foram vistoriadas.
“Verifica-se que ano a ano cresce o número de barragens vistoriadas, mostrando que está sendo dada cada vez mais importância à segurança das barragens por parte das entidades fiscalizadoras. Entretanto o número de barragens vistoriadas em relação ao total ainda é pequeno, mostrando que muito trabalho ainda deve ser feito”, diz o relatório.
O número de barragem cadastradas, porém, ainda é incompleto e concentrado em dois Estados: Rio Grande do Sul e São Paulo têm 73% das barragens cadastradas.

Faltam informações

Além da falta de inspeção, há carência de dados sobre as barragens. Das cadastradas, 79% não tinha informações de altura e 45% de volume sequer. Ainda dessas barragens, 6.055 barragens não tinha informações do empreendedor responsável.
Ainda faltam também informações quanto aos riscos: “das 17.259 barragens cadastradas, 2.368 foram classificadas por Categoria de Risco e 2.224 quanto ao Dano Potencial Associado, representando, respectivamente, 13% e 12% do total”, diz o relatório.
Outro problema citado é a falta de investimentos. Segundo o relatório, o governo federal investiu apenas R$ 10 milhões em ações ligadas aos serviços de operação, manutenção e recuperação de barragens. O valor é o mesmo investido em 2014. O orçamento previsto para 2015, porém, era de R$ 76 milhões, mas houve contingenciamento por conta da queda de receita federal.

Lei recente

Segundo o superintendente de Regulação da ANA, Rodrigo Flecha, afirma que a preocupação com a segurança de barragens “sempre esteve presente na engenharia brasileira”, mas faltava regulamentação do setor. “Assim como em diversos outros países, somente no ano de 2010 foi instituída a Lei n° 12.334 que estabeleceu a Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB). Certamente, assim como em inúmeras áreas de conhecimento, a política deverá sofrer evoluções a partir da experiência da prática”, conta.
O superintendente afirma que falta estrutura às 43 entidades fiscalizadoras. “Os fiscalizadores e reguladores ainda não contam com equipe necessária para implementar a PNSB, assim como em diversas outras áreas temáticas. A perspectiva é de que, com o passar dos anos, os fiscalizadores e reguladores se estruturem de forma a cumprir os ditames da Política”, afirma.
Flecha diz que é preciso mudar o hábito brasileiro de não cuidar da segurança das barragens. “É preciso criar e difundir a cultura da segurança de barragens, sobretudo junto à sociedade. Vários fiscalizadores e reguladoras já estão avançando no que diz respeito à classificação das barragens, seja quanto aos riscos, seja quanto aos danos potenciais associados”.

Longe do ideal

Para o doutor em Recursos Hídricos especializado em segurança de barragens pela UFC (Universidade Federal do Ceará), Rogério Menescal, o país vem melhorando o poder de fiscalização ao longo dos anos, mas ainda está distante do ideal. “O Brasil é um dos países que têm mais barragens no mundo. E essa cultura de não fazer inspeção, não é só questão de barragens, mas de edifícios, estradas, é de uma maneira geral. Nos preocupamos muito com planejamento, projeto e construção, e esquece que é a partir do momento que vira obra que se torna útil à sociedade”, analisa.
Segundo ele, fiscalizações podem evitar tragédias, como a de Mariana (MG), que matou 19 pessoas e deixou um rastro de lama pelo rio Doce até o Espírito Santo. “Uma barragem não rompe da noite para o dia, ela dá sinais. E esses sinais, tomando a medida na hora certa, evita o incidente e principalmente evita mortes, pelo menos manda evacuar, se não puder evitar”, diz.
Menescal elogia a lei de 2010, e diz que o Brasil possui boa tecnologia no setor as barragens. “O Brasil detêm esse know how, é muito competente em fazer, o problema é que as instituições responsáveis não valorizam fiscalizar. A lei quando veio, veio para dar um basta: As barragens têm de ser olhadas em todo ciclo de vida quando tem volume”, afirma.
Outro ponto ressaltado por ele é que a lei não prevê punições a quem causar acidentes. “Não tem uma jurisprudência muito clara sobre isso, o caminho não está muito estabelecido de forma consensual. A lei de barragens não prevê punições, nesse caso de Mariana teve de usar leis do Código Civil”, diz.

As barragens conhecidas no Brasil:

  • Usos Múltiplos da Água – 15.671 (91%)
  • Rejeito de minérios – 660 (4%)
  • Contenção de resíduos industriais – 286 (1%)
  • Geração de Energia – 642 (4%)
Fonte: UOL