quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Gerdau vê sinais de melhora recente na demanda interna por aço

Gerdau vê sinais de melhora recente na demanda interna por aço

O mercado interno brasileiro está começando a mostrar alguns sinais de melhoria na demanda, disse nesta quarta-feira, 10, o presidente da Gerdau, André Gerdau Johannpeter, em teleconferência com analistas no dia em que a empresa anunciou o balanço do segundo trimestre de 2016. No Brasil, as vendas da empresa para o mercado interno, volume que não inclui as unidades de aços especiais, caíram 7,7% em um ano, para 1,007 milhão de toneladas, diante de um menor nível de atividade da construção civil e da indústria, segundo o informe de resultados da Gerdau. Na relação com o trimestre imediatamente anterior, houve um aumento de 12,4%.
No entanto, para compensar o menor desempenho no mercado interno, 622 mil toneladas de aço foram exportadas, aumento de 30,4% ante o segundo trimestre de 2015 e de 18,3% em relação aos três primeiros meses do ano, o que Gerdau atribui à sazonalidade no período e melhora dos preços internacionais do aço no início de 2016. Ainda na teleconferência, Johannpeter afirmou que as companhias têm se utilizado das exportações para conseguirem manter a capacidade de suas operações.
Capacidade instalada
A utilização da capacidade da operação da Gerdau no Brasil está no momento em 75%, sendo que se encontrava em 65% no primeiro trimestre deste ano, disse Johannpeter.
“Ainda é muito cedo para dizer se o mercado interno vai ter retomada, mas vemos alguns sinais de confiança em geral”, destacou o executivo. Segundo ele, um exemplo de sinalização de melhora são os dados de produção industrial, que parou de apresentar queda.
Minério
A Gerdau não exportou minério de ferro no segundo trimestre deste ano, informou o presidente da companhia. Da produção de minério de ferro da empresa, 1,275 milhão de toneladas foram destinadas para a usina de Ouro Branco, em Minas Gerais, e 1,104 milhão de toneladas foram vendidas a terceiros, reflexo da melhora dos preços do insumo.
Defesa comercial
O governo brasileiro precisa acelerar mecanismos de defesa comercial para que um excesso de capacidade mundial de aço, principalmente na China, não invada o Brasil, destacou Johannpeter. “Reforço que precisamos de mudanças estruturais no setor. A China vem sendo alvo de investigações de práticas desleais por mais de 20 países”, disse o executivo.
Segundo ele, uma série de países está tomando medidas para defender seus mercados e, tendo isso em vista, existe um risco para que mais volume de aço seja destinado ao Brasil. “A importação segue como motivo de preocupação no Brasil e em outros países em que atuamos”, afirmou.
Johannpeter defendeu ainda a melhoria de assimetrias no mercado brasileiro, de forma a ajudar a indústria de transformação. O executivo disse que é fundamental o retorno do reintegra e afirmou que o setor pede uma alíquota de 5%.
Potencial de rentabilidade
A Gerdau segue reavaliando o potencial de rentabilidade de ativos. “Isso está dentro da nossa estratégia, que estamos implementando nos últimos dois anos”, disse Johannpeter. Nesse contexto, em maio deste ano a Gerdau fechou um acordo definitivo de venda de sua empresa produtora de aços especiais na Espanha para a Clerbil SL, por até 200 milhões de euros.
O executivo frisou, em teleconferência com a imprensa, que não há neste momento nada a ser anunciado e que não há qualquer meta ou prazo para esses anúncios. “Há critérios de rentabilidade (de cada ativo) que precisam ser alcançados. E há ainda alternativas, como joint venture, pode ser uma venda integral, parcial, unir linhas de produtos”, destacou.
Adesão em debêntures
A indicação de uma elevada adesão dos acionistas da Gerdau Metalúrgica em sua emissão de debêntures, de até R$ 450 milhões, fez com que a administração da companhia decidisse não emitir notas promissórias, conforme já havia sido aprovado previamente.
A Gerdau Metalúrgica, holding detentora da Gerdau, havia aprovado no início do mês sua segunda emissão de 20 notas promissórias comerciais no montante total de R$ 200 milhões, para distribuição pública com esforços restritos.
“Nosso objetivo é a rolagem da dívida de curto prazo com custos competitivos”, afirmou, em teleconferência com a imprensa, o diretor de Relações com Investidores da siderúrgica gaúcha, Harley Lorentz. Nesta quarta, será finalizada a fase de subscrição das debêntures, que prevê remuneração de 85% da taxa DI.
Alavancagem
A Gerdau prevê que sua alavancagem siga em trajetória de queda até o fim deste ano, diante das medidas internas que estão sendo adotadas e pela geração de fluxo de caixa que vem alcançado, disse Lorentz.
No segundo trimestre deste ano, a alavancagem da Gerdau, medida pela razão da dívida líquida pelo Ebitda, foi a 3,6 vezes, queda de 0,5 ponto porcentual em relação ao primeiro trimestre do ano. No entanto, a alavancagem subiu 0,6 ponto ante o mesmo intervalo do ano passado, quando estava em 3 vezes.
Considerando tanto a dívida líquida quanto o Ebitda em dólar – lembrando que maior parte da receita da Gerdau é na moeda estrangeira -, a alavancagem fica em 4,1 vezes, ante 2,6 vezes no mesmo intervalo do ano passado e de 4 vezes no primeiro trimestre deste ano.


Fonte: IstoÉDinheiro

Região serrana do ES tem histórico de garimpo de pedras preciosas

Região serrana do ES tem histórico de garimpo de pedras preciosas

Em Santa Teresa, a atividade garimpeira já trouxe muitas riquezas.
Até pedra de 250 kg já foi encontrada no local.

Já conhecida como "Serra Pelada" capixaba, a comunidade de Várzea Alegre, no interior de Santa Teresa, região serrana do Espírito Santo, tem um histórico de garimpo e busca por pedras preciosas.
A região já trouxe riquezas para muitos garimpeiros. Em vez de ouro, o que despertava interesse na região eram as pedras preciosas.
"Tudo começou com um caçador que, atrás de um tatu, achou uma pedra brilhante perto de sua toca", diz o comerciante da região Antônio Lopes.
A corrida das pedras começou na década de 40 do século passado. O produtor rural Vandacir Roncon conta que já encontraram até pedra de 250 kg na área. "Teve que descer um varão, carregada nas costas", lembra.
Antônio Lopes ressalta que a atividade garimpeira trouxe muitas riquezas, mas que nem todos souberam desfrutar dela. "Muita gente ficou rica, mas perderam tudo, nem eles existem mais. Aqui na pedra da onça dava águas marinhas e outros cristais também", diz Antônio.
Hoje a área está abandonada, mas antigamente era bem movimentada, vivia repleta de garimpeiros em busca do sonho de ficar rico. A última descoberta foi em 2004, quando o produtor rural Alonso Possatti encontrou uma água marinha pura. "Com o dinheiro, deu pra quitar dívidas, comprar casa e terreno para os filhos", diz.

Chuva de diamantes pode estar ocorrendo em Saturno e Júpiter

Conforme conclusão apresentada por dois cientistas norte-americanos, diamantes enormes que deixariam muitas mulheres “loucas” para tê-los, estariam caindo em forma de chuva nos planetas de Júpiter e Saturno. Essa tese foi apresentada pelos cientistas no encontro anual da divisão de Ciência Planetárias da Sociedade Americana de Astronomia, que foi realizada em Denver, nos Estados Unidos. Ainda em relação à conclusão, a mesma indica que o carbono cristalizado é abundante na atmosfera destes planetas, segundo Kevin Baines, da Universidade de Winsconsin-Madison. O estudo de Baines e Mona Delitsky, co-produtora da pesquisa, indica que fortes raios transformam o gás metano em partículas de carbono, sendo que à medida em que elas vão caindo, esse material entra em choque com a pressão atmosférica, transformando-se primeiramente em pedaços de grafite e em seguida em diamantes. A tese ainda indica que os maiores diamantes podem ter um centímetro de diâmetro. Baines diz que “Seria um diamante grande o suficiente pra colocar em um anel”. E acrescenta: “O importante é que mil toneladas de diamantes são produzidas por ano em Saturno e as pessoas me perguntam: Como você pode ter certeza se não tem como ir pra la? Simples, tudo é uma questão de química e assim acreditamos que estamos muito certo em nossa tese”. A conclusão dos dois cientistas ainda precisa passar por avaliação de outros acadêmicos para ser comprovada e válida, mas especialistas consultados pela agência de notícias BBC indicaram que a possibilidade de uma chuva de diamantes ocorrer nos planetas em questão, não pode ser descartada. Para o professor Raymond Jeanloz, um dos responsáveis pela descoberta de que havia diamantes em Urânio e Netuno, diz que: “Parece válida a ideia de que há uma profunda variação dentro das atmosferas de Júpiter e ainda mais de Saturno, nas quais o carbono poderia se estabilizar como diamante”. Foto: Andy Barnes - Flickr 


As dez pedras preciosas verdes mais raras

As dez pedras preciosas verdes mais raras

1- Esmeralda

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A esmeralda é talvez a mais famosa de todas as pedras verdes na natureza e sem dúvida uma das mais valiosas (se não a mais valiosa) das pedras preciosas obtidas nas minas Brasileiras depois do diamante. Por esta pedra verde lindíssima, capaz de jóias de encantar qualquer mulher, muita gente matou e morreu.
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A esmeralda é uma variedade do mineral berilo, sendo a mais nobre de todas as variações desse mineral. Assim, podemos dizer com certeza que a Esmeralda é irmã da água-marinha. Sua cor verde é devida à presença de quantidades mínimas de crômio e às vezes vanádio. É altamente apreciada como gema e o preço por quilate a coloca entre as pedras mais valiosas do mundo, perdendo algum desse valor frequentemente devido às inclusões que ocorrem em todas as esmeraldas, Elas, porém, são úteis pois ajudam a identificar a gema e podem indicar sua procedência.
Algumas cristalizações de esmeralda são tão fabulosas e lindas que é um pecado lapidar.
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A esmeralda é uma pedra macia, e com fama de pedra “complicada”. A esmeralda é extremamente sensível a pancadas fortes, riscos e mudanças de temperatura repentinas. Oficialmente ela tem dureza de 7.5 a 8.0 na Escala de Mohs, no entanto, esta dureza pode ser bastante reduzida dependendo do número e tamanho das inclusões. As principais jazidas de esmeraldas são colombianas, mas pode ser encontrada também no Brasil, Rússia e no Zimbábue. É transparente e opaca, mas apenas as variedades mais preciosas são transparentes.
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2-Malaquita

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A gente reconhece a malaquita fácil, porque ela é aquela pedra linda que foi usada na base do troféu da Copa do Mundo.
Malaquita é um mineral lindo, caracterizado por círculos com variados tons de verde. É parte do grupo dos carbonatos (carbonato de cobre (II)) e bem macio, com 3,5 e 4 na Escala de Mohs. Seu sistema cristalino é monoclínico, e frequentemente forma massas botrioidais, fibrosas ou estalagmíticas.
Malaquita estalagmítica
Malaquita botriodal
Malaquita fibrosa
Malaquita fibrosa
A malaquita geralmente resulta da alteração de minérios de cobre e ocorre frequentemente associada com azurita, goethita e cuprita. À exceção da cor verde, as propriedades da malaquita são muito similares àquelas da azurita, e agregados conjuntos dos dois minerais são encontrados com frequência, embora a malaquita seja mais comum do que a azurita.
Foi usado como um pigmento mineral em pinturas verdes da antiguidade até aproximadamente 1800.
A malaquita fica linda lapidada em esfera
A malaquita fica linda lapidada em esfera
O pigmento é moderadamente resistente à luz, muito sensível a ácidos e variável na cor. O tipo natural tem sido substituído por sua forma sintética, verditer entre outros verdes sintéticos. Ela foi principalmente utilizado no Antigo Egito tendo a particular importância nos séc.XV XVI, sendo mesmo referenciado no livro Cennino Cennini “Il libro dell’arte”. Atualmente, grandes quantidades de malaquita têm sido extraídas nos montes Urais.

3-Atacamita

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Este mineral pouco conhecido parece muito com o famoso pedaço de Kriptonita, dada por seu pai, que o Super-Homem jogou pro céu e formou a Fortaleza da Solidão. A Atacamita ganhou este nome porque foi descoberta no deserto do Atacama. Ela é bem parecida com a esmeralda, sendo mais cristalina. Sua aparência lembra a de um vidro verde.
O maior fornecedor mundial de atacamita é o Chile. O cristal esverdeado é composto de cobre e hidróxido de cloro. Ele é encontrado principalmente em zonas áridas, como na Espanha.
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4-Vivianita

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A Vivianita é um mineral que lembra muito a esmeralda. (porra tudo que é pedra verde eu acho que é esmeralda) Não obstante, ela Também é encontrada nas minas do Brasil! Esse é um mineral de fosfato de ferro hidratado encontrado em ambientes geológicos.
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Pequenas quantidades de manganésio e cálcio podem ser substituídas por ferro na estrutura molecular desse mineral. Inicialmente era denominado de “ferro azul”, até que, em 1817, foi rebatizado em honra do seu descobridor, o mineralogista John Henry Vivian como “vivianita”. Trata-se de um mineral abundante na natureza que se forma em locais onde circulam águas fosfatadas sobre minerais como a pirita ou a siderita. Os fosfatos destas águas retiram destes minerais uma parte do ferro que contêm, gerando cristais de vivianite. Mas os cristais mais belos deste mineral costumam encontrar-se em filões de rochas formadas por arrefecimento e cristalização de magmas no interior da crosta terrestre.
Eu não sei quanto a você, mas a mim parece que se isso aí é uma pedra abundante, muita gente já deve ter se ferrado, comprado isso pensando que tava levando esmeralda.

5-Piromorfita

Parece mais um coral alien
Parece mais um coral alien
A Piromorfita é uma espécie mineral composta de clorofosfato de chumbo, ocorrendo às vezes em quantidades suficientes para ser extraído como minério de chumbo. Cristais comuns com a forma de um prisma hexagonal com plano basal, combinando às vezes com as faces estreitas de uma pirâmide hexagonal.
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Cristais com a forma de barril são frequentes; também pode ter hábito globular ou reiniforme. Faz parte de uma série com dois outros minerais: mimetita e vanadinita; muito semelhante com a mimetita só podendo ser diferenciados por testes químicos.
O termo fosfórico da série foi identificado químicamente pela primeira vez por Martin H. Kiaproth em 1784, e denominado de piromorfita por J. F. L. Hausmann em 1813. A cor do mineral geralmente é verde, amarelo ou marrom, com brilho resinoso. A dureza é 3, e a densidade relativa de 6.5 – 7.1. A piromorfita e a mimetita são isomorfos devido a substituição gradativa do fósforo pelo arsênio, podendo produzir todas as gradações entre os dois minerais. O mesmo ocorre com o vanádio na vanadinita.
Variedades ricas em cálcio devido a substituição do chumbo possuem densidade menor (5.9 – 6.5) e ligeiras alterações de cor. Recebem os nomes de poliesferita (devido à forma globular), miesita provenientes de Mies na Bohemia, nussierita de Nussihre próximo de Beaujeu, França e cherokita de Cherokee County, Geórgia, Estados Unidos.

6-Conichalcita

Pensa num material que lembra mais um musgo. É a Conichalcita.
Este é um relativamente comum mineral, arseniato que está relacionado com duftita. É verde, frequentemente botrioildal, e ocorre na zona de oxidação de alguns dos depósitos metálicos. Ela ocorre com limonita, malaquita, beudantite, adamita, cuproadamita, olivenita e smithsonita.
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7-Apofilita

Antes de dizer qualquer coisa, olha só esta cristalização:
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Esplêndida, né? Algo assim tem que estar numa galeria de arte.
O nome apofilita refere-se a um grupo específico de filossilicatos, uma classe de minerais. Originalmente, o nome do grupo a que se refere a um mineral específico, mas foi redefinido em 1978 para representar uma classe de minerais de semelhante composição química que compõem uma solução sólida série, e inclui os membros apophyllite-(KF), apophyllite-(KOH), e apophyllite-(NaF). O nome apophyllite é derivado do grego apophylliso, que significa “se descama”, uma referência a tendência desta classe a descamar quando aquecidos, devido à perda de água. Estes minerais são normalmente encontrados como minerais secundários em vesículas em basalto ou outras rochas vulcânicas.
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Uma variação recente do sistema de nomenclatura utilizado para este grupo foi aprovado pela International Association mineralógica, removendo os prefixos dos nomes das espécies e uso de sufixos para designar as espécies.
Embora relativamente desconhecido para o público em geral, são bastante prevalentes em todo o mundo, com exemplares provenientes de algumas das localidades minerais mais conhecidos do mundo. Estas localidades são: Índia, Alemanha, Canadá , Noruega, Escócia, Irlanda, Brasil, Japão e Estados Unidos.
A Apofilita é popular como mineral de colecionador. Esta popularidade se deve a uma combinação de fatores, incluindo a sua abundância, variedade de cores e cristais bem definidos. Naturalmente que formam estruturas piramidais, que refratam a luz em arco-íris.

8-Fluorita

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A Fluorita (também chamado fluorite ) é um mineral de fluoreto de cálcio. Compete aos minerais de iodetos. Ele cristaliza no isométrica hábito cúbico, embora as formas isométricas octaédricos e mais complexos não são incomuns.
Fluorita é um mineral bem colorido, tanto na luz visível e ultravioleta, e a pedra uma vez lapidada pode ser usada amplamente em diversos usos. Industrialmente, a fluorita é utilizada como um fluxo de fusão, e na produção de certos vidros e esmaltes. Os graus mais puros de fluorita são uma fonte de flúor para o ácido fluorídrico fabrico, que está na origem da maior parte dos intermediários contendo flúor produtos químicos finos. Lentes de fluorita transparentes opticamente claros têm baixa dispersão , de modo lentes feitas a partir dele exibem menos aberração cromática , tornando-os valiosos em microscópios e telescópios. Ótica de fluorita também são utilizáveis ??na faixa de extrema ultravioleta onde os óculos convencionais são demasiado absorvente para uso.
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A fluorita tem seu nome ao fenômeno da fluorescência. A Fluorita também deu o nome ao seu elemento constitutivo de flúor. Quando você escovar os dentes, lembre-se dessa magnífica pedra verde que brilha na luz negra, como a kriptonita.

9-Obsidiana verde

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Esse material sensacional de transparência vítrea era considerado mais valiosa que o ouro para os Maias. A obsidiana é basicamente um vidro vulcânico natural. A obsidiana existe em outras cores, como azul e preto, e era uma parte altamente integrada da vida cotidiana e ritual, e seu uso generalizado e variado pode ser um importante contribuinte para a falta de metalurgia para as culturas primitivas da Mesoamérica.
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10-Tsavorita

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O que você diria se eu te dissesse que essa simples pedra verde na mão desse felizardo aí custa mais de dois milhões de dólares?
A Tsavorita ou tsavolite é uma variedade de granada do grupo grossulária, formada de cálcio e alumínio, contendo quantidades vestigiais de vanádio ou de crómio que lhe dão essa sensacional cor verde.
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Em 1967, o explorador britânico e geólogo Dr. Campbell R. Pontes descobriu um depósito de minério verde nas montanhas do nordeste da Tanzânia em um lugar chamado Lemshuko, a 15 km de distância do Komolo, a primeira vila. Os espécimes que encontrou eram de cor muito intensa e de alta transparência. O interessado encontrar o comércio de gemas e foram feitas tentativas de exportar as pedras, mas o governo da Tanzânia não concedia as licenças.
Acreditando que o depósito era uma parte de uma estrutura geológica que se estende possivelmente em maior abundância pelo Quênia, Pontes iniciou prospecção naquela nação. Ele foi bem sucedido pela segunda vez em 1971, quando ele descobriu a variedade mineral lá, e foi concedida uma licença para exploração daquela jazida. A pedra preciosa era conhecido apenas por especialistas minerais até 1974, quando a Tiffany lançou uma campanha de marketing que trouxe reconhecimento mais amplo para esta pedra.
Dr. Pontes foi assassinado em 2009, quando uma multidão atacou ele e seu filho em sua propriedade no Parque Nacional de Tsavo. Acredita-se que o ataque foi ligado a uma disputa de três anos pelo acesso e controle das minas de pedras preciosas. Novamente, as pedras geravam sangue e morte. O nome tsavorite foi proposto pelo presidente da Tiffany, Mr. Henry Platt em homenagem ao Parque Nacional de Tsavo no Quênia.
Para além da localidade de origem na Tanzânia também é encontrada em Toliara, em Madagascar, mas até agora, nenhuma outras ocorrências de gemas com qualidade foram descobertas.
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No final de 2006 foi descoberto um cristal de 925 quilates (185,0 g). Ele rendeu um 325 quilates (65 g) de pedra oval misto de corte, um dos maiores, se não os maiores tsavorites facetada do mundo. Um cristal que rendeu um 120,68 quilates (24,136 g) oval gem misto de corte também foi descoberto no início de 2006.
Uma pedra dessas pode te deixar milionário da noite para o dia. É como ganhar na loteria, mas é claro, você também pode morrer tentando achar esta pedra na África.

ESMERALDA: Pedra Preciosa

ESMERALDA: Pedra Preciosa do BRASILAssim como a água-marinha, a ESMERALDA  é do grupo ou da família do berilo. Cor vai do verde-escuro ou verde-erva; ou do verde claro ao muito escuro,ou ao verde azulado muito forte. Sua substância corante é o cromo e/ou vanádio.  São cristais pequenos, e formam inclusões.  Seu nome deriva do grego “smaragdos”, que significa pedra verde, mas provavelmente a origem do nome seja persa ou hindu. Com todas as nuances da folhagem tropical brasileira, as esmeraldas fascinavam antigos aventureiros caçadores de tesouro… Acreditava-se que as esmeraldas serviam para adivinhar eventos futuros.  Como uma inimiga, de todos os encantamentos e conjurações, as esmeraldas eram temidas pelos mágicos, que não se consideravam aptos a atuar se uma pedra estivesse nas proximidades. As esmeraldas eram empregadas como antídoto para venenos e feridas, assim como contra possessões demoníacas. Usadas ao redor do pescoço eram vistas como um fator de cura para a epilepsia. No século III, a pedra preciosa era sugerida para a vista cansada. Esta teoria era tão prevalecente naquele tempo, que os gravadores de pedra conservavam esmeraldas em suas mesas de trabalho de modo a poder, de tempos em tempos, olhar para elas para aliviar a fadiga dos olhos. A tradição medieval dizia que o Santo Graal fora esculpido a partir de uma única esmeralda muito grande, que caíra da coroa de Satanás.   Uma das peça mais fabulosas de esmeralda é um pequeno frasco de unção, de 12 cm de altura e 2.205 quilates, talhado de um único cristal de esmeralda, pertencente às joias da Câmara do Tesouro de Viena. A esmeralda era usada na Grécia antiga para revelar a fidelidade do(a) amado(a) e foi dedicada à deusa Afrodite. Também foi utilizada para facilitar o trabalho de parto das mulheres. Era a pedra favorita de Cleópatra, que a usava como enfeite, amuleto e antídoto em todas as suas conquistas, amorosas e políticas… O imperador romano Nero, assistia às lutas dos gladiadores através de uma esmeralda lisa e plana… A pedra era considerada uma inimiga de todos os encantamentos e feitiços. Na Idade Média foi utilizada como antídoto para venenos e feridas. Significa coragem e vitória. Para os espiritualistas, simboliza fé e esperança.

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