terça-feira, 4 de outubro de 2016

Tesouro nacional, a turmalina Paraíba é uma pedra raríssima

Tesouro nacional, a turmalina Paraíba é uma pedra raríssima


O Brasil é, mesmo, um país privilegiado em termos de riquezas naturais. Além do verde deslumbrante da Amazônia e das abundantes pedras preciosas e do ouro das Minas Gerais, o país produz ainda outros tesouros, em escala mais rara e ainda mais valiosa. Estou falando de duas pedras especiais, a turmalina Paraíba e o topázio Imperial. Hoje vou contar um pouco sobre a primeira:
A história da turmalina Paraíba é bastante recente. Começou nos anos 80, quando dois garimpeiros da Paraíba encontraram os primeiros exemplares das até então desconhecidas pedras azuis com brilho néon e, formando uma cooperativa, iniciaram o processo de extração.
É uma gema bem rara e valiosa. Quando a gente coloca uma dessas pedras no escuro, ela parece estar acesa, como se fosse um neón. É a única gema transparente que possui cobre em sua composição, o que confere a cor vibrante, iluminada e elétrica. Diz-se que, assim como o sol, essa gema tem luz própria!
 Turmalina Paraiba cópia
Em 1990, durante a tradicional feira de Tucson, EUA, teve início a escalada de preços desse mineral. As cotações quintuplicaram em apenas quatro dias. A mística em torno da pedra havia começado e cresceu extraordinariamente ao longo dos anos 90. Atualmente, no mercado internacional, elas exibem as mais altas cotações do universo gemológico. 
Mas porque, afinal, essas gemas alcançam valores tão elevados no mercado? Listo abaixo alguns motivos:
- Produção escassa: até agora, só há notícias de turmalinas Paraíbas em duas regiões do planeta, Brasil e África.
- Dificuldade de exploração e extração. As condições geológicas em que essa gema é encontrada representam grande desafio para os profissionais da área: a extração deve ser feita manualmente, para evitar qualquer risco de desperdiçar algum material bruto;
Em geral uma pedra de boa cor chega a valer 400 mil dólares o kilate.
- A maioria dos minerais encontrados é muito pequena. Portanto, pedras de qualidade, tamanho médio e grande são raríssimas.

Casal muda de casa e acha sacos com dinheiro escondidos em sótão

O casal americano Josh e Tara Ferrin mudou para uma nova casa em Bountiful, no estado de Utah (EUA), e acabou encontrando sacos com dinheiro e caixas de munição que estavam escondidos em um sótão em cima da garagem. Após a descoberta, o casal avisou Dennis e Bangerter Kay, filhos do ex-proprietário da residência.
Josh e Tara Ferrin mostram as sacolas de dinheiro para Dennis e Kay Bangerter. (Foto: Brian Nicholson/Deseret News/AP)Josh e Tara Ferrin mostram as sacolas de dinheiro para Dennis e Kay Bangerter. (Foto: Brian Nicholson/Deseret News/AP)
Dinheiro e caixas de munição estavam escondidos em um sótão em cima da garagem. (Foto: Brian Nicholson/Deseret News/AP)Dinheiro e caixas de munição estavam escondidos em um sótão em cima da garagem. (Foto: Brian Nicholson/Deseret News/AP)

DIAMANTE NEGRO

DIAMANTE NEGRO


Produtores chilenos querem vender trufas para o Brasil, uma iguaria que custa, em média, US$ 1 mil o quilo

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boa mesa: as trufas negras, cogumelos de uma espécie rara e nobre, podem ser um bom negócio no PaísDivulgação
Os produtos chilenos estão presentes em quantidade na mesa do brasileiro. O país andino já é o maior fornecedor de vinhos, frutos do mar e peixes, especialmente o salmão. No ano passado, por exemplo, o Brasil comprou 75,7 mil toneladas do peixe. Agora, os chilenos querem mais uma fatia do mercado, dessa vez para um produto da alta gastronomia: as trufas negras, fungos que pertencem a uma espécie rara e nobre de cogumelo. Chamada de diamante negro, a trufa, que leva cinco anos para chegar ao ponto de colheita, cresce (inclusive por indução) nas raízes de poucas árvores, como a castanheira e o carvalho. Não por acaso, um quilo da iguaria custa US$ 1 mil, em média. “Queremos colocar mais um produto na nossa corrente exportadora para o Brasil”, diz Oscar Paez Gamboa, diretor do Escritório Comercial do Chile no Brasil (Pro Chile).
A pecuarista chilena Claudia Cerda, que começou a cultivar trufas há quatro anos para diversificar os negócios da fazenda localizada na Patagônia, esteve no Brasil com outros três produtores no final de junho. Ela faz parte de um grupo de 30 chilenos que criaram a Associação de Truficultores do Chile, em 2013. O grupo é dono de 100 hectares, onde  começam a ser colhidas as primeiras trufas. O país produziu 50 quilos em 2015. Neste ano, a estimativa é de 100 quilos. Claudia realizará sua primeira colheita em 2018. “Fui chamada de louca, por apostar em uma cultura na qual eu ficaria anos sem saber os resultados”, diz. “Mas há produtores do grupo já vendendo trufas para a Suíça e o Canadá, e negociando com os Estados Unidos. Agora, só falta o Brasil”.

Para o empresário Carlos Claro, que em janeiro de 2015 criou a marca Tartuferia San Paolo, na capital paulista, as possibilidades de negócio são grandes. Além de ofertar o cogumelo em dois restaurantes próprios, Claro também vende produtos trufados, entre eles mel, requeijão e azeite.  “Vejo cada vez mais pessoas apreciando o produto.” O Brasil importa, em média, 240 quilos de trufas da Itália por ano, que juntamente com a Espanha e a França, forma o grupo dos maiores produtores mundiais: são cerca de 60 toneladas por ano. Para os chilenos, o Brasil é uma oportunidade atrativa de negócio pela proximidade entre os dois países, permitindo que o produto chegue ao consumidor rapidamente. A vida útil de uma trufa fresca é de apenas dez dias. Karin Staub, porta-voz da associação dos truficultores e também produtora, afirma que outra vantagem é o período em que a trufa está disponível. “O Brasil pode ter trufas frescas durante todo o ano”, diz ela. Isso porque a espécie cultivada em 390 hectares na metade sul do Chile é a Tuber melanosporum, a mesma da Itália.  A colheita chilena ocorre de maio a setembro, na entressafra europeia, que vai de dezembro a março.

Mundo afora: produtores como Karin Staub, colhem os cogumelos de  olho em mercados emergentes

Geologia, do grego γη- (ge-, "a terra")

Geologia, do grego γη- (ge-, "a terra") e λογος (logos, "palavra", "razão"), é a ciência que estuda a Terra, sua composição, estrutura, propriedades físicas, história e os processos que lhe dão forma. É uma das Ciências da Terra. Historicamente a geologia era praticada por cientistas conhecidos como naturalistas, como Charles Darwin, que abarcavam em seus estudos e teorias os mais variados ramos das ciências. Atualmente, a geologia está situada entre as ciências da terra e exatas, porém possui ramificações nas mais variadas ciências. O geólogo por sua ampla formação está presente nas mais variadas equipes interdisciplinares e áreas de atuação.

Georgius Agricola (1494-1555) escreveu o primeiro tratado sistemático sobre mineração e sobre trabalhos de fundição: De re metallica libri XII com um apêndice Buch von den Lebewesen unter Tage (Livro das criaturas abaixo da terra). Cobriu assuntos como a energia do vento, força hidrodinâmica, fornos de derretimento, transporte de minérios, extração da soda, enxofre e alume, e questões administrativas. O livro foi publicado em 1556.
James Hutton é visto frequentemente como o primeiro geólogo moderno. Em 1785 apresentou uma teoria intitulada Teoria da Terra (Theory of the Earth) à Sociedade Real de Edimburgo. Em sua teoria, explicou que a Terra deve ser muito mais velha do que tinha sido suposto previamente, a fim de permitir "que houvesse bastante tempo para as montanhas serem erodidas e para os sedimentos originarem novas rochas no fundo do mar, que ulteriormente foram levantadas e constituiram continentes."

Os seguidores de Hutton foram conhecidos como plutonistas porque acreditavam que as rochas tinham sido formadas pelo vulcanismo a partir da deposição da lava dos vulcões, ao contrário dos neptunitas (netunistas), que acreditavam que todas as rochas se tinham formado a partir de um grande oceano cujo nível foi descendo gradualmente ao longo do tempo.
William Smith (1769-1839) foi o autor do primeiro mapa geológico (1815 - Mapa Geral dos Estratos da Inglaterra e País de Gales) e o primeiro a ordernar as camadas de rocha determinando a sua idade relativa através dos fósseis nelas contidos.

Charles Lyell primeiramente publicou seu famoso livro, "Princípios da Geologia", em 1830 e continuou a publicar revisões novas até sua morte em 1875. Promoveu com sucesso a doutrina do uniformitarianismo (ou uniformitarismo). Esta teoria indica que os processos geológicos lentos ocorreram durante toda a historia da Terra, e ocorrem ainda hoje. O catastrofismo, ao contrário, é uma teoria que procura explicar a evolução do nosso planeta através de eventos catastróficos (como o Grande Dilúvio bíblico). Hutton acreditava no uniformitarianismo (ou uniformitarismo), mas a ideia não foi bem aceita naquele tempo.
A teoria da deriva continental foi proposta por Alfred Wegener em 1912 e por Arthur Holmes, mas somente a partir dos anos 60 foi amplamente aceita, quando a teoria de tectônica de placas foi desenvolvida, a partir das observações de expansão do assoalho marinho (fundo oceânico).

Anglo American anuncia nova mina de diamantes no Canadá

Anglo American anuncia nova mina de diamantes no Canadá

A Anglo American anunciou o comissionamento da mina de diamantes Gahcho Kué da De Beers nos territórios noroestes do Canadá. O ramp up da mina de Gahcho Kué é esperado para o primeiro trimestre de 2017. A expectativa é de uma produção média de 4,5 milhões de quilates anuais durante os 13 anos de vida útil da mina. Bruce Cleaver, CEO da De Beers disse que o ramp up da mina no prazo, orçamento e em um ambiente desafiador é um feito notável.
“A mina é um recurso excepcional em termos de volume de quilates e tem valor e potencial para criar oportunidades econômicas significativas para a comunidade envolvida”. A mina de Gahcho Kué é uma joint venture entre a De Beers (51%) e a Mountain Province Diamonds (49%).
Fonte: Brasil Mineral