terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Depressão x Tristeza Reativa

Depressão x Tristeza Reativa


Depressão x Tristeza Reativa 
A pessoa quando muito triste ou depressiva não consegue enxergar uma luz no fim do túnel.
Estudiosos da Universidade de Warwick, na Inglaterra, divulgaram uma pesquisa sobre os altos e baixos da vida humana, relacionados à questão emotiva e social. Praticamente todo mundo já se sentiu triste, feliz, eufórico, entre outros, mas há pessoas que vão além desses sentimentos, fato que pode estar ligado à existência de inúmeras formas de comunicação, como as que não requerem a presença física, como, por exemplo, internet, telefone, videoconferência, etc., o que faz com que diminua o contato presencial entre os seres humanos, tornando as relações humanas mais frias e distantes. Isso faz com que as pessoas se sintam mais sozinhas, sem alguém para confidenciar suas vitórias, derrotas, etc.
Há casos de pessoas que entram num quadro de profunda tristeza, a “tristeza reativa” (dor da perda ou da decepção) que algumas vezes é confundida com a depressão. Segundo a OMC (Organização Mundial da Saúde) aproximadamente 121 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem com a depressão, mas somente 25% desse total recebe tratamento adequado.
O maior problema está na dificuldade de diagnosticá-la, pois desencadeia características individuais, além de envolver emoções complexas. Os pacientes depressivos apresentam sentimentos de fracasso, pessimismo, perda de interesse em realizar certas atividades, distúrbio alimentar e do sono, desejo de morrer, entre outros. Quando são afastadas todas as possibilidades de se tratar de “tristeza reativa”, os psiquiatras defendem o uso de medicamentos. Mas há casos e casos, remédios para depressão não devem ser receitados de forma aleatória, necessitam de um estudo mais profundo do caso.
Uma investigação mais aprofundada de cada caso deve ser feita para que o diagnóstico não seja errôneo, o que poderia desencadear uma série de conseqüências. Para complicar esses dados, há registro de médicos que não têm conhecimento sobre essa doença e que prescrevem remédios para amenizar episódios simples de tristeza, levando o indivíduo ao uso desnecessário de medicamentos.
Ao apresentar sintomas semelhantes aos descritos acima, é importante procurar auxílio médico, lembrando que o medicamento antidepressivo só pode ser receitado por um especialista, além disso, o mesmo deve analisar a origem e toda a complexidade das emoções envolvidas.

Conceito de Psicologia

Conceito de Psicologia




Conceito de Psicologia
Psicologia, ciência que estuda os processos mentais.
A psicologia é a ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e o comportamento humano. Deriva-se das palavras gregas: psiquê que significa “alma” e logia que significa “estudo de”.

O comportamento e a experiência do homem observado e descrito pelos filósofos gregos eram vistos como resultado das manifestações da alma. A psicologia ganhou espaço na ciência no final do séc. XIX.


A psicologia não é hoje apenas a ciência da alma, mas também do comportamento e da experiência, pois corpo e mente não são separados e um exerce influência sobre o outro.

Dentro da psicopatologia existem as personalidades desviantes, com comportamentos inadaptáveis, outro objeto de estudo da psicologia.

Considerada como áreas sociais ou humanas a psicologia é uma ciência também da área médica, e é estudada em métodos quantitativos e qualitativos. Estuda os processos psíquicos que originam os comportamentos.

As questões estudadas pela psicologia estão relacionadas à personalidade, aprendizagem, motivação, memória, inteligência, funcionamento do sistema nervoso, comunicação interpessoal, desenvolvimento, comportamento sexual, agressividade e comportamento em grupo. 

Agreste Nordestino

Agreste Nordestino


Agreste Nordestino

Agreste NordestinoAlém das inúmeras fazendas de gado, o agreste nordestino possui agricultura diversificada, com produção de algodão e gêneros alimentícios, em lavouras em geral consorciadas.

Área do Nordeste do Brasil, situada entre o litoral úmido (zona da mata) e o sertão semi-árido, o agreste ocupa uma longa faixa, que se estende do Rio Grande do Norte aos planaltos da Bahia. A vegetação característica é de composição mista, com espécies da floresta tropical e da caatinga. Ao agreste está geralmente associado o planalto da Borborema, que em seus trechos mais elevados permite maior condensação da umidade. A consequente formação de chuvas de relevo dá origem aos brejos, onde se cultivam frutas e produtos comerciais, como cana-de-açúcar, café e agave.

Devido à existência de muitas fazendas de gado, o agreste assemelha-se ao sertão, com a diferença de admitir culturas variadas. Em virtude das densidades demográficas e da estrutura fundiária, que tende para o minifúndio, o agreste constitui uma área em que a pressão sobre a terra é bastante forte. Tal situação representa um dos problemas mais agudos do Nordeste, e é fator de constantes migrações para o Sudeste.

Rio Xingu - Brasil

Rio Xingu - Brasil

O rio Xingu nasce no estado de Mato Grosso, entre as serras Formosa e Roncador, e tem como formadores os rios Coliseu, Culuene e Ronuro. Corre na direção norte, atravessa os estados de Mato Grosso e Pará e, após um curso de 2.266km, alarga-se próximo à foz num lençol d'água semelhante a um lago, por onde deságua na margem direita do Amazonas, do qual é um dos maiores afluentes, e se comunica com o estuário do Tocantins. Embora o Xingu apresente boa profundidade, só é navegável ao longo de 200km, desde a foz, pois forma muitas cachoeiras.

No vale do rio Xingu desenvolveram-se inúmeras culturas indígenas, que se destacaram pela requintada arte plumária.

Rio Xingu - Brasil
Rio Xingu
O alemão Karl von den Steinen descobriu o Xingu em 1884. Os primeiros trabalhos de desbravamento do alto Xingu realizaram-se entre 1944 e 1948, pela vanguarda da expedição Roncador-Xingu, integrada entre outros pelos irmãos Vilas Boas. Nomeado chefe da expedição, Orlando Vilas Boas chegou com sua equipe até a bacia do rio Tapajós. Concluída a expedição, o indigenista lutou, no início da década de 1950, pela criação pelo governo de uma ampla reserva indígena, que abrangesse as terras e aldeias das diferentes tribos da região. Em 1961, Orlando assumiu a direção do Parque Nacional do Xingu, no Mato Grosso, onde executou uma política de valorização da cultura indígena como meio de evitar a marginalização e o desaparecimento de grupos e tribos.

O ouro, elemento químico de símbolo Au, é um metal de cor amarela, denso e brilhante

Ouro (Au)

O ouro, elemento químico de símbolo Au, é um metal de cor amarela, denso e brilhante. Graças a essas características, bem como a sua inalterabilidade e raridade, é o metal precioso por excelência. Apresenta certas propriedades físicas e químicas singulares: tem grande ductilidade, isto é, pode ser facilmente reduzido a fios sem se romper; sua maleabilidade é tão elevada que pode ser batido até alcançar uma espessura da ordem de 0,0001mm, em folhas translúcidas; e tem pouca dureza, pelo que é freqüentemente usado em ligas com cobre e prata. Bom condutor de calor e eletricidade, o ouro não se altera em contato com o ar e a água, mas é atacado pelo cloro e dissolve-se no mercúrio. Não é atacável por ácidos isolados, mas somente por ação da água-régia, mistura dos ácidos clorídrico e nítrico.

Símbolo de riqueza e importante fator econômico em todas as épocas, a ponto de ter servido de padrão internacional de conversão de moedas por mais de um século, o ouro encontrou novas aplicações, no fim do século XX, nas indústrias eletrônica e espacial.

Mineral nativo, o ouro cristaliza-se no sistema cúbico (monométrico, isométrico ou regular), e são raros os cristais distintos e perfeitos. Ocorre comumente em formas arborescentes alongadas e não tem clivagem, ou seja, fragmentação em planos.

Ocorrência e obtenção

O ouro está amplamente distribuído na natureza, embora em concentrações escassas. Normalmente encontrado em rochas magmáticas, na forma de partículas de várias dimensões, o ouro também ocorre em rochas sedimentares e freqüentemente em conexão com rochas metamórficas. Encontra-se, mais freqüentemente e em quantidades apreciáveis, em depósitos sedimentares clásticos denominados placers.

Quando associado ao quartzo, o ouro é encontrado de maneira irregular: em pequenas lâminas (freqüentemente invisíveis a olho nu), cordões e mesmo massas de cristais. Os minerais que comumente acompanham o ouro são: pirita, calcopirita, galena, esfalerita, arsenopirita, tetradimita, minerais de telúrio, bismuto nativo, arsênico nativo, estibinita, cinábrio, magnetita, hematita, barita, xilita, apatita, fluorita, siderita e crisocola.

Durante muito tempo o ouro foi obtido não diretamente dos veios de quartzo, mas de depósitos secundários encontrados nos vales, nas encostas de montanhas ou colinas e no leito dos rios. O ouro aí encontrado apresenta-se usualmente puro, em massas denominadas pepitas quando atingem certas dimensões. Atualmente são mais raros os depósitos sedimentares, e o ouro é obtido diretamente da rocha matriz.

Encontra-se ouro em quase todas as regiões da Terra, sob as mais diversas condições de ocorrência. No Brasil, durante muito tempo os depósitos mais importantes estiveram ao longo da serra do Espinhaço, em Minas Gerais, e a mina de Ouro Velho, nas proximidades de Belo Horizonte, é uma das mais profundas do mundo. Entretanto, na segunda metade do século XX a principal área de extração passou a ser a Amazônia, com destaque para os seguintes garimpos: Serra Pelada, rio Tapajós, rio Amana, rio Parauari, rio Madeira.

Sob o ponto de vista da extração, as minas de ouro pertencem a dois tipos. No primeiro tipo, as minas de rochas auríferas, geralmente localizadas em filões, o teor do minério é da ordem de 6 a 12 gramas de ouro puro por tonelada de terra e rocha. A exploração desse tipo de mina pode ser feita a mais de três mil metros de profundidade. O segundo tipo, as minas de depósitos aluvionais auríferos, é de exploração bem mais fácil. O trabalho se faz por meio de dragas, e os teores minerais são mais baixos que nas minas do primeiro tipo.

Na exploração de veios subterrâneos (filões), o metal é triturado, lavado e submetido à amalgamação, processo que consiste na mistura dos grânulos de ouro com mercúrio em placas de cobre, para separá-los da ganga. O metal puro é obtido por destilação do amálgama. Em outros casos, essa última fase é substituída pela reação do ouro com cianureto de sódio, com posterior precipitação do metal puro por reação com zinco ou alumínio.

O tratamento do ouro encontrado nas areias de aluvião é bem mais simples. A massa arenosa fina passa por calhas transportadoras equipadas de desbastadores e chega a coadores com fundo revestido de veludo filetado. Também se podem utilizar as mesas de balanço e eventualmente a flotação. O ciclo da extração, quase sempre finalizado com a amalgamação, inclui ainda a refinação, quando o ouro contém impurezas, que podem ser eliminadas por copelação, por via química (pela ação do cloro ou do ácido sulfúrico) ou por eletrólise.

Aplicações

Por ser encontrado em forma relativamente pura na natureza, e pela singularidade de suas propriedades físicas, o ouro tornou-se o mais apreciado dos metais, muito utilizado desde a antiguidade em joalheria, ourivesaria e decoração. Artesãos egípcios, minóicos, assírios e etruscos criaram belos e elaborados trabalhos de arte em ouro, material que era aceito na troca por bens e serviços.

Em joalheria, o ouro é geralmente empregado em liga com prata e cobre (ouro amarelo), com níquel (ouro branco), paládio ou platina. O ouro puro diz-se ouro fino; e a liga com menor teor de ouro é chamada de ouro baixo. O ouro é classificado por quilate, que é cada uma das partes em peso de ouro puro contidas em 24 partes do metal usado para a liga. Uma liga de 12 quilates contém cinqüenta por cento de ouro, enquanto o de 24 quilates é ouro em estado puro. Quando os quilates são estipulados por lei, diz-se que o ouro é de lei.


Por sua elevada condutibilidade elétrica e resistência a agentes corrosivos, o ouro é empregado na indústria elétrica e eletrônica, no revestimento de circuitos impressos, contatos, terminais e sistemas semicondutores. Películas muito finas de ouro, que refletem mais de 98% da radiação infravermelha incidente, são usadas em satélites artificiais para controle de temperatura e nos visores dos trajes espaciais, como proteção. Da mesma forma, essas películas, aplicadas às janelas dos grandes edifícios comerciais, reduzem a necessidade de ar-condicionado e conferem maior beleza às fachadas. Na área de saúde, o ouro tem aplicação na odontologia, para obturação, e o ouro radioativo se usa na cintilografia do fígado.

Mais de metade da produção mundial de ouro é adquirida pelos bancos centrais de todos os países para constituir reserva monetária. Além disso, como garantia do papel moeda em circulação, o ouro pode ser utilizado para cobrir diferenças nas balanças de pagamentos dos diferentes países.

A adoção do ouro como unidade de conta pelos diferentes sistemas monetários conduziu ao estabelecimento do padrão-ouro, posto em vigor pela primeira vez no Reino Unido em 1821. Tal padrão estipulava relações fixas pelas quais qualquer moeda poderia ser convertida em seu valor em ouro. Depois da primeira guerra mundial, no entanto, o número de países que garantiam a conversão de sua moeda em ouro passou a ser cada vez menor, e a prática foi totalmente extinta após ter sido abandonada pelos Estados Unidos, último país a adotá-la.