quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

HISTÓRIA DA IMIGRAÇÃO NO BRASIL

HISTÓRIA DA IMIGRAÇÃO NO BRASIL

Imigração no Brasil
A colonização foi o objetivo inicial da imigração no Brasil, visando ao povoamento e à exploração da terra por meio de atividades agrárias. A criação das colônias estimulou o trabalho rural. Deve-se aos imigrantes a implantação de novas e melhores técnicas agrícolas, como a rotação de culturas, assim como o hábito de consumir mais legumes e verduras. A influência cultural do imigrante também é notável.

A marca da imigração no Brasil pode ser percebida especialmente na cultura e na economia das duas mais ricas regiões brasileiras: Sudeste e Sul.

História. A imigração teve início no Brasil a partir de 1530, quando começou a estabelecer-se um sistema relativamente organizado de ocupação e exploração da nova terra. A tendência acentuou-se a partir de 1534, quando o território foi dividido em capitanias hereditárias e se formaram núcleos sociais importantes em São Vicente e Pernambuco. Foi um movimento ao mesmo tempo colonizador e povoador, pois contribuiu para formar a população que se tornaria brasileira, sobretudo num processo de miscigenação que incorporou portugueses, negros e indígenas.

Imigração portuguesa
. A criação do governo-geral em 1549, atraiu muitos portugueses para a Bahia. A partir de então, a migração tornou-se mais constante. O movimento de portugueses para o Brasil foi relativamente pequeno no século XVI, mas cresceu durante os cem anos seguintes e atingiu cifras expressivas no século XVIII. Embora o Brasil fosse, no período, um domínio de Portugal, esse processo tinha, na realidade, sentido de imigração.

Imigrantes japoneses
A descoberta de minas de ouro e de diamantes em Minas Gerais foi o grande fator de atração migratória. Calcula-se que nos primeiros cinqüenta anos do século XVIII entraram, só em Minas, mais de 900.000 pessoas. No mesmo século, registra-se outro movimento migratório: o de açorianos para Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Amazônia, estados em que fundaram núcleos que mais tarde se tornaram cidades prósperas.

Os colonos, nos primeiros tempos, estabeleceram contato com uma população indígena em constante nomadismo. Os portugueses, embora possuidores de conhecimentos técnicos mais avançados, tiveram que aceitar numerosos valores indígenas indispensáveis à adaptação ao novo meio. O legado indígena tornou-se um elemento da formação do brasileiro. A nova cultura incorporou o banho de rio, o uso da mandioca na alimentação, cestos de fibras vegetais e um numeroso vocabulário nativo, principalmente tupi, associado às coisas da terra: na toponímia, nos vegetais e na fauna, por exemplo. As populações indígenas não participaram inteiramente, porém, do processo de agricultura sedentária implantado, pois seu padrão de economia envolvia a constante mudança de um lugar para outro. Daí haver o colono recorrido à mão-de-obra africana.

Elemento africano. Surgiu assim o terceiro grupo importante que participaria da formação da população brasileira: o negro africano. É impossível precisar o número de escravos trazidos durante o período do tráfico negreiro, do século XVI ao XIX, mas admite-se que foram de cinco a seis milhões. O negro africano contribuiu para o desenvolvimento populacional e econômico do Brasil e tornou-se, pela mestiçagem, parte inseparável de seu povo. Os africanos espalharam-se por todo o território brasileiro, em engenhos de açúcar, fazendas de criação, arraiais de mineração, sítios extrativos, plantações de algodão, fazendas de café e áreas urbanas. Sua presença projetou-se em toda a formação humana e cultural do Brasil com técnicas de trabalho, música e danças, práticas religiosas, alimentação e vestimentas.

Espanhóis, franceses, judeus. A entrada de estrangeiros no Brasil era proibida pela legislação portuguesa no período colonial, mas isso não impediu que chegassem espanhóis entre 1580 e 1640, quando as duas coroas estiveram unidas; judeus (originários sobretudo da península ibérica), ingleses, franceses e holandeses. Esporadicamente, viajavam para o Brasil cientistas, missionários, navegantes e piratas ingleses, italianos ou alemães.

Imigração no Brasil
Imigração no século XIX. A imigração propriamente dita verificou-se a partir de 1808, vésperas da independência, quando instalou-se um permanente fluxo de europeus para o Brasil, que se acentuou com a fundação da colônia de Nova Friburgo, na província do Rio de Janeiro, em 1818, e a de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, em 1824. Dois mil suíços e mil alemães radicaram-se no Brasil nessa época, incentivados pela abertura dos portos às nações amigas. Outras tentativas de assentar irlandeses e alemães, especialmente no Nordeste, fracassaram completamente. Apesar de autorizada a concessão de terras a estrangeiros, o latifúndio impedia a implantação da pequena propriedade rural e a escravidão obstaculizava o trabalho livre assalariado.

Na caracterização do processo de imigração no Brasil encontram-se três períodos que correspondem  respectivamente ao auge, ao declínio e à extinção da escravidão. O primeiro período vai de 1808, quando era livre a importação de africanos, até 1850, quando decretou-se a proibição do tráfico. De 1850 a 1888, o segundo período é marcado por medidas progressivas de extinção da escravatura (Lei do Ventre Livre, Lei dos Sexagenários, alforrias e, finalmente, a Lei Áurea), em decorrência do que as correntes migratórias passaram a se dirigir para o Brasil, sobretudo para as áreas onde era menos importante o braço escravo. O terceiro período, que durou até meados do século XX, começou em 1888, quando, extinta a escravidão, o trabalho livre ganhou expressão social e a imigração cresceu notavelmente, de preferência para o Sul mas também em São Paulo, onde até então a lavoura cafeeira se baseava no trabalho escravo.

Após a abolição, em apenas dez anos (de 1890 a 1900) entraram no Brasil mais de 1,4 milhão de imigrantes, o dobro do número de entradas nos oitenta anos anteriores (1808-1888). Acentua-se também a diversificação por nacionalidades das correntes migratórias, fato que já ocorria nos últimos anos do período anterior. No século XX, o fluxo migratório apresentou irregularidades, em decorrência de fatores externos -- as duas guerras mundiais, a recuperação européia no pós-guerra, a crise nipônica -- e, igualmente, devido a fatores internos. No começo do século XX, por exemplo, assinalou-se em São Paulo uma saída de imigrantes, sobretudo italianos, para a Argentina. Na mesma época verifica-se o início da imigração nipônica, que alcançaria, em cinqüenta anos, grande significação. No recenseamento de 1950, os japoneses constituíam a quarta colônia no Brasil em número de imigrantes, com 10,6% dos estrangeiros recenseados.

Distribuição do imigrante. Distinguem-se dois tipos de distribuição do imigrante no país, com efeitos nos processos de assimilação. Pode-se chamar o primeiro tipo de "concentração", em que os imigrantes se localizam em colônias, como no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nesse caso, os imigrantes não mantêm contato, nos primeiros tempos, com os nacionais, mas a aproximação ocorre à medida que a colonização cresce e surge a necessidade de comercialização dos produtos da colônia. O segundo tipo, que se pode chamar de "dispersão", ocorreu nas fazendas de café de São Paulo e nas cidades, principalmente Rio de Janeiro e São Paulo. Nessas áreas, o imigrante, desde a chegada, mantinha-se em contato com a população nacional, o que facilitava sua assimilação.

Distribuição do imigrante
Os principais grupos de imigrantes no Brasil são portugueses, italianos, espanhóis, alemães e japoneses, que representam mais de oitenta por cento do total. Até o fim do século XX, os portugueses aparecem como grupo dominante, com mais de trinta por cento, o que é natural, dada sua afinidade com a população brasileira. São os italianos, em seguida, o grupo que tem maior participação no processo migratório, com quase trinta por cento do total, concentrados sobretudo no estado de São Paulo, onde se encontra a maior colônia italiana do país. Seguem-se os espanhóis, com mais de dez por cento, os alemães, com mais de cinco, e os japoneses, com quase cinco por cento do total de imigrantes.

Contribuição do imigrante.
 No processo de urbanização, assinala-se a contribuição do imigrante, ora com a transformação de antigos núcleos em cidades (São Leopoldo, Novo Hamburgo, Caxias, Farroupilha, Itajaí, Brusque, Joinville, Santa Felicidade etc.), ora com sua presença em atividades urbanas de comércio ou de serviços, com a venda ambulante, nas ruas, como se deu em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Outras colônias fundadas em vários pontos do Brasil ao longo do século XIX se transformaram em importantes centros urbanos. É o caso de Holambra SP, criada pelos holandeses; de Blumenau SC, estabelecida por imigrantes alemães liderados pelo médico Hermann Blumenau; e de Americana SP, originalmente formada por confederados emigrados do sul dos Estados Unidos em conseqüência da guerra de secessão. Imigrantes alemães se radicaram também em Minas Gerais, nos atuais municípios de Teófilo Otoni e Juiz de Fora, e no Espírito Santo, onde hoje é o município de Santa Teresa.

Em todas as colônias, ressalta igualmente o papel desempenhado pelo imigrante como introdutor de técnicas e atividades que se difundiram em torno das colônias. Ao imigrante devem-se ainda outras contribuições em diferentes setores da atividade brasileira. Uma das mais significativas apresenta-se no processo de industrialização dos estados da região Sul do país, onde o artesanato rural nas colônias cresceu até transformar-se em pequena ou média indústria. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, imigrantes enriquecidos contribuíram com a aplicação de capitais nos setores produtivos.

A contribuição dos portugueses merece destaque especial, pois sua presença constante assegurou a continuidade de valores que foram básicos na formação da cultura brasileira. Os franceses influíram nas artes, literatura, educação e nos hábitos sociais, além dos jogos hoje incorporados à lúdica infantil. Especialmente em São Paulo, é grande a influência dos italianos na arquitetura. A eles também se deve uma pronunciada influência na culinária e nos costumes, estes traduzidos por uma herança na área religiosa, musical e recreativa.

Os alemães contribuíram na indústria com várias atividades e, na agricultura, trouxeram o cultivo do centeio e da alfafa. Os japoneses trouxeram a soja, bem como a cultura e o uso de legumes e verduras. Os libaneses e outros árabes divulgaram no Brasil sua rica culinária.

Gold price jumps to 11-week high – more gains ahead

Gold price jumps to 11-week high – more gains ahead

Gold advanced to an 11-week high on Thursday as the metal finds support from safe haven buyers amid increasing global economic and geopolitical uncertainty and a weaker dollar.
Greater uncertainty should prove positive for gold as could higher in inflation if the new US administration adopts reactionary policies
In brisk trade of more than 21m ounces gold for delivery in April, the most active contract on the Comex market in New York, hit a high of $1,227.50 early on, up over 1.6% from Wednesday's close. The metal gave up some of those gains in afternoon trade but was on course to settle around $1,218 an ounce, the highest closing level since November 17.
Gold is now up 6.6% so far his year, but has taken a beating since Trump's victory trading some $110 an ounce below its high on election night November 8.
Source: LBMA
Source: LBMA
Source: LBMA
Source: LBMA
Gold bears are betting that a Trump administration will lead to strong US economic expansion, higher interest rates and a stronger dollar. Higher interest rates (after adjusting for inflation) boosts the value of the dollar and makes gold less attractive as an investment because the metal is not yield-producing and investors have to rely on price appreciation for returns.
But that narrative has began to unwind as President Trump's swift action on US trade deals began to hurt the dollar and worries about the broader geo-political impact of a Trump administration, a hard Brexit and key elections in Europe mount.
Forecast contributors to the annual London Bullion Market Association's long-running competition are predicting that the gold price will average $1,244 an ounce in 2017. That compares to an average gold price of $1,247 an ounce last year, 2015's average of $1,160, but nowhere near 2012's $1,689:
The analyst who scooped first prize in the 2016 forecast, Joni Teves, is the most bullish, forecasting an average price of $1,350/oz according to the LBMA survey.
Bernard Dahdah of Natixis, who claimed first prize in the 2015 survey with a prediction that came to within $1 of the average for the year is the most bearish this year with an average forecast of $1,110/oz.
2017 will certainly be an eventful and unpredictable year given the high degree of geopolitical uncertainty, with a more nationalistic US President in residence and the indications that the UK will pursue a hard Brexit in its negotiations with the EU.
There is also the prospect of further uncertainty with elections to be held later in 2017 in both France and Germany, as well as the potential for tensions between the US and China.
Analysts are predicting that the gold price will trade in an average range of $1,101/oz to $1,379/oz. Greater uncertainty should prove positive for gold as could higher in inflation if the new US administration adopts reactionary policies.
On the downside are the anticipated three US rate hikes in 2017, a stronger US currency and rising stock prices as well as continued weak demand from both China and India.

Por que o riso é contagiante?

Por que o riso é contagiante?

Por que será que o riso é algo tão contagiante? A resposta está no chamado neurônio-espelho!


Por que o riso é contagiante? 
O riso é contagiante e faz bem para a saúde.
 Muitas pessoas dizem que o riso é contagiante, e realmente essa afirmativa é verdadeira. Ao observar uma pessoa sorrindo, frequentemente somos tomados também por essa ação. A explicação para isso está no nosso sistema nervoso, mais precisamente nos nossosneurônios.
→ Neurônios espelho
Os neurônios-espelhos foram descobertos na década de 90 por meio de estudos com macacos Rhesus realizados pela equipe liderada por Rizzolatti. Os pesquisadores observaram que, nesses animais, durante a realização de determinadas tarefas, alguns neurônios da área localizada no lobo frontal eram ativados, sendo essa ativação percebida também em indivíduos que apenas observavam o outro animal. Os pesquisadores concluíram então que os neurônios eram ativados em quem realizava a tarefa e em quem observava, como se os dois estivessem realizando a atividade.
Após os estudos com os macacos, passaram a ser feitas pesquisas com humanos. Percebeu-se, então, que o mesmo fenômeno ocorria na nossa espécie de uma maneira ainda mais sofisticada. Além da imitação, observou-se que esses neurônios relacionavam-se com a percepção de sentimentos e empatia, possibilitando-nos entender o que o outro está sentindo.
→ Qual é a relação do sorriso com os neurônios-espelhos?
Como os neurônios-espelhos propiciam a imitação das ações e permitem a compreensão da experiência vivida pelo indivíduo observado, ao ver uma pessoa sorrindo, nosso cérebro reconhece a fisionomia e acaba gerando essa imitação de forma automática e inconsciente. Uma pessoa adquire, portanto, a expressão facial que observa, o que pode ajudar na interação com outros indivíduos, facilitando, assim, as relações sociais.
→ Sorrir faz bem
Você já deve ter ouvido a expressão “rir é o melhor remédio”. Essa expressão, bastante popular, é verdadeira, sendo o sorriso, inclusive, recomendado pelos médicos. A ação de sorrir melhora nosso sistema respiratório e imunológico, aumenta a oxigenação sanguínea, além de provocar a liberação de substâncias em nosso corpo que diminuem o estresse e que ajudam a diminuir a dor. Não podemos nos esquecer também de que sorrir nos aproxima de outras pessoas, ajudando na nossa inserção social.
O bem-estar causado pelo riso é notável e, por isso, a risoterapia já é usada em vários hospitais como forma de melhorar a qualidade de vida do paciente. Criar um ambiente agradável, deixando o paciente sempre alegre, faz com que o desconforto de uma internação seja diminuído e a disposição para vencer as doenças melhore.
Assim sendo, vamos espalhar o sorriso por aí!

Existem vulcões no Brasil?

Existem vulcões no Brasil?

A suposta existência de vulcões no Brasil gera certo receio por parte da população, que, no entanto, não possui muitos motivos para preocupar-se quanto a isso.


Existem vulcões no Brasil? 
Erupções como essa poderiam ocorrer no Brasil?
As erupções vulcânicas são sempre motivo de preocupações para diversas sociedades ao redor do mundo. Grandes vulcões expelem uma inigualável quantidade de lava, atingindo uma vasta área que, se habitada, pode sofrer inúmeros danos. Esse fenômeno também ajuda a modelar o relevo, pois a lava quente, ao entrar em contato com a superfície fria, rapidamente se solidifica, originando alguns tipos de rochas, geralmente o basalto.
Mas será que existem vulcões no Brasil?
Felizmente, não. Em um passado geologicamente distante, havia uma grande quantidade de vulcões em nosso território, incluindo aquele que é considerado o mais antigo do planeta, formado na Amazônia há cerca de 1,9 bilhão de anos. Os mais recentes não se manifestaram em nossa área continental, mas em regiões oceânicas, originando ilhas pertencentes ao Brasil no Atlântico, incluindo Fernando de Noronha.
A ilha de Fernando de Noronha é produto de vulcanismos antigos no Atlântico
A ilha de Fernando de Noronha é produto de vulcanismos antigos no Atlântico
Atualmente, a não existência de vulcões no Brasil deve-se ao fato de o nosso território encontrar-se em uma área continental das placas tectônicas, isto é, ele está mais afastado da zona de encontro entre uma placa e outra. Além disso, o nosso relevo é considerado geologicamente antigo, de forma que ele já foi muito desgastado pelos agentes erosivos, ao mesmo tempo em que as crateras vulcânicas já deixaram de existir.
Na era Mesozoica, há cerca de 200 milhões de anos, houve manifestações vulcânicas nas regiões sul e sudeste do Brasil, originando formações rochosas do tipo basáltico, conforme explicamos no início do texto. Porém, com o tempo, essas rochas foram sofrendo as ações dos agentes intempéricos (sol, chuva, vento etc.), dando origem a um solo que hoje é chamado de terra roxa, muito fértil.
Outros indícios de atividades vulcânicas no passado geológico do nosso país são igualmente notados no continente africano, haja vista que em tempos remotos as duas áreas estavam interligadas, formando um único continente.
O suposto vulcão de Santos (SP)
Existem histórias de que poderia existir um vulcão ativo na cidade de Santos, litoral de São Paulo. Em 1896, acreditava-se que haveria um no bairro do Macuco, quando algumas escavações provocaram a insurgência de alguns gases quentes. Posteriormente, no entanto, descobriu-se que esses gases eram oriundos de um poço artesiano.
Recentemente, histórias contadas pela população e também facilmente encontradas na internet afirmam que um grupo de cientistas norte-americanos teria descoberto novamente a existência de outro vulcão na cidade santista. Porém, trata-se de um boato, uma vez que não há publicações em revistas científicas e nem em canais oficiais de comunicação a respeito. Trata-se de uma verdadeira lenda urbana, portanto.
E o vulcão de Caldas Novas (GO)?
Muitas pessoas também acreditam que exista um vulcão adormecido na cidade de Caldas Novas, Goiás. Tal fato deve-se às águas termais existentes na cidade e em seu entorno. Até a década de 1970, os geólogos também acreditavam nessa ideia, que, no entanto, mostrou-se falsa. Jamais houve qualquer tipo de vulcão, nem no presente e nem no passado, na região citada do estado de Goiás. A existência das águas termais em Caldas Novas é resultado do aquecimento geotérmico, o que ocorre em inúmeros outros locais do mundo, incluindo a Antártida.

A luz do vaga-lume

A luz do vaga-lume



A luz do vaga-lume 
Vaga-lume
Vaga-lumes ou pirilampos são insetos das famílias Elateridae, Fengodidae ou Lampyridae muito conhecidos por sua bioluminescência, isto é, sua capacidade de produzir e emitir luz. Essas espécies são dotadas de órgãos fosforescentes na parte inferior de seus segmentos abdominais, responsáveis pelas emissões luminosas. 

A bioluminescência é causada pela transformação da energia química em energia luminosa. Esse processo, chamado de "oxidação biológica", permite que a energia luminosa seja produzida sem que haja a produção de calor. Esse processo ocorre da seguinte maneira: uma molécula de luciferina é oxidada, formando uma molécula de oxiluciferina; quando essa molécula perde sua energia, emite a luz.


Esses insetos possuem total controle sobre a emissão de luz, uma vez que o tecido que provoca essa emissão é ligado à traquéia e ao cérebro do vaga-lume. O inseto usa sua bioluminescência para chamar a atenção de seu parceiro ou parceira, por isso, essa habilidade é muito importante no processo de reprodução dessas espécies. Nesse sentido, a iluminação artificial das cidades, que é mais forte, anula a bioluminescência dos vaga-lumes, afetando diretamente o seu processo de reprodução.