sábado, 11 de fevereiro de 2017

OURO IMPULSIONA JUNIOR COMPANIES NO BRASIL

OURO IMPULSIONA JUNIOR COMPANIES NO BRASIL



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ourodestaqueO ouro continua um dos ativos que mais impulsiona projetos minerais de junior companies no Brasil.  foi iniciada a produção experimental da mina Cascavel, em Faina (GO), da australiana Orinoco Gold. Pouco antes, em 29 de julho, a canadense Yamana Gold anunciou a retomada do projeto Cl -Santa Luz, na Bahia, que havia sido suspenso em 2014.
No início do mesmo mês, a Mineração Apoena, da também canadense Aura Minerals, colocou em ramp up o projeto Ernesto/Pau a Pique, em Pontes e Lacerda (MV). Ainda em julho, duas outras mineradoras divulgaram novas interceptações de ouro de alto teor em suas sondagens: a australiana Cleveland Mining, no projeto Capitão (GO), e a canadense Equitas Resources, no projeto Cajueiro (PA). Também australianas, a Centaurus Metals iniciou as sonda gens em Mombuca (MG) e a TriStar Gold adquiriu integralmente Castelo dos Sonhos (PA).

Parque pode inviabilizar Projeto Tocantinzinho-Ouro


OURO

Parque pode inviabilizar Projeto Tocantinzinho

No final de dezembro de 2016 o governo federal editou duas Medidas Provisórias (MP-756/2016 e MP-758/2016) que ampliaram os limites dos Parques Nacionais do Rio Novo e Jamanxim, respectivamente, na Província Mineral do Tapajós (PA). O Parque Nacional Jamanxim (PARNA) teve sua área ampliada em 51 mil hectares, à título de compensar a perda de 862 hectares para a “eventual” construção da Ferrovia do Grão, entre Lucas do Rio Verde (MT) e Itaituba (PA).
O atual vice-presidente de Exploração da TriStar Gold (Castelo dos Sonhos), Elton Pereira, afirma que a MP 756/2016 transformou parte da FLONA Jamanxim em APA Jamanxim, para acomodar forte pressão de pecuaristas e madeireiros em relação a áreas a oeste da BR-163, já com prévia e intensa atividade antrópica. Segundo o executivo, a compensação foi desproporcional, pois a perda de parte de uma FLONA não foi compensada com equivalente ampliação desta FLONA em outra área, mas sim com a ampliação de um parque nacional (Rio Novo), o que restringe, de forma definitiva, qualquer atividade econômica nesta nova área, a qual igualmente tem diversos prospectos potencialmente promissores. Pereira diz que foram usados, em ambos os casos, dois pesos e duas medidas.
O VP da TriStar Gold comenta ainda que a decisão pode afetar o Projeto Tocantinzinho de ouro, onde já foram investidos mais de US$ 230 milhões (exploração + aquisição) e com investimentos de CAPEX previstos de mais de US$ 500 milhões. “O projeto pode ficar inviabilizado pela MP 758/2016, que colocou novamente o PARNA Jamanxim praticamente em cima do projeto, já que todas as obras de engenharia (planta, barragem de rejeitos e depósito de estéril) caem dentro do que seria a zona de amortecimento do parque, o que é a mesma coisa que cair dentro do parque”.
“Caso as medidas provisórias 756/2016 e 758/2016 não sejam revistas pelo próprio executivo, ou que sejam referendadas pelo congresso da forma como publicadas, o Brasil dará mais uma vez, um definitivo sinal aos mercados e investidores externos, de que aqui não se respeita quem aplica seu capital, pois seus investimentos podem no futuro ser aniquilados por uma nova lei, decreto ou MP que inviabilize a concretização de seus investimentos. Vai ficar muito complicado, senão impossível, convencer os potenciais investidores a colocar seu dinheiro em empresas e projetos de exploração no Brasil”, diz Pereira.

Five Star investe R$ 190 milhões em projeto goiano-Dimantes


DIAMANTES

Five Star investe R$ 190 milhões em projeto goiano

A mineradora Five Star anunciou investimentos de R$ 190 milhões para operar mina de diamantes localizada entre as cidades de Catalão e Ouvidor, no Estado de Goiás. A unidade será a primeira em funcionamento da empresa desde sua fundação, no ano passado.
A escolha pelo projeto no Brasil aconteceu por conta do potencial de exploração e segurança política do País. “Pelo fato de a maioria das minas estarem relacionadas a problemas de guerrilha e ditaduras na África, os investidores buscam fontes limpas do diamante”, diz Luís Maurício Azevedo, Diretor-Executivo da Five Star no Brasil.
Os recursos serão destinados à aquisição de máquinas, dos quais 80% de conteúdo nacional, para fazer a captação e identificação do mineral por meio de raio-x e a separação das pedras. A unidade deve entrar em operação ainda este ano, com 60 funcionários, e projeta produzir 3 mil quilates até dezembro.
A partir de 2016, a projeção é de 400 mil quilates/ano, dos quais 60% terão como destino o mercado internacional. Além de Goiás, a empresa está com sondagens em andamento no Pará e na Bahia. 

Bom crescimento na produção no Brasil


ANGLO AMERICAN

Bom crescimento na produção no Brasil

Em 2016, a Anglo American obteve um bom desempenho no Brasil, com crescimento da produção e melhorias operacionais, conforme mostra o relatório de produção do quarto trimestre da mineradora. Os números consolidam ainda o resultado anual.
De outubro a dezembro de 2016 o sistema Minas-Rio, localizado nos estados de Minas Gerais e Rio de Janeiro, produziu 4,9 milhões de toneladas de minério de ferro (base úmida), um aumento de 9% em comparação com o terceiro trimestre do mesmo ano e de 49% em relação ao quarto trimestre de 2015. Com esse resultado, a empresa encerrou 2016 com uma produção de 16,1 milhões de toneladas, um crescimento de 76% em relação a 2015, considerando que o empreendimento está em ramp-up.
Já as operações de níquel, com operações nos municípios de Barro Alto e Niquelândia, em Goiás, registraram uma produção de 10,9 mil toneladas no quarto trimestre de 2016, um aumento de 4% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A operação de Barro Alto respondeu por 35,5 mil das 44,5 mil toneladas de níquel produzidas no ano passado, um crescimento de 67% em relação a 2015. A produção da Codemin se manteve estável em 9 mil toneladas.

Garimpeiro amador encontra pepita de ouro gigante na Austrália

Garimpeiro amador encontra pepita de ouro gigante na Austrália

Minério de 5,5 quilos avaliado em R$ 645 mil foi desenterrado em cidade onde corrida do ouro já dura 162 anos.

Da BBC
Dimensão da pepita aumentou seu valor no mercado (Foto: BBC)Dimensão da pepita aumentou seu valor
no mercado (Foto: Cordell Kent)
Um garimpeiro amador no Estado australiano de Victoria surpreendeu especialistas ao encontrar uma pepita de ouro de 5,5 quilos.
O homem não identificado, que usava um detector de metais portátil, encontrou a pepita na quarta-feira, enterrada da cidade de Ballarat.
O valor foi estimado em mais de 300 mil dólares australianos (cerca de R$ 645 mil).
Especialistas locais afirmam que a prospecção de ouro na região é comum há décadas, mas que, até então, nenhuma descoberta semelhante havia sido feita.
'Sou um prospector e negociador há duas décadas e não me lembro da última vez que uma pepita de mais de 100 onças (cerca de três quilos) foi encontrada localmente'', afirma Cordell Kent, proprietário da loja especializada Ballarat Mining Exchange Gold Shop.
Corrida do ouro
'É extremamente significativo como um espécime mineral', acrescentou Kent. 'A corrida do ouro por aqui já dura 162 anos, e Ballarat continua produzindo pepitas. É sem precedentes.'
Um vídeo exibindo a pepita que tem um formato de ''Y'' foi postado no YouTube na quarta-feira pelo usuário TroyAurum.
O dono da loja especializada afirma que a pepita estava enterrada, mas que o garimpeiro usou um detector de metais ultramoderno, o que possibilitou que ele a encontrasse a uma profundidade considerável, em uma área em que prospecções já foram realizadas várias vezes no passado.
O ouro atualmente é comercializado na Austrália a cerca de 1,6 mil dólares australianos (cerca de R$ 3,4 mil) por onça, o que significa que a descoberta valeria cerca 283,2 mil dólares australianos (cerca de R$ 600 mil), mas a sua raridade e o fato de que a pepita pesa bem mais do que um quilo encarece o valor.
Antes de encontrar a pepita gigante, o garimpeiro amador só havia feito pequenas descobertas.