terça-feira, 28 de março de 2017

Noruega é o país mais feliz do mundo, diz estudo

Noruega é o país mais feliz do mundo, diz estudo








  








<p>Norweger sind die glücklichsten Menschen</p>© picture-alliance/dpa/P. Seeger A Noruega é o país mais feliz do mundo, aponta o Relatório Mundial da Felicidade 2017, divulgado nesta segunda-feira (20/03) em Nova York. A quinta edição do estudo anual, que inclui 155 países, foi apresentada por ocasião do Dia Internacional da Felicidade, celebrado desde 2012.
O Brasil ocupa o 22° lugar no ranking, logo atrás dos Emirados Árabes Unidos e logo à frente da República Tcheca e da Argentina. A Alemanha está na posição 16, atrás da Irlanda e à frente da Bélgica. Outros países europeus tiveram desempenho pior que o alemão, como é o caso do Reino Unido, na 19ª colocação, e da França, em 31° lugar.
Entre os países latino-americanos, a Costa Rica é o melhor colocado, na posição 12, atrás de Israel. O Chile é o mais feliz entre os sul-americanos, no 20° lugar.
Neste ano, a Noruega saiu do quarto lugar em 2016 e passou à liderança, superando a Dinamarca, primeira colocada na última edição e agora em 2° lugar. Em terceiro, vem a Islândia, seguida pela Suíça (primeira colocada em 2015) e a Finlândia, em quinto. Atrás deles vêm Holanda, Canadá, Nova Zelândia e Austrália. A Suécia aparece logo atrás, no décimo lugar.
No 152° lugar está a Síria, atrás de Ruanda e seguida pelos últimos colocados no ranking: Tanzânia, Burundi e República Central Africana. Com exceções, entre outros, de Síria, Afeganistão, Haiti, Ucrânia e Iêmen, a maioria dos 30 países em pior colocação fica na África.
O levantamento leva em consideração o Produto Interno Bruto (PIB) per capita, a expectativa média de vida, a percepção de apoio recebido no próprio ambiente social e a percepção de confiança no governo e nas empresas em relação à corrupção.
O levantamento considera também a percepção dos entrevistados quanto à liberdade de tomar decisões próprias para influenciar suas vidas e a generosidade dos entrevistados em relação a doações. Fatores negativos, como preocupações, tristeza e raiva também desempenham um papel no estudo. O relatório deste ano é baseado em dados coletados entre os anos de 2014 e 2016.
O Relatório Mundial da Felicidade é produzido desde 2012 com apoio da ONU. Um de seus editores é o economista americano Jeffrey Sachs, da Universidade de Columbia, que realiza o trabalho com apoio de uma equipe de especialistas internacionais.

‘Erros’ aleatórios no DNA causam maioria das mutações do câncer

 Erros aleatórios no DNA causam maioria das mutações do câncer





    





DNA doença rara© image/jpeg DNA doença rara
“Erros” imprevisíveis durante o processo de cópia do DNA são responsáveis por dois terços das mutações que podem levar ao desenvolvimento de câncer, revela um estudo divulgado nesta quinta-feira na revista Science. Coordenada por cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos, a pesquisa analisou dados de 4,8 bilhões de pessoas – mais da metade da população mundial – de 69 países diferentes, utilizando uma nova fórmula matemática para avaliar a proporção das mutações que provocavam o crescimento anormal das células. A descoberta pode ajudar a compreender por que pessoas que seguem um estilo de vida saudável e não possuem histórico de câncer na família desenvolvem a doença mesmo assim.
“É bem conhecido que fatores ambientais, como fumar, devem ser evitados para diminuir o risco de câncer. Porém, não é bem conhecido que, cada vez que uma célula normal se divide e copia seu DNA para produzir duas novas células, ela comete vários erros”, afirma Cristian Tomasetti, professor de bioestatística no Centro para Câncer Johns Hopkins Kimmel e um dos líderes da pesquisa, em comunicado. Segundo ele, esses erros no processo de cópia são uma fonte potente de mutações cancerígenas que tem sido cientificamente subestimada. “É a primeira vez que alguém olhou para a proporção dessas mutações em diferentes tipos de câncer e relacionou a esses fatores.
  • Segundo os pesquisadores, para os 32 tipos de câncer analisados, os resultados mostram que essas falhas acontecem aleatoriamente durante o processo de duplicação das células. As outras mutações são frutos de fatores externos, como ambiente ou estilo de vida, que são responsáveis por 29% das mutações, ou fatores hereditários, que estão presentes em 5% dos casos. De acordo com os estudiosos, esses erros, que ocorrem naturalmente durante a divisão celular, são imprevisíveis, independem da conduta da pessoa e, portanto, não podem ser evitados – segundo os novos cálculos, cada vez que uma célula se divide, três erros são cometidos aleatoriamente na duplicação do DNA. Geralmente, eles não são prejudiciais – porém, se ocorrerem duas ou mais mutações críticas, o câncer pode aparecer.
    Os pesquisadores afirmam que os resultados encontrados estão de acordo com dados da organização britânica Cancer Research UK, que mostra que 42% dos casos de câncer podem ser prevenidos ao evitar hábitos e ambientes nocivos à saúde. Segundo o médico Bert Vogelstein, outro autor do estudo e co-diretor do Centro Ludwig, que integra o Centro para Câncer Johns Hopkins Kimmel, o foco da pesquisa recém-publicada está nos outros 58% dos casos, que não são exclusivamente causados por fatores hereditários. “É parte da evolução. Não podemos fingir que esses erros não existem”, afirma. Essas falhas, de acordo com Vogelstein, explicam por que algumas pessoas que levam uma vida saudável, não são fumantes, estão dentro do peso ideal, estão expostas a poucos ou nenhum carcinogênicos conhecidos e não têm histórico de câncer na família desenvolvem a doença.

    Cenário mundial

    Em 2015, Tomasetti e Vogelstein já haviam publicado, também na Science, um estudo revelando que esses erros no processo de cópia do DNA poderiam explicar por que certos tipos de câncer em tecidos cujas células sofrem muitas divisões, como o câncer colorretal, são mais comuns do que outros, como o de cérebro. Os dados utilizados pela dupla em sua avaliação, no entanto, correspondiam apenas aos Estados Unidos e, por isso, alguns cientistas argumentaram que eles refletiam a incidência de câncer em um ambiente limitado. Além disso, as análises não incluíam câncer de próstata e de mama, duas das formas mais comuns da doença.
    No novo estudo, além de expandir a investigação a outros países ao redor do globo, os pesquisadores adicionaram dados sobre esses dois tipos de câncer. O foco, no entanto, era descobrir qual é a porcentagem de mutações causadas pelas falhas nas cópias do DNA para cada uma das 32 formas de câncer avaliadas. Isso corresponderia ao “risco básico” que uma pessoa tem de desenvolver a doença, independentemente do ambiente em que está ou do histórico familiar. “É uma mistura de fatores que, juntos, aumentam as chances de desenvolver câncer”, afirma Tomasetti.
    No caso do câncer de pâncreas, por exemplo, 77% das mutações que levam ao surgimento de tumores são provocadas por falhas aleatórias, enquanto 18% se devem ao ambiente e ao estilo de vida da pessoa e os outros 5% à hereditariedade. O câncer de pulmão, por sua vez, apresenta um cenário completamente diferente, em que 65% de todas as mutações são provocadas por agentes externos, como fumar, e 35% são consequência de erros nas cópias do DNA. A herança genética não apresenta um papel conhecido no desenvolvimento desse tipo de câncer.
    Para chegar a esses valores, os autores desenvolveram uma nova fórmula matemática usando dados de sequenciamento de DNA do Atlas do Genoma do Câncer (TCGA, sigla em inglês) e informações epidemiológicas coletadas pelo Cancer Research UK. Depois, recorreram a 423 bases de dados internacionais para comparar o número total de divisões de células-tronco normais e a incidência de câncer em ambientes completamente diferentes. Surpreendentemente, os resultados dão suporte aos dados obtidos pela dupla dois anos atrás. Eles encontraram uma forte correlação entre a incidência da doença e o número de divisões em 17 tipos de câncer, demonstrando que, quanto mais as células se duplicavam para formar determinados tecidos, mais chances elas tinham de cometer erros no processo, independentemente de fatores externos.
    Por conta disso, sociedades que estão passando por um processo de envelhecimento da população podem apresentar com mais frequência tipos de câncer que têm maior influência de falhas aleatórias. Segundo Volgestein, conforme a pessoa envelhece, suas células se dividem cada vez mais, cometendo mais erros e, consequentemente, fazendo com que mais mutações apareçam. “E essas mutações só vão aumentar no futuro”, adiciona.

    Detecção precoce

    Os cientistas afirmam que, no caso de tipos de câncer que têm pouca influência das mutações aleatórias, a prevenção primária, como evitar fatores ambientais que podem levar ao desenvolvimento do câncer, ainda é a maneira mais eficiente de evitar que a doença apareça. Porém, para tipos de câncer nos quais as mutações são causadas principalmente por falhas imprevisíveis, a prevenção secundária, que inclui detectar o tumor enquanto ele ainda pode ser curado, é a única opção. “Há poucos esforços para desenvolver métodos de detecção precoce”, lamenta Volgestein. “Ainda estamos presos nos mesmos modelos de anos atrás.”
    Embora as mutações aleatórias não possam ser prevenidas e a ciência saiba pouco sobre elas ainda, os pesquisadores salientam que é importante manter hábitos saudáveis e evitar fatores de risco. “O que as pessoas podem fazer agora? Nada, no momento. Mas isso não significa que devemos aumentar o número de mutações nos expondo a agentes nocivos”, conclui Volgestein.

    Samarco/Vale-BHP deve adiar para 2018 retorno de atividades

    Samarco/Vale-BHP deve adiar para 2018 retorno de atividades


    As mineradoras Samarco/Vale-BHP devem adiar para 2018 o retorno de suas atividades no Espírito Santo e Minas Gerais. Apesar da pressão política, apoiada pela imprensa corporativa, questões ambientais impossibilitam o retorno.  A ofensiva empreendida pela Samarco/Vale-BHP, com apoio ostensivo da grande imprensa corporativa – entre eles o Grupo Globo, aí incluídos os jornais especializados e os veículos impressos e eletrônicos estaduais – foca seu arsenal de manipulação de poder econômico contra o jovem prefeito de Santa Bárbara/MG, Lélis Braga (PHS). A prefeitura inclusive já está sendo processada pela empresa sob alegação de atrasar o licenciamento ambiental de operação corretiva.
    Diferentemente de outros quatro prefeitos da região, Lélis não assinou a Declaração de Conformidade, para que a Samarco possa captar água no rio da cidade. Em reportagem publicada no jornal Valor Econômico nesta segunda-feira (27), o prefeito explicou que “a legislação municipal trata a área do rio Santa Bárbara, de onde a Samarco retira água, como área em recuperação ambiental, após anos de degradação por conta de exploração mineral e lançamento de esgoto. ‘Por isso, não pode haver nenhuma ação que degrade ainda mais essa área’”, disse.
    Empresa não nega os impactos
    A reportagem diz que a Samarco não nega os impactos no Rio Santa Bárbara, como a redução da capacidade de autodepuração da água, dificuldades para uma espécie de peixes e outros problemas, mas que “não os considera significativos”. O prefeito conta ainda, ao Valor, que a gestão municipal anterior foi alvo de uma ação de improbidade administrativa por emitir a declaração de conformidade requerida pela empresa em 2009, por isso, essa antiga declaração precisa ser revista. Também irregulares, segundo o prefeito, estão as obras da adutora da Samarco na cidade, que já estavam quase prontas, mesmo sem o alvará de construção.
    Em resposta à coragem, isolada, do prefeito de Santa Bárbara, a empresa, além de processar a Municipalidade, também anuncia sua ameaça de demitir mais empregados este ano, provavelmente tanto em Mariana/MG quanto em Anchieta/ES.
    Não há confiança 
    “Parabéns ao prefeito, que teve coragem. Mostrou que é humano”, reconhece Joice Lopes Miranda, secretária da Comissão de Acompanhamento de Trabalho Emprego e Meio Ambiente de Barra do Riacho e adjacências (Catema BR). “Não é legitimo a empresa voltar. Não ressarciu os danos, não reconheceu os atingidos. Não tem como confiar”, afirma.
    Uma das comunidades mais destruídas pela expansão industrial no Espírito Santo, protagonizada por diversos algozes, desde a pioneira Aracruz Celulose (Fibria) até o Estaleiro Jurong, Barra do Riacho recebeu um tiro fatal contra seu rio com o crime da Samarco/Vale-BHP. “A gente ainda usava o rio, agora não pode mais”, conta a liderança comunitária. Barra do Riacho foi reconhecida como atingida, mas, como nas outras comunidades, apenas algumas pessoas recebem o auxílio emergencial, numa estratégia de dividir a comunidade e promover intrigas e rivalidades entre as pessoas.
    Pressão para CIF reconhecer os atingidos
    As vizinhas Vila do Riacho e Barra do Sahy, no entanto, não foram reconhecidas como atingidas. As três comunidades, juntamente com outras dez do litoral de Aracruz, incluindo aldeias indígenas, lutam por meio do Fórum Litoral Sul, pelo reconhecimento total das comunidades e pessoas atingidas pelo crime. Nos próximos dias 30 e 31 elas se farão representar durante a reunião do Comitê Interfederativo (CIF), em Belo Horizonte, quando, mais uma vez, se espera que haverá o reconhecimento de todos os atingidos, segundo a nota técnica do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema).
    “Iremos mostrar que existimos, estamos sofrendo e totalmente desamparados. Há muitas pessoas aqui com feridas e escamações pelo corpo e a empresa não oferece qualquer assistência. Ela pode voltar a operar, desde que resolva os problemas que criou”, sentencia Joice.
    Fonte: Século Diário

    Rússia inicia exploração de mais uma jazida de urânio

    Rússia inicia exploração de mais uma jazida de urânio


    Vershinnoe é uma das oito jazidas do campo de minério Khiagdinskoe (as reservas totais estão estimadas em 45 mil toneladas de urânio), cujo desenvolvimento é realizado pela empresa Khiagda (parte do consórcio Atomredmetzoloto da empresa estatal Rosatom). As reservas de Vershinnoe são avaliadas em 4.577 toneladas de urânio, o primeiro metal será produzido em 2018.
    Rosatom logo
    O diretor de produção da Khiagda, Andrei Gladyshev, disse que a empresa construirá mais de 1,2 mil poços tecnológicos em Vershinnoe, 165 deles já foram perfurados. O processamento primário de soluções produtivas será feito na instalação de adsorção local (LSU, sigla em russo).
    Fonte: br.SputnikNews

       

    Nippon Steel tentará anular eleição de presidente da Usiminas

    Nippon Steel tentará anular eleição de presidente da Usiminas


    Advogados do grupo Nippon Steel devem abrir nesta semana processo para anular a decisão do conselho de administração da Usiminas que elegeu na quinta-feira passada o diretor comercial Sergio Leite para a presidência da siderúrgica brasileira, em lugar de Rômel Erwin de Souza. A votação da quinta-feira passada que elegeu Leite ocorreu por maioria, fato que a Nippon Steel considera como uma violação do acordo de acionistas da Usiminas, que estabelece votações desta natureza por consenso.
    A destituição de Souza ocorreu sob acusações de que o executivo assinou sozinho e sem conhecimento de outros diretores da Usiminas um memorando de entendimento que tinha como finalidade tratar de discussões para modificação de um contrato de fornecimento de minério de ferro com a subsidiária Musa, uma parceria entre a Usiminas e a japonesa Sumitomo.
    Em entrevista à Reuters na sexta-feira, Souza disse que não descumpriu o estatuto da Usiminas ou cometeu ilegalidades e que se houver ganho de causa na Justiça voltará ao comando da siderúrgica. Ele comentou que a assinatura ocorreu diante das negociações com a sócia Sumitomo para reduzir o fornecimento da Musa à Usiminas de 4 milhões para 2,5 milhões de toneladas de minério por ano. O memorando também foi assinado em meio às negociações para liberação de recursos excedentes do caixa da mineradora para ajudar a Usiminas, parte de um acordo acertado pela siderúrgica em 2016 com bancos credores.
    “Aqui não houve ilegalidade. Se tornou uma situação de preferência de acionistas por um novo CEO (presidente) e preferência não é razão para se quebrar acordo de acionistas”, disse o advogado João Marcelo Pacheco, sócio do escritório Pinheiro Neto, contratado pela Nippon Steel.
    “Isso (memorando) foi assinado porque o Rômel (de Souza) tinha poderes para negociar e por razões de conveniência para a Musa e para a Sumitomo eles pediram para se colocar no papel em que estado estavam as negociações”, disse Pacheco. “Não gerou nenhuma obrigação para a Usiminas.”
    O entendimento de defensores da Ternium é o oposto.
    Segundo o advogado Luiz Fernando Fraga, advogado do escritorio BMA-Barbosa Müssnich Aragão, contratado pela Ternium, o memorando não vinculante assinado por Souza representou um “pré-contrato” nos moldes dos estabelecidos no Código Civil, estabelecendo expectativa de obrigações para a Usiminas, cujo conselho de administração acabou aprovando o conceito dos termos gerais do instrumento em fevereiro deste ano, disse Fraga.
    “Houve sim vinculação entre as partes. É um pré-contrato relativo ao principal insumo da Usiminas. É um contrato de mais de 200 milhões de reais por ano e contratos acima de 50 milhões têm que passar previamente pelo conselho de administração e serem assinados por dois diretores”, disse Fraga.“Independente do memorando ter sido bom ou ruim (para a Usiminas) o senhor Rômel não podia ter feito o que fez (…) Os diretores têm que ter a confiança do conselho de administração”, disse Fraga.
    “Pela quebra da confiança é possível o voto em aberto e destituir o presidente, seria irresponsabilidade do conselho mantê-lo”, acrescentou. A destituição de Souza marcou a segunda vez em cerca de um ano que o executivo foi afastado da presidência da Usiminas por votação de maioria do conselho de administração. Na primeira, a decisão do colegiado da siderúrgica foi anulada em outubro pela Justiça de Minas Gerais, meses depois da destiuição de Souza.
    Na época, a Justiça do Estado entendeu que não houve ilegalidades do executivo e que por isso deveria ter havido consenso entre os membros do conselho da Usiminas para a eleição de presidente. A Ternium ainda está recorrendo deste processo, mas Fraga afirmou que após a decisão da semana passada que destituiu Souza, “a ação pode ter perdido o objeto”. As ações da Usiminas encerraram esta segunda-feira em alta de 8,6 por cento, ante avanço de 0,7 por cento do Ibovespa. Apesar da alta na sessão, o papel acumula perda de quase 11 por cento neste mês.
    Fonte: Exame