sexta-feira, 31 de março de 2017

Quilate para ouro e Quilate para diamante: NADA HA VER!

Quilate para ouro e Quilate para diamante: NADA HA VER!

Quilate para ouro e Quilate para diamante: NADA HA VER!


No que se refere a pedras preciosas, como o diamante, um quilate representa uma massa igual a duzentos miligramas. A unidade de massa foi adotada em 1907 na Quarta Conferência Geral de Pesos e Medidas. O quilate pode ser subdividido ainda em 100 pontos de 2 mg cada. Por isso, fala´se em diamantes de 50 pontos, 40 pontos, são menores de que 1 quilate
Aplicado ao ouro, entretanto, o quilate é uma medida de pureza do metal, e não de massa. É a razão entre a massa de ouro presente e a massa total da peça, multiplicada por 24, sendo cada unidade de quilate equivalente a 4,1666 % em pontos percentuais de ouro do total.
A pureza do ouro é expressa pelo número de partes de ouro que compõem a barra, pepita ou joia. O ouro de um objeto com 16 partes de ouro e 8 de outro metal é de 16 quilates. O ouro puro tem 24 quilates.
Exemplos:
·         Ouro 24 quilates = ouro puro - como é praticamente impossível o ouro ter uma pureza completa, o teor máximo é de 99,99% e assim chamado de ouro 9999. Impróprio para fabricação de joias por ser muito maleável.
·         Ouro 22 quilates = 22/24 = 91,6% de ouro, também chamado de ouro 916.
·         Ouro 20 quilates = 20/24 = 83,3% de ouro, também chamado de ouro 833.
·         Ouro 19.2 quilates = 19.2/24 = 80,0% de ouro, também chamado de ouro 800 ou Ouro Português.
·         Ouro 18 quilates = 18/24 = 75% de ouro, também chamado de ouro 750.
·         Ouro 16 quilates = 16/24 = 66,6% de ouro, também chamado de ouro 666.
·         Ouro 14 quilates = 14/24 = 58,3% de ouro, também chamado de ouro 583.
·         Ouro 12 quilates = 12/24 = 50% de ouro, também chamado de ouro 500.
·         Ouro 10 quilates = 10/24 = 41,6% de ouro, também chamado de ouro 416.
·         Ouro 1 quilate = 1/24 = 4,6% de ouro, também chamado de ouro 46.

Desta forma, o ouro 18 quilates tem 75% de ouro, e o restante são 
ligas metálicas adicionadas fundindo-se o ouro com esses metais num processo conhecido como quintagem, para garantir maior durabilidade e brilho à joia.
Os elementos dessas ligas geralmente adicionados ao ouro podem variar muito em função da cor, ou ponto de fusão desejados e em algumas joalherias, essa fórmula é mantida como segredo industrial. Os metais mais comuns utilizados nessas ligas são o cobre, a prata, o zinco, o níquel, o cádmio, resultando em um ouro com coloração amarela. Existe também o ouro branco, que é feito com ligas utilizando o paládio que tem efeito descoloridor, nesse caso o ouro branco no processo final de acabamento a joia é submetida a um banho de ródio.

Popularidade de Temer piora em meio a reformas e desemprego, mostra CNI/Ibope

Popularidade de Temer piora em meio a reformas e desemprego, mostra CNI/Ibope

sexta-feira, 31 de março de 2017 14:15 BRT
 


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Por Maria Carolina Marcello BRASÍLIA (Reuters) - A popularidade do presidente Michel Temer piorou, mostrou pesquisa CNI/Ibope nesta sexta-feira, em meio a reformas controversas promovidas pelo governo, capitaneadas pela previdenciária, desemprego alto e notícias sobre corrupção no meio político. A avaliação ruim/péssimo do governo subiu para 55 por cento em março, ante 46 por cento em dezembro do ano passado, enquanto a aprovação  positiva (ótimo/bom) do governo oscilou para 10 por cento, ante 13 por cento em dezembro. A desaprovação à maneira de governar de Temer passou a 73 por cento dos entrevistados, contra 64 por cento no levantamento passado. “O governo está tomando medidas controversas, medidas duras e isso provavelmente é uma das causas dessa queda de popularidade”, disse o gerente-executivo da Unidade de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato da Fonseca. Para o gerente-executivo, a situação econômica também deve ser levada em conta quando se avalia a popularidade do governo. “Há uma correlação muito forte entre popularidade do governo e a situação econômica do país”, afirmou Fonseca. A despeito do discurso do governo de que a economia já começa a mostrar sinais de recuperação, a atividade econômica do Brasil iniciou 2017 com ritmo maior de contração do que o esperado, segundo informou o Banco Central nesta manhã, enquanto a taxa de desemprego, medida pelo IBGE, subiu para novo recorde no trimestre encerrado em fevereiro, levando o número de trabalhadores sem emprego a 13,5 milhões.[nL2N1H80FR][nL2N1H80HW] “Com essa taxa de desemprego, claramente tem uma insatisfação muito grande da população com a situação econômica e isso reflete muito forte na avaliação do governo”, avaliou Fonseca, acrescentando que as denúncias de corrupção envolvendo inclusive membros do governo também não podem ser deixadas de lado como possíveis fatores da queda de popularidade. O número daqueles que disseram aprovar a forma de governar de Temer também recuou, para 20 por cento, ante 26 por cento no fim de 2016. Assim como caiu o percentual das pessoas que afirmaram confiar no presidente: 17 por cento agora ante 23 por cento em março. Os que não confiam em Temer passaram de 72 por cento para 79 por cento. Aqueles que consideram o governo regular somaram 31 por cento, contra 35 por cento, segundo o levantamento. A primeira posição entre as notícias mais lembradas pela população, mostrou a pesquisa, ficou com as discussões sobre a reforma da Previdência, sendo citada por 26 por cento dos entrevistados, à frente de notícias relacionadas à Lava Jato e investigações de corrupção na Petrobras (9 por cento). Notícias sobre corrupção no governo (5 por cento), manifestações (4 por cento) e paralisações no país (3 por cento), o aumento desemprego (2 por cento), e sobre declarações do ministro Fazenda sobre a possibilidade de aumento de impostos (1 por cento) também foram elencadas. A liberação do saque do FGTS foi lembrada por apenas 2 por cento dos entrevistados. Entre as áreas de atuação do governo, 85 por cento disseram desaprovar as ações e políticas adotadas em relação aos impostos, e 77 por cento não aprovam as ações de combate ao desemprego. A pesquisa também questionou os entrevistados a respeito de comparação do governo Temer com a gestão anterior, de Dilma Rousseff, e 41 por cento disseram considerar a atual administração pior que a da petista; eram 34 por cento em dezembro. Para 18 por cento o atual governo é melhor que o passado (21 por cento na pesquisa anterior), enquanto 38 por cento disseram considerar ambos iguais (42 por cento). A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em 126 municípios entre 16 e 19 de março. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. (Edição de Alexandre Caverni)

Wall St encerra trimestre de fortes ganhos em queda

Wall St encerra trimestre de fortes ganhos em queda

sexta-feira, 31 de março de 2017 17:56 BRT


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Por Noel Randewich (Reuters) - Wall Street fechou a sexta-feira em território negativo, pressionado pelas ações da Exxon Mobil e do JPMorgan Chase & Co, encerrando um trimestre de fortes ganhos com investidores avaliando se os balanços corporativos vão justificar os altos preços das ações do mercado. O índice Dow Jones caiu 0,31 por cento, a 20.663 pontos, enquanto o S&P 500 perdeu 0,23 por cento, a 2.362 pontos. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,04 por cento, a 5.911 pontos. Os principais índices alcançaram patamares recordes desde a eleição do presidente Donald Trump, com apostas de que ele poderia melhorar o crescimento econômico, reduzindo impostos e aumentando os gastos com infraestrutura. A alta das ações também se beneficiou de indicadores econômicos robustos e de uma recuperação no crescimento dos lucros corporativos. No trimestre que se encerrou nesta sexta-feira, o S&P 500 subiu 5,5 por cento, desempenho trimestral mais forte desde o último trimestre de 2015. Os investidores estão agora olhando para a próxima temporada de resultados trimestrais para justificar os preços altos das ações. O lucro no primeiro trimestre das empresas listadas no S&P 500 deverá crescer 10,1 por cento, segundo a Thomson Reuters I/B/E/S. Oito dos 11 principais setores de S&P recuaram nesta sexta-feira, com o índice financeiro em queda de 0,72 por cento. A ação do JPMorgan Chase caiu 1,34 por cento e o papel da Wells Fargo & Co perdeu 1,03 por cento. A ação da Exxon Mobil caiu 2,02 por cento, também pressionando o S&P 500 e Dow Jones.

SP discute experiências na mineração

SP discute experiências na mineração


Com o objetivo de discutir experiências e possibilidades de inovação na indústria mineral paulista, a Secretaria de Energia e Mineração do Estado de São Paulo promoveu, no dia 28 março, o seminário técnico Inovação na Cadeia Produtiva da Mineração, que reuniu representantes de empresas do setor produtivo, cadeia de suprimentos da mineração, da Academia e órgãos de fomento. O evento contou com o apoio da Poli-USP, Unesp e CREA-SP.
De acordo com o Secretário de Energia e Mineração do Estado de São Paulo, João Carlos de Souza Meirelles, o seminário se insere no esforço do governo de promover um novo patamar de desenvolvimento para todas as atividades no estado e a mineração tem prioridade nesse contexto, já que se trata de uma atividade que “depende da intervenção no meio ambiente” e, portanto, precisa atuar dentro do conceito da sustentabilidade.
Ele lembrou que São Paulo é o maior consumidor de bens minerais do País e o quarto maior produtor desses bens, pois 97% de sua população está em áreas urbanas, dependendo dos produtos minerais para sua qualidade de vida. Além disso, o Estado tem uma importante atividade agrícola, que depende de insumos como NPK (Nitrogênio, Fosfato e Potássio). Assim, o objetivo é “transformar o setor mineral em uma nova plataforma de desenvolvimento”.
Já o Subsecretário de Mineração, José Jaime Sznelwar, disse que o setor mineral precisa urgentemente inovar na gestão de seus empreendimentos, principalmente as pequenas e médias companhias de mineração, a maioria com estrutura familiar. Daí a importância de se fomentar a inovação nessas empresas, segundo ele.
Fonte: Brasil Mineral

Demanda chinesa por aço deve cair em 2017

Demanda chinesa por aço deve cair em 2017 e pressionar minério de ferro, diz instituto


A demanda da China por aço deve cair 1,9 por cento neste ano, pressionando os preços do minério de ferro, à medida que a produção da principal matéria-prima do aço aumenta, disse o presidente de um instituto de estudos chinês nesta quinta-feira. A demanda por aço na China, maior consumidor e produtor global, deve cair para 660 milhões de toneladas, afirmou Li Xinchuang, do Instituto de Planejamento e Pesquisas da Indústria Metalúrgica da China.
A queda vem em um momento em que a China promove duras reformas para cortar excesso de capacidade de produção. ”Nós acreditamos que o consumo de aço da China vai cair gradualmente –talvez suba em alguns anos, como no ano passado. Essa é nossa posição”, disse Li, que também é vice-presidente do Conselho de Administração da Associação Chinesa de Ferro e Aço, durante uma conferência da indústria em Perth, na Austrália.
Ele disse que a demanda por importações de minério de ferro da China subiu 0,7 por cento para 1,1 bilhão de toneladas em 2016, com o país dependendo das importações para atender 87 por cento da demanda total. O instituto prevê que a oferta de minério de ferro transportado por navios pode crescer cerca de 50 milhões de toneladas neste ano, o que é cerca de 10 milhões de toneladas acima da previsão da segunda maior produtora de minério de ferro do mundo, a Rio Tinto.
Como resultado, o instituto prevê que os preços do minério de ferro vão variar entre 55 dólares e 90 dólares a tonelada em 2017, com uma média no ano de 65 dólares. ”Infelizmente, com a rápida alta dos preços do minério de ferro, a produção chinesa de minério de ferro subiu 15 por cento nos primeiros dois meses”, disse Li. O minério de ferro está sendo negociado a cerca de 77,60 dólares a tonelada, alta de quase 40 por cento ante um ano atrás.
“Qual é o futuro? Nós acreditamos que a sobreoferta global de minério de ferro é muito séria no longo prazo”, afirmou. Ele adicionou, no entanto, que a China deve continuar fortemente dependente de importações de minério de ferro no longo prazo.
Fonte: Reuters