sábado, 1 de abril de 2017

Insistir ou Desistir?

Sabe aquele momento em que você se pergunta se deve ou não desistir desta área de trades e investimentos? Pode ter certeza que todos os traders de sucesso em algum momento de seu desenvolvimento se questionaram e duvidaram do seu potencial ou capacidade.
A vida de trader não é o trabalho mais fácil do mundo. O que ocorre é um teste diário de seu controle emocional, disciplina, paciência, ganância, controle financeiro entre outras coisas.
Já cheguei a chorar e  me chamar de burro, incompetente e assim vai, mas felizmente tenho uma grande mulher ao lado, que me dá muita força e me mostra que a maneira mais simples de lidar com uma situação adversa é encarando-a de frente.
Principalmente quando sua estratégia não desempenha bem em um determinado dia e você vê uma postagem com alguém falando que o mercado foi “fácil” e “só não ganhou dinheiro quem não quis”. A verdade é que a maioria das pessoas não posta quando toma loss diário ou em uma determinada operação.
Quem nunca passou pela situação de colocar uma ordem e compra/venda e quando chegou perto de ser executada cancelou  a ordem por “medo” de tomar stop?  Pra começar, se você tem stop e seu lote está alinhado com seu financeiro, certamente está à frente de muitos pseudo traders que não trabalham com stop, então pare com este medo e coloque a ordem.
Uma sugestão para quem está inseguro é diminuir a mão e aumentar gradativamente, de maneira natural.
No mercado só ganha dinheiro quem opera!!! No meu caso, tenho passado por dias ruins no mercado, mas continuo seguindo o plano, pois o gerenciamento de risco é o principal fator na evolução de financeira.
Algo que faço diariamente é analisar todas as operações que realizei no dia, quando vou planilhá-las. Isso ajuda a detectar possíveis erros ou não no dia.
E o conselho que eu dou é: não desista, pois da noite para o dia você começará a ver o mercado de forma mais clara, entenderá que o setup não é o ponto crucial e você começará a virar o jogo e ter resultado positivo. Não ligue se duvidarem de você, amanhã provavelmente serão estas pessoas que te admirarão!!Por: Filipe Borges


Abraços!!

Fusão BM&FBovespa-Cetip cria 5ª maior bolsa do mundo; “gigante” B3 terá de reforçar governança

Fusão BM&FBovespa-Cetip cria 5ª maior bolsa do mundo; “gigante” B3 terá de reforçar governança

criará a quinta maior bolsa do mundo, com um valor de mercado de US$ 13 bilhões, ou R$ 39 bilhões, e um faturamento anual de R$ 4 bilhões. As informações foram dadas hoje pelos principais executivos da empresa durante apresentação à imprensa da Brasil Bolsa Balcão, mais conhecida como B3. Chamada por seu atual presidente, Edemir Pinto, de “gigante”, a nova bolsa concentrará praticamente todas as operações de negociação e custódia de ações e títulos privados e públicos do mercado brasileiro. “Esperamos estar em quarto lugar no mundo em breve”, afirmou Edemir, que prevê desbancar a Deutsche Bourse, da Alemanha. A marca B3 foi criada pela consultoria GAD.
Gigante único no mundo
O próprio presidente admite que o modelo da gigante B3 é “único” e que desconhece “país com infraestrutura de mercado semelhante à que nasce hoje no Brasil”. Edemir destacou os ganhos que a concentração das operações em uma única empresa trará para os acionistas, clientes, distribuidores, para o mercado e para o país, graças ao ganho de escala e integração das operações. “A B3 contribuirá com o aumento da segurança e solidez dos serviços para os clientes, os acionistas terão ganhos de escala e diversificação de produtos, as corretoras, com a consolidação dos serviços, de autorregulação e supervisão e dos sistemas, o que reduzirá custos operacionais e exigirá menor alocação de capital”, afirmou. “E os reguladores, ganharão com o melhor controle de riscos pela centralização dos controles, das operações e da fiscalização.”
Sinergias de R$ 100 milhões
O ganho dos acionistas pode ser estimado pelas sinergias que a fusão trará para as empresas, da ordem de R$ 100 milhões por ano, e que devem ser atingidas em três anos. Gilson Filkelsztain, presidente da Cetip, que substituirá Edemir a partir de maio no comando da companhia, estima que o processo de integração leve 12 a 18 meses, o que permitirá à companhia buscar também novas fontes de receitas. “Queremos acelerar o processo”, afirma. A troca de comando da nova bolsa deve ser oficializada na assembleia de acionistas em 28 de abril.
Exigências antimonopólio
O gigantismo da nova empresa, porém, fez com que os órgãos reguladores estabelecessem diversas exigências para evitar a formação de um monopólio do mercado. A nova bolsa terá de desenvolver diversos mecanismos e estruturas para definir suas tarifas e garantir o acesso de eventuais interessados em criar novas bolsas no país à sua infraestrutura. Em especial, à sua central depositária, que faz a transferência dos valores e ativos após os negócios, e à clearing, que liquida as operações. A nova bolsa será também responsável pela fiscalização do mercado, inclusive dos eventuais concorrentes.
Por conta dessas exigências, Edemir fez questão de destacar o “comprometimento com os mais altos padrões de governança” da nova empresa, que nasce com 2.264 funcionários. Boa parte da apresentação aos jornalistas foi também para explicar como serão evitados abusos nas tarifas e no relacionamento com potenciais concorrentes.
Negócio de R$ 13 bilhões
A operação de compra da Cetip como um todo custou R$ 13 bilhões para a BM&FBovespa, explica Daniel Sonder, diretor financeiro e corporativo da B3. Do total, R$ 4,7 bilhões serão pagos em ações da BM&FBovespa e os R$ 8,3 bilhões restantes em dinheiro, que foram obtidos com a venda da participação da CMA Group, dona da Bolsa de Chicago, por R$ 5 bilhões, e com a emissão de papéis no mercado, no total de R$ 3,4 bilhões.
Sonder espera reduzir esse endividamento em 3 anos para que a empresa tenha uma relação dívida sobre o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Lajia ou Ebitda) de 1,3 vezes.
A empresa deverá manter um saldo de caixa de R$ 2,5 bilhões constante, “adequado ao papel de contraparte central” nos negócios, já que a bolsa se responsabiliza pelo pagamento das operações feitas em seu ambiente. “Para isso, devemos deixar de recomprar ações por alguns anos, mas vamos continuar distribuindo dividendos e juros sobre capital próprio, equivalentes a 60% a 80% do lucro societário”, explicou.
Marcas mudam, menos o Ibovespa
As marcas da bolsa e de suas coligada também serão alteradas para B3, explicou Edemir. “Estamos em processo aceleradíssimo de integração e devemos anunciar nas próximas semanas a nova razão social das controladas e coligadas, especialmente da Bovespa Supervisão de Mercados (BSM) e do Banco BM&FBovespa, mas é uma questão de semanas em transformá-las em B3”, disse o presidente.
Ele destacou, porém, que o Índice Bovespa será mantido por ser uma marca reconhecida internacionalmente. Outras marcas também serão trabalhadas, como o CDI Cetip, disse Finkelsztain. Já o símbolo da ação da bolsa, o ticker, hoje BVMF3, deverá ser alterado “para capturar a mudança para B3”, disse o futuro presidente.
Sede no Centro de SP
A sede da nova bolsa, segundo decisão do conselho, continuará no Centro de São Paulo, explicou Edemir. “Mas as outras sedes vão continuar por enquanto, e o conselho vai ter isso na mesa para uma eventual decisão”, afirmou indicando que as unidades da Avenida Faria Lima e de Alphaville podem ser vendidas.
Nenhuma unidade das duas empresas deve ser desativada de imediato, afirmou Cicero Vieira, vice-presidente de operações, clearings e depositária da nova bolsa. “Agora que as companhias podem trocar livremente informações, pois havia a limitação dos reguladores, vamos avaliar a consolidacao de processos e sistemas, mas desativação de serviços não”, disse. Ele informou também que há houve manifestação de empresas interessadas e usar as estruturas da bolsa para oferecer também serviços de bolsa de valores e clearing, mas não detalhou os processos, afirmando que a bolsa não comenta informações de potenciais concorrentes.

Ranking de valorização do Ibovespa nos três primeiros meses de 2017

Ranking de valorização do Ibovespa nos três primeiros meses de 2017



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Das cinquenta e oito ações que participam atualmente da composição do Ibovespa, trinta e quatro registram valorização após três meses ou sessenta e dois pregões realizados em 2017. O grande destaque de alta, até o momento, é a ação preferencial da Bradesco Participações, que já subiu 47,41% no ano.
Na outra ponta da tabela, destaque negativo para as ações ordinárias da Eletrobras, que acumulam perdas de 25,03% em 2017.
A composição do Ibovespa é revisada a cada quatro meses. Para o período entre Janeiro e Abril de 2017 foram feitas quatro alterações na composição do indicador em relação ao quadrimestre anterior. As ações preferenciais da Cesp (CESP6) foram removidas da composição do índice. Por outro lado, as ações ordinárias da Eletrobras (ELET3) e da Engie Brasil Energia (EGIE3) passaram a participar da composição do Ibovespa. Por fim, o código de negociação da empresa Runo mudou, passando de RUMO3 para RAIL3.

Ranking de valorização das ações do Ibovespa nos três primeiros meses de 2017
ATIVOFechamento – Mar/2017Fechamento – Dez/2016VariaçãoVariação %
BRAP421,8914,857,0447,41%
SMLE363,4044,7318,6741,74%
RENT38,526,142,3838,76%
CMIG410,327,712,6133,85%
MRVE314,3610,943,4231,26%
TIMP310,107,832,2728,99%
CYRE313,2410,272,9728,92%
NATU329,0123,025,9926,02%
RAIL341,6734,227,4521,77%
BRML314,4911,952,5421,26%
VALE528,2123,344,8720,87%
BBAS333,7728,095,6820,22%
LREN327,8023,174,6319,98%
CPLE632,7427,365,3819,66%
BVMF319,2916,502,7916,91%
VALE329,7925,684,1116,00%
ITSA49,508,281,2214,73%
SBSP332,5928,793,8013,20%
CCRO318,0515,962,0913,10%
WEGE317,4015,501,9012,26%
ITUB437,9033,854,0511,96%
BBDC432,3829,003,3811,66%
MULT366,3059,386,9211,65%
ABEV318,2416,401,8411,22%
HYPE329,0026,132,8710,98%
BBDC332,0529,142,919,99%
PCAR460,1054,755,359,77%
ECOR39,048,240,809,71%
EMBR317,3916,001,398,69%
USIM54,444,100,348,29%
EQTL358,7954,404,398,07%
QUAL320,6519,251,407,27%
VIVT446,7544,082,676,06%
UGPA371,6268,453,174,63%
ENBR313,9513,400,554,10%
BBSE329,2028,300,903,18%
GOAU44,954,800,153,13%
CPFE325,7725,210,562,22%
CSAN338,8638,150,711,86%
CIEL328,3127,890,421,51%
EGIE335,3735,000,371,06%
GGBR410,8910,800,090,83%
ESTC315,8715,800,070,44%
KROT313,2813,33-0,05-0,38%
PETR414,4914,87-0,38-2,56%
LAME416,3617,00-0,64-3,76%
RADL358,6761,19-2,52-4,12%
SANB1127,6529,53-1,88-6,37%
SUZB513,2614,20-0,94-6,62%
BRKM531,7534,25-2,50-7,30%
FIBR328,8731,89-3,02-9,47%
JBSS310,2111,40-1,19-10,44%
PETR315,1516,94-1,79-10,57%
MRFG35,716,61-0,90-13,62%
KLBN1115,1517,72-2,57-14,50%
CSNA39,1110,85-1,74-16,04%
BRFS338,6148,25-9,64-19,98%
ELET317,1022,81-5,71-25,03%

sexta-feira, 31 de março de 2017

UMA AVENTURA QUE RESISTE AO TEMPO: O GARIMPO DE OURO DO RIO MADEIRA!

UMA AVENTURA QUE RESISTE AO TEMPO: O GARIMPO DE OURO DO RIO MADEIRA!
Uma fofoca que cobriu centenas de quilômetros e reuniu brasileiros de todos os quadrantes do país e muitos estrangeiros, que para Rondônia se deslocaram, viveram uma grande aventura, em um dos nossos maiores rios da Amazônia.
Este livro ilustra, no melhor sentido da palavra, o ambiente em torno do garimpo de ouro do Rio Madeira, a partir da década de 1980.
O cenário de uma época heróica é captado e expresso por meio de imagens e textos, que se tornam o fio condutor da história de vida do próprio autor.
Para o leitor que desconhece aspectos históricos ou geográficos desta verdadeira saga amazônica, o apêndice desta obra servirá como uma pequena enciclopédia que abrangerá o contexto de duas épocas dos anos 80 e 90 do século passado e a década atual tendo como pano de fundo as atividades de extração do ouro no Rio Madeira. No aspecto mais amplo, conhecerá o Estado de Rondônia, sua capital Porto Velho, em especial e outras localidades importantes.
A preservação da memória do garimpo de ouro deste afluente do Rio Amazonas era uma das lacunas da nossa história local e regional, ainda mais se levarmos em conta o caráter biográfico que o autor imprime ao texto.
Por se narrar uma história de vida, entrelaçada a outras tantas, é alcançado um dos objetivos do livro: a justa homenagem àqueles que deixaram seus locais de origem e vieram se aventurar na busca do Eldorado, nas barrancas e nas águas profundas do Rio Madeira.
Em resumo, milhares de pessoas estiveram no garimpo do Rio Madeira. A maioria abandonou a atividade logo no início e retornaram para os seus lugares de origem; uns por não suportar a saudade, outros por não terem encontrado o que vieram buscar; outros por não suportar o trabalho difícil, a convivência com muita gente estranha em um ambiente hostil, com leis próprias, muitas vezes selvagens.
Há os que resistiram a toda hostilidade e se deram bem; juntaram ouro suficiente para mudar de vida e gozam até hoje de boa situação econômica e financeira. Mas há também os que se deram mal, perdendo nesta investida suas economias e até mesmo suas vidas.
Aos que tiveram sorte, aos que sobreviveram, às centenas de pessoas, homens, mulheres, crianças que morreram por qualquer motivo, fica aqui registrada a homenagem do autor, que sabe, por vivência própria, o significado e a dimensão exata desta aventura.
O autor é dos que, tendo abandonado a garimpagem, elegeu Porto Velho como moradia permanente.

Pepitas de Ouro- GARIMPO DE MARACAÇUMÉ

Pepitas de Ouro


 

GARIMPO DE MARACAÇUMÉ
(SERRA DO PIROCAUA)

INTRODUÇÃO
A descoberta de ouro na porção norte do estado do Maranhão, na região localizada entre os rios Gurupi e Maracaçumé, remonta ao ano de 1624, quando das primeiras incursões de aventureiros europeus em território brasileiro. Segundo relatos da época os primitivos índios que viviam na região já conheciam o metal considerando-o todavia de pouca importância. Os primeiros a explorarem o ouro foram os padres jesuítas que se utilizaram de índios e escravos africanos para retirar o metal das aluviões. No início do século XIX. Estes jesuítas se estabeleceram em uma área próxima a Serra do Pirocaua onde hoje é a Vila Aurizona, no município de Godofredo Viana. A busca do ouro espalhou-se para além das bacias dos Turiaçu e Maracaçumé, alcançando a cidade de Bragança no estado do Pará. Ao final do século uma firma inglesa denominada Companhia de Mineração de Ouro Montes Áureos, montou escritório na região. Nesta época o governo brasileiro começou a regularizar as atividades mineiras na região.
No início do século XX ocorreu a primeira invasão de garimpeiros na região, que passaram a batear as aluviões do rio Maracaçumé. Em 1954 a Companhia de Mineração Maranhense tentou o emprego de lavra mecanizada, não vindo a alcançar todavia o resultado esperado.
Além do ouro aluvionar foram identificadas ocorrências de ouro primário em veios de quartzo na Mina Nova, porém os teores revelaram-se antieconômicos.

LOCALIZAÇÃO E ACESSO
A área com ocorrência de ouro situa-se na porção norte-noroeste do Estado do Maranhão (Figura 1), abrangendo os municípios de Turiaçu, Carutapera, Cândido Mendes, Godofredo Viana e Luís Domingues. As vilas de Aurizona e Redondo, esta última situada às margens do rio Maraçumé, são os principais centros de exploração e comércio de ouro. O acesso a área partindo-se da capital maranhense, São Luís, é feito inicialmente por via rodoviária até Vizeu no estado do Pará, e a partir daí, somente por via marítima, até a denominada Baixada Maranhense. Por via aérea atinge-se as cidades de Turiaçu e Carutapera por meio de aviões de pequeno e médio porte. As ocorrências de ouro somente podem ser alcançadas por estradas carroçáveis e/ ou barcos de pequeno calado.

CLIMA E VEGETAÇÃO
O clima da região é quente e úmido, com intensa precipitação anual , que nos meses de março e abril atinge seu valor mais alto, 2.184,3 mm. A temperatura média anual é de 26 o com uma amplitude térmica de apenas 2o . A umidade relativa chega a atingir 85% em alguns meses do ano.
A vegetação maranhense particulariza-se na região costeira pela presença de manguezais, que são substituídos por gramíneas de campos alagados ou secos, para interior adentro aparecer a zona da mata. A floresta amazônica está representada na porção noroeste e parte da região central do Maranhão.

MODO DE OCORRÊNCIA
Tais depósitos tanto podem ser marinhos, como fluviais e até mesmo flúvio-marinho, e são compostos essencialmente por areias mal selecionadas, silte, argila e cascalho.

PRINCIPAIS GARIMPOS DA REGIÃO
De acordo com Neto(1982) são os seguintes os principais garimpos da região:

Garimpo do Caboré
Situado a nordeste da Vila Livramento, apresenta as seguintes coordenadas: 45o 54’ 36" W e 01o 17’ 24" S. A média da produção chegou a alcançar 50 gramas de ouro em uma semana.

Garimpo da Poeira.
Localizado 30 km a Oeste do povoado de Livramento, exibe as seguintes coordenadas 45o 57’ 00 "W e 01o 19’ 00" S. Neste local o ouro é encontrado no leito intermitente do igarapé Poeira, disseminado em espessa camada de material aluvionar essencialmente constituído de argilas de cores amarela a vermelha.

Garimpo Pedra de Fogo
Este garimpo situa-se nas imediações da vila de mesmo nome, com as seguintes coordenadas: 45o 49’ 24" W e 01o 22’ 24" S. O garimpo de ouro aluvionar vem sendo feito num buraco com 25 metros de profundidade e é retirado de uma argila esverdeada denominada de tabatinga pelos garimpeiros do local

Garimpo do Igarapé Cavala
Distante 1,5 km da cidade de Luís Domingues na direção da cidade de Carutapera, no vale do Irrí-Açu, possui as seguintes coordenadas: 45o 54’ 30" W e
01o 19’ 06" S. O ouro é retirado de um cascalho situado a 2,5 metros de profundidade

Garimpo da Ponta do Jardim
Localizado ás margens do Rio Itererê 4 km da cidade de Godofredo Viana, exibe as seguintes coordenadas 45o 44’ 30" W e 01o 22’ 06" S. Encontra-se atualmente desativado.

Garimpo Praia Velha
Situado na localidade de mesmo nome, na foz do rio Irirímirim, com coordenadas de 45o 54’ 48" S e 01o 08’ 54" S. O acesso ao garimpo somente pode ser feito por meio de barco, em jornada de uma hora a partir de Carutapera. A região é de mangue e o ouro ocorre misturado a uma camada de 30 cm de areia fina esbranquiçada, coberta por sedimentos de maré.

Garimpo do Tromaí
Situado no leito do rio Tromaí, apresenta as coordenadas de 45o48’ 36" W e 01o 23’ 12" S. O ouro ocorre em aluviões do rio, e as atividades garimpeiras limitam-se à época do inverno

Garimpo do Maraçumé
Localizado no leito do Rio Maracaçumé, , próximo a cidade de Cândido Mendes, com as coordenadas 45° 43’ OO" W e 01° 26’ 30" S. O ouro ocorre em cascalheira do rio normalmente coberta por 1 a 2 metros de areia, que é removida por chupadeira para então lavrar-se o cascalho.